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Andreguetto e o protesto importado

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O secretário municipal do Meio Ambiente, José Antonio Andreguetto (de camisa rosa), estranhou a resposta do membro da Defensoria Social Agentes da Cidadania, Leonardo Morelli (de camiseta preta), que afirmou ser de São Paulo e está em Curitiba apenas para defender os interesses dos moradores do bairro Caximba na questão do aterro sanitário.

— É curioso. O Paraná e mesmo Curitiba têm tantas ONGs da área ambiental e social, por que uma de São Paulo?, questionou Andreguetto, que esteve nesta segunda-feira, 13, na região da Caximba para conversar com alguns moradores.

Ao fundo o vereador Roberto Hinça.

16 Comentários

  1. Leonardo Morelli, mais uma marionete paga para tumultuar.
    Lembram da pracinha do Betel? Pois é.Este é mais um que esta ali apenas para servir a quem o pagou.$$$$$$$

  2. O Hinça tá louco pra que tirem o lixão, mas não porque é preocupado com meio ambiente, mas sim porque tá louco para valorizar alguns loteamentos…. é um especulador imobiliário de mão cheia. Profissional do ramo da picaretagem imobiliária.

  3. polêmico dos santos Responder

    Bem da verdade, a problemática do lixo de Curitiba e região, não é de hoje. O Beto em seu terceiro mandato, sendo dois titular e um na reserva, não demonstrou capacidade à solucionática do lixo. Curitiba é uma cidade que sempre esteve na vanguarda, e pouco se fizeram para transformar o lixo no sentido de amenizar o dano ambiental.
    No fundo estão tentando esconder e enterrar, mais fácil e lusitana solução.
    Qual a análise do lixo, o que é biodegradável, e o que pode ser reciclado;
    O que poderia ser modificado para adubo; biogás.
    O que menos importa é se o cidadão pertence a outro estado (SP). A questão se arrasta desde 2004, e nada foi resolvido. Tudo neste país é moroso, o MP deveria impor sanções ou prazo sob pena de multa ou improbidade administrativa ao municipio. Neste caso, com certeza já teriam resolvido.

  4. A bem da verdade as instituições são as mesmas, algumas autoridades são as mesmas e o problema continua quase o mesmo. A lei de resíduos estadual foi deixada no banho-maria enquanto se atendia outra prioridade – a vontade dos que estão no poder e dos que tem interesse no lixo como empresa. Aí a sociedade é que paga o pato. O mico as ditas autoridades e instituições não pagam porque muitos são os mesmos que estão há vinte anos e não se entendem, até porque muda a política e os que estão aqui fazem força contra os que estão lá e vice-versa. Escrevam, se solucionarem a questão, logo ela voltará em 10 anos e logo também aparecerá o mesmo jogo em outras cidades. Agora, perguntem se as ditas autoridades se proõem a cumprir a lei de resíduos estadual ? Seus prazos estão todos vencidos. Uma lei muito boa, simples e objetiva. Complexos são as ditas autoridades. O Paraná está cheio de lixões porque não existe cumprimento da lei. Esta a grande verdade.

  5. Estranho mesmo. Cadê a AMAR de Araucária que tanto brigou pra não implantarem aterro na época do Taniguchi? Aliás, o prefeito japonês quase saiu nos tapas com os ambientalistas paranaenses. Esse povo todo foi parar aonde?

  6. FAZENDA RIO GRANDE Responder

    O estranho não é a unidade de ONGs de todos os cantos para defender o meio ambiente.

    O estranho mesmo, é ver a tal “Capital Ecológica” desaparecer frente a um problema que já dura 10 anos…

    Compraram um “modelo economicamente viável” que é concentrador e não tem garantias de sucesso. A única coisa que sabe-se é que vai repetir o desastre do Aterro do Cachimba e do antigo Lixão do São João (lembram???).

  7. A questão do lixo de Curitiba e região metropolitana vai longe. Lixo, hoje em dia, NÃO É MAIS LIXO. É GRANA.
    E grana preta.
    Imagine quanta gente, quantos grupos estão loucos prá botar a mão no lixo.

  8. Enquanto a Petezada e a turma do Governo Estadual estiverem atrapalhando será difícil Curitiba resolver essa questão!!!

  9. Carlos A. Itaperucu Responder

    Ja esta certo e convercado com a Marilza Presidente do consorcio o lixo vem para Itapirusu no aterro ja licenciado para 70 TON dia…

  10. Roberto Hinça, vc não tem jeito mesmo, vc sempre por traz das manifestações, da o tapa e esconde a mão, financia as faixas e piquetes, contro o Beto Richa, lembra o dia da inauguração da Aldeia Indigina, vc estava la mas fora da aldeia comandando outra manifestação e quando viu a turma do Beto, vc correu se esconder, assuma que vc joga dos dois lados. Aliás ser falço é com vc mesmo. que partido vc é mesmo, a o mesmo do Osmar, PDT.

  11. Quem deveria e poderia estar lá, seriam os militantes do Partido Verde.
    Mas como o Mello Viana , O dono do Partido, não sabia de tal reunião, não liberou os cupinchas, laranjas, sacripantas, sugadores. ou seja seus fieis laranjas.
    O Partido Verde em questao de meio ambiente e do Verde do Paraná, só se interessa pelos Dolares americanos, quem mostrar as Verdinhas, ganha o apoio. Moradores da cachimba façam uma vaquinha, arecadem uns Dolares e contratem os serviços dos falsos ecologistas do Partido Verde do PR

  12. O Problema do lixo não é apenas de C uritiba e muito menos meramente político é uma realidade que deve ser encarada como um problema a ser resolvido por todo e qualque município.
    Linha Verde, Metrô, Crescimento demográfico, ´VOTOS, tudo isso só gera mais lixo.
    Usinas bem mais baratas que muitas campanhas e muitas licitações, dariam empregos e soluções seus, ops, quase, corta……….

  13. É mais uma medida petista contra o desemprego: criou-se a profissão de “líder comunitário de aluguel”, praticamente um cigano da agitação política.

  14. Tenho um idéia: o LIXO da região metropolitana poderá ser jogado na casa do Requião e na sede do seu partido o “PMDB” e o LIXO de Curitiba poderá ser jogado dentro da casa do HINÇA, seu aproveitador pensa que somos idiota!!!
    Quer tirar o LIXO do CAXIMBA não por pena da comunidade, mas sim para valorizar os seus imóveis angariados pela HINÇA IMÓVEIS!!!!

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