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Lula estuda desonerar folha de pagamento

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Da Folha Online

O presidente Lula discute hoje com representantes das centrais sindicais proposta para reduzir encargos trabalhistas para empresários que aceitem não demitir na crise, incluindo o recolhimento menor de FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) dos trabalhadores.

Segundo a Folha apurou, os sindicalistas devem receber o esboço da MP por meio da qual o governo propõe também que as empresas reduzam em até 20% a jornada de trabalho sem cortar salários. Para compensar a empresa, o governo aceita diminuir de cerca de 30% para algo em torno de 19% o recolhimento de parte dos tributos cobrados sobre a folha salarial.

A adesão ao programa será opcional para as empresas, segundo a proposta. Os sindicalistas seriam “fiscais” do programa, evitando fraudes ou demissões desnecessárias por parte das empresas.

7 Comentários

  1. A Assembléia devia fazer o mesmo. Assim como o governo estadual. Basta mandar embora as pessoas que não trabalham.

  2. Concordo com o que o Pedro disse: “….mandar embora todos os que não trabalham.”, mas, deixa uns dois lá só para não falar que somos radicais, para abrir e fechar a porta.

  3. É um absurdo o que o governo cobra de imposto na folha 67% do empregador, mais os do empregado, INSS, IRPF, etc.
    Se o governo diminuise em 50% os encargos, os empregadores poderiam empregar mais e esses salários cairiam no comercio, onde movimentariam as industrias.

  4. É uma boa atitude. Mas acreditar em empresário bomzinho é como acreditar em saci-pererê. Se sobrar dinheiro, não-gasto com encargos sobre a folha, automaticamente vão embolsar o lucro e não contratar mais pessoal. As multinacionais vão enviar mais lucros para suas matrizes falidas.

    Tá mais que na hora do Brasil diminuir a carga horária, que hoje é a maior da América Latina. 6-7 h/dia, não excedendo 40 h/ semanais, sem falar das possibilidades, como home-office (trabalho a partir de casa) e outras formas de flexibilização do horário.

    É contraditório que muitos empresários não pensam em diminuir seus lucros nunca, nem na hora do aperto. É claro que os mais modernos já perceberam isso, e por si só já vem flexibilizando essa coisa da 44h semanais, que é ultrapassada para os padrões atuais.

    Além de melhorar a qualidade de vida dos trabalhadores, essa redução também implicaria em menos gastos com saúde, principalmente àquelas decorrentes de LER ou síndromes de desatenção devido ao cançaso por trabalho excessivo. Ainda mais longe, se tivessemos horários alternativos, diminuiria o trãnsito da hora do rush, que só existe porque todos as empresas tem um mesmo horário, diminuiria o stress, diminuiria custos e enfim, o que os empresários mais gostam: aumentaria a produtividade.

  5. ops…falha nossa:

    -bonzinhos e não bomzinhos.

    -cansaço e não cançaso….

  6. Mais um dos remendos esdruxulos do governo federal. Primeiro criam uma legislação trabalhista que tem quase mil artigos, fora súmulas, acordos sindicais, etc, na prática impossível de cumprir. Depois criam-se trocentos tipos de adicionais, como fgts, um terço de férias, adicional por atraso de pagamento, por atraso de quitação de contrato de trabalho, por peida dentro da firma, por etc.
    Terceiro criam uma rede de pelegos sindicalistas, mamadores da teta alheia, que vivem as custas do povo brasileiro, tanto por meio de desconto sindical na folha, quanto por benesses repassadas por meio do erario.

    Entao, com uma legislação impossível de ser cumprida, com uma carga de encargos superiores ao proprio salario-base do funcionario e com uma rede de sanguessugas vivendo as custas alheias está formado o pior mercado trabalhista do mundo.

    Então chega a crise, e o pior mercado trabalhista do mundo começa a sofrer, entao o governo passa a lançar remendos, pequenas migalhas que julga ser a salvação do emprego, quando na verdade a necessidade seria de reformar completamente a legislação.

    E chamam isso de governo!

    Não sou a favor da total anarquia, mas entre uma legislação trabalhista como a brasileira e nenhuma, fico com nenhuma.

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