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Requião fala sobre Requião, seu assunto preferido

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Requião deu longa entrevista ao jornalista Carlos Chagas, em Brasília, nos estúdios que seu irmão, Eduardo, construiu para ele no escritório de representação do Paraná. Foi ao ar ontem à noite e deve ser repetida muitas vezes pela TV Educativa, única emissora na qual Requião confia porque a trata como se fosse sua.

Em território sob seu controle, Requião estava à vontade, dono da situação e das perguntas. Falou sobre todos os assuntos que lhe convinham e repetiu dados e informações extraídos da irrealidade oficial que alimenta a sua imaginação e a sua propaganda pessoal.

Mas não conseguiu dissimular a frustração que se repete quando nos aproximamos de uma disputa presidencial. O sonho maior de Requião sempre foi ocupar o lugar de Lula, Fernando Henrique Cardoso, Collor de Mello, José Sarney. O cargo máximo da República, a glória nacional, a superação da condição de político periférico, dedicado a arrumar a vida dos parentes na província.

Ainda sonha. Defende a união de partidos e políticos nacionalistas e de esquerda em torno de um programa de governo que dê continuidade ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Eliminado das cogitações, costuma sair-se com o chavão: “Não (é hora de) falar em nomes de candidatos, mas num programa”.

Mal consegue disfarçar os ressentimentos. Dá nota seis para Lula, quatro para os antecessores, defende com unhas e dentes José Sarney, que sempre estimulou seu sonho presidencial, e sublima as mágoas falando de si mesmo e de seu governo com a capacidade inquestionável de dizer as maiores inverdades com a convicção com que Pedro, o Eremita, defendia as suas idéias.

Leia os principais trechos da entrevista no Leia Mais.

SOBRE LULA

Gosto muito do Lula. Ele tinha, e ainda tem, a característica gramsciana de intelectual das classes populares, de intelectual orgânico, não um acadêmico, mas que entende o que o povo sente e formula em favor dos interesses da população. Lula parou um pouco com isso quando assumiu a condição de negociador das classes populares, negociando com o capital. Acho que ele deveria ter jogado mais forte com o capital, em favor do interesse nacional.

ECONOMIA

Henrique Meirelles no BC foi o acordo da viabilidade do governo. Convenceram Lula de que ele não governaria de outra forma, e Lula acha que fez o melhor. Fez bem, o País melhorou. Conversava outro dia com um amigo querido, Celso Bandeira de Mello, que me dizia – mudei completamente de opinião. Acho Lula fantástico. Veja os dados do poder aquisitivo das classes C, D e E. Os pobres estão comendo, têm emprego, seus filhos estão na escola. Isso é muito bom. Ontem, o presidente me dizia que estava espantado com elogios de Bandeira de Mello. Mas os banqueiros também cresceram. Lula fez seu papel como negociador das classes populares, mas o capital continuou comandando a economia. Ainda assim, crescemos de forma positiva. Não adianta crescer o PIB se o povo não tem o que comer.

O Senado hoje discute se Sarney poderia ter arrumado emprego de R$ 2,7 mil para o namorado da neta. Mas deveria estar discutindo os lucros dos bancos.. No primeiro momento da crise, Lula corretamente flexibilizou os depósitos compulsórios dos bancos, para que o dinheiro lubrificasse a economia, o crédito, que é o oxigênio do capitalismo. O que bancos fizeram? Basearam-se no acordo da Basiléia, se preocuparam consigo mesmos, e não colocaram um tostão no mercado. Aplicaram, sim, em títulos do Tesouro. Isso mostra que eles não estão mais inseridos num projeto nacional. Foram lucros assim, o congelamento por dez anos dos salários dos trabalhadores, o subprime, os títulos derivativos, que quebraram economia dos EUA. Quando os trabalhadores não puderam mais pagar os financiamentos, a economia implodiu. E aqui vejo o Meirelles e o BC interessados em manter a saúde financeira dos bancos.

A CANDIDATURA DILMA ROUSSEF

Não preciso ser cooptado para (a candidatura da ministra da Casa Civil, Dimla Roussef) nas eleições presidenciais. Gostaria muito que nacionalistas e a esquerda se unissem em programa de governo que avançasse um pouco mais que o governo do presidente Lula. Gostaria de não falar em nomes de candidatos, mas num programa. Candidatura de Dilma deveria significar um programa claro para o País, que contemple os descontentamentos de Marina Silva sobre o meio ambiente, que sublinhasse o bonito programa de Lula para a América Latina, a maneira com trata os índios da Bolívia, o Paraguai, a Colômbia, a Venezuela. A política externa brasileira é magnífica, não é uma política de confronto, não tem vezo imperialista, é uma política externa de solidariedade. Precisamos da unidade da América do Sul até para construir um Mercado de verdade.

Ciro Gomes, por exemplo, deu uma bela entrevista a este programa, respondendo com precisão, e diz que também é candidato. Ora, Ciro, que bom. Mas não seria melhor, Ciro, que você ajudasse na formulação de um programa de governo que elegesse um presidente da República que avançasse em relação ao governo Lula? E não precisa necessariamente ser Ciro Gomes, o presidente. Poderia ser Dilma, por exemplo. A elaboração de um programa para o Brasil é muito mais importante do que buscar espaços pessoais. Hoje, espaço há, até para mim, no PMDB, onde já perdi duas convenções. Mas o Brasil é muito mais importante que nossas aventuras pessoais na política. Sou governador do Paraná pela terceira vez, fui senador, prefeito de Curitiba, deputado estadual. Hoje, sou menos político que administrador público, e penso mais no País que numa aventura pessoal.

Dilma tem uma bela história, na esquerda, de militância durante os anos mais duros da história do Brasil. Ela vai sob o guarda-chuva do prestígio do presidente Lula. Se acrescentar a isso, ao Bolsa-Família, à melhoria da vida dos mais pobres, um bom programa de governo, sem dúvida seria uma candidata magnífica. O apoio do presidente Lula, no Nordeste, é mágico, sem a menor dúvida.

A CANDIDATURA JOSÉ SERRA

Serra não é má pessoa, é meu amigo pessoal, mas tem obsessão pelo poder, e lhe falta uma definição programática clara. De que lado está o Serra? Do lado dos banqueiros? Ele está pondo pedágio em estradas paulistas, vendeu a Nossa Caixa. Há quem diga que Serra está mais à esquerda que o Lula. Acho já que esteve, mas quando jovem, quando era presidente da UNE, militante da Ação Popular. Foi militante político, quando jovem, assim como Dilma, embora ela tenha sido mais ousada — não estou dizendo que ela estava mais certa, apenas que foi mais ousada em sua ação política. Mas, hoje, o que é o Serra? Diga-me com quem andas e te direi quem és. As coisas precisam se explicitar. E Serra quer ser presidente do Brasil para quê? Para entregar o pré-sal, ou para nacionalizar definitivamente as reservas? Para entregar o pré-sal à Petrobras, já entregue por FHC à Bolsa de Nova York? Acho que temos a oportunidade de verificar isso, agora.

O PAPEL DO PMDB

O PMDB não se constituiu num partido. Foi uma frente política, formada para se opor à ditadura. O PMDB não ousava definir seu porquê programático. Após a redemocratização, o PMDB não conseguiu se definir programaticamente, ideologicamente. O estatuto do PMDB é lindo – o partido das classes populares, das classes desligadas do grande capital. Redigido, a pedido de Ulysses Guimarães, por Carlos Lessa, com minha colaboração, pois eu era da Fundação Pedroso Horta no Paraná, e de muito mais gente. Mas ele não se consolidou, apesar do discurso. Se transformou numa federação de partidos, de divergências. E o PMDB não se reúne. O pessoal do Paraná não conhece os dirigentes de Pernambuco, Paraíba, Acre, pois não há encontros nacionais. Então, se tornou partido congressual. Há um arranjo entre parlamentares eleitos, negociando com seus votos apoio a governos e benesses para suas bases eleitorais. Mas os outros estão deixando de ser partidos, também. O que mais perto tivemos disso foi o PT, mas que hoje está estraçalhado.

A SITUAÇÃO DO PARANÁ

Quando aumenta o poder aquisitivo do pobre, aumentam as vendas do comércio, aumenta a produção das pequenas e médias empresas. Ao contrário do que sonhava FHC, que dizia exportar ou morrer, queria exportar commodities, o Brasil criou um número muito grande de pequenas e médias empresas, que sustentam nossa economia. No Paraná, apostei tudo nisso. Temos centenas de milhares de novas empresas. Zerei o imposto das micro-empresas, baixei o imposto das pequenas empresas para 2%, em média, baixei o imposto de 95 mil itens de consumo-salário, melhorando indiretamente o poder aquisitivo dos mais pobres. O piso salarial regional do Paraná é o melhor do Brasil. Damos energia de graça aos mais pobres, cobramos R$ 5 por água e esgoto de uma família pobre de quatro pessoas. Isso é economia para a saúde. O Porto de Paranaguá é hoje o melhor do País, com a tarifa mais baixa do País. Hoje, temos R$ 500 milhões em caixa, estamos comprando uma draga. E acho que o Porto tem que investir mais rapidamente, pois não podemos ficar com dinheiro em caixa quando precisamos de investimento, de mobilização da economia.

Mas crise, no Paraná, existe, sim. O orçamento para 2009 era de R$ 23,5 bilhões, um belo orçamento, 11% superior à arrecadação de 2008, uma das melhores da história. Com todas essas medidas, crescemos 8,5% em arrecadação em relação ao ano passado. Se descontarmos 3% de inflação, crescemos 5,5% em arrecadação. Mas o corte acumulado nas transferências federais é de R$ 676 milhões. Lula baixou IPI dos automóveis para segurar empregos dos metalúrgicos no ABC paulista, e o IPI é a peça de resistência do Fundo de Participação dos Estados e Municípios. Isso me incomoda, mas, veja. Enquanto os Detrans de todo o País dão prejuízo, são instrumentos de corrupção, no Paraná o Detran já repassou R$ 700 milhões para a manutenção de estradas.

A SUCESSÃO NO PARANÁ

Tenho candidato à minha sucessão, meu partido deve lançar em convenção meu vice-governador, Orlando Pessuti, o que nos daria a garantia de que todos os programas sociais e populares que implantamos irão continuar. Paraná é o maior gerador de empregos, disparado, em números proporcionais, é o estado em que mais se abriram empresas, investiu de forma maciça em saúde pública – estamos inaugurando 40 grandes hospitais e 300 clínicas da Mulher e da Criança, para reduzir a mortalidade infantil. Espero que o Paraná eleja meu candidato, porque eu e o presidente, esperamos que essa eleição seja plebiscitária. Ou seja – vai chegar o momento de dizermos o que fizemos, que temos candidato que vai fazer isso e mais, num programa de govenro muito claro, e os eleitores escolhem.

VIOLÊNCIA URBANA

É fruto do desemprego, da pobreza, da falta de esperança. O Corão, livro sagrado dos muçulmanos, lista um único grande pecado – o pecado contra a esperança do povo. Um jovem que não tem nenhuma perspectiva de sobrevivência pelo trabalho, que não teve a chance de frequentar uma boa escola, é facilmente cooptado pelas quadrilhas de narcotráfico, que fazem suas vítimas. E 80% dos mortos são rapazes e moças de pouca idade. Como vamos acabar com o tráfico de drogas quando se compra um quilo de cocaína por mil dólares na Bolívia e vende-se por 100 mil dólares em Nova York? No Paraná, a violência aumentou de forma brutal. E dizem que precisamos de mais policiais. Bobagem, porque muitos mais policiais significam policiais mal-pagos, porque o dinheiro do Estado não estica. E, aí, temos um policial suscetível a ser incorporado pela criminalidade, com um revólver legal na cinta. A violência se combate com inteligência policial, prisões. Não com excesso de polícia, com violência policial, com Exército em favelas – o que é uma estupidez absoluta. No Paraná, construímos 12 novas prisões, todas têm bibliotecas, psicólogos, trabalho. Apostamos na recuperação do preso.

O CASO SARNEY

(Ao apoiar a permanência do presidente do Senado, José Sarney, no cargo) Lula tratou da governabilidade. Mas por que dizemos que Sarney era o culpado pela lambança? Todos são culpados, inclusive alguns por omissão. Os responsáveis são os 81 senadores. Temos que evoluir, criar um novo modelo legislativo, transparente, aberto. Você acha que um político do Nordeste se elege sem uma dose de clientelismo? No Sul, embora seja menor, ele também existe. Agora, o que precisamos é acabar com o moralismo de oportunidade da imprensa. Eles só mexem nas coisas quando seus interesses ou de seus patrocinadores são atacados. O que havia no Senado era conhecido há décadas.

A imprensa reserva as informações, e só as revela quando lhe convém. A casa do Agaciel (Maia, ex-diretor geral do Senado) nós conhecíamos há 30 anos. Os cargos existem desde sempre. Mas, agora, focam tudo no Sarney. Ele é um político com grandes defeitos, que são a dura e crua realidade da política brasileira, como eu também os tenho. Mas ele, como presidente, reatou relações com Cuba, convocou a Constituinte. Tem qualidades raras, fez a transição para a democracia, não cedeu ao capital estrangeiro, decretou moratória, não vendeu empresas públicas. Menino, ainda, li um livro de (Jean Paul) Sarte, “As mãos sujas”. Se você não coloca a mão na sujeira, não muda o mundo. Não é preciso se corromper, mas, se não conviver com o processo, não altera nada na sociedade. O fuzilamento, a crucificação de Sarney, não tem cabimento. Defeitos, é claro que ele tem. Tem que haver a crítica, elas são boas até para o Sarney. Mas ele não é o único responsável pelos absurdos do Senado, que também se encontram na Câmara, em cada Assembleia Legislativa, em cada Câmara de Vereadores do Brasil. Mas você já reparou que ninguém fala da Câmara dos Deputados?

A imprensa manipula a opinião pública. Já fui vítima. Já vi a revista Veja, quando eu estava na CPI dos Precatórios, tentar dizer que eu mandava dinheiro para o exterior, para desacreditar minha denúncia. Quase perdi uma eleição no Paraná porque a Globo local colocou no ar, às vésperas da votação, a história de um investigador de polícia que fazia escutas clandestinas, tinha um estoque fabuloso de armas, como se eu fosse ligado a uma quadrilha de bandidos. Por isso, perdi 17 pontos percentuais em uma semana, segundo as pesquisas. O contraponto disso é a Televisão Educativa do Paraná. A imprensa ideal é uma coisa maravilhosa. Sou jornalista, diplomado pela Universidade Católica. Mas, hoje, a imprensa achaca, ataca governos que não pagam publicidade. Eu cortei a publicidade no Paraná. Falamos pela TV Educativa, que tentam fechar de qualquer maneira.

(Para recuperar o Senado, é preciso) botar tudo na internet, abrir ao público. A FGV já disse que é importante que o senador deva escolher seus assessores, enquanto a tese conservadora diz que os assessores têm que ser funcionários públicos concursados. Não — você é eleito com uma visão progamática, e tem que ter assessores de acordo. Há mitos, caso do nepotismo. Sarney contratou o namorado da neta. Foi manchete de tevês, jornais. Fernando Henrique nomeou o genro, David Zilberstajn, presidente da Petrobrás, para desnacionalizá-la. FHC tinha a filha como chefe de gabinete. E não estou criticando. Mas então não era crime, para a imprensa. Mas o namorado da neta do Sarney é crime. Se o Sarney não estivesse com o Lula, ninguém se importaria. Não vejo importância de que o Sarney nomeasse o namorado da neta, desde que o Senado precisasse de alguém com o perfil dele. Se é apenas um favor, a crítica cabe. Se houvesse transparência, na internet, a nomeação, não teria havido a nomeação.. Quando senador, fiz um projeto de lei que permitia a nomeação de parentes, desde que no decreto de nomeação constassem as qualidades profissionais do indicado, as razões da contratação e as qualificações para o cargo. O projeto inclusive autorizava a ação do Ministério Público caso não se atendesse a esses requisitos.

CANDIDATURA AO SENADO

(A candidatura) é uma possibilidade concreta. Mas não estou pensando em mim, nesse momento. Gostaria de participar de um processo que fosse um avanço, e não um retrocesso em relação ao que Lula fez. Lula foi ótimo, mas precisamos de mais.

A POLÍTICA

Para mim, a política é um gostoso sacrifício. É a oportunidade que temos de mudar as coisas. Saio do terceiro governo do Paraná com uma satisfação enorme, embora pesem sobre mim multas que somam R$ 2 milhões, que espero derrubar na Justiça, uma vez que o juiz que me condenou foi afastado pelo Conselho Nacional da Magistratura, por corrupção. Mas minhas condenações seguem de pé.. A baliza da minha política é a Carta de Puebla, a opção preferencial pelos pobres. É isso que me mobiliza.

13 Comentários

  1. Eu vi 3 minutos do programa, como sempre inventa estórias que o Paraná é uma maravilha, ele é o perfeito, honesto, não tem corrupção no Governo, promete e cumpre e não mente.
    Eu … Mudei de Canal !

  2. Vai terminar sua carreira num senado desmoralizado e decadente, sentado ao lado de grandes nulidades nacionais, discutindo receita de bolo e marcas de vinhos caros… esquecido, desprezado e cheio de inimigos poderá negociar seus direitos biográficos com alguma editora bolivariana que publicará um livro perdido nas prateleiras da biblioteca pública do Paraná… no mais um verbete de cinco de linhas em algum livro didático bolivariano… adieu, au revoir, ciao e toda esta espécie de coisas…

  3. V.Lemainski-Cascavel Responder

    As coisas não batem. Fala uma coisa e faz outra.
    Se cortou a publicidade no Paraná, onde está gastando as milionárias verbas publicitárias?. Deveria explicar essa história e outras mais.
    .

  4. Se requião fala de requião esta falando de um mentiroso canalha que enganou o povo do Paraná quando disse que acabaria com o pedágio. Vem ao longo dos anos acabando com o cofre publico deixara ao seu sucessor uma enorme divida e dor de cabeça para arrumar a casa (O Estado do Paraná) tem mais o individuo deixa o povo sofrer nas mãos de bandidos e ainda diz que a segurança de nosso estado esta uma maravilha. Vai te catar safado ano que vem v/c ira experimentar do seu descaso com os paranaenses nas urnas eletrônicas.
    Vamos relar mais umas atitudes desonestas do canalha requião.
    Ônibus escolares
    Ambulâncias
    Segurança
    3 novas praças de pedágio em seu “governo”
    Porto de Paranaguá
    Estradas Estaduais
    Sem esquecermos da sua arrogância e covardia quando lhe é perguntado sobre sua ma administração.

  5. Tenho saudades, da primeira vez que votei no Requiao, contra o Martines, construimos um monstro

  6. Gostaria muito que o governador de pouco mais de 50 por cento dos paranaenses, eu fora, lembrasse que a sua carreira política armou-se sempre em cima de farsas, de embustes, de mentiras. Aqueles que, como eu, o Jeca também, na sua primeira campanha,trabalharam como doidos imaginando a construção de uma liderança inteligente, decente, honesta, trabalhadora, respeitadora, sensata, serena, progressista, humana e cristã, enganaram-se. Se o senhor leu, senhor Mentira, senhor Farsante, aproveite as ostras que acompanham os seus vinhos ai nesta pocilga sustentada pela patuléia traída, e nelas se roce! Ainda vou falar isso `tete a tete`. Acredite!

  7. O QUE REQUIÃO NÃO EXPLICOU – A área economica é comandada por equipe econômica altamente especializada, por técnicos, como Henrique Meirelles e outros.Isso já vem acontecendo a partir do Presidente Collor que pegou do Presidente Sarney, o governo em frangalhos, totalmente sucateado (e não foi punido), o que o obrigou a tomar as medidas impopulares de emergencia que teve que tomar, como o confisco da poupança. A partir daí, o perfil da economia foi mudando sempre para melhor até o ponto em que chegamos. Lula só passeia, viaja, come do bom e do melhor, vive distribuindo benesses, inaugurando, e se promovendo, enfim, fazendo cortesia com o chapéu dos outros e com isso, sempre ganhando elogios, coisa que não acontece com a equipe econômica, que é quem faz tudo.
    Quando Requião assumiu o mandato em janeiro de 2003, entregue por seu antecessor, o Lerner, a arrecadação anual era de menos de 8 oito bilhões anuais em impostos e taxas. Hoje com o crescimento econômico brasileiro tal arrecadação ultrapassa a mais de 23 bilhões ao ano, dinheiro esse que vem sendo muito mal utilizado.
    Requião nada entende de Segurança Pública. A Polícia Militar cresceu vertiginosamente mas em atividades que nada tem a ver com segurança pública. Reabriu o Hospital MiIlitar, que o seu antecessor havia fechado, liberando mais de 150 milhões para reformas e compra de equipamentos, onde existem agora, altas patentes como: coronéis, majores, capitães médicos, dentistas enfermeiros além de outros praças das mais variadas graduações, atividades essas de saúde que poderiam ser totalmente terceirizadas pois vem sendo desenvolvidas de forma caríssima, precária e inteiramente divorciadas com a segurança pública e quase todos trabalhando em regime de meio expediediente além de numerosos cargos comissionados.O mesmo acontece com o Colégio Militar, totalmente desnecessária pois existe uma vasta rede do ensino público.
    Requião, assim como qualquer ditador, tem ódio da privatização porque isso lhe tira o Poder do qual ele gosta de se deliciar, mandando, dando ordens e dando empregos a seus cupinchas e apaniguados que o prestigiam em suas campanhas políticas. Essa doença pelo Poder seu antecessor não tinha. Por isso não pensava em estatização. A empresa privada é, quase sempre, imune a influências políticas.
    A TV EDUCATIVA do Paraná deveria transformar-se em uma Fundação de cunho somente educativo, através de lei, sendo vedado, a veículação de ataques ou promoções pessoais ou de caráter político- partidário, qualquer que seja. Se isso acontecesse seria bom para o Paraná, mas seria também, um grande desgosto para Requião.
    Requião falou das multas que lhe vem sendo impostas. Será que isso o deixará mais pobre? Para saber isso, seria necessário e oportuno proceder um rigoroso levantamento dos bens, não só do próprio Requião, como também da sua esposa e, principalmente, de seus filhos, netos e de seus irmãos que ocupam ou ocuparam cargos comissionados nomeados por ele. Essa apuração teria que ser tanto no Brasil como no exterior.Tudo o que fosse encontrado, pedir que explique a procedencia a partir do ano de seu ingresso na vida política. É público e notório que Requião gosta muito de levar uma boa vida, digna de rei, característica própria de Ditador. Frequentar Dubay , França e outros países, de vez em quando, é o seu fraco, além do bon vivant que o canguiri proporciona a ele, seu convidados e seus cupinchas.Seria interessante, também, que fosse revelado o custo mensal ao Governo do Estado, dessa Granja. Por outro lado, Lula, que Requião tanto admira, também gosta demais das mordomias do Poder. Só não apoiou o terceiro mandato porque seria rechassado, já que não havia clima para isso.

  8. Vigilante do Portão Responder

    É um dos pilares dos ditadores e déspotas, tecer loas a sí mesmo, como a coruja elogiando seu toco.
    A realidade costuma desmentir esse sombrios personagens.
    O fato é que o Paraná caminhava rápidamente para superar o PIB do Rio Grande do Sul, durante o governo Requião o avanço estacionou, mesmo com o RS, desgovernado pela Yeda, estar quase à deriva.
    O Anonimo está correto, no futuro o Requião vai ser um verbete em livro bolivariano, daqueles que ficam lá jo fim da preteleira.
    No entanto, o bolso dos paranaenses vai lembrar do seu “desgoverno” durante muitos anos, os precatórios das demandas inglórias e das burrices do governador, vão doer no bolso de todos nós.

  9. falam q o requiao vive entrando e saindo do INCOR. Se ele entrar no PINEL, não o deixam mais sair.

  10. Não fui enganado Responder

    Esse ditador do Paraná, o Hugo Chaves das Araucárias não me enganou pela segundo vez. Na eleição, aquela do discurso do pedágio “ou baixa ou acaba” boa parte dos cidadãos de boa índole foram por ele enganados. Hoje sua máscara caiu. É uma verdadeira enganação o seu desgoverno. A segurança vai mal, a saúde vai mal, houve queda nos investimentos no Estado, a desordem no campo, incitada por ele, que não cumpre as decisões judiciais quase levou o interior ao caos. A única coisa que vai muito bem no Paraná, é sem dúvida a sua família. Toda empregada na máquina pública, com altos salários e toda a mordomia. Como diria seu dileto amigo molusco. Requião é mesmo um homem de família…. Já o Paraná????

  11. A opinião de Carlos Chagas não vale nada, afinal ele trabalha para o governador Requião. É um absurdo chamar o Sr. Chagas de jornalista, sendo que ele é totalmente parcial. Não passa um programa sem falar bem do governo e mal dos que se opõem.
    Também é um absurdo o que acontece com essa TV publica que foi simplesmente apropriada pelo governo para uso de propaganda política própria há anos e ninguém faz nada.

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