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Tucanos vencem queda de braço com o PMDB e ficam com a UGT

paulo rossi

A luta pelo comando da UGT do Paraná teve um desdobramento inesperado. Ricardo Patah, presidente nacional da entidade que ameaçou intervir e realizar novo congresso, recuou. Foi convencido pelo deputado federal Roberto Santiago, do PV, e manteve o grupo do sindicalista Paulo Rossi (foto), do PSDB, no comando da entidade.

Quem mais perde com isso é o PMDB. Carlos Zimmer, dirigente da Federação dos Bancários do Paraná e aliado do PMDB, acabou responsabilizado pelo imbróglio e foi devolvido pelo presidente da Federação dos Bancários Gladyr Basso, para o seu posto de trabalho na Caixa Econômica Federal , depois de 20 anos de confortável liberação para atividades sindicais.

“Carlão” Zimmer também foi presidente do Conselho do Trabalho nos últimos dois anos e atua como operador entre as federações de trabalhadores do Paraná, sem falar que foi o grande articulador no episódio da disputa da UGT do Estado. Quem quiser ver o sindicalista no trabalho basta visitar a CEF, Agência Carlos Gomes, no coração de Curitiba, onde atende justamente as contas dos sindicatos. Recentemente também o ex-prefeito de Londrina Nedson Micheletti retornou às suas funções na CEF.

46 Comentários

  1. Só por deus….
    O Carlão, que agora virou “carlinhos” aliado do PMDB? Esta disputa não é entre pmdb e psdb… e sim, quem tira proveito, vende e cobra caro falando em nome dos trabalhadores, que nunca defendem.
    Enquanto o Rossi, tinha a certeza de ganhar mesmo com novo congresso, graças às associações que o estatuto da ugt permite filiar-se e voltar. Central disputada por um Rossi e por um Carlinhos, só pode ser “combativa”. Valha meu deus

  2. esse Paulo Rossi é do caceta!! Fez 3 gols no Brasil e pela segunda vez derrota o grupo do Requião… A última foi quando ele impediu o PSDB de se juntar e ficar com a vice… KKK

  3. Puxa vida! Então acabou a mamata para “uns e outros”, terão que serem normais novamente e trabalharem como faz a grande maioria das pessoas, e ainda serem descontadas para contribuir a um Sindicato de Classe que não faz outra coisa na vida senão “politicagem” a custas dos trouchas contribuintes!

  4. Fábio
    Carlão Zimmer aliado do PMDB?
    Fala sério!
    Até ontem ele andava de braço dado com Manassés (PRTB) aliado do PSDB.Inclusive estavam dobrando chapa para Deputado Estadual e Federal
    Carlão nunca foi PMDB e felizmente nunca da esquerda.
    Carlão é pelego!!!
    Voltar ao trabalho depois de 20 anos é pq o Gladyr puxou o tapete dele.
    Já tinha passado da Hora!

  5. Manoel Mello Jr. Responder

    Parabéns Paulo Rossi, mas uma vez você mostra sua força dentro do cenário político e principalmente sua determinação para proteger os trabalhadores!!!!!!!!!

  6. Porvinha da SETR Responder

    Com a palavra o Lagarta da Fôia.
    Ele sim pode explicar essa puxada no tapete do Carlão Zimmer.
    Lógico que a base de vinho, certo?
    Fala aí, lagarta!

  7. Sebastião R. Silva Responder

    O Carlão diz que acumulou informações sobre dirigentes sindicais durante 20 anos e agora vai abrir os arquivos. Fala Carlão. Conta tudo que sabe sobre os esquemas e a evolução patrimoninal de alguns ex-amigos sindicalistas. Fala Carlão…..

  8. Aí, como sempre o poderoso Gladir Basso, vem colocar ordem na casa. Parabéns Gladir!!! Detonou dois coelhos com uma porrada só. Acertou a central e limpou a federação.

  9. Athayde nova era Responder

    Qui caxcata é essa… o Carlão tava era junto com a turma do Beto Richa. Acontece que o Paulo Rossi ficou com tudo e não quis dividir com ninguém; aliás, dividiu só com o Manassés. Ih, ih, ih fizeram uma baita economia solidária, que eu sei…

  10. Sei não.. esse paulo rossi faz a sobrancelha?? que é isso companheiro?? bom, até o Lula “crareou” os dentes… quem conhece o paulo rossi sabe que ele é um tucano afinado com o beto richa e o aécio neves… e sabe articular como ninguém… parabéns!

  11. Tem mais gente que precisa procurar o rumo do chão da fábrica. Esse rossi voltaria para onde afinal? Esse gladyr deve estar junto com o rossi para segurar a ugt

  12. Parabéns Paulão. O proximo passo e tirar o secretario municipal do trabalho Bernadi e assumir tudo. Vá em frente!!!

  13. Será que depois de 20 anos mamando na teta, confortávelmente ele sabe como ser bancário.
    Vai ter que dar duro daqui para frente.
    Pois isso que não sou sindicalizado, meu dinheiro custa muito caro para mim, e o meu suor não sai de graça para dar dinheiro a este bando de sanguessugas.
    Por estás e outras que temos um barbudo presidente ou um presidente barbudo, como acharem melhor.
    Sindicato sério é aquele que negocia na mesa e não faz arruaça na rua para dizer que existe.
    Não sou sindicalizado e acho que nunca serei….azar de quem é…o meu dinheiro sai muito cara e muito sacrificado para bancar vida mança por ai.
    Não gostaram paciência, vão trabalhar, para ver o quanto custa viver neste pais sem leis.

  14. Fabio,

    O presidente da UGT-PARANÁ é o Marcelo Urbaneja de Londrina.
    O Carlão voltou pra CEF HA HA HA HA HA HA, sindicalista de araque. Gladir também tem de voltar a trabalhar o problema é que ele é da época do Banco Comercial do Pr estinto em 1969, nossa!
    todo esse tempo na teta. Deve estar rico hein ?
    E o fiel representante dos comerciários do Paraná o Vicentinho Silva que é da epoca do Prosdocimo da Tiradentes. Nossa quanto pelego………

  15. Pergunta que não quer calar: O Paulo Rossi foi diretor do Manassés??? Ele não sabia de nada???

  16. Esse povo pensa q é moleza… 20 anos não é pra qualquer um… e não pensem q é fácil não… alguns dizem q foram anos confortáveis… agora, desde quando política é confortável… na hora do reajuste e de brigar pelos direitos dos trabalhadores todos lembram do Carlão… mais quando esta tudo ameno, bate nele pq não tem mais o q fazer…
    Mais eu admiro muito o Carlão por voltar a agência sem reclamar, é preciso muita coragem e auto confiança…
    acredito q a partir de agora é q será mostrada a cara da federação, pois ali ninguém faz nada… sem o Carlão ainda… aquilo vai é virar a casaca…. como é comum neste meio…
    Na hora que o Gladir mais precisou o Carlão sempre esteve ali para ajuda-lo… muitas viagens e lutas brigando pelo mesmo ideal… vamos ver como o Gladir se sai sozinho… qto tempo ele irá durar???

  17. Gladyr… Carlão… É tudo farinha do mesmo saco. É difícil explicar para os bancários que que os encastelados da Federação dos Bancários fazem em prol da categoria. São um bando de politiqueiros baratos, desprovidos de rumo e sem projetos sindicais.

  18. Cada dia que passa vemos mais problemas que dizem respeito a sindicatos e sindicalistas. Se um tem que ser exemplo para os demais, porque todos não são exemplos?
    Nesse meio que deve ser pior que políticos o ciume entre os setores enfraquece a luta.

  19. Carlao!! coragem companheiro poucos tiveram a coragem que vc. tem, voltar pra base e ser humilde, pois eu te conheço e vejo o quanto eh serio, mas eh assim os adversarios fazem festas, quando tropeçamos, com certeza dae vc. vai ver como se comportam seus inimigos, e com certeza vao colher aquilo que estao plantando, forças companheiro… abraços…Oliveira.

  20. Camarada Fabio Campana,

    Tomo a liberdade de prestar alguns esclarecimentos que acho necessário:
    – Sou filiado ao PSB desde 1989, nunca mudei de partido.
    – Acatei a decisão do presidente de minha entidade, pois é uma prerrogativa estatutária, quem tem a caneta libera ou devolve e retornei a minhas atividades como empregado da Caixa desde 1981, portanto 28 anos.
    – No que diz respeito a UGT, em 2007 fui nomeado pela Nacional para coordenar o processo de organização no estado mas por divergências nos grupos existentes, ficamos de fora da central no estado, continuamos filiados na nacional. Desde esse episódio o nosso grupo delegou ao companheiro Vicente Silva as tratativas com a nacional e com o grupo de Feliciano e Paulo Rossi.
    – Quando Manassés foi candidato a vereador em 2004, participei da Coordenação de sua campanha. Lembro que ele foi eleito pelo PSB, partido ao qual pertenço.
    – Pelo que me consta o Paulo Rossi é ou foi Diretor da Federação do Manassés.
    – Os dirigentes de nosso grupo sindical tem posições políticas e nas duas ultimas eleições apoiamos Requião ao Governo e Beto à Prefeitura.
    – Para finalizar, reproduzo uma nota disponível em meu Blog:

    MEIO SÉCULO DE LUTA

    Neste ano de 2009 completarei 50 anos de idade, dos quais 20 dedicados ao movimento sindical.

    Foram muitas batalhas, muitas vitórias, muitos revezes, mas o final da equação o resultado com certeza é positivo e muito.

    Dia após dia continuo aprendendo e conhecendo os que me rodeiam, afinal vivemos em uma colméia, fazemos parte de um todo. Não podemos de forma alguma ser independentes por completo.

    Posso resumir esse meio século em três grandes blocos: família, política e sindicato.

    Apesar dos percalços normais e anormais da vida, faço parte de uma família maravilhosa, somando a relação sangue e amizade. Tenho três filhos – Carlos Jr (médico), Dudu (computação) e Fernando (jornalista) – todos conscientes do que somos e porque estamos aqui. Fiquei sozinho com os três quando perdemos sua mãe, em 1993, mas estão aí e logo me presentearão com seus filhos. Hoje vivo com a Cláudia, desde 2002, a quem amo e agradeço eternamente sua compreensão. Tenho amigos espalhados por onde andei.

    Minha vida política se confundiu muito com a sindical, em alguns momentos tentei a projeção parlamentar, mas entendo que não chegou a minha vez. Ajudei a eleger parlamentares em todas as esferas dos quais recebi o reconhecimento e isso talvez seja a razão mais forte que me credencia a ser um cidadão completo.

    Minha carreira profissional na Caixa foi mesclada com minha carreira sindical. Antes de ser bancário fui professor, profissão que me orgulho e que um dia a retomarei. Sou pós-graduado em Economia do Trabalho pela UFPR e meu trabalho de curso versou sobre a reforma sindical (disponível http://www.feebpr.org.br/download.htm). Ingressei no Sindicato dos Bancários de Guarapuava em 1990 e lá permaneci até 1993 quando voltei a Maringá, neste mesmo ano participei da direção da Federação dos bancários do Paraná, onde estou até hoje. Não mais liberado para exercer o mandato sindical, desde 05.08.09, quando foi solicitado meu retorno à empresa. Minha avaliação é de que todos os dirigentes sindicais deveriam exercer suas funções em suas bases pelo menos em algum momento, desmistificando assim aquela dúvida da sociedade e de outros dirigentes de que não somos representantes legítimos de nossa categoria. Derrubar por terra aquela velha dúvida de que não temos carteira assinada.

    Tenho certeza que nestes vinte anos de sindicalismo, deixei minhas ações registradas na história do movimento. Na categoria dos bancários, fui projetado para ações intersindicais, ou seja, interagindo com outras categorias e centrais sindicais. No meio bancário integrei a primeira comissão de negociação entre a Confederação e a Caixa, na década de 90. Em 1998 participei da fundação da Coordenação das Federações no Paraná, como Secretário Executivo e continuo no cargo até hoje. Essa participação me levou a conhecer profundamente as demais categorias de trabalhadores do estado e do país. Nos diversos fóruns construídos nesse movimento, tivemos projeção nacional, com ações certeiras em busca do melhor para o sistema que representamos. Atuei por três anos diretamente na categoria dos rodoviários, coadjuvando na alavancagem de seu Instituto de formação, ministrando cursos de aperfeiçoamento sindical. Essa minha postura, embora previamente autorizada pelas instâncias deliberativas de minha entidade, foi o início do rompimento com a presidência, registro aqui que não com os demais pares, apenas pontualmente. Atuei desde 2003 no Conselho do Trabalho, chegando à presidência do colegiado em 2007 e por dois anos atuei diretamente em ações representativas de toda a classe trabalhadora nas diversas instâncias de governo: municipal, estadual e nacional. Essa participação foi a gota de água para o rompimento com o presidente, embora avaliado positivamente no contexto sindical.

    Participo desde 1997 ativamente no movimento associativo da Caixa, tendo uma breve passagem pelo movimento dos aposentados, mesmo sendo breve, desempenhei papel fundamental na fundação da União das Associações dos Aposentados do Estado.

    Enquanto Central, atuei desde 2003 na extinta CGT como secretário, culminado com a fusão das centrais e fundação da UGT, para a qual fui designado secretário para o Congresso de Fundação em 2007, sendo que por divergências políticas internas até hoje o processo não está finalizado.

    Enfim, essa é minha atuação sindical no movimento dos trabalhadores, nestes vinte anos de caminhada, que tenho certeza não estão encerrados. Mudamos de trincheira, mas não nos rendemos à luta.

    A todos aqueles com os quais nos relacionamos nesse período, quero registrar meu apreço e agradecimento e acima de tudo minha forte intenção de manter tais ações, pois uma trajetória de realizações jamais se interrompe por uma decisão de demonstração de poder.
    Fonte: http://carlaozimmer.zip.net/

  21. Agora sim o Carlão está mostrando como deve ser um sindicalista. deve matar a cobra e mostrar o pau. Não é a toa que ocupa esse espaço político no meio sindical. Causa inveja e dor de cotovelo aos plantonistas. Só quero ver como vai ficar essa história no final. Gerarrrrrdo mete mais lenha na fogueira para ver o que acontece. Vai sair muito podre nesse tema. A turma do Rossi e felizssiano tão com os dias contados.

  22. Kd o combativo Ricardo Patah??? deveria colocar ordem na casa, jah que quer ser transparente na suas andanças pelo Brasil,no dia em foi dada essa decisao estava em um evento da Força em Santos, grande companheiro Carlaoh!!, afinal eh Ugt ou Força?? com a palavra os “Ugetarianos”…..

  23. Para os blogueiros de plantão: Para criticar o Paulo Rossi, tem que conhecê-lo. Paulinho, como é conhecido aqui em Paranaguá – sua terra natal começou sua vida profissional como aprendiz na extinta Casa do Pequeno Trabalhador. Desde criança acompanhava seu avô nos serviços de jardinagem pela cidade, ganhando o respeito das famílias mais abastadas da cidade. Sua mãe, Erci, trabalhava como faxineira para ajudar no sustento. Desde adolescente, Paulo Rossi já demonstrava espiríto de liderança, com uma oratória perfeita e se erra é pela franqueza. Quando seu avô faleceu, tornou-se uma espécie de patriarca da família, apesar de ter tios. Mas sua liderança natural o fez assim. Se você perguntar aos seus amigos e familiares, só ouvirão palavras de respeito, carinho e admiração. Defeitos: Para um político, o paulo tem um grande defeito: SINCERIDADE! Hoje quando vejo uma notícia do Paulo Rossi, digo aos meus familiares: Esse é meu amigo e trabalhamos juntos. Paulinho, siga em frente, pois o teu futuro é e será brilhante, além dessa careca. Abraços do amigo Edson.

  24. Gostaria de dirigir minhas palavras a um sem fim de pessoas que criticam sem sequer conhecer as pessoas. Conheço o Carlão ha varios anos, ainda nao me deparei com ninguem que conheça mais profundamente do movimento sindical que ele. Os vinte anos nunca foram mamata, pelo contrario, foram dedicaçao total aos ideais. Enquanto alguns criticam e ficam pregados nas agencias bancarias, outros suam a camisa e batalham pela melhoria das condiçoes de trabalho. Mas enfim essa é a vida. Sindicalista sabe como é conviver com críticas. Parabéns a vc Carlão pela humildade e pelas conquistas nesses 20 anos. Como já diziam meus avós, vc tem q ser o melhor no q vc faz. Saiba q vc já é.

  25. Porque não tem renovação nos sindicatos? É uma máfia só…

    Aliás, que tal fazer um levantamento e ver há quanto tempo uns e outros estão comandando sindicatos, por exemplo: bancários, metalúrgicos, vigilantes, professores,tec..

    Tá aí uma boa pauta pros jornalecos…

  26. Vendo o que esta escrito nos comentários, minhas indignações com o movimento sindical fica cada vez mais clara, quem é Gladir Basso? ele representa 10% do total de bancários do Estado do Paraná, que representatividade ele tem? Esse pessoal que tem medo do Gladir não passa de uns calça frouxa e se tem um problema com o comando da UGT do Pr deve-se a intransigência do Sr. Gladir em querer ser o Presidente o que todo o grupo não concordou, por isso esta na mão de quem não representa ninguem também, como é o caso do Paulo Rossi, é por isso que o moviemtno sindical está cada vez mais decadente, sem representar nenhum interesse dos empregados e sim do próprio umbigo dos seus dirigentes que não querem perder a teta da vaca que jorra leite adoidado, vide contribuição compulsória. Eta cambada de incompetentes.

  27. O que se assiste na UGT do Paraná é o SAMBA DO PELEGO DOIDO. Rossi, Bastos, Feliciano, Urbaneja, Adir, Zimmerman, Vicente e por aí afora, trata-se uma coletânea que vai do picaretismo militante ao imobilismo claudicante.

  28. Quem conhece o Carlão sabe todo o trabalho que ele sempre desenvolveu em favor dos sindicatos. Não vai se abalar com esse episódio, com certeza vai dar a volta por cima, um dia será o presidente da federação dos bancários. Essa talvez seja o verdadeiro motivo do fim de sua liberação.

  29. Esse Gladyr com certeza tem um grande despeito pela postura que o Carlão sempre assumiu em relação aos sindicatos. Tornou-se uma referência no meio trabalhista do Paraná e do Brasil. Mas nada como um dia atrás do outro. Quem sempre foi reconhecido e jogou abertamente foi o Carlão.

  30. Esse tal de Paulo Rossi está se apegando na ultima coisa que lhe resta para segurar a UGT: mentira. Tenta denegrir a imagem do Carlão que com certeza tem uma liderança real e o que é pior para o Paulo, o Carlão tem base e carteira registrada, tem endereço certo e com CEP.

  31. Toda reunião que a gente participa com o Carlos Zimmer, toda vez que tem trabalho com os sindicatos, a gente fica mais por dentro da luta sindical. Resista Carlão, precisamos de você.

  32. Sergio Siqueira Responder

    Parabens camarada Carlão! Você foi derrotado mas não perdeu a poze pro Gladyr Basso. vou te visitar na caixa econômica e abrir uma conta com cheque especial.

  33. José Marco Barbizan Responder

    Conheço o Carlão a algum tempo e assino embaixo do que ele escreveu em seu blog, e lamento pelos bancários que ele tenha sido devolvido da FEEB-PR para a Caixa, pois ele era a “alma” da Federação, sempre combativo, bem articulado, nunca se acovardou, sempre expondo seus pontos de vista, causando vez ou outra grandes e até ríspidas discussões pontuais.
    O recado dado pelo presidente da Feeb-Pr, aos bancários do Paraná,com essa atitude (cassando a liberação do Carlão) é sua cooptação pelo atual momento que passa o sindicalismo bancário brasileiro nas mão de uma CUT, que após a eleição do presidente Lula aderiu a um peleguismo sem precedentes, principalmente com relação ao Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal, a Federação dos Bancários do Paraná que era um cantraponto no movimento bancário sucumbi agora a um adeismo cujo mais prejudicado é o bancário.

  34. QUE BOM QUE A PAZ VOLTOU, MAIS UMA VEZ SO TENHO A DIZER PARABENS PARA TODOS QUE CONTRIBUIRAM PARA UM CAMINHO MELHOR,A UGT ESTA ACIMA DE TUDO ISSO,DEIXEMOS O ESTRELISMO E VAMOS DEFENDER OS TRABALHADORES QUE REALMENTE SAO IMPORTANTE PARA AS CENTRAIS E SINDICATOS,CONTAMOS COM OS COMERCIARIOS NESTA NOSSA LUTA.COM O PAULO, URBANEJA VICENTE E PATHA,NAO HOUVE PERDEDORES,SO CHEGAMOS A UM ENTENDIMENTO QUE ERA O MELHOR PARA A CENTRAL.UGT FORTE =A TRALHADORES FORTE.

  35. Vige Maria !! Nunca vi tamanha dor-de-cotovelo. Pelamordedeus!!
    Como o Carlão incomoda a pelegada. Parabéns e vai em frente Carlão.

  36. Carlão eu te conheço a 25 anos, fui professora dos seus filhos – Médico, Engenheiro de Computação e futuro Jornalista- foi pai e mãe desses meninos, com a mesma dedicação foi a luta pelo movimento sindical, somente quem não te conhece que te joga pedras, quem te conhece somente te admira.Parabéns pela luta. Eu sabia que era tão capaz, então não me causou surpresa a tentativa de apedrejamento que dirigiram a Você, pois somente aos fortes e capazes se dirigem tais ações. Força, pois a luta continua e, como sempre, os fortes vencem.

  37. Então o gladir basso trocou o carlão zimmer pelo paulo rossi? é isso mesmo fabio? então o gladir vai seguir a cartilha do feliciano koreira…

  38. Ixi Maria…
    Ker dizer agora q carlinhos virou combativo, incomoda a pelegada… (uai, ele sempre foi pelego… não entendi). Mas kem precisa entender né. Briga de foice no escuro, de dois grupos que nao presta nenhum serviço positivo ao movimento sindical, exceto servir de almofada pra patraozada.
    O único problema entre os dois grupos é e será a divisão do bolo.
    Tenho dito, Benedito

  39. Conheço o trabalho do Carlão como sindicalista e no meio associativo e nas empreitadas que estivemos juntos ele sempre atuou de forma objetiva, transparente e com muita dedicação, sendo que seu trabalho deve ser reconhecido.

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