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Prefeito de Realeza denuncia manobra política no protesto
dos municípios

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“Quem fecha a prefeitura meio expediente é meio prefeito!” Desabafa o chefe do Executivo de Realeza, Eduardo Gaievski, do PT, se referindo ao movimento da Associação dos Municípios do Paraná – AMP, que pretende paralisar o serviço nas repartições públicas municipais no dia 23 de setembro, em protesto à queda na arrecadação pela diferença no repasse do Fundo de Participação dos Municípios, o FPM.

“Em quase cinco anos de governo, nunca fechei as portas da prefeitura por motivo nenhum, nem mesmo pela gripe suína”, criticou.

Gaievski retornou de Brasília, onde foi participar da solenidade de criação da Universidade Federal Fronteira Sul (UFFS) no dia 15 pelo Presidente Lula, que vai implantar um campus na sua cidade, e disse que conversou exaustivamente com o ministro Paulo Bernardo sobre essa questão. Bernardo já autorizou a portaria que prevê um bilhão de reais para serem repassados aos municípios e este despacho encontra-se na Casa Civil da Presidência da República.

No início do ano, o Presidente Lula e o ministro do Planejamento assumiram o compromisso de cobrir a diferença do FPM em relação a 2008 e mantiveram a palavra no primeiro semestre, com o repasse de R$ 1,9 bilhão. “O governo já está repondo com esse um bilhão as diferenças de julho e agosto. O restante só vai poder ser calculado quando a gente souber o tamanho do prejuízo. Se a economia melhorar, talvez isso nem seja necessário”, comentou.

Realeza deixou de arrecadar com a crise mundial R$ 149 mil nos meses de julho e agosto em comparação com 2008, mas o prefeito disse que vai esperar, porque confia no compromisso assumido por Lula e Bernardo. Ele ainda questionou: “Como é que os caras querem que o governo pague uma conta que ainda não fechou? Tem que esperar apurar. Nunca vi pagar sem saber quando é”. Gaievski também exerce a função de diretor de educação da associação que representa os 42 municípios da região Sudoeste, a Amsop. Ele lembra que agora é que a economia está dando sinais de recuperação e chama o protesto de manobra política. E contra-atacou: “Além de ter uma tremenda desculpa esfarrapada, fechar a prefeitura só serve para prejudicar o povo, que tem urgência na execução dos serviços públicos”.

4 Comentários

  1. Se o prefeito Beto Richa queria fazer uma reclamação sobre o FPM, deveria ter aproveitado a vinda do presidente da república a Curitiba. Mas ele preferiu se omitir, viajando para o interior para não enfrentar a parada.

  2. Puxa-saco! Sujeitos como esse é que tornam Realezas cidades totalmente desconhecidas. Nunca tinha ouvido falar dessa cidade…

  3. Essa tal de UFFS já tá dando seus lucros, para o PT.

    No sudoeste a polaca do MST e o ministro Paulo Bernardo já espalharam centenas de outdoors comemorando a tal universidade, que sequer está em construção, e só com muito esforço consiguirá montar alguma turma até o final de 2010, ou se montar será em alguma das sedes improvisadas…

    Mas os lucros políticos já estão por aí…

  4. esse prefeito deveria participar mais das reunioes da associacao ta perdido mau informado e querendo aparecer as prefeituras nao faram meio expediente seu tanzo c informe antes de falar bobagem

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