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Brasil se intromete em Honduras e vira coadjuvante de Chávez

Megalonanico2

De Otávio Cabral e Duda Teixeira, na Veja:

Na contramão da tradição diplomática nacional, o Brasil se intromete na política interna de outro país e o faz da pior maneira possível: como coadjuvante de Hugo Chávez

Lula tem na política o instinto matador que caracteriza os grandes artilheiros do futebol tão admirados por ele. Na semana passada, essa habilidade abandonou o presidente da República. Ele esteve em Nova York para discursar na abertura da 64ª Assembleia-Geral da ONU, palco privilegiado para fazer aquilo de que mais gosta e que faz como poucos: enaltecer o Brasil aos olhos do mundo. Em sua fala, Lula assinalou os avanços no uso de energias limpas no Brasil e mesmerizou os burocratas internacionais com ataques à caricatura do mercado onipotente. Ficou nisso. A maior parte do tempo passado sob os holofotes foi dedicada por Lula a falar de um país estrangeiro, Honduras, uma nação paupérrima sem nenhuma relação especial com o Brasil. Politicamente instável, Honduras vem de ejetar do posto e exilar um presidente, Manuel Zelaya, pela tentativa de desrespeitar a Constituição e, por meio da convocação de um plebiscito, perpetuar-se no poder.

Caso típico da contaminação ideológica patrocinada pelo venezuelano Hugo Chávez, Zelaya vendeu a Caracas seu pouco valorizado passado de latifundiário direitista. De repente, começou a se pautar pela cartilha populista chavista de miséria moral e material, supressão de liberdades individuais, desrespeito às leis, aos costumes civilizados, associação com o narcotráfico e, claro, eternização no poder – receita que estranhamente passou a ser chamada de esquerda na América Latina. Em uma operação comandada por Chávez, Zelaya foi conduzido de volta a Honduras e se materializou com numerosa comitiva na casa onde funciona a Embaixada do Brasil em Tegucigalpa. Esse hóspede incômodo, de aparência bizarra e com sinais evidentes de distúrbios mentais – ele se diz vítima de ataques por radiação de alta frequência e gases tóxicos que ninguém mais percebe –, foi o grande assunto de Lula em Nova York. O Brasil pode esperar outra oportunidade.

Zelaya é um problema dos hondurenhos que encurtaram seu mandato antes que ele o espichasse indefinidamente. É um problema também de Chávez, que não se conforma em perder o investimento feito na conversão dele ao seu credo. É um problema dos Estados Unidos pela proximidade geográfica e por estar na sua esfera de influência histórica. Pois a semana acabou com Zelaya sendo um problema e constrangimento para o Brasil. Golpe de mestre de Chávez, que evitou alojar Zelaya na Embaixada da Venezuela, ordenando a seus amigos na paradiplomacia brasileira chefiada por Marco Aurélio Garcia que o acolhessem na representação brasileira. “Hoje, o Brasil tem um problema em Honduras e Chávez, que o produziu, não tem nenhum”, diz Maristela Basso, professora de direito internacional da Universidade de São Paulo. Chávez age como o líder do subcontinente americano. Faz troça dos Estados Unidos e ignora Lula.

Com as eleições marcadas para o próximo dia 29 de novembro, o governo interino que derrubou Zelaya se preparava para reconduzir o país à normalidade democrática. O candidato ligado a Manuel Zelaya aparecia até bem colocado nas pesquisas de intenção de voto. Seria uma saída rápida e democrática para um golpe, coisa inédita na América Latina. Seria. Agora o desfecho da crise é imprevisível. O mais lógico seria deixar o retornado sob os cuidados dos amigos brasileiros até depois das eleições, que, se legítimas, convenceriam a comunidade internacional das intenções democráticas dos golpistas. E, claro, com-binar isso com os apoiadores e detratores de Zelaya nas ruas (veja a reportagem da enviada especial de VEJA, Thaís Oyama), já que elas costumam ter sua própria e volátil dinâmica. O Brasil, que poderia ser parte da solução da crise de Honduras, tornou-se, graças a Chávez, o problema. A embaixada brasileira agora tem um hóspede que ouve vozes e uma paradiplomacia que ouve ditadores estrangeiros.

“O Brasil passou à condição de refém de Zelaya. Ele jamais quis nossa proteção, tudo o que quer é usar a embaixada como palanque eleitoral”, definiu na sexta-feira passada o embaixador Marcos Azambuja, expoente do passado de diplomacia profissional de padrão mundial que um dia prevaleceu no Itamaraty. O ministro-conselheiro Francisco Catunda Resende, único diplomata brasileiro em Honduras, foi quem recebeu Zelaya, acompanhado da mulher, Xiomara, filhos e bagagem, às 11 horas da manhã de segunda-feira. Catunda Resende já tinha sido informado, em termos misteriosos, da iminente chegada de um visitante ilustre, conforme VEJA apurou no Itamaraty. O que não estava combinado era que Zelaya transformaria a embaixada em comitê de campanha, com centenas de correligionários acampados dentro do prédio. Ele deu entrevistas dentro da embaixada e proferiu um discurso da varanda do 2º andar. Disse que lutaria pelo cargo até a morte e conclamou a população a resistir. Tomou conta do lugar com tal desfaçatez que seu pessoal se recusou a dividir com os funcionários brasileiros a comida enviada pela ONU. A situação é inédita nas relações internacionais (veja o quadro). Em geral, um país dá asilo em sua embaixada a alguém que é perseguido e corre risco no país. Não é o caso de Zelaya, que estava em segurança na Nicarágua e resolveu voltar para Honduras, onde há um mandado de prisão contra ele. A versão oficial do Itamaraty é que está “abrigando o presidente Zelaya numa situação peculiar, na qual ele corre risco” e que ele “não é um asilado”. “Se eu estivesse lá, deixaria o presidente deposto entrar na embaixada e o manteria lá. O que não tem cabimento é a chegada de 300 aliados políticos, que passaram a utilizar a embaixada como um comitê”, diz Roberto Abdenur, que foi embaixador em Washington.

A ajuda a Zelaya é a confirmação da primazia da ideologia sobre o interesse nacional no governo Lula. Honduras só tem importância na retórica e nos planos de Chávez, que procura ampliar sua influência entre os pequenos países centro-americanos. Honduras não está na agenda diplomática do Brasil – aliás, de nenhum país exceto seus vizinhos e a Venezuela – porque não tem importância política ou econômica. É um exportador de bananas e, com sua instabilidade crônica, serviu de modelo para a criação da expressão “república bananeira”. Praticamente, só conta com um parceiro comercial, os Estados Unidos. A crise é um daqueles casos em que os dois lados envolvidos não têm razão. Incentivado por Chávez, Zelaya tentou modificar uma cláusula pétrea da Constituição e instituir a reeleição. O Congresso e o Judiciário proibiram um plebiscito sobre o tema, que foi mantido por Zelaya. A Suprema Corte, então, decretou sua prisão. Em vez de prendê-lo, porém, um comando militar invadiu sua casa durante a madrugada e o expulsou do país, ainda de pijama. Em seu lugar foi empossado Roberto Micheletti, presidente do Congresso e membro do mesmo partido de Zelaya.

Houve um golpe de estado? Sim. País pequeno e pobre, Honduras foi transformada num caso exemplar do repúdio da comunidade internacional aos golpes de estado. Foi castigada com sanções econômicas e congelamento nas relações diplomáticas. Exceto por isso, o problema não era tão grande. A medida de força foi, até certo ponto, justificável pelas leis do país. Até o momento do golpe, o maior perigo para a democracia era o presidente Manuel Zelaya. Ele seguia os passos de Hugo Chávez, Rafael Correa e Evo Morales, e queria reescrever a Constituição para ampliar o próprio mandato. Não foi um golpe revolucionário, que rasga a Constituição, militariza o Poder Executivo e elimina a liberdade de expressão. Ao contrário, o objetivo era preservar as instituições. As eleições foram mantidas, com a presença da oposição, em 29 de novembro. Havia calma nas ruas, apesar de o país sentir o peso das sanções econômicas. A situação em Honduras só tinha importância para Zelaya. Se as eleições fossem realizadas, um novo presidente assumiria e o deposto cairia no anonimato. Em entrevista a VEJA, o americano Peter Hakim, do Diálogo Inter-Americano, um centro de estudos em Washington, colocou a questão em termos realistas: “Honduras pode ter cometido um pecado, mas não é a Sérvia ou Darfur. A comunidade internacional deveria focar no retorno da melhor democracia que eles possam ter”. O governo Lula preferiu apoiar os planos de continuísmo de Zelaya. Essa intervenção jogou lenha na fogueira e pôs Honduras à beira da anarquia.

Manuel Zelaya é o mais improvável dos ícones adotados pela esquerda pró-Chávez. Um homem rico, dono de fazendas e madeireiras, anda sempre de botas, guayabera (a camisa típica da América Central) e chapéu branco, de abas largas. Com quase 2 metros de altura, bigodão de mexicano em filme americano, ele cultiva a imagem de um homem do campo honesto e trabalhador. Gosta de ser chamado de “Comandante Vaqueiro”. Filho de uma família tradicional de fazendeiros, Zelaya filiou-se ao Partido Liberal, o mais à direita de Honduras, em 1970. Seu pai tinha sido do mesmo partido, mas teve suas ambições políticas frustradas quando passou sete anos na cadeia. Foi condenado como mandante do assassinato de dois padres e treze agricultores sem-terra que haviam invadido sua propriedade. A aproximação com Chávez ocorreu em 2008 e contou, no início, com apoio no Congresso. Em troca de 130 milhões de dólares, 4 milhões de lâmpadas e 100 tratores, Honduras entrou para a Alba, a associação de amigos de Chávez.

Os hondurenhos desconheciam então que o presidente também recebera de Chávez conselhos perversos sobre como se utilizar de mecanismos democráticos, como eleições e plebiscitos, para aniquilar a democracia e se perpetuar no poder. Um comunista diria que faltaram ao chavista neófito as condições objetivas para aplicar o modelo bolivariano de tomada do poder. Em fim de mandato, com popularidade baixa (30%), andava às turras com os companheiros liberais e, quando não conseguiu cooptar o chefe das Forças Armadas para a realização do plebiscito, ele fez a besteira de demiti-lo sumariamente. É um mistério como ele pretendia ser aceito como caudilho sem ter o apoio do Judiciário, do Legislativo, das Forças Armadas e da população. É difícil deduzir se Zelaya se atrapalhou por esperteza ou ingenuidade. Não se deve descartar a hipótese de que o homem seja um lunático. Como sugere sua queixa, na semana passada, de que “um grupo de mercenários israelenses” estava perturbando seu cérebro com “radiações de alta frequência”. A paranoia dos raios mentais é um sintoma clássico de esquizofrenia. O certo é que Zelaya não cabe no figurino de um mártir da democracia.

Desde que foi deposto e expulso do país, em 28 de junho, Zelaya conta com a ajuda do Brasil. O presidente Lula e o senador José Sarney o receberam em Brasília com honras de chefe de estado. Um exagero, mas ainda dentro do razoável. Lula é obcecado por fazer do Brasil um protagonista no cenário mundial. Daí a mania de dar palpite em temas sobre os quais seria melhor ser discreto. O Brasil está bem equipado para desempenhar um papel mais ativo. Uma das dez maiores economias do mundo, o país é uma democracia de dimensões continentais. Seu presidente, por sua vez, é festejado e bem-vindo no exterior. Pode-se contar também com o apoio dos Estados Unidos, que veem o fortalecimento do Brasil como uma boa forma de conter a influência de Chávez no continente. Se o país é humilhado pelos vizinhos, tem suas riquezas roubadas impunemente e acumula derrotas nos organismos internacionais, é porque o presidente e seus diplomatas escolheram o caminho da ideologização da diplomacia nacional (veja o quadro). Qualquer regime minimamente antiamericano conta com o apoio tático do governo brasileiro – ainda que esteja envolvido em genocídio, como o do Sudão, ou seja tratado como pária mundial, como o do Irã. As estripulias dos governantes de esquerda da região – mesmo que eles estejam agindo contra os interesses brasileiros – são toleradas em silêncio pelo presidente Lula. “Por causa dessa política externa, estamos sempre a reboque dos acontecimentos”, disse a VEJA Rubens Barbosa, que foi embaixador brasileiro em Washington. O Brasil poderia ser protagonista de uma solução pacífica em Honduras, cujo formato foi definido por Oscar Arias, Prêmio Nobel da Paz e presidente da Costa Rica, com o apoio dos Estados Unidos e da Organização dos Estados Americanos. Chávez foi mais convincente. Na Assembleia-Geral da ONU, em rompante, Lula chegou a dar ultimato ao governo de Honduras. Vai mandar os fuzileiros navais? Seria a suprema vitória de Chávez na armadilha que armou para Lula.

Com reportagem de Thomaz Favaro

Especial Honduras: Protestos, populismo e pizza

A volta de “Mel” virou a capital de um dos países mais pobres das Américas de cabeça para baixo. Não que ela estivesse muito melhor antes de toda essa confusão

Thaís Oyama, de Tegucigalpa

“LULA, LEVA DAQUI ESTA MULA”
A frase foi gritada por manifestantes pró-Micheletti. Sobrou também para Chávez

Mesmo numa cidade em que guardas privados exibem nas ruas escopetas e metralhadoras como se fossem estilingues, é assustador o aparato de segurança que cerca a embaixada brasileira em Tegucigalpa, a capital de Honduras. Mais de uma centena de soldados do Exército, armados de fuzis e escudos e divididos em quatro barreiras, bloqueia os acessos para a rua tranquila e arborizada que abriga a representação diplomática: o sobrado avarandado ocupa um terço do quarteirão, agora permanentemente sobrevoado por helicópteros militares. Lá dentro, com seu chapelão de caubói, o presidente deposto de Honduras, Manuel Zelaya, dá entrevistas, faz reuniões, recebe aliados políticos e devora pizzas da cadeia Pizza Hut. Desde que retornou ao país numa viagem patrocinada pelo seu chefe, o venezuelano Hugo Chávez, Zelaya instalou-se na Embaixada do Brasil como se estivesse em casa – mostra-se à vontade demais até mesmo para o enorme espírito de solidariedade bolivariana do chanceler brasileiro Celso Amorim.

A volta de Mel, apelido pelo qual é conhecido por simpatizantes, virou Tegucigalpa de cabeça para baixo. O conflito entre os “zelaystas” e os “camisas brancas”, como são chamados os que apoiam Roberto Micheletti, o ex-presidente do Congresso que assumiu o governo, já fez dois mortos. O que mais se ouve em Tegucigalpa é que “Zelaya está com os pobres e Micheletti defende os ricos” – um eco do sempre eficiente marketing produzido nas oficinas chavistas. Na capital de Honduras, 50% da população se encontra abaixo da linha de pobreza. Muitos dos bairros ainda não têm sequer água encanada. Nas lojas do centro, a falta de notas fiscais, ou mesmo de registros de compra, denuncia o estratosférico grau de informalidade da economia e, nas ruas, metade dos táxis em circulação é clandestina (o que parece já ter sido absorvido pela população – ao solicitar o recibo de uma corrida, a reportagem de VEJA ouviu do motorista uma resposta indignada: “Sou ilegal, como vou ter recibo?”). Para a população mais pobre, Zelaya é o presidente “que aumentou o salário mínimo e deu remédios aos velhos”. Dar esmolas assistencialistas não mudou nada na essência, nem de Honduras, nem de Zelaya, mas serviu para retocar a imagem do político oriundo da oligarquia hondurenha que, agora, se apresenta como mártir da esquerda do continente.

Seguidor disciplinado do figurino de Chávez, Zelaya joga para a plateia. Na quarta-feira, em entrevista ao jornal Miami Herald, declarou estar com fortes dores de garganta devido aos “gases tóxicos” que mercenários israelenses a serviço de Micheletti estariam injetando no interior da embaixada para envenená-lo. Também disse que estava sendo submetido a radiações de alta frequência. No dia seguinte, em entrevista a VEJA (leia o quadro abaixo), declarou já estar se sentindo melhor, dado que sua “denúncia” havia tido o efeito de cessar o envenenamento. Na tarde de sexta, Zelaya voltou a falar em gás. Desta vez, haveria pessoas sangrando e com dificuldade para respirar. O assistente de chancelaria da embaixada, José Wilson Batista, disse que de fato sentiu um cheiro de gás e um ressecamento da garganta por volta do meio-dia, mas que isso durou “só uns quinze minutos” e que ele não viu ninguém sangrando.

O chapeleiro maluco está cercado de coelhos assustadiços. Um brasileiro que se encontra na embaixada relatou à reportagem que a comitiva do presidente deposto anda com os nervos à flor da pele. “Na madrugada de quinta-feira, a tensão era tamanha que uma simples queda de energia desencadeou uma histeria geral, com gente correndo e gritando pelas salas, como se fosse ocorrer uma invasão”, contou o funcionário. O Exército de Micheletti dá sua contribuição para manter a alta voltagem no ambiente: de madrugada, pelotões marcham em frente à embaixada, batendo os escudos. Embora os confrontos de rua tenham cessado desde quinta-feira e as últimas manifestações na capital hondurenha tenham sido pacíficas, o toque de recolher continua. A partir das 7 da noite, as ruas do centro ficam desertas e escuras como se fosse madrugada. Já na periferia de Tegucigalpa, à escuridão e ao silêncio soma-se a presença maciça de soldados – o governo de Micheletti sabe que é dali que pode vir confusão de verdade.

“Desativaram os aparatos que me estavam adoecendo”

VEJA conversou por telefone com o presidente Manuel Zelaya, que, na quarta-feira, declarou estar sendo torturado na embaixada brasileira por agentes a mando das forças de Micheletti.

Como está a sua saúde, presidente?
Está melhorando, está melhorando.

Mas o senhor disse que estava sendo torturado por radiações de alta frequência e por gases tóxicos introduzidos na embaixada por mercenários israelenses.
Depois que denunciei isso, penso que desativaram os aparatos que me estavam adoecendo.

Até quando o senhor está disposto a ficar na embaixada? Um mês, um ano?
Penso que não será necessário tanto tempo. Estamos caminhando para uma solução. As coisas estão ficando claras para todos: a população de Honduras
já disse nas ruas o que quer.

Há brasileiros em Tegucigalpa dizendo-se hostilizados pelo fato de o Brasil tê-lo recebido na embaixada. O que o senhor tem a dizer a eles?
Que o Brasil tem meu reconhecimento pelo exemplo que deu ao mundo – um gesto que agora é seguido por muitos países e que confirma a vocação democrática do presidente Lula.

38 Comentários

  1. Com todas as ressalvas necessárias a uma matéria da Veja, essa está muito boa.

    Os esquerdistas sabem que Zelaya édaqueles latifundiários de fazendas e madeireiras, da pior tradição da direita latino-americana?

    Que seu pai já participava da política de Honduras pelo maior partido de direita, e inclusive assassinou 13 camponeses e dois padres em um conflito envolvendo suas terras?

    Defender democracia é outra coisa, babacas. Obama fez muito bem: condenou o golpe, como qualquer chefe de estado acaba tendo que fazer, mas não entrou na brincadeira que nem um pato.

    É difícil entender que Hugo Chávez fez o Brasil de palhaço, e que esse cara deveria estar na embaixada da VENEZUELA? Vocês estão vendo o Chávez preocupado com essa algazarra toda? Ele está só colhendo os frutos políticos, bem tranquilo.

  2. Como está a sua saúde, presidente?
    Está melhorando, está melhorando.

    Mas o senhor disse que estava sendo torturado por radiações de alta frequência e por gases tóxicos introduzidos na embaixada por mercenários israelenses.
    Depois que denunciei isso, penso que desativaram os aparatos que me estavam adoecendo.

  3. Como tem otário neste Brasil, a começar pelo Mulla! Que deve estar muito arrependido de náo ter ido atras do 3º mandato e ter colocado a guerrilheira Estela como sua sucessora. Se recobrar a lúcidez deve entregar o díscipulo de Chaves às autoridades hondurenhas, fechar a embaixada e cair fora até que todos esqueçam está palhaçada da nossa “dipromacia”. Só falta mandar exercito para guerrear por lá. AI-5 já! Lulla fora!

  4. A famosa Veja, ela ataca o presidente desde quando ele era candidato e não vai parar até o LULA morrer, não adianta enquanto mais atacam mais o povo ta a favor do LULA.
    Acho que temos que mostrar que somos o país mais forte da america do sul e ajudar os vizinhos, acabar com esse golpe la e ser a favor do presidente que foi eleito pelo povo democraticamente!!!

  5. chato da água verde Responder

    acontece que Obama se embananou nesta também, se alguma vez se referiu a “golpe” … Juridicamente, não houve golpe, da parte do ‘governo interino’ , quem quiser leia a Constituição deles – aplicaram uma cláusula que visa a conter o apetite caudilhogênico do Executivo … ao que tudo indica, o Sr. Zelaya é que estava tentando golpear de alguma forma…

  6. Logo Lula vai ter que achar alguém simpático a Chaves para fazer plantão diplomático, em relação ao caso. Lula vai se lembrar de um nome ideal para embaixador em Honduras…….

  7. OLHOS DE ÀGUIA Responder

    hugo chaves nao fez o brasil de palhaço, apenas mostrou a vestimenta de trabalhador de circo ao nosso NHONHÔ BARBUDO E ELE IMEDIAMTAMENTE PULOU DENTRO, LULA È UM PALHAÇO, PREJUDICA O BRASIL, QUANDO DEVERIA FAZER UM DISCURSO DE ESTADISTA, MORREU PELA BOCA, COMO JÀ DEVIA TER MORRIDO FAZ TEMPO, A SORTE PERSEGUIU ELE DEMAIS, PARECE QUE AGORA DESISTIU.

  8. V.Lemainski-Cascavel Responder

    O Chaves foi feliz na sacanagem ao Lulla. Deve estar morrendo de rir. É um verdadeiro presente de grego de um amigo urso a um companheiro babaca.

  9. Marcelo Mirosmar Responder

    Rapaz, já vi jornalismo fascista, mas esta edição da Veja está um primor. Aliás, não consegui acabar de ler a revista, de tão retrógrada e imbecil. Os Civita, ou sei lá quem edita este lixo, deveriam enfiar a cabeça na lama e nunca mais tirá-la de lá.

  10. O Brasil, desde o início do século passado, sempre esteve em paz com todos os países do mundo, e sempre apoiou as causas corretas, agora, o presidente e seus acefalados burocratas de quinta, estão aos poucos conseguindo, no mínimo, a desconfiança de vários países, e só nos resta rezar, para que não tenham a brilhante idéia, de enviar soldados para Honduras, pois tem um monte de esposas e filhos que não merecem ficar sem marido e pai.

  11. Ao HAHAHAHHA

    CONTAMINAÇÃO COM RADIAÇÃO DE ONDAS DE ALTA FREQUÊNCIA:

    1. Breve Histórico sobre as Ondas radioelétricas (10 kilohertz a 300 gigahertz)

    1. Numerosos estudos científicos epidemiológicos humanos realizados desde os anos 70 revelam as perturbações incontestáveis seguintes:

    Efeitos térmicos que são atribuídos à conversão das elevadas radiações absorvidas. Os danos provocados incluem lesões locais assim como reações fisiológicas devidas à elevação de temperatura dos tecidos biológicos. Encontram-se lesões nos órgãos internos e os olhos podem ser afetados por cataratas. O sistema nervoso central, o sistema cardiovascular, a termo-regulação e a audição podem também estar afetadas.

    Efeitos atérmicos (ou específicos) que são atribuídos a reações fisiológicas induzidas por radiações mais fracas no caso de exposições crônicas. Os danos provocados são efeitos biológicos que afetam o sistema nervoso (astenia, transtornos do sono, cefaléias, perda de memória), o sistema endócrino (disfunções das supra-renais e da tireóide).
    A Organização Internacional do Trabalho em Genebra, no seu volume 57 sobre segurança, higiene e medicina do trabalho, apontava que os efeitos observados nas hiperfrequências sobre o homem correspondiam ao que havia sido demonstrado com animais , como conseqüência, deviam ser considerados perigosos.

    2. Problemas de compatibilidade eletromagnética devido aos emissores (rádios, microondas, radares, antenas de bases, telefones celulares) acarretam disfunções nos aparelhos e nos materiais. Também explicadas pela aparição de correntes parasitas induzidas na estrutura metálica dos edifícios ou dos andaimes, mas também nos circuitos elétricos e eletrônicos dos aparelhos médicos, industriais, eletrodomésticos e de escritório.

    3. Valores limites de exposição a campos eletromagnéticos são propostos para o público, levando-se em conta a intensidade dos campos elétricos. A Comissão Européia recomenda segundo a freqüência, valores compreendidos entre 28 e 87 V/m .Entretanto, o Parlamento Europeu é, neste ponto, mais severo com o limite de 1 V/m, para freqüências entre 400 kilohertz a 300 gigahertz.

    4. A Organização mundial da saúde ratificando a polêmica cientifica dos efeitos biológicos dos campos eletromagnéticos e com fins de identificar os eventuais riscos de câncer, formou uma comissão internacional de pesquisa, chamada CEM (Compatibilidade Eletromagnética)

    Federal Communications Commision
    http://www.fcc.gov/oet/rfsafety/

  12. Se deu muito mal o Lula, vamos só ver como é que ele vai sair dessa…

    Pô que falta de noção, ao menos agora a América latina e central sabem que o lula é encrenca! Se queimou mesmo!!!

  13. Bucha de canhão Responder

    É triste ver o Brasil servir de bucha de canhão para os devaneios do chavismo. Se as notícias estão corretas, isto é, que houve consentimento para que se estabelecesse uma cabeça de praia do chapeludo Zelaya em terreno de nossa ambaixada, seria o caso de abrir-se uma investigação de como o Brasil, sob a batuta ou a biruta do pequeno estadista de Caruaru, se submeteu ou concorreu a uma maquinação de Hugo Chavez para intervir num país estrangeiro. Afinal, nossa Constituição prevê como princípios das relações internacionais, a autodeterminação dos povos, a não intervenção, igualdade entre os Estados, defesa da paz, solução pacífica dos conflitos. Também prevê o asilo político, mas não como instrumento de sublevação de um povo já conturbado internamente, favorecendo uma das partes envolvidas, o Zelaya, aliás, aquele que justamente começou por desrespeitar a Constituição de seu país e foi destituído pela Suprema Corte hondurenha. Deveria haver uma reação interna em nosso país para por cobro dessa empreitada suspeita de nossa diplomacia, com o beneplácito presidencial.

  14. Tinha que ser a VEJA! Responder

    É lógico que tinha que ser matéria da VEJA, vai ser legal quando VEJA, Bandeirantes, Globo e CBN tiverem que engolir suas palavras ao desfecho da crise. O mundo vai aplaudir o Brasil e quero ver a cara de tacho dessas grandes mídias. O presidente da Colômbia pode mudar sua constituição para conseguir o 3º mandato e a mídia não critica. Quero que o Chavez se exploda, não se pode comparar Brasil com Venezuela. A mídia insiste nisso e não se conforma que o Lula seja o nosso presidente. Também não morro de amores pelo Lula, mas o quue a mídia fala é ridículo, dizer que teve processo legal de destituição do Zelaya é no mínimo um insulto a inteligência de qualquer um. Até o Obama considera que houve golpe.

  15. Para os golpistas desinformados de plantão inclusive a Veja.
    Hoje de manha ouvi na CBN que a ditadura implantada pela elite de direita estão fechando rádios e TVs Hondureñas.
    E esse tipo de política que a Revista Veja defende, pimenta nos olhos dos outros e refresco.
    Imaginem o Presidente Lula mandar seqüestrar os equipamentos da tal revista o que ele e os mal intencionados que opinam aqui no diriam.
    Para defender a “democracia” os EEUU invadiram o Irak e mataram o Saddam ( ou seria para pegar o petróleo deles?), Agora para tirar o povo Hondureño desta ditadura só fazem declarações e a ONU se mantém ao margem.
    Viva o Povo de Honduras, Viva a Democracia de Verdade, Ditadura em America Latina nunca mais

  16. Esperto é o Chaves, babaca é o Lula e tonto é o povo que ainda o aplaude como estadista. Chavez e outros governantes internacionais enchem o sapo barbudo de “gravetos” só para poderem usar o Brasil. E a população começa a acreditar que “esse é o homem”. Mas que tipo de “homem’? Um homem para que o Brasil continue “gigante, mas deitado eternamente em berço esplêndido”?

  17. A trajetória recente das trapalhadas diplomáticas dos brancaleones bolivarianos nacionais, capitaneados pelo “professô” Marco Aurélio Garcia (aquele dos dentes brilhantes e alvos, garoto propaganda da Kolynos) e seu fiel escudeiro, o baixinho invocado Celso Amorim, renegam uma tradição iniciada com o barão do Rio Branco, que inaugurou uma série de bem sucedidos acordos e tratados, conquistados por meios pacíficos e cordatos, que fizeram do Brasil um gigante nesta matéria, ainda que um gigante pé-de-chinelo… as últimas ações diplomáticas da roça pátria apequenaram nossa conduta, aliando o Brasil a “humanistas” internacionais como Ahmadinejad, Mugabe, Al-Bashir (o açougueiro de Darfur) entre outros bichos… apoiar o chapeludo Mané Zé-Laya e sua causa é uma coisa…. acolhê-lo na operação que o contrabandeou de volta ao seu país, instalando-o às custas do dinheiro público brasileiro, como hóspede na embaixada e permitindo que ele e seus quarenta (ou mais) fedorentos, conclamem seu país à guerra civil é um ato de selvageria política internacional….

  18. Eita inveja da revistinha da Abril! Ainda não aceitam ver que o Brasil está se transformando em uma potência e uma liderança regional. Principalmente centrado na figura do presidente Lula.

    O principal veículo dos demo-tucanos e neo-liberais, insiste em tentar desqualificar o já comprovado sucesso do governo de Lula. É o cotovelo da turma do sociólogo dos princípes e princípe dos sociólogos doendo cada vez mais. Já que ele, apesar do doutorado em Sorbonne e etc, não conseguiu nem 10% do sucesso internacional conseguido pelo presidente torneiro mecânico.

    Enfim, o mundo acha que o Brasil está certo. A revisitinha da Abril diz o contrário. Bom, tambén não é novidade.

  19. Porra, fazia tempo que eu não lia um manifesto tão reacionário, com ranço de golpismo saudosista como esse!!!
    afffff…………………….
    até os Braga, Sarney e coadjuvantes devem ter se coçado!!!!

  20. No mundo, tem duas imprensas a favor dos golpistas: a de direita de Honduras e a Nossa.
    Esclarecedora a entrevista do Marco Aurélio ao Sardemberg, ontem na CBN nacional. Está no site!
    Por Exemplo, dizem que o Zelaia ia dar um golpe de reeleição: primeiro, o cara não era candidato em novembro próximo; segundo, ele só propos um plebicito junto com o pleito presidencial que ele não participaria. E aí? Quando a midia nativa argumenta que ele ia dar um golpe, está reproduzindo o argumento mentiroso dos golpista, contra toda a argumentação mundial a favor de Zelaia e Contra o Golpe!!

    js

  21. Os petistas, que eram míopes, agora ficaram cegos de vez. Além de não reconhecerem o rosto de seus novos aliados Collor, Sarney, Renan, Jáder Barbalho et caterva, agora deram para dizer que não há democracia em Honduras e que ocorreu um golpe.

    Parece que lá sim há democracia e que golpe era exatamente o que Zelaya tentou aplicar :

    Constituição de Honduras, artigo 239.
    “ARTICULO 239.- El ciudadano que haya desempeñado la titularidad del Poder Ejecutivo no podrá ser Presidente o Designado. El que quebrante esta disposición o proponga su reforma, así como aquellos que lo apoyen directa o indirectamente, cesarán de inmediato en el desempeño de sus respectivos cargos, y quedarán inhabilitados por diez años para el ejercicio de toda
    función pública.”

    Decisão do parlamento hondurenho sobre a destituição de Zelaya: 123 votos contra 5 (é mole?).

    Democracia, na visão dos petistas, deve ser aquela que vigora desde 1959 na ilha-prisão de Fidel Castro.

  22. A Veja num adianta faz parte do Partido da Imprensa Golpista, que quer a volta ao passado, que por sinal num é muito glorioso né. Eles defende a época do governo FHC que falavamos amém a tudo que vinha do grande irmão do norte. É o direito ao o jus esperniantes.

  23. Concordo plenamente com Verde Oliva e Chato da água verde.
    Não há Golpe algum. Só se agora golpe é a Suprema Corte decidir, o Congresso ratificar e as forças armadas cumprirem disposição constitucional.
    O sujeito Zelaya estava indo contra tudo e contra todos nas suas pretensões de se perpetuar no poder.
    O legislativo e o judiciário já haviam declarado a inconstitucionalidade de suas sandices, mas ele não quis saber, tocou o projeto à frente.
    Um cara desses, só prendendo ou chutando do país.
    E agora o governo é mesmo de transição, até que o povo decida o próximo governante, em 29 de novembro.
    Fora Zelaya e fora pra esse néscio do Lula!
    Aliás, quando foi pro Lula agir contra os governos do Equador, Paraguai e da Bolívia, o bicho ficou lá tomando tapa na cara, dando risada e entregando a dignidade e grana brasileiras.

  24. joazinho santana, acreditar em marco aurelio (aquele do top top) é no mínimo burrice, pra não falar em má fé ou cegueira mesmo.

    O zelaya foi deposto após um processo judicial (em Honduras a Constituição não prevê impeachment), com direito a recorrer, o que ele fez, mas foi mantida a sentença pela Suprema Corte daquele País.

    Aí ele tentou um golpe: deu uma ordem ao Exército para que descumprisse uma determinação da Suprema Corte; e isto lá é inconstitucional e causa a perda de mandato. O Exército hondurenho, cumprindo seu papel constiutucional (que é igual ao nosso Exército), cumpriu a ordem de afastamento do Presidente e entregou o poder ao Presidente do Congresso, que manteve as eleições, para as quais aliás o partido do zelaya tinha poucas chances.

    Aí começam as trapalhadas: não deveriam tê-lo expulsado. O resto é consequência, inclusive a péssima idéia de deixá-lo usar a Embaixada Brasileira para fins políticos; aliás o chavez deve estar morrendo de rir da burrice de nossa “diplomacia”, que caiu numa armadilha e vai sair no mínimo mais pequena do que já é.

    Agor o bom mesmo é ver petistas defendendo um cara que nasceu na extrema direita, é extrema direita, usa o populismo barato como força de arrigementação e convence meio mundo que é democrata…só rindo…

  25. Senhores, vejam como são as coisas. Primeiro, e não é só a Veja que disse isso, havia uma constituição Hondurenha clara, e o tal chapeludo se elegeu democraticamente por ela…Ai, com todo ditador, aliás eles estão querendo voltar a dominar a América Latina, o cara fez uma consulta a sua suprema corte da possibilidade de se perpetuar no poder, consulta essa que teve como resultado uma negação, ai não satisfeito o cara resolveu por conta própria fazer a tal consulta….como reação, foi deposto e expulso do país, como manda a constituição dos caras. Pra mim, isso não configura golpe de estado, e sim seguir o que está escrito na tal constituição. Ai vem o nosso Ptista mor e fala um monte de bobagens, como se todos exigissem a volta do chapeludo a qualquer preço. Com o passar dos tempos ficou claro a grande maioria a verdadeira intenção do chapeludo, embora ela já fosse conhecida a muito tempo. Agora os paizes estão se dividindo, e o Brasil, graças ao despreparo de seu presidente está literalmente com um mico na mão, já que o chapeludo resolveu tirar férias na embaixada brasileira..tudo porque o Lula falou demais e pior, sob influência do democratico Chaves……que lambança heim….Agora não entendo a PTzada, tão ai gralhando que lá foi golpe, que tão fechando as rádios, blá,blá,blá. Mas quando o Chaves fez isso, acharam natural……. vai entender a PTzada…

  26. Essa Veja é comédia!!!!
    No artigo sobre Che Guevara no ano passado ela “acusou” o guerrilheiro de ter transformado o exército cubano numa máquina de ….. matar!!!! e os exércitos do mundo inteiro treinam para que?
    No caso de Honduras, o mundo inteiro apóia a posição do Brasil, é só acessar os sites dos jornais lá fora e acompanhar…

  27. Naquela republiqueta, existe Lei.
    E a Lei é para ser cumprida, doa a quem doer, mesmo sendo um politico e governante.
    Nada de dar um jeitinho.
    Começa por lá o corte de jeitinho para perpetuar no cargo, pois até no Brasil, já tinha golpista tentando o terceiro para Lula.
    Democracia é debate publico, eleições limpas e renovação de valores entre situação e oposição.
    O Brasil abriu precedente, intervindo no pais amigo, sem antes analisar a realidade dos fatos. deu no que deu.

  28. Eu sinceramente não vejo uma situação de golpe em Honduras.
    Um presidente desrespeitou sua própria constituição, foi julgado pelo judiciário com confirmação pelo parlamento (acho que 180 x 5, ou coisa parecida).
    Foi retirado do poder por determinação judicial.
    Agora vem o Brasil, metido a galo, montou um palanque eleitoral para este chavista sem caráter dentro da (minha, sua, nossa) embaixada.
    Quero só ver a continuação desta estória. Até agora o Presidente Lula tem se colocado como um brilhante lider no cenário internacional, e se a nossa diplomacia não rever a sua postura para Honduras toda essa conquista pode ir para o vinagre.
    O Chaves deve estar dando gargalhadas!!!

  29. luis gringo…a CBN é da GLOBO…ainda bem que vc acredita nela!!!

    E democracia é bom mesmo, quando vcs, do pt, vão fazer alguma coisa, gritar, espernear, enfim, aquele carnaval de sempre, com relação a CUBA, aquele exemplo de “democracia”…

    Demagogos, só isto que vcs são!!!!!

  30. LEÃO DO CANGUIRI Responder

    Pois o PT e o LuLLa esqueceram do Brasil. Foi bonito o discurso sobre as nossas qualidades na ONU, até ai tudo bem, vez o seu papel de Presidente de vender o nosso peixe. Mas, depois, colocou tudo a perder ao defender uma crise interna de Honduras que não tem nenhum vinculo comercial com a gente e não temos nada de concreto como eles em outros aspectos, como: cultural, de pesquisas e desenvolvimento de ponta.
    Nem no futebol temos algo com eles.
    Então porque nos meteram nesta fria. Será que o LuLLa, além de bonequinho de marionete do CoLLor é também, marionete do Chavez?
    Se for, que vergonha de quem esperava mais dele do que ele nos oferece. Sou assalariado e trabalhodor. Não tenho vida fácil e estou cheio de dívidas como qualquer cidadão comum neste país, para ver o nosso Presidente se mentendo em rolo na casa do vizinho.
    LuLLa, faz um favor oa povo BRASILEIRO. Fale menos dos outros e vale mais de nós. E também se preocupe mais com os nossos problemas do que com os problemas dos outras.
    Por mim, bota este Zelaya frente a frente com os golpista e deixem que se entendam a moda deles. A noss diplomacia foi sempre integra e correta, não vá pisar no tomate com nós por causa dos hondurenhos.
    Nós somos brasileiros e precisamos de um presidente que esteja preocupado com nós e não com os outros.

  31. FATOS

    1- A Veja é uma revista parcial, que silencia a toque de dólar e fogueteia a toque de euro, se bem que dorme mesmo a toque de real.
    2- O Lula tem seus méritos, mas tem que se conscientizar de que está longe de ser um intelectual.
    3- Lugar de presidente do Brasil é no Brasil, cuidando do Brasil e não se envolvendo inocente , precipitada e inconsequentemente na política externa alheia , sobretudo se pouco ou nada sabe sobre ela.
    4- A turma da direita – existe isso ainda?- (antes do Lula) não vendeu o Brasil:DEU-O!!!
    Empresas que poderiam ser lucrativas foram doadas, sob pretexto de má gestão pública , cabide de empregos etc. Pois bem, bastava geri-las de modo competente, demitindo incompetentes, mudando a constituição etc etc etc.
    Em suma: não tem moral suficiente para criticar sem assumir suas próprias limitações.
    Disso tudo, vamos tentar aproveitar algo: é preciso dar mais qualidade ás Câmaras, Assembléias , Congresso.
    Mas, digam-me: Galdino, Renato Gaúcho, Chik Jeitoso,Custódio,Romário, Paquitas, Dedé Santana, neto do Bento Munhoz, Alexandre Khuri … tem jeito?

  32. o Verde Oliva. Lulla fora não. Dentro do xilindró.E isso que merecem os traidores da patria.

  33. O Lula quer transformar Honduras em uma republiqueta das bananas como é o Brasil, Venezuela,Bolivia,Equador ,Paraguai.Argentina.

  34. Seria bom se estes defensores da “esquerda lúcida” brasileira buscassem conhecer melhor a história desse senhor e sua família. Por exemplo, Vocês sabiam que o pai do Zelaya pegou sete anos de cana por assassinato? Mandou matar 13 sem-terras e dois padres que invadiram suas terras. Sabiam que Zelaya sempre foi de ultra-direita e que tem vários processos por trabalho escravo, desvio de dinheiro, etc… Sendo um dos maiores latifundiários de Honduras? Sobre a manifestação do Carlos Molina sobre a contaminação radiativa aconselho procurar um psiquiatra, isso é esquizofrenia pura.

  35. É incrível que a mídia nacional, que em sua grande maioria abraçou cegamente a causa de Mané Zé Laya, não enxergue o que anda acontecendo por Honduras… o pronunciamento feito diretor da rádio Globo, empastelada pelo governo interino, diz que os culpados pela crise hondurenha são os judeus e exalta Hitler pelas seus feitos e lamenta que este não tenha terminado seu “serviço”… esta espécie de pronunciamento, aqui no Brasil ou em qualquer país civilizado, onde exaltar o nazismo é crime, teria motivado o fechamento da rádio e a prisão do imbecil…está na internet, basta procurar… no entanto, a mídia nacional, inclusive a Rede Globo, entrevistou o tal diretor da rádio como uma vítima da violência da “ditadura golpista” … é inacreditável a cegueira quanto aos fatos e acontecimentos na republiqueta bananeira, onde o Brasil, violentando a Constituição Federal, meteu seu bedelho, pondo à mostra os dentes enegrecidos de Marco Aurélio Garcia, o especialista em política externa… num ponto o velhote de dentes carcomidos parece ter acertado na mosca: quando aconselhou Lula a enfiar seu nariz no bananal hondurenho, Lula viu ali a chance de mudar o foco da mídia, que acossava Sarney e paralisava o Senado, para um assunto de “real importância” que acabou por atrair todos os holofotes da mídia nacional… isto foi um golpe de mestre…

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