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Bravatas, bravatas
e mais bravatas

REQUIÃO 6

Requião repetiu, na escolinha de hoje, as bravatas contra a direção da Fundação Copel e se atribuiu o título de “salvador da previdência dos copelianos”.

Jura que salvou R$ 130 milhões de R$ 166 milhões aplicados no falido Banco Santos. Insiste que a fundação deveria obedecê-lo e negociar sua parte no porto de Antonina, terminal da Ponta do Felix, com o porto de Paranaguá.

Só não explica sobre os interesses reais que corriam nos bastidores de grupo mui amigo interessado em comprar o terminal.

10 Comentários

  1. Fábio
    Assisti pela TV.
    Acredito que cabe uma investigação em tudo.
    Nessa Administração da Fundação Copel, e nos interesses do grupo mui-amigos.
    Agora, aquele tal Berthodo, além de Mala, é muito Burro.

  2. É PARA QUANDO O “IRMÃOZINHO” FOR “CHUTADO” PARA FORA DO GOVERNO, TER ONDE DESTILAR O SEU VENENO, COMO DESTILOU NO PORTO DE PARANAGUÁ, JUNTAMENTE COM O ATUAL “SUPERINTENDENTE” DAQUELA AUTARQUIA, O TAL DANIEL FIÉL DE SOUZA, QUE JÁ ESTEVE ATÉ PRESO NA DELEGACIA DE POLÍCIA DE PARANAGUÁ, E O ATUAL GOVERNADOR ATÉ A PRESENTE DATA NÃO EXONEROU ESSE…, QUE INCLUSIVE ESTÁ COMPRANDO UMA DRAGA POR 46 MILHÕES DE REAIS, PARA APODRECER NO COSTADO DO CAÍS, COMO APODRECERAM OUTRAS TANTAS EMBARCAÇÕES AO LONGO DO TEMPO, POR NEGLIGÊNCIA E PELO MAU USO DOS SEUS RESPONSÁVEIS.

  3. Ele diz, fala e perora porque sabe que nossas ditas autoridades de controle público se fazem de desentendidas, nada apuram, estão numa boa, para que se incomodar com o interesse público …

  4. INCOMENTÁVEL!
    INSANIDADE PURA!
    TÊM QUE COLOCAR CERCA ELÉTRICA NA MURADA DO ADAUTO!

  5. Não sei se Requião é o salvador da previdência, mas que a Copel ele salvou dos abutres, isso salvou!

  6. Trata-se da venda do controle acionário do terminal da Ponta do Felix que o Fundo Previ (instituição privada dos empregados do Banco do Brasil), fêz a um grupo privado de pouco mais de 43% que era a sua participação acionária. A Fundação Copel (instituição privada dos empregados da Copel) que também participa, de forma minoritária de pequeno percentual no referido terminal não exerceu o seu direito de preferência na compra do controle, certamente porque entendeu que lidar com porto não era o seu ramo de atividade. Reiquião ficou enfurecido com o Presidente da Fundação porque desobedeceu sua ordem e não se dispôs a dispender os R$ 62 milhões exigidos pela PREVI para a venda. É uma importância muito alta e por isso exige da Presidencia muito critério e responsabilidade na aplicação do dinheiro da Fundação.. Na escolinha de hoje Reiquião foi longe, alegou que salvou a Fundação Copel em 36 milhões de reais ao impedir a perda de 166 milhões na aplicação do falido Banco Santos, sem no entanto, informar quanto a Fundação Copel tem ganho em todo o seu total ao longo dos anos, nas aplicações de risco.
    Esbravejando e totalmente a vontade, sem a presença e o direito de defesa para as partes contrárias, o que não condiz com o objetivo de uma TV estatal cuja finalidade é educativa, de diálogo e de imparcialidade Reiquião soltou os cachorros. Reiquião em suas aparições comporta-se como proprietário do canal de televisão e do programa. O Ministério Público nenhuma providência toma.
    Reiquião, bufando de raiva, alegou que, a venda do terminal ao grupo privado feita pela PREVI é absolutamente NULA de pleno direito porque, através de norma do Fundo monetário, é necessário licitação pública.
    Ocorre que se trata de uma Fundação que de certa forma é de direito privado e a venda do terminal já vinha sendo anunciada há muito tempo. Por norma federal, o Governo estadual e o Porto de Paranaguá são proibidos de adquiri-la e operá-la. Daí porque Reiquião queria usar a Fundação Copel como “testa de ferro” na aquisição do terminal.
    Quanto a nulidade Nulidade absoluta de um ato jurídico só existe quando a lei assim o preveja. Desobediência a uma norma do Fundo monetário pode ocasionar outras penalidades mas não nulidade.
    No futuro, Reiquião, certamente almeja voltar de novo ao delicioso Poder que exerce no Governo do Estado.

  7. GOSTEI MUITO “JUSTICEIRO””!!!
    Conciso, direto, esclarecedor, concluo que com sua tese, temos nas mãos o chamado “”BOTON NA CUÉCA””, O QUE QUER XDIZER, INDEFENSÁVEL!
    GRAÇAS A DEUS!!!

  8. Armando do Prado Responder

    V. deviam se orgulhar do Requião, cara corajoso e patriota, ao contrário do Serra que (des)governa aqui em Sampa. Aliás, o PMDB faria melhor indicando Requião como vice da Dilama. Seria imbatível.

  9. Parabéns ao Justiceiro pela clareza.
    A propósito pergunta-se: quando foram feitos os investimentos no Banco Santos? Se não me engano foi no Governo do Reiquião. Entâo. a) se o déspota mandou aplicar deverá ser devidamente enquadrado; b) se não interferiu na aplicação (o que é mais provavel), a Fundação agiu dentro de suas proprias diretrizes.
    Quanto à recuperação dos cem milhões, o Reiquião não teve (e não poderia ter) nenhuma influência, tendo sido procedimento regimental da Fundação.

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