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Tráfico desafia polícia e impõe novo toque de recolher no Uberaba

Escolas cancelam aulas. Comércio fecha portas. E todos têm medo de novos crimes no Bolsão Audi-União, em Curitiba.

De Themys Cabral e Aline Peres na Gazeta do Povo

Um menino andava ontem, pouco antes do fim da tarde, pelas ruas da Vila União, no bairro Uberaba, em Curitiba. Apa­rentava uns 10 anos. E trazia uma mensagem que causou pânico entre moradores e comerciantes da região. O garoto dizia que, ontem, o toque de recolher teria de começar mais cedo: quem continuasse na rua depois das 18 horas estaria correndo risco. Quem ouvia a mensagem não pensava duas vezes. Fechava tudo e ia para casa o mais cedo possível.

A obediência cega à ordem de sair das ruas ilustra o clima de pânico vivido no Bolsão Audi-União desde a chacina ocorrida na noite de sábado.

Oito pessoas morreram, supostamente porque não obedeceram a um outro toque de recolher. A polícia – que continua negando as ordens de sair das ruas, apesar do depoimento dos moradores – diz que a série de crimes teria sido ordenada por um traficante, interessado em vingar a morte de seu sobrinho.
Um suspeito foi preso. A polícia diz que identificou seis autores da chacina. E garante que colocou vigilância suficiente na região. Mas o clima continua sendo de muito medo. Mesmo antes da passagem do pequeno mensageiro pelo bairro, os boatos de um novo toque de recolher já existiam. As escolas não ficaram de fora. Programadas para fazer aulas mais curtas no período da noite, tiveram de rever os planos e tomar medidas mais drásticas. No início da noite de ontem, ninguém foi encontrado nos colégios pela reportagem.

Com o cair da noite, mesmo os policiais desapareceram, segundo os moradores. En­­quan­to durante o dia a região foi mo­­nitorada por um grupo da cavalaria (uma viatura e seis policiais montados), uma viatura da Polícia Militar e outra das Rondas Ostensivas de Natureza Especial (Rone), à noite, relatam os moradores, apenas uma viatura do projeto Povo percorria toda a região. O comando da Polícia Militar se negou a informar o efetivo que havia na vila. Disse apenas que era “suficiente”.

Quando surgiram boatos de que teria havido mais mortes no bairro, mais tarde desmentidos, nem mesmo a polícia sabia confirmar as informações. Uma viatura teve de ser enviada para o local para averiguar. “A polícia não ia ficar direto aqui?”, questionou uma moradora. “As ruas estão vazias, estão todos com medo, dentro de casa. Só tem uma viatura correndo as ruas”, afirmou a moradora por telefone à reportagem da Gazeta do Povo, depois do início do toque de recolher.

Enquanto isso, os moradores da região corriam para tentar garantir sua segurança. Exemplo é o caso do supervisor comercial Juliano*, morador há seis meses de um condomínio residencial próximo à região da chacina. Normalmente, ele volta de ônibus para casa depois do trabalho. Ontem, foi diferente. Recebeu a informação de uma pessoa da família de que haveria um novo toque de recolher: não se arriscou e voltou de táxi. Encontrou o local vazio, tanto de polícia quanto de moradores. O comércio ao redor tinha as portas cerradas e havia uma sensação estranha no ar. “Sem policiamento, vai ficar complicado”, diz ele. A filha, que estuda em uma escola estadual do bairro, foi liberada mais cedo, mas teve de voltar sozinha para a casa.

24 Comentários

  1. Cidadão Paranaense Responder

    Os Policiais Militares do Paraná são competentes. O que realmente da para perceber é que os bandidos estão desafiando o povo e o comandante da secretaria de estado da segurança publica que não toma medidas como ele costuma dizer “inteligente” para conter esta onda de violência. Uma pergunta é o povo quando é que vai pra ruas protestar de verdade contra a falta de segurança?

  2. Isso é realmente uma afronta a todos nós.
    “Toque de recolher”
    Mas o estranho é que não houve reação da polícia.
    Em outros tempos, já teríamos pelo menos uns 12 traficantes comendo capim pela raiz…
    Pena que o tráfico é movido por interesses muito maiores do que esses da ponta desorganizada e pé-de-chinelo.

  3. Que policia, infelismente a nossa policia esta totalmente sucateada, salarios baixo para os policiais de base, e ALTISSIMO para os SUPERIORES, mas quem está na rua e o de base, por esse e outros motivos a nossa SEGURANÇA TA LARGADA.

  4. Estou aqui pensando em enviar algum comentário, mais me faltam palavras, pois todas já foram escritas e ditas por todos nós
    , e o que é pior ano que vem apenas teremos a dança das cadeiras toda esta corja simplesmente irá trocar de postos politícos, graças
    a ignorância deste nosso povo, o qual infelizmente mereçe passar por tais situações, trocam o direito a cidadânia por vale gás vale esmola etc etc, pergunto?? como será o Brasil que deixaremos de herança para nossos filhos e netos???

  5. Adiciono aos comentários que fiz em relação aos esforços do Deputado Mauro Moraes, em defesa do interesse público na área fundamental da segurança.
    Adiciono para destacar a necessidade de uma mobilização maior, no sentido de sensibilizar o governo para a necessidade uma “força tarefa gerencial ” em relação a segurança pública.
    CLOVIS PENA

  6. Absurdo. Este quadro não cabe em Curitiba. Está fora do contexto de nossa sociedade. Urge identificar as causas que propiciaram a instalação deste estado de coisas e a imediata ação institucional dos organismos responsáveis.

  7. É, quando a policial resolve alguns casos importantes que vai dar midia, o menino maluquinho logo aparece para dar entrevistas, e agora ? onde andas ó menino ja não gostas mais de microfone ? Só viaturas novas não resolve é necessário motivação do policial, principalmente motivação financeira. Quanto as viaturas … Que viaturas. Baita de Camionetonas, Eco Sport e outras belezuras, só para chefia, o resto é a base e a base que se fo…….

  8. O Rio já chegou aqui?????!!!! Responder

    Pensei que isso fosse acontecer beeeemmmmm mais tarde!!!!!!! (torciamos para que nunca acontecesse).
    Nossas autoridades precisam tomar uma ATITUDE DEFINITIVA, senão, logo, logo, seremos um novo Rio em matéria de chacina, sequestro, mais vendas de drogas, etc…etc…

  9. Campana, já afirmei várias vezes em teu blog, que a Única explicação do governador manter esse cidadãozinho como secretário da segurança pública de nosso estado, é o fato de sua Excelência ter o rabo muito preso com ele. Façamos uma análise do ocorrido num passado não muito distante. Entre o competente Botto e o rambinho, sua Excelência preferiu ficar com o rambinho. Sua Excelência tinha e tem consciencia de quem possue mais competência, não há nem como comparar. Qual pode ser a explicação? RABICÓ PRESO!!!

  10. Enquanto isso….o Betinho Lerner faz turismo pelo interior do estado, virando as costas para o seu eleitorado. É nestas horas que o povo espera ação de seu lider…ou foge das encrencas mais dificeis, afinal dizer que segurança é dever unico e exclusivo do estado é mentira, pois segurança pública é complexa e exige ações e medidas desde o governo federal, quanto estadual, municipal e da própria população. Cadê o Prefeito? quero ver se o comentário será publicado

  11. È por essa e por outras que acho muito mais útil pagar um ingresso de circo do que impostos. Pelo menos no circo os palhaços não somos nós.

  12. Não adianta ficar comentando, nada vai mudar nada mesmo. Em breve teremos uma segurança pública profissional e as polícias voltarão a trabalhar, os coronéis e delegados voltarão a comandar. Até lá só Deus pra nos proteger

  13. Guarapirocabano Responder

    Exército, está na hora de dizer para que serve, pois isso é uma guerra, e guerra tem que ser tratada como tal… vamos, estão esperando o que??? Que Curitiba se torne uma Rio de Janeiro???
    Entra lá, cadastra todo mundo, quem for suspeito, olho nele… Quem for de fora e não está empregado, dá um tempo, se não arrumar nada, pé na bunda, manda pegar o caminhão de onde caiu.
    Tem que cadastrar todos, infelizmente esta é a situação, desocupado que não mora aqui, manda embora. isto dá certo no primeiro mundo, porque aqui não pode dar certo.

    E tenho dito.

  14. E alguém acredita na segurança pública do Paraná? Só se for louco, como o nosso duce, para quem aqui temos o mehlor secretário de segurança do mundo.

  15. se fosse a secretaria de segurança ou o governo obrigar o toque de recolher,ja via a turma dos direitos humanos para criticar a liberdade de ir e vir,agora porque essa turma não vão falar com os marginas que estão violando os diretos do povo,seus idiotas e hipocritas acorda povo mediocre.

  16. TÁ TUDO DOMINADO!

    CURITIBA ESTÁ DOMINADA PELO PCC!

    NÃODÁ PARA ESQUECER:

    Confirmada ameaça do PCC na Grande Curitiba

    Redação

    Tensão e a orientação de cuidados redobrados continuam nos batalhões da Polícia Militar e nas delegacias do Paraná, por tempo indeterminado. Medidas de precaução foram tomadas na quarta-feira, logo depois de as autoridades de segurança receberem a informação que o Primeiro Comando da Capital (PCC) estaria tramando uma retaliação à polícia paranaense, assim como aconteceu em São Paulo, há dois anos. O objetivo também seria invadir quartéis, batalhões e delegacias, para arrebatar presos e roubar armas.

    O coronel Carlos Alexandre Scheremetta, antes de ser determinado seu afastamento do Comando do Policiamento da Capital, explicou que todos os policiais foram orientados a manter os portões dos batalhões e companhias fechados e que o acesso de pessoas fosse rigorosamente controlado.

    “Se não tomássemos essas medidas, poderíamos ser pegos de surpresa. Não sei a procedência da informação sobre o ataque. Apenas fomos orientados pelo coronel Anselmo (comandante-geral da PM no Paraná) a tomar esses cuidados”, comentou Scheremetta.

    Em Curitiba, apenas dois Distritos Policiais mantêm carceragem. No 11.º DP (CIC), nenhuma orientação da Divisão de Polícia Civil da Capital foi passada. Já no 12.º DP (Santa Felicidade), o atendimento ao público, que começa às 9h, é encerrado às 18h, depois disso, os portões não são abertos para nada.

    Membro do PCC é condenado em Curitiba

    Oito anos depois da fuga do presídio do Ahú, Cego volta a Curitiba para ser julgado
    Reportagem Phillipe Trindade, especial para o Comunicação On-line
    Edição Poli Brito
    Phillipe Trindade

    Um dos líderes do Primeiro Comando da Capital (PCC) foi julgado pela 2ª Vara Privativa do Júri de Curitiba, na sexta-feira (18). Daniel Vinícius Canônico, conhecido como Cego, foi condenado a dez anos e seis meses de prisão em regime fechado.

    Em 2000, enquanto cumpria pena no presídio do Ahú, Cego participou de uma fuga. Membros do PCC usaram um caminhão de lixo roubado para derrubar o muro da detenção. Depois disso, Daniel desceu de sua galeria, no terceiro andar – utilizando uma corda feita com lençóis e toalhas – e correu aproximadamente 150 metros até alcançar a rua. Com ele, 12 presidiários escaparam de celas que foram previamente cerradas. Na ocasião, o guarda penitenciário José Carlos Vilas Boas foi baleado e morreu. A acusação qualificou Canônico como idealizador e mandante da fuga.

    Quadrilha de assaltantes ligada ao PCC é presa em Curitiba – 23/03/2006 15:20:39

    Policiais da Delegacia de Furtos e Roubos (DFR) prenderam, nesta quarta-feira (22), seis pessoas acusadas de integrar o PCC (Primeiro Comando da Capital) e de roubar diversas residências e comércios em Curitiba e região metropolitana. Com eles, a polícia apreendeu cinco armas, quatro veículos roubados e drogas.

    “De acordo com as investigações, descobrimos que eles recebiam orientações de líderes do PCC para cometer os crimes. A retirada destes bandidos das ruas pelos policiais da Delegacia de Furtos e Roubos só vai trazer mais tranqüilidade para a população”, disse o delegado Rubens Recalcatti, titular da Delegacia.

    Foram presos Samuel dos Anjos Oliveira, 23, Elison Antonio Pereira, conhecido como “Orelha”, 28, Julio César dos Anjos, o “Julinho”, 35, Geandro Ricardo Ribeiro, o “Preto”, 26, além da apreensão de mais dois adolescentes de 17 anos.

    De acordo com Recalcatti, as investigações sobre a quadrilha se aprofundaram há quinze dias, quando os policiais militares prenderam dois homens acusados de roubar uma casa lotérica e uma loja de som. “A partir daí, nossos policiais da DFR passaram a investigar o caso e descobrimos uma grande organização criminosa que atuava em Curitiba e região e conseguimos desmantelar a quadrilha que era composta de criminosos foragidos, ligados ao PCC e com uma vasta ficha de antecedentes criminais”, contou o delegado.

    PCC executa técnico judiciário
    Paraná – Curitiba – 20/04/2006

    Um recado escrito com batom indicou que membros do Primeiro Comando da Capital (PCC) agiram mais uma vez em Curitiba. Depois de seqüestrar e assassinar o técnico judiciário Takeru Mauro Koarata, 44 anos, os criminosos abandonaram o carro da vítima com a inscrição “1533 – Isso que é crime”. Segundo a polícia, o número representa as letras que formam a sigla da facção criminosa.

    Por volta das 21h30 de terça-feira, Takeru, que auxiliava um juiz da Justiça Federal, voltava para casa, em Santa Felicidade, quando foi abordado pelos marginais, de acordo com a polícia. Eles teriam obrigado a vítima a passar para o banco traseiro do carro, o Golf prata placa BBB-5443. Cerca de uma hora mais tarde, o veículo foi encontrado, abandonado próximo ao Contorno Norte, no mesmo bairro.

    Os policiais que acharam o carro avisaram a esposa da vítima, que reconheceu ser seu o batom o usado pelos marginais. Foi feita a perícia no Golf, recolhidos dois projéteis -um intacto e outro deflagrado -e o carro foi entregue à família de Takeru.

    Buscas

    Durante a madrugada, policiais militares fizeram buscas para encontrar o técnico judiciário. Na manhã de ontem, o corpo dele foi achado por moradores da Vila Rivieira, divisa entre Curitiba e Campo Largo. Takeru foi assassinado com um tiro na cabeça e outro no pescoço, e deixado em um matagal próximo a uma ruela de terra, continuação da Rua Edmundo Eckstein.

    No local, a polícia recolheu uma pochete com alguns papéis, porém não havia dinheiro nem documentos da vítima.

    Para o delegado Fauze Salmen, da Delegacia de Homicídios, os criminosos tentaram simular um latrocínio (roubo com morte). “Acredito que se trata de execução”.

    RONE mata sexteto do PCC na Grande Curitiba

    15/09/09
    O confronto entre policiais militares e integrantes de uma gangue, iniciado na noite de quinta-feira, em Colombo, continuou durante a madrugada de ontem, e deixou mais mortos.

    À noite, três homens haviam sido baleados, na Rua das Flores, no Jardim Monte Castelo. Horas depois, mais três suspeitos morreram em novas trocas de tiros com os policiais. Os seis mortos foram levados primeiro para o Hospital Cajuru e depois os corpos seguiram para o Instituto Médico-Legal. Três deles já foram identificados.

    As perseguições e os tiroteios se arrastaram durante horas e só terminaram no meio da madrugada. Ao todo, oito viaturas da Companhia de Choque participaram dos confrontos e, de acordo com o boletim da ocorrência, 201 tiros foram disparados somente pela polícia.

    Sete revólveres calibre 38 foram apreendidos com os suspeitos, com 25 munições deflagradas. Um dos homens vestia colete à prova de balas, que também foi recuperado. Além disso, três carros foram apreendidos e levados à delegacia do Alto Maracanã.

    Segundo o Tenente Alves, Cmt da RONE, havia denúncias recorrentes sobre a atuação de membros da facção criminosa paulista Primeiro Comando da Capital (PCC) em Colombo. “Um dos criminosos mortos, identificado apenas como Sharon, é um dos líderes do PCC no Paraná”, afirmou o oficial.

    Vingança

    Pelo que foi apurado, o grupo estaria reunido para matar um homem identificado como “Xandinho” e eliminar todas as pessoas que estivessem com ele. A matança seria para vingar a morte de um de seus parceiros, conhecido como “Grilo”, assassinado em retaliação a outro homicídio ocorrido no município.

    As informações são de que “Grilo” teria participado do homicídio da jovem Silvana Rodrigues Mizael, 18, em julho do ano passado. A garota foi encontrada decapitada, na Rua Ipê, naquele mesmo bairro.

    Segundo a polícia, os tiroteios foram consequencia de uma operação realizada para evitar uma chacina no bairro Monte Castelo. As informações apuradas pelo serviço reservado eram de que um grupo de dez a 15 pessoas se reuniria para atacar uma residência. A intenção era matar os moradores e, depois, incendiar a casa. Segundo as investigações, os suspeitos estariam em três carros – Monza, Polo e Logus.

    “A vítima auxiliava um juiz, por isso vamos conversar com os colegas de trabalho de Takeru, para saber se ele estava atuando em algum caso ligado ao PCC. Também vamos investigar se ele foi morto no matagal, ou apenas jogado lá”, finalizou o delegado, lembrando que outras hipóteses também estão sendo investigadas para o assassinato.

    Polícia intecepta maconha do PCC
    Além da droga — mais de uma tonelada, dois traficantes acabaram presos
    08/10/06 às 19:12 | Carlos Simon

    Uma encomenda que teria como destinatários membros do Primeiro Comando da Capital (PCC) foi interceptada sábado de madrugada na BR-116, Região Metropolitana de Curitiba. A Polícia Federal encontrou mais de uma tonelada de maconha, escondida em meia a uma carga de carvão, e prendeu quatro pessoas acusadas do transporte.
    Segundo a PF, o grupo vinha sendo investigado há alguns meses. Às 4h da madrugada de sábado, uma equipe de policiais federais abordou um automóvel Gol preto, no posto Taquari da Polícia Rodoviária Federal, na BR-116, em Campina Grande do Sul. O carro seria o “batedor” (escolta) do caminhão Mercedes-Benz, parado instantes depois e que trazia 1.270 quilos de maconha escondidos no meio de 6.300 quilos de carvão.

    O motorista do Gol era Alessandro Maricone Santana, vulgo “Alemão”, 35 anos, morador de Andradina (SP) e foragido da Colônia Penal de Tremembé (SP), onde cumpria pena de sete anos por roubo. Ele era acompanhado por Joelma de Jesus, 25 moradora de São José dos Campos (SP). Também foram presos Achiles Fava Pina, 46 anos, motorista do caminhão, e a acompanhante dele, Edilene Rodrigues da Silva, estudante, 21, ambos moradores de São José dos Campos.

  17. Vigilante do Portão Responder

    Enquanto isso o Sr. Secretário de Segurança está nos Estados Unidos. KKK
    Bem seguro, logicamente. KKK

  18. LEÃO DO CANGUIRI Responder

    Nos velhos tempo nem sabiamos o que era traficantes. Morro do Rio de Janeiro era reduto do bom malandro, hoje é do bandido.
    Em nosso Curitiba, só tinha a Vila Pinto e as demais nem se falava. Hoje eu acabei descobrindo que em Curitiba existe a Vila Icarai, esquecida por todos.
    Lá é a lei do bandido que manda. E nem a polícia os intimida. Como muitos da população local ja falaram, não tem como falar, pois a polícia não proteje ninguém.
    E vem um Romanelli da vida querer blindar um secretário mauricinho e não deixar o cabra dar explicações a população.
    Por isso eu clamo a população de Curitiba, que em 2010, não votem em deputados como o Romanelli e nem em Governadores como o Requião.
    São ambos uma falácia na política paranaense.

  19. Que voltem os grupos de exterminio. Animais dessa espécie, que matam criancinhas, só entendem uma atitude. Bala na cabeça! Morte aos animais. Cade os grupos de direitos humanos,para falar em nome das vitimas? Aposto que se aparecer meia duzia destes criminosos em uma valeta, vão ter inumeros desses estupidos de direitos desumanos reclamando. Devem levar algum.

  20. jose carlos vc é bm informado mesmo!!! ate onde sei o Beto e prefeito, e nao governador!!! a policia militar e civil são comandadas pelo GOVERNO ESTADUAL E NÃOOO MUNICIPAL!!! entao antes de falar asneira se informe!!!

  21. Caro colega “LEÃO DO CANGUIRI”, há muito tempo nossa cidade bem como a região metropolitana está dominada pelo tráfico de drogas, vou mais além esta merda já não é mais um problema das periferias a lei do silêncio impera acima de qualquer outra nesta republiqueta de 3ª categoria, não duvide este pessoal já esta financiando campanhas politícas, o tal do CRACK é uma poderosa droga podendo causar depedencia já no primeiro uso, as vitímas perdem totalmente o dicernimento do que é certo ou errado, perdem a moral e o amor próprio, o que as tornam capazes de realizarem qualquer tipo de loucura para obter mais uma pedra, e enquanto isso viva a copa do mundo e as olimpíadas!!!!
    Vejamos o caso da convocação do nosso secretário estadual da insegurança pública, vem fugindo do questiionamento da asssembleia estadual, igual o diabo foje da cruz, simplesmente porque não tem o que responder de concreto, ou se realmente vir a falar a verdade, vai aproveitar o momento e pedir para sair do governo, aliás os nossos deputados estaduais, federais, senadores, governadores, secretários de saúde e educação etc, etc, etc, deveriam parar com essa demagogia e por em prática projetos realistas visando uma saída, porque do jeito que a coisa vai estamos a um passo de viramos reféns do poder paralelo.

  22. José Roberto Ribeiro Responder

    Admiro o governo Requião em muitos aspectos, é um estadista, porém no que tange a segurança, especificamente em certas regiões de curitiba (principalmente estas mais pobres) confesso que é absurdamente ruim! O governo do estado deve fazer alguma quanto a segurança da população, independente do bairro, senão nossa capital vai virar um rio de janeiro, com relação à segurança.[Não adianta só conhecer o problema deve-se agir para obter sua resolução; E acrescentando, com tantos problemas na segurança do povo, entendo o motivo pelo qual o secretário Delazzari não quer ir[Ou foge] à assembléia legislativa].

  23. Outro problema é a hipocrisia da sociedade, e a imprensa oportunista e porca que fomenta a população contra a polícia, visto que, se meterem chumbo nesses vagabundos, o povão e os pseudo-jornalistas vão alardear que a polícia é arbitrária, despreparada, mal comandada, etc…

  24. SEM MAIS DELONGAS : A PM CHOQUE, EM OPERAÇÃO CONJUNTA COM O EXÉRCITO (SIM, ISTO É UMA GUERRA URBANA), DEVERIA CERCAR E FECHAR O MORRO (OU A FAVELA, OU A VILA, OU O BAIRRO) E ANUNCIAR 30 MINUTOS PARA QUE TODOS SAIAM, DESARMADOS, SE IDENTIFIQUEM, PASSEM POR UMA TRIAGEM E AGUARDEM EM OUTRO LUGAR SEGURO.
    AVISANDO BEM CLARO QUE ESGOTADO ESTE TEMPO AS FORÇAS VÃO ENTRAR ATIRANDO E MANDANDO BOMBA… E VÃO FAZER UM ARRASTÃO NO LOCAL.
    QUEM NÃO SAIR ESPONTANEAMENTE DENTRO DO PRAZO ESTIPULADO, SIMPLESMENTE MORRE.
    SIMPLES ASSIM.
    É PRECISO MOSTRAR QUEM É QUE MANDA. SE AS ARMAS DO TRÁFICO SÃO MAIS FORTES DO QUE OS CÓDIGOS DA JUSTIÇA, ENTÃO QUE A JUSTIÇA SE FAÇA SENTIR TAMBÉM PELAS ARMAS…
    JÁ DISSE EM OUTRO POST : SOU MAIS O CAP. NASCIMENTO DO QUE O MIN, GILMAR MENDES, QUE PENSA PRIMEIRO NOS DIREITOS DO CRIMINOSO…

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