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Em protesto, 80% das prefeituras do Paraná estão de portas fechadas

moacir

Pelo menos 315 das 399 prefeituras do Paraná estão fechadas hoje em protesto contra a queda no repasse do Fundo de Participação dos Municípios. A estimativa de adesão é da Associação dos Municípios do Paraná (AMP). Apenas os serviços de saúde, considerados essenciais, estão mantidos em todas as cidades.

“A paralisação é apenas por um dia, para mostrar nossa insatisfação. Amanhã tudo volta ao normal”, diz Moacyr Fadel (foto), do PMDB, prefeito de Castro e presidente da AMP.

Grandes e médios municípios não participam do movimento, como Curitiba, Londrina, Ponta Grossa, Maringá, Foz do Iguaçu, Cascavel, e Toledo.

5 Comentários

  1. É isso que dá criar um “monte” de prefeiturazinhas que não tem a mínima condições de se sustentarem sem passar o pires pelo governo.

  2. Para que dinheiro para os prefeitos? Para fazer concurso frio para contratarem parentes? Para comprar ambulância como Castro que esta envolvida no escândalo sanguessuga? Para fazer licitação dirigida para empresas dos amigos e levar algum por fora? Para encher de dinheiro as câmaras municipais aprovar suas leizinhas e maracutaias? Oras bolas. Graças à lei de responsabilidade fiscal a roubalheira foi amenizada um pouco, mas se o MPE trabalhasse com rigor muitos estariam presos.

  3. dercy gonçalves Responder

    Vamos agradecer ao Anibal Cury e outros políticos de bem, por terem criado tantos municípios.

  4. Extremamente preocupante a posição dos prefeitos, especialmente dos pequenos municípios, em relação à redução do IPI e a correção do IR, realizada pelo governo federal com intuito de combater os problemas que a crise mundial trouxe a todos nós. Para os prefeitos essa medida prejudicou e retirou das administrações municipais, parcela significativa da arrecadação no que tange o repasse do FPM – Fundo de Participação dos Municípios – por isso as prefeituras vão diminuir atendimento público, serviços, além de estudarem alternativas.
    Para a população, os prefeitos justificam suas ações, pela diminuição da arrecadação que sua prefeitura sofreu pelas ações que o governo federal (redução do IPI e correção da tabela do IR) realizou.
    Hoje a Gazeta do Povo publicou matéria sobre esse problema e dois prefeitos opinaram. O de Castro e o de Pirai do Sul, por isso busquei informação no site do Tesouro Nacional, sobre os números, e estranhamente não bate com o que o prefeito disse: Pirai do Sul recebeu do governo federal quase 10% a mais do que 2008 nos dois primeiros meses, ou seja, em 2008 foram repassados 1,370 milhão e em 2009 o repasse foi de 1.495 milhão.
    Com isso, acho oportuno o munícipe deste município fazer acompanhamento, com duplo olhar, ao seu prefeito. A população de Pirai do Sul, por exemplo, não pode perder 4 médicos de um total de 6, sob a alegação de que houve diminuição no repasse do FPM, se na verdade ouve um aumento de quase 10% nos meses de janeiro e fevereiro de 2009 se comparado ao ano anterior.

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