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Que fim levou a compra de terreno para o Centro Judiciário?

AHU270109

Os deputados da bancada da Oposição querem informações sobre a compra de um terreno no bairro Ahú, em Curitiba, para a instalação do estacionamento e jardins da futura sede do Centro Judiciário.

A autorização para o Governo Estadual comprar o terreno, no valor de R$ 39,6 milhões, foi concedida pelos deputados em março. Cinco meses depois a compra não foi consumada e o governo se nega a dar informações sobre o caso, sobre os reais interessados e sobre as pendências judiciais que barram a negociação.


Um requerimento de informações não foi aprovado pelos deputados da bancada do governo. Foram 14 votos favoráveis, 16 contrários e duas abstenções.

“Foi um projeto de Lei polêmico e de grande importância que foi aprovado pela Assembleia. Não entendo porque o líder do Governo barrou a aprovação deste requerimento. São informações que precisam ser explicadas para a sociedade. São R$ 40 milhões em dinheiro público para a compra de um terreno e é direito do cidadão saber se já foi comprado e de que forma foi realizada essa transação”, disse o líder da Oposição, deputado Élio Rusch (DEM).

“O Governo Estadual se calou sobre o assunto e não é de conhecimento da sociedade e nem dos parlamentares se a compra foi realizada. Queríamos saber se o terreno foi comprado, como está a negociação e se as pendências judiciais foram sanadas. Foi grande a pressão para aprovar essa compra e agora ninguém sabe se foi realizada ou não”, justificou.

Rusch questionava no requerimento se, caso a compra não tivesse sido realizada por pendências administrativas e ou judiciais, o chefe da Casa Civil, Rafael Iatauro, deveria informar os números dos processos administrativos, aonde foram ajuizados e qual a fase processual em que se encontram.

7 Comentários

  1. Estacionamento para ônibus escolares que não são entregues pelo atual Governo do Estado que é muito incompetente.

  2. FÁBIO.

    Voce nunca ouviu falar no famoso = DORIL = ?

    É isso. O terreno tomou doril e sumil.

  3. Enquanto o governo esbarra na burocracia, cada vez mais barracos estão se erguendo em volta do ex-presídio e deixando o bairro Ahú e Cabral cada vez mais perigoso e c/ status de favela. Quem tiver interesse, passe na Rua dos Funcionários e verifique c/ seus próprios olhos… É TRISTE!

  4. A dica já foi dada: a melhor opção para o terreno seria uma troca pelo estádio Couto Pereira, do Coritiba. No Alto da Glória seria construido um centro judiciário de fácil acesso à população.

    No terreno do Ahú, o Coxa ergueria seu estádio, com shopping, hotel e o diabo (recursos privados, é claro). Seria o nosso estádio para a Copa do Mundo, trazendo benefícios para o desenvolvimento do bairro.

    legal, né??

  5. É só pagar direitinho a parte referente aos filhos e netos do Caetano Munhoz da Rocha que nao haverá mais nenhum impecílio. Justiça.

  6. Estive estudando este assunto e acho que aquilo é um verdadeiro furacão, pois as coisas foram feitas nas coxas e geralmente estes tipos de negócios não dão certo, porém se o governo negociar esta área, acredito que teremos mais um pequeno prejuízo do nosso querido Requião para o seu sucessor.
    O meu conselho é de que é melhor procurar um local mais adequado para fazer o tal centro judiciário.

  7. Ajuntamento de desordeiros, favelados, MST,invasores, desocupados na propriedade alheia, está me parecendo servicinho do Doático Santos (R$14.000,00 por mês na COHAPAR) para beneficiar o REIquião.

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