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Tudo volta a estaca zero no caso dos gafanhotos

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O Ministro Menezes Direito (foto), do Supremo Tribunal federal (STF), deferiu hoje a reclamação de Ricardo Maia Kotsifas que pedia a reunião dos procedimentos sobre os processos em que o prefeito eleito de Londrina, Barbosa Neto, é acusado de participação no esquema “Gafanhoto” – como ficou conhecida a contratação de funcionários fantasmas e o suposto desvio de dinheiro público por meio de depósitos dos salários de vários servidores numa única conta bancária.

A decisão do ministro baseia-se na contestação, que considera anômala, de haver dois juízes para julgar, com critérios distintos, processos idênticos que envolvem réus distintos, no caso, os ex-deputados estaduais Hidekazu Takayama (PSC) e Barbosa Neto (PDT).

A reclamação em segredo de justiça junto ao STF, sob o número 7913/09, foi deferida e encaminhada hoje para o Juiz Federal da 1º Vara Federal Criminal de Curitiba.

Agora, tudo volta a estaca zero no caso dos gafanhotos.

3 Comentários

  1. Tem Carlos Simões nessa parada, Deputado Federal Ratinho Junior, e os demais, fica tudo numa mistura de pizza para encher linguiça, cassem todos para moralizar-mos urgente.

    Cadeia para todos.

  2. Com 54 pessoas envolvidas, isso nunca irá em frente.
    Que os eleitores não esqueçam disso em 2.010.

  3. DEPUTADO FEDERAL -Pr Responder

    Sobre a PEC 12 (precatórios), encaminhada do Senado para a Câmara, que legaliza o calote no pagamento dos haveres salariais dos aposentados, uma parte do pensamento do Presidente da OAB:

    “O que aquela PEC consagra é que, depois que o cidadão leva anos e anos para constituir o seu direito, para ter reconhecido que o Estado causou uma lesão, num processo judicial extremamente moroso, ela ao invés de reparar esse direito vem e fixa um percentual de pagamento do precatório que só no caso do Estado do Espírito Santo levará mais de 100 anos para ser quitado aquele débito”, sustentou o presidente nacional da OAB.

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