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Festa no exterior leva Requião a cortar gastos nas Universidades

Por determinação de Requião, o secretário do Planejamento Ênio Verri, terá que controlar de perto os gastos com passagens e diárias no exterior dos reitores e professores das universidades públicas estaduais.

A secretária Ligya Pupatto (foto) e os reitores, que comemoram os repasses de recursos para as universidades, estariam permitindo que muitos professores viajem ao exterior com gastos desnecessários, o que muita irritou Requião.

15 Comentários

  1. Caro Fábio já coloquei em exposição o pensamento da real economia, ele mestre dos mestres devia cortar os cargos em comissão dos familiares, isso iria possibilitar melhores condições financeiras ao ensino superior.

  2. só requião, com maristela, podem ir a Lisboa e Paris, os berços da cultura, ora bolas. professor não, uai.

  3. O abuso costumeiro das mordomias nas empresas estatais, nas universidades estaduais e federais, resultaram em campanhas vitoriosas de desestatização, e cortes de verbas para as universidades.
    A gastança desordenada nos serviços públicos servem de ótimo combustível de alta octanagem para os privativistas ganharem a opinião pública e desmoralizarem estas instituições.

    Estas campanhas de arrocho no corte de viagens, deveriam ser permanentes.
    Viagem, só a serviço se estritamente necessário. Há muita “invenção” de viagem nestas instituições.

  4. Farra com dinheiro público é exclusividade do rei do nepotismo, o “resto” tem que passear com dinheiro próprio! O FIM ESTÁ PERTO, CHEGANDO LOGO LOGO, DIARRÉIA GERAL NO CENTRO CÍNICO!

  5. Depois da festança e bailes no encontro em Foz do Iguaçu, agora vem falar em economia na Educação ???? Este requião não muda !

  6. Cap. Nascimento Responder

    O nepotão quer fazer economia agora? E ele e sua digníssima esposa viajam às custas de quem? Graças aos céus, falta apenas um ano para esta figura nefasta que desmanchou a administração pública do Paraná ir embora e não voltar mais.
    Ei reiquejão, pede prá sair e devolve o dinheiro da Paranaprevidência.

  7. William Augusto Sant Responder

    Engraçado é ler “secretário de planejamento”!.
    Há tempos que este Estado não tem um plano, um planejamento, um projeto de longo prazo.
    Vive de operações tapa-buraco nas estradas, de entregar 20 ou 30 casinhas aqui ou acolá, de entregar praças singelas no interior, de financiar portais nas entradas das pequenas cidades, de conversa e de mais conversa.
    PLANEJAMENTO MESMO, ESTE NÃO VEJO HÁ TEMPOS. TROQUEM POR FAVOR O NOME DA SECRETARIA PARA: SECRETARIA DE EXECUÇÃO DAS DECISÕES DO CHEFE (SEDCHEFE).

  8. Primeiro o meu, depois não deu, Zebedeu. O Inquilino do Canguiri não admite que ninguém sequer pense em seguir o seu exemplo. Tocar sino em Nova Yorque, fazer seminário em Cuba, sashimi no Japão, quibe em Dubai, champagne em Paris (várias), pasteizinhos de Belém em Lisboa … só ele e os seus. O povo paga e as ditas autoridades públicas fazem-se de desentendidas. Benefícios à sociedade – nenhum.

  9. Pedro Vigário Neto Responder

    – É isto aí ! Investir em educação é jogar dinheiro fora !!
    – O negócio é deixar o rebanho bem burro, para nos dias das eleições trocar voto por óculos, sandálias, churrascos, etc;
    – Infelizmente, somente a história vai deixar claro este período político do Brasil. O quanto deixamos de evoluir e de dividirmos nossas riquezas com o povo brasileiro;
    – Acorda povão. Porra chega de novela e de futebol. Vão estudar para ver se nas próximas eleições, conseguimos substituir 100% dos atuais políticos. Temos que tentar, até acertarmos nossos votos, para tentarmos deixar um País justo, pelo menos para os nossos netos…
    – Tô de saco cheio desta gente;

    Abraço.

  10. Já comentei em outra oportunidade essa perseguição contra as IES do estado. Desde o começo do governo esse nepotão vem atacando os professores e funcionários dessas instituições. Chegou mesmo a indeferir qualquer pedido de afastamento para o exterior prejudicando inúmeros projetos e atrasando a qualificação de muitos professores. O resultado foi uma debandada geral de doutores (os mais qualificados) com um grande prejuízo para as IES que precisam agora investir mais para formar novos quadros qualificados. Os únicos irresponsáveis que fazem festa no exterior são O Rei, sua família e seus asseclas. Esses sim gastam o nosso dinheiro inutilmente. Se existem professores gastando indevidamente no exterior, por que não são apresentados seus nomes? É muito fácil acusar toda uma categoria para lançar uma cortina de fumaça sobre seus próprios desmando.

  11. Márcia S. de Carvalh Responder

    Para um professor sair ao exterior ele tem de pedir licença com 3 meses de antecedência e comprovar que seu trabalho foi aprovado e justificar esse afastamento. Também tem de estimar (“previsão de custos”) os gastos e justificar os benefícios científicos, econômicos e sociais. Há proibição se ele tiver saído anteriormente (1 ano), além de não ter pendências do último afastamento.No processo é necessária a justificativa do chefe de departamento e do centro. O período de afastamento obrigatoriamente terá de ser o de realização do evento científico e o professor terá de repor as atividades desse período de afastamento. Tudo isso passa pelo crivo dos reitores. Portanto, pelas universidades não há quem saia para “fazer turismo”. Se alguém estiver saindo nessa maneira, é ao arrepio da lei e com a leniência da SETI e da Casa Civil, órgãos que fundamentam e dão o despacho ao pedido. Gostaria que fosse provado quem saiu nessa situação.
    Cada docente tem o direito de licença nesses termos, afastamento, de até 45 dias por ano (artigo 70 do RPU) para participação de congressos e outras atividades de natureza científica, cultural e técnica (como estágios).
    O dinheiro dos editais da Fundação Araucária específicos para viagens e diárias para participação em eventos científicos nacionais e internacionais não utilizados voltam para o Estado e podem ser usados livremente e sem prestação de contas.
    Agora deu pra entender porque não se libera diárias e passagens para professores das IES?

  12. Márcia S. de Carvalh Responder

    Completando:
    No dia 11 de março de 2009 a juíza de Direito Substituta Luciana Pereira Ramos deferiu tutela antecipada determinando que o Governo do Estado se abstivesse de julgar qualquer processo com pedido de afastamento de docente do ensino superior, ordenando a suspensão do decreto n. 5098/2005. No dia 18 de março o oficial de justiça cumpriu o mandato (que recebeu a citação foi a procuradora do Estado em Substituição Dra. Silmara Bonatto Curuchet) e o despacho do Sr. Chefe da Casa Civil Rafael Iatauro para a Secretária de estado da Ciência e Tecnologia e Ensino Superior (Dra. Lygia Pupatto) data de 19 de março de 2009,
    um dia depois da citação. No dia 27 de março de 2009, o Sr. Diretor Geral da SETI (Jairo Queiroz Pacheco) encaminhou ao reitor da UEL o despacho reiterando a negativa e alertando para que os próximos pedidos tivessem os mesmos valores. No dia 3 de março o Sr. Reitor da UEL ainda não tinha recebido o processo de volta e o congresso começava no dia 2 de abril. O processo foi iniciado no dia 19 de janeiro de 2009.
    Passaram por cima da lei.

  13. Márcia S. de Carvalh Responder

    Retificando:
    No dia 30 de março o Sr. Reitor da UEL ainda não tinha recebido o processo de volta e o congresso começava no dia 2 de abril. O processo foi iniciado no dia 19 de janeiro de 2009.

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