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Justiça mantém contrato da Prefeitura com a Consilux para radares

radar

O juiz Rodrigo Otávio Rodrigues Gomes do Amaral, da 3ª Vara da Fazenda Pública, Falências e Concordatas, autorizou a prorrogação do contrato da Urbs com a Consilux, para operação dos radares eletrônicos em Curitiba.

O contrato com a empresa, que já faz o serviço há 10 anos na capital, foi prorrogado mais uma vez, em caráter emergencial. O pedido de liminar do Ministério Público do Paraná foi negado.

O Ministério Público argumentou que a Urbs poderia ter feito a licitação antes do contrato com a Consilux vencer. O juiz entendeu que, pela complexidade da concorrência pública, é aceitável que a conclusão do processo não tenha acontecido no prazo previsto pela prefeitura.

Além disso, ele considerou que é mais razoável que os radares sejam mantidos em funcionamento até que a licitação seja concluída.

10 Comentários

  1. A Justiça precisa acordar. Será que ela não nota que as ações contra decisões de novas licitações são feitas sob encomenda, só para provocar a prorrogação destes contratos licitados com preços combinados entre as empresas cartelizadas?
    Uma boa decisão para desmanchar este circo dos cartéis, seria no sentido de não aceitar a prorrogação do contrato da Concilux, sob a alegação de que o serviço de radares – não é um serviço excencial -, e por não ser excencial, a popualçao pode conviver perfeitamente (como antes), sem se afetada em nada.
    Se eu fosse um juiz, daria uma sentença neste sentido, punindo assim indiretamente o cartél.
    Após a decisão da pendenga embromatória, far-se-ia nova licitação.
    Esta decisão seria uma lição nas manobras dos malandros do poder e os de fora do poder.

  2. Pois é…agora quero ver quem vai dizer por aí que esta decisão foi “encomendada” assim como disseram da liminar do TC…

  3. juarez carlos makako Responder

    Daqui a pouco vem o “Vigilante Bobalhão” aqui, dizer que a Consilux é a mais habilitada, que a Lei de Licitações é “coisa de petista” e que R$ 800 mil por mês é uma ninharia. E vai terminar dizendo “parabéns Beto”.

  4. Eita balaio de gatos,mais uma vez a toga facilitando a vida dos mesmos aqui e ali…Depois que libertaram em horas o Daniel ,que hoje conta com inúmeros processos,agora os da toga tem que mostrar seu bom trabalho em Curitiba….

  5. Isso é um absurdo!!! A “justiça” deve condenar que não realizou de propósito a licitação a tempo para beneficiar a atual empresa dos radares. Outro aditivo é ilegal e imoral e como a “justiça” permite isso? É preciso investigar a “justiça”!!! Tem coisa estranha no ar… mais uma vez!

  6. E com isso o poder judiciária vai perdendo a credibilidade perante a opinião pública esclarecida. O CNJ poderia da umaolhada nisso.

  7. E com isso o poder judiciário vai perdendo a credibilidade perante a opinião pública esclarecida. O CNJ poderia da umaolhada nisso.

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