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Requião dá ordem unida e aprova dois projetos na Assembleia

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A Assembleia Legislativa aprovou hoje, por unanimidade e em primeira discussão, o projeto de lei do governador Requião que reajusta em 14,9% o salário mínimo regional do Paraná. O aumento será em seis faixas salariais – R$ 605,52 e R$ 629,65. Os 52 deputados presentes votaram a favor do projeto que mantém o salário mínimo do Paraná como o maior do Brasil.

Também foi aprovado, em segunda discussão, o crédito suplementar de R$ 39,6 milhões para a compra do terreno do INSS. Apenas o deputado Tadeu Veneri, do PT, votou contra. A matéria já havia sido votada em plenário, mas recebeu uma emenda aditiva na Comissão de Finanças, apresentada pelo deputado Reni Pereira.

O lider governista, Luiz Cláudio Romanelli acatou a emenda na forma de uma subemenda, ou seja, fazendo algumas alterações no texto original. A subemenda, apresentada pelo governista, estabelece que no ato da realização da compra e da venda, o vendedor, no caso o INSS, terá que fazer prova do domínio da propriedade das áreas alienadas. No texto anterior, caso não fosse comprovada a veracidade da propriedade, o valor seria depositado em juízo.

“Estamos comprando o terreno por um terço do valor, porém não dá pra dizer que não possa se aproveitar a ideia da emenda. Mas, vale ressaltar que as ações sobre a propriedade do terreno já foram julgadas e o que há são 34 ações de reintegração de posse”, destacou.

7 Comentários

  1. VACAS DE PRESÉPIO são os deputados que fazem o jogo do REIquião para aumentarem o minimo regional, para a iniciativa privada, mas não obrigam o governo do REIquion pagar o mesmo ao funcionalismo público. Bastava uma simples emenda, que se imporia a obnrigação do pagamento deste minimo regional tambem aos funcionários publicos. Eta deputadinhos de araque mesmo…e ainda querem dizer que representam “O POVO”….

  2. O homem dá ordem unida, a assembléia obedece (unanimemente?), e depois dizem que ele não manda? Independente da qualidade dos deputados, cuja análise não está em causa no momento, o fato é que o Governador lidera, como um general prussiano. Se deputado desobedecer, quero ver o que acontece. Vai faltar papá para o infeliz, vai ser enquadrado publicamente, sua honorabilidade (?) vai por água abaixo. Tudo isso num Estado onde a lei deixou de ser cumprida pelo Governador (vide desocupações de terras já deferidas pela Justiça) e nada acontece. E, se voces pensam que Osmar, oou Álvaro seriam melhores, esqueçam. São farinha do mesmo saco.

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