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“Queriam humilhar minha carreira política?”, desabafa Hauly

hauly

O candidato derrotado nas urnas em Londrina, deputado Luiz Carlos Hauly (foto), do PSDB, demonstrou toda sua revolta com a Justiça Eleitoral em entrevista à CBN, há pouco. “Por que deixaram as coisas chegarem a este ponto? Para humilhar minha carreira política?”, desabafou Hauly.

O tucano disse que sofreu danos morais, financeiros, pessoais e familiares com todo este desgaste nos três turnos das eleições em Londrina. Hauly disse que não deveria sequer ter disputado a eleição com Antonio Belinati, já que o candidato do PP teve sua candidatura impugnada.

“Acabei sendo apontado por alguns eleitores, de forma equívoca, como o responsável pela impugnação de Belinati. Este desgaste junto a população aliado ao peso do poder econômico e aos erros da Justiça Eleitoral me custaram a derrota”, disse Hauly

25 Comentários

  1. Democracia é isto. Perdeu simplesmente !
    Nao adianta desculpas !!
    Alias perdeu pela 7 x .
    E´um dos politicos mais perdedores que ja vi na vida !

  2. Barão de Cruz Machad Responder

    Só consegui ler o seguinte nas frases proferidas pelo candidato: MIMIMIMIMI.

    Ninguém cala o chororô da tuCANALHA?

  3. andre carlos costa Responder

    Perdeu mais 1 x !
    Qual seria o limite dele .. 20 derrotas ??
    Vou mandar pro Guiness , la ele vai ganhar !!!

  4. Apesar do ditado “Quem está na chuva é para se molhar”, o Dep. Hauly realmente não merecia esse desgaste todo, ele é uma pessoa íntegra, de caráter, honesto e tem muito ainda a dar por Londrina e pelo Paraná!

  5. Vejam só. A política sempre foi movida por paixão. Quando há paixão, se apagam marcas, ranhuras, o passado. Quem tem 18 processo e é cercado por dezenas de outros com tantos outros processos?
    Imagino, que diante da decisão popular, as provas e a justiça estão erradas quanto a Belinatti.
    É por isso que povo precisa ficar à mingua mesmo, vivendo de bolsa família, com governos populistas e que andam na contramão do desenvolvimento.
    Parabéns para a máfia da Londres paranaense.
    Parabéns às empreiteiras e seus sócios políticos, por elegerem o garoto do Maluf do Paraná.

  6. BARÃO DE ANTONINA Responder

    Fábio…qualquer candidato em Londrina, perde para o Belinatti: e a culpa é da própria sociedade londrinense, que nunca fez nada pelo povo da periferia de Londrina, quando estavam no poder. Quem conhece os Cinco Conjuntos em Londrina feito pelo Belinatti há de concordar comigo, de tão bom que foi esse feito, que o Beto Richa o imitou, ou seja, criou em Curitiba a Linha Verde, que nada mais é, que o Cinco Conjuntos, mais sofisticado.
    Para a “elite” londrinense, que trata o seu povo, como um “cachorro pulguento” esse texto, tirado de um artigo do Darci Ribeiro(in memorian) vem a calhar, para uma reflexão por parte deles.

    A BUSCA DE UMA NOVA ELITE
    Carlos Alberto Kolecza

    Pelo Brasil afora, há uma multidão incontável de lideranças silenciosas em plena atividade O Brasil que vai para a frente e resiste está nas mãos delas. O que podemos fazer por elas e o que poderão fazer por nós?
    Pensação em homenagem a memória de DarcyRibeiro

    Depois de Darcy Ribeiro as neoneolíticas elites brasileiras nunca mais serão as mesmas. Não pelo que ele falou ou escritou delas. Darcy Ribeiro apenas falou alto o que se dizia cochichando e escritou em letras corridas o que se escrevia de trás para frente. No Brasil às avessas – o Lisarb – elite é etile, o contrário do que significa uma elite verdadeira.

    Etile. E de esperta, sempre esperta para dar o bote na presa desprevenida, no caso o povo. Esperta mas não inteligente. T de troglodita, por viver na era politica das cavernas e se achar de Primeiro Mundo por ter computador em casa. I de ignorante, por não saber nada do que se passa em seu pais e mal conhecer e mal copiar o que vem de fora. L de labiosa, pela fantástica capacidade de levar o povo na lábia, principalmente nas eleições. E, novamente, de energúmena, possuida do gosto de sangue de tempos em tempos e sempre que alguém levanta a cabeça.

    O povo sempre soube a etile que tem, e, se hoje tenta imitar os seus vicios é porque, como ela, deixou de acreditar no Brasil. Ao menos no Brasil como ele é hoje. Essa descrença, terrivel nos seus sintomas – indiferença, cinismo, violência – é uma doença que só na aparência é incurável. Os germes da doença ativam o processo de cura pela mobilização das resistências do organismo.

    Darcy Ribeiro falou e escritou tudo o que temos direito de dizer e escrever sobre a etile. Que ela mora com o corpo aqui e vive com a cabeça lá fora: que tem complexo irremediável de inferioridade: que não gosta do Brasil e dos brasileiros e que sonha acordada em trocar de povo, etc, etc.

    Mas não podemos ficar nos repetindo. O próprio Darcy Ribeiro acharia isso pouco inteligente. A “casta dirigente” (**) não quer o desenvolvimento do Brasil. Já que a etile é inservivel e inconfiável para o Brasil dar certo, por que não saimos à procura de novas elites?

    Para pior e para melhor, também, o Brasil está mudando todos os dias. Fica a impressão que a mudança é só para pior, porque a mumificação das estruturas politicas anula todos os esforços positivos. O fisiologismo do sistema politico brasileiro deve ter inspirado a teoria do buraco negro, uma massa inerte e tão pesada, descomunal, que engole a luz à sua volta. Além disso, as ruas estão ai para refletir a desagregação do chamado tecido social.

    Novas elites estão sendo paridas em todas as áreas econômicas e setores sociais do Brasil velho e novo, rural e urbano, formal e informal. Algumas morrerão no parto ou logo após. Outras serão abafadas, cooptadas ou cairão na velhacaria. Muitas, no entanto, sobreviverão, à espera da hora de entrarem em cena. São elites silenciosas e visiveis apenas nas suas comunidades.

    Não é trágico que grandes emprcendedores rurais do CentroOeste estejam sendo jogados nos braços da UDR por causa do MST? Homens que fizeram sua fortuna do nada e revitalizaram cidades á sua passagem não terão nada de novo a propor?

    Não é o caso de chegarmos lá para ouvir o que têm a dizer e levarmos a nossa proposta? Proposta franca de desarmamento de espiritos, de concessões negociadas, e também de participação numa arrancada nacional da agricultura? A adesão à UDR é menos contra os sem-terra e mais por se sentirem à margem dos acontecimentos e das decisões. No próprio Rio Grande do Sul, o caminhonaço dos produtores rurais revelou novas lideranças que atuam independentemente das lideranças tradicionais.

    Imaginar saidas sentado numa cadeira é fácil. É dificil acreditar, porém, que, pelo Brasil afora, os homens empreendedores, as mulheres de iniciativa, os jovens rebeldes, estejam de acordo com o projeto neo liberal de desconstrução do pa is . De cara, pode-se g arantir que não estão nem ai para a opinião dos medalhões das federações comerciais ou industriais da vida, cuja lideranças agem descoladas da realidade nacional.

    Liderança, aqui, não é medida por bens, conta bancária ou presença na mídia, e sim pela influência exercida na comunidade. Por pouco simpático que seja o exemplo, pelo rótulo e seu exproprietário, mas nao foi notável a galeria de personagens apresentada pelo programa Gente que Faz, do ex-Bamerindus?

    As universidades – públicas e privadas – produziram nas duas últimas décadas milhares de profissionais e professores orqulhosos de seus conhecimentos e ansiosos por uma oportunidade. É um contingente disperso mas facilmente identificável pelas alternativas que propõem em todos os níveis técnicos e administrativos. Além disso, engrossa a multidão crescente inconformada com a deterioração dos costumes politicos. São lideranças propensas a aderir ao PT – é verdade – mas por que neo mandar-lhes uma mensagem de solidariedade, solicitando que nos enviem suas teses para que formemos um banco de idéias a partir delas?

    O perfil Gente que Faz de liderança (o pequeno e médio industrial, o empresário rural perdido nos grotões, o profissional liberal, o executivo, o comerciante, os microempresários de todos os ramos, os cientistas, os desportistas, os artistas, os religiosos, os cooperativistas, os prefeitos e vereadores, os clubes, as associações…) ajusta-se a todos os que assumiram uma responsabilidade perante a sua comunidade, ainda que a partir de um negocio, pequeno ou grande.

    A elite silenciosa é uma categoria social heterogênea, de múltiplas faces que, articulada, pode ajudar a implodir as elites obsoletas. Caracteriza-se pela inacreditável confiança no futuro do Brasil, com base nas experiências que estão pondo em prática, individuais ou coletivas. Animadas pela possibilidade inovadora de suas iniciativas, recusam-se a aceitar o pais dando para trás e adotam uma linguagem otimista. Com isso, precavêm-se de perder apoio, o que é compreensivel.

    O inesgotável potencial de otimismo, mais do que um fator ideológico, faz delas o adversário mais dificil do tecnocratismo neoliberal. Elas se recusam a entregar os pontos, por uma questão de fé em si mesmas, na gente que está em sua volta e no Brasil. Até por instinto, sabem que não há lugar para elas no futuro neoliberal.

    Essas lideranças detém o grande capital capaz de reverter qualquer crise ou impasse: a autoconfiança e o respeito de sua comunidade. Elas podem formar uma rede que dê capilaridade à sustentação de um governo desprovido do apoio das lideranças tradicionais amarradas à mÍdia. E, cá para nós – não será pela mobilização das comunidades que se pode desencadear um grande mutirão nacional?

    Essas lideranças podem ser politicamente ingênuas e exploradas por politicos conservadores, mas não desistem da esperança de um lugar ao sol. Constituem um exército incontável esse sim é um desperdicio público incalculável – condenado geralmente a suplicar uma verba aqui, um auxilio ali, para continuarem a tocar seus projetos.

    É uma elite mendiga…

    Essas considerações não contém nenhuma proposta herética de renúncia à nossa base social. Pelo contrário, procura imaginar uma ponte para chegarmos mais rapidamente às nossas bases. Também não se esgotam na reflexão em si. Para viabilizar-se, ela precisa estar conectada a um programa de governo, a uma estratégica centrada nas eleições de 98.

    A aliança partidária em torno do governo corre alto risco nas eleições, se continuar apostando as fichas apenas na estabilidade do Plano Real.

    Em contrapartida, o mormaço social que está se formando, com a descoberta gradativa dos efeitos nefastos do projeto neoliberal (revogação das garantias trabalhistas, inclusive de aposentadoria, satanização do funcionalismo, privatizações escandalosas e tarifaços, desemprego, agravamento da crise da saúde e da segurança pública) não garante por si só o êxito das oposições. A insegurança diante do perigo de volta da infiação vai ser muito bem manipulada.

    Não há sinais de que esteja se cristalizando uma subjetividade capaz de provocar um tufão eleitoral. Mas a cristalização pode ser apressada por uma proposta positiva de mobilização.

    A nova elite está à espera de um chamado.

  7. Grande Hauly!

    Você não perdeu e sim foi eleito por 114.000 eleitores conscientes para ser o líder da oposição!

    Por quanto tempo a quadrilha comandada pelo Janene e o Belinati irá conseguir ficar sem lesar o erário público?

    Pobre Londrina!

  8. O hauly devia ter encerrado sua participação nas eleições de Londrina quando disse que Belinati havia sido eleito e que a justiça devia ter julgado antes das eleições.
    Depois, insistiu, levou o que devia.

  9. Já pensou na grandiosidade do senhor Hauly se no final do segundo turno proclamasse Belinati o verdadeiro vencedor e não aceitasse participar do terceiro turno?
    Uma atitude que poderia prolongar sua vida política.

  10. Cecilio Cavalcante Responder

    A arrogância é, talvez, a principal causa de mais uma derrota do deputado de Cambé. Hoje ele assinou, aquí em Londrina, uma nota à imprensa onde se coloca como intermediário entre a cidade e o governador Requião! Disse ainda, na tal nota, o seguinte: ” temos consciência que permitimos aos eleitores londrinenses o direito de escolha”!!! É um alucinado ou um sujeito que se crê iluminado pela sapiência divina! Ele “permite” que o povo vote! Então, muito obrigado. Nós vamos continuar votando e o derrotando a cada pleito. Hauly, meu caro Campana, é auto-explicável…

  11. Parabéns Hauly, vc pode ter perdido a Eleição, mas ganhou novos amigos, novos e verdadeiros.
    Abraços e boa sorte

  12. Cecilio Cavalcante Responder

    Esse é o problema, ô Caxias. Ele ganha meia dúzia de amigos e perde milhares de eleitores entre um turno e outro. Mais precisamente 15 mil.

  13. Londrina Não aprende.
    Quando tem uma boa oportunidade, perde.
    A justiça afastou o Belinatti. Londrina elege um clone.
    Pior. Tem um amigo meu que diz que o povo de Londrina é diferente; é politizado. Londrina… Londrina…
    Que diremos então do povo de Engenheiro Mairink, a princesinha das colinas.

  14. L.H. Bona Turra Responder

    O Paraná e o Brasil mantêm um excepcional parlamentar federal, destinado a tarefas ainda mais avançadas e complexas na República. Nosso Hauly destaca-se por sua inteligência, espírito público e dedicação à sociedade. É ouro puro na política!

  15. José Janene com Antonio Belinati.
    Assadi Janene com Barbosa Neto.
    Faiçal Jannene com a empreiteira Visatec, Visacon e companhia com contratos na prefeitura.
    Quem perdeu?
    O povo de Londrina é que não ganhou.

  16. Humm… todos enxergam as empreiteiras do Janene e cia, mas porque ninguém enxerga (ou finge que não) as empreiteiras que foram denunciadas recentemente em Curitiba?? Só porque é o PSDB que manda??
    Viva Barbosa, viva Osmar, mas além de tudo, viva Tio Bila e o populismo!!!

  17. BARAO DE ANTONINA, não diga besteira, o Nedson venceu o Belinati.

    Bom, o Hauly é muito competente, adora competir, vive competindo, competindo, competindo… porém sem passar adiante.

  18. no fim, alguns pontos:

    – Melhor para o Paraná e para o Brasil, que continuam com o Hauly em Brasília;
    – O terceiro turno mostra a lentidão da justiça. Ou se pronunicava antes, ou aceitava a decisão soberana das urnas.
    – A decisão está sempre na mão dos eleitores.

  19. Sem dúvida, com toda essa campanha de 3 turnos, o mais prejudicado foi o Hauly, fiquei muito triste com o resultado, porém você é mais preparado e experiênte. Acredito que muitas pessoas não votaram em vc, por causa de Algumas pessoas de Cambé, que diziam que vc abandonou a prefeitura e disse só coisas negativas. Pois não falavam o que vc fez de bom em Cambé e também o povo não vê que vc ajudou muito Londrina, como secretário do Alvaro Dias na época, trazendo os recursos necessários. Não viram que o seu curriculo é muito melhor.

  20. Não são londrinense, não voto no Hauly, mas concordo em genero numero e grau com êle. Foi uma vítima de toda a baboseira criada por justiça eleitoral e também pela maioria que votou em Belinati, sabendo que não teria futuro.

  21. Espero que todos que chingaram o Belinati saiba que ele foi e vai sempre ser considerado o melhor prefeito que ja existiu na historia de uma cidade.. O Belinati levantou Londrina e só ele poderia e saberia realizar essa façanha novamente, dizem que o povo é ignorante e que o povo nao sabe de nada. Mas tudo que chegou a vcs foi pela midia, NINGUEM ABSOLUTAMENTE NINGUEM AQUI COM CERTEZA SENTIU A REALIDADE da mudança de prefeito, na época do Belinati a cidade estava em um rumo de uma capital crescia mais que Curitiba! Hoje em dia a cidade perde para Maringa.
    BELINATI EU TE AMO! EU SOU BELINATI ATE DEBAIXO DA AGUA E EU SEI QUE O QUE VC QUER COM CERTEZA É O MELHOR PARA A POPULAÇÃO!!!

  22. nos da regiao de cornelio procopio somos hauly com vitoria ou com derrota.gra;as deus q ele continua em brasilia a defender os interreses de nossa regiao

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