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O homem do tacape

O Brucutu da Câmara que agrediu o assessor já tem nome e currículo (que, aliás, está mais para ficha corrida). Falta saber agora se o subalterno irá registrar queixa na polícia. Em caso afirmativo, o vereador pode ser preso e, de lambuja, responder a representação no Conselho de Ética da Casa.

17 Comentários

  1. Quem mata um, mata dois, três, quatro….
    tem que tomar cuidado ao sair na rua….

    o famoso ladrão de colarinho branco…
    já podemos utlizar outra expressão, assassino de colarinho branco….

  2. PRIMEIRO: brucutú tem nome?
    Segundo: Qual o nome do agredido?
    Terceiro: Qual o “motivo” da agressão?
    Quarto: Teve Boletim de Ocorrência?
    Quinto: Houve indicação do fato à Comissão de Ética da Câmara Municipal?
    Aliás, Câmara Municipal de onde?

  3. PRIMEIRO: brucutú tem nome?
    Segundo: Qual o nome do agredido?
    Terceiro: Qual o “motivo” da agressão?
    Quarto: Teve Boletim de Ocorrência?
    Quinto: Houve indicação do fato à Comissão de Ética da Câmara Municipal?
    Aliás, Câmara Municipal de onde?

    E agora José ?

  4. Claro que é a Câmara Municipal de Curitiba, senhores. A notícia já correu em outros blogs

  5. PRIMEIRO: brucutú tem nome?
    Segundo: Qual o nome do agredido?
    Terceiro: Qual o “motivo” da agressão?
    Quarto: Teve Boletim de Ocorrência?
    Quinto: Houve indicação do fato à Comissão de Ética da Câmara Municipal?
    Aliás, Câmara Municipal de onde?

    Esta notícia está muito mal contada!

  6. E agora José…
    Hum…
    Mas o nome verdadeiro de quem fez isso
    (por maioria de votos segundo o blog)
    é José..
    Mas precisamos de maiores detalhes, se essa história for verdade mesmo esse vereador precisa urgentemente sair de lá da Camara.

  7. PRIMEIRO: brucutú tem nome?
    Segundo: Qual o nome do agredido?
    Terceiro: Qual o “motivo” da agressão?
    Quarto: Teve Boletim de Ocorrência?
    Quinto: Houve indicação do fato à Comissão de Ética da Câmara Municipal?
    Aliás, Câmara Municipal de onde?

  8. O nome do ilustre é Roberto Acioli e a agressão ao assessor foi testemunhada pelo vereador Francisco Garcez. Nos corredores da Câmara só se fala nisso.

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