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Protesto contra o fim do diploma de jornalista

A chiadeira é grande. Para amanhã, estudantes da UFPR, PUC-PR, Tuiuti, Universidade Positivo, Unibrasil planejam um protesto contra a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de acabar com a obrigatoriedade de diploma para a profissão de jornalismo.

Será às 10 horas na Praça Santos Andrade. Os organizadores pedem que os participantes usem roupa preta e nariz de palhaço.

31 Comentários

  1. NUNCA foi necessário ter diploma para ser jornalista. Isso é bobagem. Mas o tempo gasto nos bancos escolares não é perdido, se o sujeito tiver algo mais dentro da cabeça do que vento ou vácuo infinito.

  2. Protestar depois que saiu a decisão?
    Por que não protestaram antes, quando a matéria ainda estava pendente de julgamento?

  3. “A extinção da Lei de Imprensa e o fim do diploma

    O im­por­tan­te é pri­mar pe­la éti­ca. Pro­fis­sio­nais pre­ci­sam ze­lar pe­los di­rei­tos de uma im­pren­sa fir­me e res­pon­sá­vel
    O fim da exigência do diploma de jornalista não dispensa a existência das faculdades de Jornalismo e nem livra os inabilitados de cursá-las, porque nenhuma empresa de comunicação contrataria alguém sem qualificação. São habilitados e qualificados profissionais graduados em Comunicação Social, opção jornalismo, ou os que tiveram registro no Ministério do Trabalho, e que, para isso conseguiram preencher uma série de exigências legais.

    Não existe uma estatística sobre os novos profissionais já prontos, sem diploma, mas a estimativa é que eles são mínimos. Parece improvável que a nova ordem decidida pelo Supremo Tribunal Federal cause prejuízo aos novos formandos e aos jornalistas já em atividade.

    A Lei de Imprensa foi revogada em abril último e, desde então, as normas pertinentes estão sob a alçada da Constituição, do Código Penal e do Código Civil. Esta é uma medida que precisava ser tomada porque entulhos autoritários, não retirados, persistiam nela. A Federação Nacional dos Jornalistas defende que uma legislação mínima precisa ser estabelecida agora para não permitir aberturas à censura prévia.

    E impor censura à livre difusão dos fatos é algo bem do agrado dos governantes, mesmo os ditos democráticos, porque a Advocacia Geral da União, falando em nome da Presidência da República, manifestou-se pela continuidade de penas mais duras, incluindo prisão, para profissionais de imprensa condenados por crime contra a honra – algo sempre de complexa interpretação sobretudo quando envolve entes públicos. A relação entre Governo e imprensa é harmônica só aparentemente, porque os governantes bem que desejariam existir sem ela. Não foi por acaso que se criou em 67 a Lei de Imprensa nos moldes estabelecidos, e que dois anos depois a Junta Militar viria a editar decreto estabelecendo a obrigatoriedade do diploma de jornalista. Não que esse requisito fosse algo condenável mas, à luz do regime, era mais um entendimento de impor limite por via da regulamentação da profissão. Certo é que a sociedade tem o direito de receber informação qualificada, da mesma forma que devem ser punidos os profissionais que, comprovadamente e de acordo com as normas constitucionais, cometam delitos.

    Os jornais e demais veículos precisam de profissionais que conheçam a liberdade e os limites da expressão escrita e falada, mas não é o diploma ou a ausência dele que irão definir isso e sim a formação ética do jornalista. E isto não se aprende, necessariamente, na escola e sim no ambiente da própria Redação norteada pelo seu padrão ético e moral e pelas suas diretrizes. A dispensa do diploma gerou grande tumulto e os sindicatos da classe podem sofrer um processo de esvaziamento, mas a lei a favor das liberdades e contra os abusos permanece. Se os dias futuros gerarem complicações, ajustes deverão ser feitos por via de regulamentação.”

    Editorial da Folha de Londrina

  4. junta todos os “manifestantes”, seus colegas e professores que não sai uma unha do pé do Paulo Francis. Com diploma ou sem.

  5. Diploma para jornalista? pra quê? a defesa do diploma alertava que sem uma faculdade não haveria ética no material desenvolvido, mas como dizia Cláudio Abramo, uma dos maiores jornalistas do Brasil a ética do jornalista é a mesma do Lenhador, ou seja, isso não se aprende nos bancos de faculdade.

  6. OS REALMENTE BONS E COMPETENTES JORNALISTAS DESTE PAÍS SE MOSTRARAM A FAVOR. OU SEJA A COMPETÊNCIA NÃO SE DEIXA ABALAR POR MESQUINHARIAS DE RELES APRENDIZES. ESTUDEM….

  7. Bem – se com todas as tecnologias ao nosso dispor hoje (Blogs, Twitter, Sites, E-mails, TV WEB…etc..) Se para montar um jornal virtual fosse obrigatorio diploma de jornalismo – a WEB não seria o que era…livre..
    Isso está parecendo choro corporativo do que algo que efetivamente seja justo para a sociedade. Penso que o STF agiu corretamente, em consonancia com outros países e com os tempos atuais.

  8. E o fim da OAB, quando vai ser?? Diploma e titulo podem ate ajudar, mas quem seleciona mesmo é o mercado de trabalho.

  9. Hoje eu vi uma manchete no jornal mais lido de Curitiba, destacando que os sulistas são os bambambam do sexo. Não iria perder tempo lendo tal bobagem, mas me chamou a atenção o fato citado de que o Ministério da Saúde teria feito uma pesquisa sobre o assunto. Ao ler o texto compreendi que se tratava de algo sério e que mostrava o aumento do risco na sociedade da transmissão de DST pelo desuso da camisinha. Li quem tinha sido o autor da reportagem e vi que era assinada por uma jornalista. Fatos como este justificam a decisão do TRE.

  10. Tarso de Castro Responder

    Concordo com a Patricia,que comentou logo acima. O tal teste da OAB não passa de um caça-níqueis. É o cúmulo do absurdo uma entidade de representação de classe se arrogar o direito de decidir quais dos regularmente formados na Universidade podem trabalhar. Aliás, para quem ainda não sabe, já existe o trabalho escravo de advogado. É o seguinte|: os grandes escritórios de advocacia contratam os advogados que não passaram no teste da OAB por uma micharia. Eles fazem o trabalho e o advogadão esperto só oficializa a bagaça. Aprendam, brasileiros: quanto mais leis, mais malandragem. Quem cria dificuldades para os outros pode ter certeza de que está querendo vender facilidades.

  11. Desde que os revolucionários gramiscistas dominaram os cursos de jornalismo, a grande maioria é totalmente despreparada. Basta conversar um pouco com os novos jornalistas para ver que eles só tem caca na cabeça.
    Talvez agora a coisa mude, já que não se é mais obrigado a ser refém destes “professores”.

  12. Por favor… Que se respeite o protesto, afinal vivemos numa democracia. Porém, defender diploma para jornalista é apenas defender a existência de escolas ruins de jornalismo (e elas não são poucas). A decisão do STF é excelente. O curso, que continua com todo o reconhecimento de nível superior, vai ser procurado agora por gente interessada em fazer jornalismo de verdade. Até agora, o que tivemos foi uma procura muito grande por pessoas que, sabendo da obrigatoriedade do diploma e não tendo nenhum interesse na profissão, à exceção de um eventual status, estavam procurando esses cursilhos pra tentar uma boquinha qualquer na frente de uma câmera de TV. Agora é que eu quero ver como fica. Perdeu-se a tal reserva de mercado das faculdades. Vai sobrar quem realmente está a fim de fazer bonito nesta profissão tão digna. E isso vale para os dois lados do balcão!!!

  13. Fim da OAB Patrícia? Tomara que nunca, imagine se essa cambada que nem competência prá passar na provinha resolver querer advogar?

    A gente escolhe o que lê, nem sempre podemos escolher (ou pagar) quem queremos para nos representar. Aí o povo tá f…

  14. Carlos-Curitiba Responder

    Eu tenho pos em co0municação e nao posso ser jornalista.

    Sou a favor da lei, ate o Boris Casoi nao vai mais ser jornalista se issonaofor aprovado.

    Sop ra lembrar, CANUDO nao encurta orelha de ninguem!

  15. STF põem fim no diploma, mas o concurso no Tribunal para jornalistas ainda exige.

    Sem mais.

  16. A profissão do advogado já foi sucateada com a criação de inumeros cursos de direito, cursos estes que formam profissionais incapacitados para serem aprovados no exame da OAB. O exame da Ordem é a única garantia de que a população vai ser representada por um advogado com o mínimo de conhecimento jurídico. O fim do exame da Ordem só traria mais vantagens para as pessoas ricas e poderosas em detrimento dos mais humildes, seria a perpetuação da injustiça.

  17. Palhaço de circo... Responder

    A decisão do STF esta correta, afinal já faz tempo que temos que aguentar comentaristas tipo NETO, e outros tantos falando asneiras, e olha que estes nem diploma tem!! e se acham ‘jornalistas esportivos’…e olha que nem falar direito sabem…

  18. Não se pode desconsiderar que a exisgência de diploma para jornalista obriga o estudante a ter contato com várias áreas de conhecimento que a prática isolada da academia não possibilita. Assim como o curso de Direito é necessário, o de Comunicação Social também, visto que ele reune teoria e prática.

  19. Tarso de Castro Responder

    Aos que defendem o teste da OAB.
    Se a intenção da OAB é tão boa quanto querem fazer parecer, que tal cobrar uma inscrição apenas simbólica, que pague água, luz e papel? E que divulguem com antecedência os conteúdos exigidos, para a turma poder estudar. Tem lugar no Brasil que os carinhas da OAB abrem “cursinhos” preparatórios em nome de laranjas para faturar com a exigência do teste.

  20. Tarso de Castro Responder

    SUGESTÃO: que a aprovação no teste da OAB seja apenas uma espécie de “ISO” do advogado, algo que ele divulga como vantagem aos clientes. Quem tivesse a aprovação poderia colocar no seu material uma determinada marca. A OAB deixaria averto no site os advogados aprovados. E essa regra valeria inclusive para os advigados mais velhos, de antes dessa exigência. Aí não seria um exame constitucionalmente discutível, que impõem uma obrigação sem respaldo na Carta Magna.

  21. Correta a decisão do Supremo. Para reprecutir ou comentar determinados assuntos especializados, deve escrever quem entende e não só quem pode. O despreparo de diplomados em assuntos um pouco mais especializados se revela no cotidiano.

    Para falar ou noticiar sobre direito, política ou economia, por exemplo, o diploma não basta. É preciso saber de direito, política e economia. O interesse coletivo pressupõe notícias ou comentários éticos e com embasamento técnico, ou seja, verdadeiro.
    Com todo respeito que merecem os jornalistas diplomados, entendo que um advogado com larga experiência pode escrever melhor sobre direito do que um jornalista neófito. É claro que também pode acontecer o contrário, embora pouco provável, mas daí a impedir que pessoas de talento notável não possam informar outras, é um absurdo.
    Parabéns ao Supremo. Parabéns ao Brasil. Agora só fica tem tem talento. Diploma não serve mais. Querem apostar que o nível vai melhorar?

  22. RELATORIO FINAL Responder

    Concordo com o Carlos Cunha, quando era tempo de protestar e até defender a classe, a arrogância de muitos jornalistas, que se achavam os donos da verdade e com uma postura ridícula que já se inicia na faculdade – (nunca se misturavam com os outras áreas de comunicação social), preferiam então correr atrás de bons lugares em detrimento dos seus ideais. Agora taí. Defendo o profissionalismo e acho que deve–se tomar o máximo de cuidado, pois agora os donos de veículos contratarão vaquinhas de presépio.

  23. Porque o Supremo não em coisa mais importante para fazer. Olha a vergonha no Senado? Até mordomo Roseana Sarney é pago com o dinheiro público. Realmente estes Ministros são muito bem pago para não fazerem NADA… para isso tb NÃO PRECISA DE DIPLOMA.

  24. Bom Caros colegas, eu estou muito decepcionada com mais este exame de ordem fracassado, concordo com tudo que aqui foi explicitado ate o momento, e acrescento que além de não definir nosso grau de conhecimento, o exame de ordem ainda nos faz passar pelo degradante de ver pessoas que sabem menos que nós e que por felicidade nasceram em familias de tradição, portanto possuem sobre nomes condizentes com as suas aprovações, passarem em nossa vez neste tal exame…pelo menos, na minha cidade ocorre tal ilícito, mas como não existem provas contudentes, nada posso fazer quanto a isto!
    Estou farto de observar pessoas as quais convivi e ensinei, passarem em minha frente no exame de ordem, o que me diria o nobre colega que possui a oab então?
    Além do mais, dizer que acabar com o exame de ordem seria acabar com a OAB é no minimo muita falta de preparo ou conhecimento por parte de alguns colegas que defedem o Exame de Ordem. Afinal, a OAB, como o colega citado deveria saber, existe muito antes que fosse iniciado tal exame, posto que meu sócio é ADVOGADO DE RENOME E GRANDE CONHECIMENTO, não o seria antes do exame.
    Existem pessoas que eu ensinei durante 5 longos anos que passei na faculdade e que ja possuem a carteira da OAB, as quais tenho o conhecimento de que mal aprenderam a fazer peças jurídicas…o que dizer diante disso?
    Como posso saber menos de que quem eu ensinei?
    Pior, essas mesmas pessoas não sabem tanto de seu despreparo que nunca advogaram! E outras que se arriscaram, tem a coragem de vir em minha residência e perguntar o que fazer diante de determinado caso…ora caro colega, não venha me falar em despreparo…muito provavelmente você não tenha o preparo que possuo na prática jurídica!Por falar nisso, consegui feitos que até hoje determinados advogados não conseguiram, uma delas, é anular as provas da Cespe Unb na segunda fase, posto que, que as corrige é a própria Oab, é só ver o provimento 109 da OAB. Ademais, como sabem que sou um dos representante dos Bacharéis em Direito, não vâo deixar passar nunca, ou seja, na última prova fiquei com nota 5,0. Dei entrada no recurso, lamentavelmente, tive a infelicidade do meu recurso ter sido indeferido, de forma errônea e eles já fazem isso, uma vez que no Edital é explícito que dá decisão do recurso é irrecorrível, ou melhor dizendo, entra na Justiça, é por isso, entre outras razões que esse exame de ordem nao sobreviverá pela sua Inconstitucionalidade, pois provimento não é lei.

  25. VASCO VASCONCELOS Responder

    Brasília, 4 de julho de 2009
    Em defesa dos jornalistas e dos bacharéis em direito
    ————————————-
    VASCO VASCONCELOS
    Segundo Edmund Burke: “Quanto maior o poder mais perigoso é o abuso.”Para que o mal triunfe basta que os bons fiquem de braços cruzados”. Foi muito infeliz a decisão de o egrégio STF, derrubar a obrigatoriedade do diploma para o exercício do jornalismo, numa afronta ao art. 205 CF. “ A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho. Art. 43. da LDB – Lei 9.394/96 ‘a educação superior tem por finalidade (…); inciso 2 – formar diplomados nas diferentes áreas de conhecimento, aptos para a inserção em setores profissionais. Jogou pro espaço os sonhos de milhares de jornalistas e de estudantes, que sacrificaram suas famílias, pagando altas mensalidades, e de opino viram os seus sonhos transformar em pesadelos. Porém em pior situação se encontram cerca de quatro milhões de bacharéis em direito, devidamente diplomados, qualificados por universidades reconhecidas e fiscalizadas pelo MEC, que estão impedidos de exercer a sua profissão por um órgão fiscalizador da profissão, num flagrante desrespeito, à Constituição. A OAB está usurpando prerrogativas do MEC, para impor o seu pecaminoso, inconstitucional e famigerado exame da OAB, feito para reprovação em massa e enriquecer donos de cursinhos, não obstante cobrando altas taxas de inscrições R$ 150,00 superiores às da taxas de inscrições de Juiz do Trabalho da 14ª Região (Rondônia e Acre) que são apenas R$ 100,00, lembrando que o salário de Juiz gira em torno de R$ 19,9 mil. Se¬ria de me¬lhor al¬vi¬tre o pre¬si¬den¬te Lu¬la, antecipando futura decisão do STF, ex¬tin¬guir es¬sa ex¬cres¬cên¬cia, do nosso ordenamento jurídico, sub¬sti¬tuin¬do por Prá¬ti¬cas Ju¬rí¬di¬cas e Es¬tá¬gio Supervisionado de um ano, ha¬ja vis¬ta que o mer¬ca¬do com¬pe¬ti¬ti¬vo sa¬be mui¬to bem ava¬li¬ar os bons ad¬vo¬ga¬dos e a OAB tem po¬de¬res pa¬ra ad¬ver¬tir e até ex¬pul-sar dos seus qua¬dros os maus ad¬vo¬ga¬dos de con¬for¬mi¬da¬de com o dis¬pos¬to no ar¬ti¬go 35 da Lei nº8.906/94 (Es¬ta¬tu¬to da OAB).
    Lembro que os maiores juristas deste país, como Ruy Barbosa, Tércio Lins e Silva, Evandro Lins e Silva, Délio Lins e Silva, Sobral Pinto, Pinheiro Neto, Márcio Thomás Bastos, Afonso Arinos, Seabra Fagundes, Raymundo Faoro, Rubens Approbato, Maurício Correa,Evaristo de Macedo,José Paulo Cavalcanti Filho, não precisaram fazer o abominável exame da OAB, para se tornarem famosos.
    Presidente Lula, acabe de vez com essa excrescência do exame da ordem.

    VASCO VASCONCELOS
    Analista e Escritor
    BRASÍLIA-DF

  26. tiago lima fernandes Responder

    caros jornalistas, estudantes e leitores
    Bom eu acredito que a não necessidade de diploma para jornalistas é uma coisa boa.
    Sei que muitos de vocês discordam de mim, mais sugiro que vejam a coisa de outro ângulo. Existem outras profissões tão louváveis quanto à de jornalista que não exigem qualquer formação acadêmica, exemplos escritores, cantores e compositores etc., no entanto são profissões que possuem cursos acadêmicos, o que seria da literatura brasileira se exigisse diplomas de todos os escritores brasileiros, pensem um pouco, se Cora Coralina não pudesse escrever, nós não poderíamos ler seus maravilhosos poemas, e o que seria da literatura brasileira sem Paulo Coelho um dos maiores e mais conhecidos escritor brasileiro, que embora não tenha formação, feito curso de graduação para ser escritor tem uma cadeira na academia brasileira de letras e é regulamentado como escritor, e o que vocês pensão sobre Pixinguinha que foi uma dos mais renomados musicos de todo o Brasil ele não se formou como musico mais sem sombra de duvidas tinha talento, vou citar mais um exemplo o que dizer de Carlos Alberto Ferreira Braga, conhecido como Braguinha, o maior compositor brasileiro, reconhecido e renomado entrou para o livro dos records como a pessoa que mais compois musicas no mundo.
    Agora pergunto ao senhores oque faz de uma pessoa ser jornalista
    Para mim um jornalista (ou comunicador social ), é toda e qualquer pessoa comprometido com a verdade, que age de forma ética e responsável, que busca informar e relatar de forma honesta, fatos acontecimentos e sociais importantes, para toda a sociedade.
    Eu acredito que as universidades não formão o caráter.
    Por o fato da FENAJ (Federação nacional de Jornalistas) exigir um diploma universitário, para uma pessoa poder retirar a carteira nacional de jornalista, é extremamente absurda, abusiva e ilegal. Uma vez que segundo as leis brasileiras já não exigem mais diploma para o exercício da profissão de jornalista (comunicador social).
    Eu acredito que uma Entidade tão seria e ética como FENAJ (Federação nacional de Jornalistas) não deveria exigir diploma universitário de seus associados, e sim que todos os seus associados agissem com ética, honestidade e que estejam no exercício da profissão.
    Claro que um curso universitário é importante, porem não necessário. Um diploma ajuda mais não é tudo. E jamais uma graduação ira separar o mau do bom profissional.
    Pois eu penso que todos os jornalistas diplomados ou não, que querem estar regulamentado com a FENAJ (Federação nacional de Jornalistas) devem e querem agir legalmente, por isso buscam estar associado à tão respeitável órgão.
    Peço por favor, que vejam o fato por este ângulo.
    Atenciosamente Tiago Lima Fernandes

  27. Bernard Jenkins Responder

    A MEDIOCRIDADE UNIVERSITÁRIA BRASILEIRA…

    Acho que os burguesinhos estão com medo de perder espaço no mercado.

    Não se preocupem, eu, auto didata, jamais vou querer trabalhar para a grande mídia. Esse mercado é pra vocês mesmos, marionetes.

    O grande comunicador produz sua própria linguagem e veículo!

    Beijos a todas!

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