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Presos usam celular e Disque Amizade para comandar o crime

Reportagem da rádio banda B mostra que presos de Curitiba e Região Metropolitana estão usando o serviço do Disque Amizade (plataforma em que várias pessoas se comunicam ao mesmo tempo por telefone) para falar com detentos de outras delegacias, comandar o tráfico, quitar dívidas e até fazer novas vítimas. As conversas acontecem com facilidade, normalmente após a meia-noite.

Em uma ligação, um preso diz que mora em um apartamento com sete irmãos e tenta tirar informações do cotidiano de um homem que mora no Batel, perguntando onde ele mora e local de trabalho. Depois de um tempo de bate-papo, entra na conversa uma mulher que está presa por tráfico de drogas e homicídio, e os dois presos então vão para uma conversa reservada. Ouça:

Em outra gravação, detentos discutem sobre o uso do Disque Amizade, que deveria ser usado somente para gerenciar e manter os negócios no mundo do crime, ou para fins de “adianto”, na gíria deles. Um dos presos leva uma bronca, por usar o “birirí” (telefone celular), que custa cerca de R$ 5 mil, para bater papo com mulheres.

Ouça a reportagem da Rádio Banda B:

4 Comentários

  1. Vagabundo por vagabundo ….

    Como está a mordomia “cinco estrelas” dos ex-policias criminosos “encarcerados”?

    Continuam usando o celular, soltos tomando banho de sol no pátio e fazendo churrascos?

  2. Já ouvi em rodinha de altos coturnos do combate ao crime:
    “Bandido bom é bandido amigo”.
    Logo, não me causa espanto que presos estejam usando exatamente o Disk Amizade para comandar o crime.

    *Piada pronta. Não preciso mais trabalhar.

  3. As entidades de direitos humanos devem estar preparando uma açãao de indenização por dano moral do jovem recluso, já que teve seu direito fundamental de privacidade de comunicações violado.
    Manda lá pro juizinho que censurou as conversas da família sarney publicadas no Estadão: ele adora garantir privacidade aos criminosos.

    A polícia também deve estar indignada porque os presos estão buscando novos amigos, insinuando que os policiais não são bons amigos.

    E o requião e o seu valoroso secretário devem estar alheios a tudo isso preparando algum dossiê de natal.

  4. Os presidiarios de Curitiba não entram mais no bate papo, porem os de SANTA CATARINA estão em peso.

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