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Brasília e os ladrões

“O deputado Leonardo Prudente, do DEM, explicou que guardou dinheiro nas meias, “em função da minha segurança”. Tem toda razão. Brasília está cheia de ladrões.”

Elio Gaspari, jornalista

12 Comentários

  1. Zé Pedágio Serra Reply

    Trabalho escravo na construção de pedágio em São Paulo
    Atualizado em 04 de dezembro de 2009 às 17:48 | Publicado em 04 de dezembro de 2009 às 17:45

    03/12/2009
    Trabalhadores são escravizados na construção de pedágio
    Procuradoria Regional do Trabalho da 15ª Região (PRT-15) encontrou 12 pedreiros e ajudantes submetidos à escravidão contemporânea em obras de estrada da concessionária Rodovias do Tietê, no município de Monte Mor (SP)

    por Bianca Pyl, em Repórter Brasil

    Em plena construção de mais um dos pedágios da malha rodoviária de São Paulo, Estado mais rico do país, a Procuradoria Regional do Trabalho da 15ª Região (PRT-15) encontrou 12 trabalhadores submetidas à escravidão contemporânea. O flagrante ocorreu no município de Monte Mor (SP) em meados de outubro. Os pedreiros e ajudantes trabalhavam na construção de uma praça de pedágio para a concessionária Rodovias do Tietê.

    Contratadas para executar uma das fases, as vítimas chegaram às obras por meio de um esquema de sucessivas subcontratações, que envolve as empresas Jair Nunes da Silva Construções ME, Construtora House Capanema, Construtora Artin Ltda e a própria concessionária.

    No momento da fiscalização, os trabalhadores cozinhavam uma porção de feijão doada por um vizinho. A comida era preparada do lado de fora da casa utilizada como alojamento, em uma fogueira improvisada com tijolos (foto). Eles estavam há dois dias sem se alimentar.

    O procurador do trabalho Mário Antônio Gomes, acompanhado de técnicos da Vigilância Sanitária municipais de Monte Mor, constatou uma série de irregularidades. “A moradia não tinha as mínimas condições de ser habitada. Só havia um banheiro na casa, que estava muito sujo. O empregador não fornecia água potável aos empregados”, detalha.

    Apenas sete dormiam em colchões próprios. Os outros improvisavam uma cama com papelão e cobertores. Na frente do alojamento, havia um depósito de lixo que exalava mau cheiro. Muitos animais peçonhentos e insetos circulavam pelo local por causa da proximidade com a mata.

    As vítimas trabalhavam no local desde agosto, mas ainda não tinham recebido salários regulares. Vales no valor de R$ 50 foram distribuídos para alguns. “Depois que encerraram sua parte na obra, os trabalhadores foram deixados no alojamento, sem o pagamento dos salários e da rescisão do contrato de trabalho. Eles não tinham assistência nenhuma”, conta o procurador. As Carteiras de Trabalho e Previdência Social (CTPS) de alguns empregados foram retidas; outros não tiveram registro no documento.
    A jornada de trabalho extrapolava o limite diário e semanal permitido pela legislação trabalhista (8h diárias ou 44h semanais). Os trabalhadores não tinham descanso semanal: trabalhavam de segunda a segunda, das 7h até às 21h. A pausa para alimentação era de apenas alguns minutos.

    De acordo com os depoimentos colhidos pelo Ministério Público do Trabalho (MPT), as vítimas são do Nordeste. Contudo, eles já tinham migrado para o Sudeste em busca de condições melhores de vida. O recrutamento para a obra do pedágio foi feito já na capital paulista, com promessas de salários de R$ 900, além de alimentção, moradia e todos os direitos trabalhistas.

    Os representantes da concessionária Rodovias do Tietê S/A assinaram Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), no qual se comprometeram a fornecer alimentação e material de higiene pessoal aos empregados até o dia de audiência administrativa, ocorrida em 20 de outubro, na sede da PRT-15. Os trabalhadores receberam os pagamentos referentes ao tempo de trabalho, além da verba da rescisão do contrato de trabalho.

    Na opinião de Mário Antônio, este tipo de exploração ocorre devido à vulnerabilidade dos trabalhadores migrantes, muitas vezes são ex-cortadores de cana. “O empregador sabe que o trabalhador necessita de emprego para continuar no Estado e o trabalhador se sujeita a condições como estas. Nós estamos acompanhando a mecanização do setor da cana-de-açúcar e como consequência o desemprego de muitos trabalhadores rurais. Essas pessoas estão indo trabalhar na construção civil, que em contrapartida tem recebido investimentos do governo e necessitado de mão-de-obra”.

    A terceirização – e até a “quarteirização” – de serviços também foram condenadas pelo procurador. “Nesse ramo é muito difícil uma construtora fazer todo o trabalho. Normalmente, ela terceiriza cada etapa da construção e faz o papel de uma espécie de gerente da obra”. As empresas grandes contratam outras menores e aquela que está na ponta do ciclo normalmente não tem condições financeiras de arcar com as verbas trabalhistas.

    A Rodovias do Tietê S/A pertence à CIBE Participações Empreendimentos S.A. (CIBEPar) que, por sua vez, pertence outras duas empresas: o Bertin Ltda – tradicional grupo de frigoríficos envolvido em outros casos de trabalho escravo – e o Grupo Equipav Pavimentação, Engenharia e Comércio S.A. A CIBEPar atua nas áreas de saneamento, rodovias e energia.

    O grupo também é dono das concessionárias Rodovias das Colinas (SP), Sulvias, Metrovias e Convias (RS), a Nascentes das Gerais (MG). A CIBEPar também controla a operadora do Terminal Rodoviário de Campinas e a operadora do Terminal Rodoviário de Campo Grande (MS).

    A Concessionária Rodovias do Tietê enviou nota* à Repórter Brasil e disse que “tomou, imediatamente, todas as medidas necessárias para amenizar a situação vivida por aquelas pessoas e exigir da empresa contratada a regularização das condições de trabalho e alojamento dos seus funcionários”.

    “Antes do conhecimento deste fato a concessionária já havia, inclusive, interrompido a execução dos serviços previstos no contrato assinado com sua contratada, já que a mesma vinha descumprindo normas estabelecidas no contrato e na legislação vigente”, acrescentou a assessoria de imprensa. “Devido às questões acima apresentadas, a empresa contratada foi multada pela concessionária. Quanto à terceirização das obras, a Rodovias do Tietê vai intensificar suas fiscalizações e aumentar as penalidades para as contratadas que praticarem atos não previstos na lei”.

  2. Brasilia é o ovo da serpente… nascida de um mar corrupção, foi concebida por JK para afastar as atenções e suspeitas que pairavam sobre seu próprio governo… Brasília é a origem da inflação, da dívida pública astronômica, do inchaço administrativo… sem Brasília, o regime militar não teria durado cinco anos; Brasília foi a causa do abandono do RJ, jogado às favas pelos governantes; lá, longe do bafo do povo no cangote, os políticos podiam roubar e contar o dinheiro escondidos…. Brasília é a Sodoma-Gomorra do Brasil e assim como na estória bíblica, não deve haver um único justo que salvasse a cidade da destruição e da ruína eterna… maldita seja para sempre… delenda est Brasília…

  3. Tubarões do petróleo contam com Serra e o STF

    É impressionante a leitura, no site da Foreign Policy, do artigo “Brazil moves aggressively toward resource nationalism”, de Ian Bremmer, presidente do Eurasia Group de Nova York, de consultoria sobre risco global (algo assim). O artigo ataca com todas as letras o novo marco regulatório para a exploração e produção do Pré-sal, baseado no modelo de partilha, proposto pelo Governo Lula. Para Ian Bremmer, Lula está deixando de ser, aos olhos dos grandes grupos petrolíferos internacionais, uma alternativa política simpática, graças ao aprofundamento do controle do estado sobre o setor de energia. Em outras palavras, estão de olho no Pré-sal e não se conformam com o modelo de partilha. O artigo lamenta que, devido à alta popularidade de Lula, ninguém tenha coragem de se opor a ele, principalmente em ano eleitoral. “As multinacionais do petróleo estão cautelosas (…) e até mesmo José Serra, nome mais forte da oposição para a sucessão presidencial, prefere manter reservas sobre o assunto”. Ian Bremmer conclui o artigo com esse raciocínio magistral: “Se Serra ganhar, ele provavelmente reverterá a legislação. Mas seria um processo longo. Se Dilma vencer, a única esperança das multinacionais do petróleo será uma eventual vitória na Corte (referência ao STF, claro) sobre a constitucionalidade da reforma”. Inacreditável, vocês não acham. Fica evidente que as multinacionais do petróleo contam como aliados (contra os interesses nacionais) com Serra e o STF!!! Como talvez dissesse a coluna do Ancelmo, “Meu Deus!”

  4. salete cesconeto de arruda Reply

    E faz sentido!
    Ele sabia que OS MAIORES LADRÕES DO DINHEIRO PÚBLICO só agora estão sendo pegos…

  5. Silvano Andrade Reply

    imagina se povo cair pra cima dos politicos com toda a fúria e mágoa acumulada…Qro ver a elite se disfarçando de mendigos para fugirem.

    1792 A 1794…Período de terror contra os traídores da Pátria!!!!

  6. FILET MIGNON Reply

    Coitado esconde o dinheiro na meia por falta de segurança…
    Vou dar uma sugestão: Levem para o Distrito Federa, pelo amor de DEUS, o Anão de Jardim do Canguiri, a maior autoridade de Segurança Pública deste País!
    E não se esqueçam de levar também o Patrão dele, REIQUIÃO, que sonha ser presidente da república, pelo menos vai ficar por perto do Palácio da Alvorada. Levem-no mais pelo amor de DEUS, segurem essas tralhas por aí!

  7. E O MENSALÃO DO PT? Reply

    CUIDADO

    A populaçãonão pode esquecer do mensalão do PT, um escandalo que foi levado pra debaixo do tapete.

    Agora o Ditador Lula juntamente com Dilma Guerrilheir, mentiros e safada querem pousar de santinhos.

    NÃO ESQUEÇAM SENHORES, O PT É AINDA A MAOIR GUADRILHA DO BRASIL e se não bastasse, pretende ingressar ao eixo do mal, junto com Venezuela e Morales. Comunistas, bizarros e safados.

    ACORDA BRASIL

  8. Silvano Andrade, a meu ver passou da hora de tomarmos uma atitude seria contra esses safados, olha que não são poucos.

  9. TRANSPARENCIA ZERO Reply

    O Pessoal da area do meio ambiente do governo do Parana, achou uma estragegia bem bolada.Trocam autuações e multas, sempre de valores elevados, pelo bonus eleitoral, e o famoso tres por um.A cada 3 reais negociado um entra no caixa.
    Isto ainda vai levar estes malandros prá cadeia.
    Acorda DELAZARI.

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