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Prefeitura estranha decisão política do IAP

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O secretário do Meio Ambiente, José Andreguetto, deplorou a decisão tomada pelo superintendente do IAP, Victor Hugo Burko, que decretou o fim do aterro da Caximba sem ao menos comunicar a Prefeitura de Curitiba. Para ele, é evidente a motivação política de espalhar o pânico e o caos na cidade. Ouça o que disse o secretário José Andriguetto para a rádio Banda B.

Ou clique aqui para baixar o arquivo em formato mp3.

Mas não há desespero. A Prefeitura tem as suas precauções e o lixo não estará abandonado nas ruas quando chegar o Natal. Até, porque, a cota de 940 mts do Aterro da Caximba só será atingido em fevereiro. Ouça:

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20 Comentários

  1. “A questão ambiental é tratada com o maior desleixo possível. Basta que qualquer um acompanhe as ações da COPEL para a construção de hidroelétricas no Rio Tibagi, com licenças fraudadas e descaso total pela população que será inundada. Melhor ainda, a presidência do IAP (Instituto Ambiental do Paraná) foi dada a Victor Hugo Burko, do PL (partido de direita conservador)que é madeireiro e até fazenda de caça já teve.
    Agora a Sanepar está as voltas com um escândalo milionário. Desde a era Requião a empresa que tinha 150 cargos comissionados, agora tem 350. Era de se esperar excelência na equipe. Mas o que vem acontecendo é maracutaia da braba. Um empresa chamada Pavibrás, ganhou a licitação para obras de esgoto no litoral paranense através do programa PARANASAN, no valor de R$60 milhões. Entre um esquema e outro na diretoria da Sanepar, coisa e tal, papo vai, papo vem a obra ainda não ficou pronta e de aditivo em aditivo no contrato o custo já está em R$ 150 milhões, sem prisão do término e ainda faltando pelo menos mais R$20 milhões para conclusão das obras. Não obstante o procurador-geral do estado que faz parte do conselho administrativo da Sanepar vem alertando para o fato e sempre desautorizado porque entre os diretores envolvidos na parada alguns são afilhados do governador, pediu sua exoneração através de carta em que demonstra incompatibilidades com alguns membros do governo.”

    Fonte: CMI

  2. E O QUE O FILHO DO ZÉ VAI FAZER QUE NÃO FEZ ATÉ HOJE???
    OUTRA LICITAÇÃO EMERGENCIAL??????

  3. Vou dar uma ideia,mandar os caminhões da cavo descarregar em frente a casa desse imbecil ou imbessil.

  4. SÓ UMA PERGUNTA AO SECRETÁRIO DE MEIO AMBIENTE DE CURITIBA….!!!!!!!

    COMO ELE TEVE ACESSO AO RELATÓRIO FINAL DOS TÉCNICOS DO IAP, SEM ANTES O ÓRGÃO SE PRONUNCIAR OFICIALMENTE?….

    PRIVILÉGIO DE INFORMAÇÕES?……

  5. É SÓ O ANDREGUETO QUE FALA COM IRONIA DISENDO QUE O BURKO PEGOU DE SURPRESA POIS EU NÂO SEI O QUE É PACIENCIA POIS FAS 10 ANOS QUE A CACHINBA TÁ CHEIO O ANDREGUETO MAIS TRABALHO MENOS POLITICAGEM EM SEU LUGAR DEVE TER ALGUEM MAIS COMPETENTE HO CAMARADA PRESTA A ATENÇÂO SUJEITO

  6. Antes de tomar essa atitude deveria pensar aonde depositar o lixo de Curitiba e região. Atitude totalmente inconsciente e com motivos pessoais. Ridículo e lamentável.
    Antes das divergências políticas deve estar a população.
    Péssima atitude e assim como já foi comentado, que depositem o lixo em frente à sua casa.
    Lamentável e antes de fazer pense…

  7. Faz 6 anos que ele está na prefeitura, por que não fez a licitação neste período???

    Por que deixou chegar a este ponto??

    Por que precisa ser emergencial???

  8. Isso é campanha pútrida, sórdida, rasteira, própria das aves de rapina que infestam o Palácio das Araucárias.
    Para eles, não interessa o bem estar da população de Curitiba. Só seus objeticos eleitorais.
    Sinceramente, é de dar nojo.

  9. Repetir não ofende – se tivessem escolhido o caminho de cumprir a lei de resíduos, seu regulamento, seus ditames e seus prazos, a questão estaria resolvida. Escolheram outros caminhos e/ou outros parceiros, só podia dar neste imbroglio, em que pese a reta intenção de alguns poucos. Lastimável. Todas as autoridades públicas envolvidas estaduais e municipais, inclusive, o Ministério Público e o Consórcio Municipal, não tem mais ação, porque estão todos implicados neste fiasco. Exemplo marcante de como não conduzir os assuntos de interesse público. E como sempre tem acontecido, a sociedade acabará por pagar o mico, o pato e o prejuízo.

  10. Marcondes…. Minha sugestão a você e pedir para os caminhões da CAVO descarregar lá na caso do Andreghetto. Que é isso que eles vão fazer! Essa turma da prefeitura tem tudo o rabo preso com a CAVO!! Contratinho de 3 Milhões por mês e seus repasses esta próximo do fim….

  11. Bruna Rodrigues Responder

    Sr. Sidney Casarin, aprenda a prestar atenção no que esta sendo falado e não no que estão lhe induzindo a dizer.

    Em momento algum o Secretário Municipal, diz ter o relatório final, e sim cópia do parecer técnico, se você não sabe a diferença entre parecer técnico e relatório final.

    Atenha-se a sua ignorância e não faça comentários esdrúxulos.

  12. Este problema é uma prova da imcopetência da administração da Prefeitura de Curitiba.
    O Prefeito Beto fica percorrendo o Paraná em campanha eleitoral quando deveria estar trabalhando como Prefeito e ai da nisto.
    Fora Beto.
    Fora PSDB.

  13. Ministério Público critica falta de providências

    O Ministério Público do Paraná (MP-PR) ressalta que não foi tomada nenhuma das medidas necessárias para que não se chegasse a uma situação-limite sobre a destinação do lixo na capital. Na avaliação do procurador de Justiça Saint-Clair Honorato Santos, tudo se resume a uma questão técnica.

    “O local se esgota por si mesmo. É fisicamente impossível colocar mais lixo lá (na Caximba). Isso é teimosia da prefeitura, que não está cuidando adequadamente nem do pouco que resta do aterro”, diz.

    Nenhum município da região fez um trabalho consistente para diminuir o volume de lixo gerado, segundo o procurador. “O problema do lixo começou a ser discutido em 2004 e dali para a frente a licitação já deveria ter começado. Desde então o município vem sendo imprevidente”, critica Honorato Santos.

    O MP-PR também é contrário à possibilidade defendida pela prefeitura de continuar depositando lixo na Caximba nessa fase de encerramento do aterro. “Não adianta empurrar essa decisão, porque nenhum engenheiro em sã consciência vai assumir o risco de dar um parecer para colocar mais lixo sobre lixo”, afirma Honorato Santos.

    Uma das posições defendidas pelo MP-PR nas diversas audiências públicas feitas para tratar do assunto nos últimos anos era contrária à formação de um consórcio intermunicipal e a depositar todo o lixo da região metropolitana em um único local. Para Honorato Santos, se cada município fizesse a destinação do seu próprio lixo, o problema não seria tão grande e concentrado.

  14. Há mais de 10 anos se sabe do fim da caximba, é evidente que solução não interessa a ninguém a não ser dos técnicos que são alimentados financeiramente pela CAVO, eh! Marilza, eh! Nelsão, sob os olhos fechados (conveniente) do Secretário. Ah! ah…….
    Ministério Público de olho nisso, analisem o projeto estrutural realizado por uma empresa do Rio de Janeiro. a merda vai aparecer………

  15. É fácil o MP opinar sobre uma situação que perdura a muito anos e exigir uma solução imediata ao mesmo tempo que em que acata as ações contra a construção da SIPAR e encaminha para a Justiça.

    O Beto e os atuais prefeitos da Metropolitana já tem a melhor solução via a reciclagem (Sistema Integrado de Processamento e Aproveitamento de Resíduos), mas o IAP, como algumas “entidades ambientalistas” a seu serviço, segura o fornecimento da licença atrasando a execução das obras e estas tentam via a Justiça barrar a implantação em Mandirituba.

  16. Sr. Wilson, primeiro é preciso saber quem é a empresa vencedora da licitação, depois a empresa vencedora tem que solicitar ao IAP as licenças Previa, de Instalação e de Operação.

    Como não existe empresa vencedora na “licitação do lixo” e nem o pedido de licenciamento, o IAP fica impossibilitado de emitir licença.

    Arranje outra desculpa.

  17. Muito lixo a “céu aberto” no aterro sanitário da Caximba em Curitiba

    Na última terça-feira (13/10), o administrador Enio Noronha Raffin fez um sobrevôo de helicóptero no aterro sanitário da Caximba, em Curitiba (PR). Foram coletadas centenas de fotografias digitais. O que se pode ver é muito lixo “a céu aberto”. A área com lixo ainda não coberto com solo é enorme. Maior do que a frente de trabalho diário. Imensamente maior. Algo está errado com a operação desse empreendimento. Isso não é a primeira vez que acontece no “Lixão da Caximba”. Os moradores do bairro Caximba é que sofrem com essa maleza há mais de vinte anos. E pelo que se ouviu nesta semana em Curitiba, vão ter que conviver com esse monumental problema ambiental e de saúde pública até o final de dezembro. Basta lembrar que o aterro sanitário da Caximba não possui licenciamento ambiental para a sua operação, desde o ano de 2003. Funciona ao arrepio da legislação ambiental, sustentado em um TAC (Termo de Ajustamento de Conduta) que não é cumprido. Quem lê um documento do Instituto Ambiental do Paraná (IAP), de 15 de abril de 2009, entende certamente o que ocorre no “Lixão da Caximba”.
    ´Fonte: Site Mafia do Lixo

  18. Muito lixo a “céu aberto” no aterro sanitário da Caximba em Curitiba

    Na última terça-feira (13/10), o administrador Enio Noronha Raffin fez um sobrevôo de helicóptero no aterro sanitário da Caximba, em Curitiba (PR). Foram coletadas centenas de fotografias digitais. O que se pode ver é muito lixo “a céu aberto”. A área com lixo ainda não coberto com solo é enorme. Maior do que a frente de trabalho diário. Imensamente maior. Algo está errado com a operação desse empreendimento. Isso não é a primeira vez que acontece no “Lixão da Caximba”. Os moradores do bairro Caximba é que sofrem com essa maleza há mais de vinte anos. E pelo que se ouviu nesta semana em Curitiba, vão ter que conviver com esse monumental problema ambiental e de saúde pública até o final de dezembro. Basta lembrar que o aterro sanitário da Caximba não possui licenciamento ambiental para a sua operação, desde o ano de 2003. Funciona ao arrepio da legislação ambiental, sustentado em um TAC (Termo de Ajustamento de Conduta) que não é cumprido. Quem lê um documento do Instituto Ambiental do Paraná (IAP), de 15 de abril de 2009, entende certamente o que ocorre no “Lixão da Caximba”.
    ´Fonte: Site Mafia do Lixo

  19. Lixo a “céu aberto” é maior que a área de frente de trabalho no aterro sanitário da Caximba

    O senhor Vitor Hugo Ribeiro Burko, diretor presidente do Instituto Ambiental do Paraná (IAP), expediu o Ofício Circular no. 002/2009/IAP/GP onde diz o seguinte: “Após nova análise ao Termo de Compromisso de Ajustamento de Conduta firmado em 2003 e aditado em 2004, para o licenciamento ambiental de Ampliação do Aterro Sanitário da Cachimba (o diretor Burko escreve Caximba com “CH”) sob protocolo SID no. 9.929.122-2 referente a solicitação de Licença de Operação para aquele empreendimento, e tendo por base as ações fiscalizatórias realizadas em 2007, 2008 e 2009 por este IAP; considerando o já comunicado via Ofício no. 193/IAP/DIRAM/DLP, de 22/11/2007, e pelo Ofício Circular no.003/2008/IAP/GP, constamos o seguinte: […] “De acordo com as análises realizadas pelos laboratórios do IAP, não estão sendo atendidos os parâmetros de lançamentos de efluente líquido (CHORUME), principalmente nos parâmetros de DBO e DQO, conforme item 5 da Cláusula Segunda do TAC.” E mais: “Pelo até aqui exposto, e considerando que: […] “A solicitação de Licença de Operação para o Aterro Sanitário da Cachimba não pode ser deferida em função de deficiência na operação, e no sistema de tratamento de efluentes líquidos (CHORUME)”. Desde agosto desse ano a Polícia Civil do Paraná, por meio do COPE, investiga denúncia da entidade ADECOM (Aliança para o Desenvolvimento Comunitário da Caximba), uma associação civil, sem fins lucrativos, com sede no bairro da Caximba, em Curitiba.

    Site mafia do lixo

  20. Veja o que o SR. Secretário de Meio Ambiente Andregueto que, mas que poucos sabiam agora uma grande maioria tem conhecimento que a área de Mandirituba onde se prevê a instalação do SIPAR é lindeira a uma gleba de terras da Cavo Serviços e Meio Ambiente S/A, empresa essa que presta serviços de limpeza urbana e meio ambiente ao Município de Curitiba e que pertence ao Grupo Camargo Correa. O que divide as duas áreas da Cavo e SIPAR em Mandirituba é apenas a cerca. A gleba de terra da Cavo em Mandirituba é bem maior que a área do SIPAR (essa ainda a ser desapropriada). Se por qualquer motivo, seja ele concorrencial ou não, e a licitação do Consórcio Intermunicipal não for conclusa, concorrência essa que tem por escolha a empresa responsável pela instalação do SIPAR, pode, em tese, ao “pular a cerca”, acabar sendo implantando, em Mandirituba, um aterro sanitário para receber os resíduos sólidos de Curitiba e da região metropolitana.”
    Denuncias mafia do lixo

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