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Arruda e o panetone

arruda e o panetone

Charge – The Passira News no Blog do Ricardo Noblat

7 Comentários

  1. Da coluna Panorama Político.

    Em 2008, foi editado o livro ” Brasília: Preservação e Legalidade. Desafios do Governo. ”

    Na orelha da publicação…

    – Pela boa administração que exerce no DF, José Roberto Arruda é hoje uma das mais importantes lideranças do cenário político nacional.
    FERNANDO HENRIQUE CARDOSO

    – Arruda serve para ser candidato a presidente da República pelos Democratas.
    ARTHUR VIRGÍLIO

    – Arruda não fez barganha. Não instalou um balcão de negócios para oferecer a este ou aquele partido.
    ÄLVARO DIAS

    – Parabenizo o governador José Roberto Arruda por suas ações moralizantes.
    HERÁCLITO FORTES – neste caso, em livro editado em 2008 sobre Brasília.

  2. Os Tucanos da YEDA Reply

    RS Urgente: TVE à venda, novo grande negócio de Yeda

    Mais um grande negócio de Yeda: TVE à venda

    por Marco Aurélio Weissheimer, no RS Urgente

    O Fórum TVE FM Cultura, criado pelos funcionários da Fundação Cultural Piratini, lançou um manifesto denunciando que a TVE e a FM Cultura correm risco de extinção. A governadora Yeda Crusius (PSDB) decidiu mandar à leilão o prédio que abriga a televisão pública do Rio Grande do Sul. Empresários do setor imobiliário estão esfregando as mãos. Os prédios e o terreno, dizem os funcionários, correm o risco de serem adquiridos no leilão pela Igreja Universal ou pela empresa Maiojama (leia-se: RBS), entre outros possíveis interessados.

    No próximo dia 20 de dezembro, completa-se 50 anos da primeira transmissão televisiva do Rio Grande do Sul, feita pela TV Piratini, então canal 5, justamente no prédio que hoje abriga a TVE. Fiel ao seu ideário de desmonte do patrimônio público, o governo Yeda decidiu entregar mais uma parte da história do Estado na bacia das almas do mercado. Segue o manifesto:

    TVE E FM CULTURA CORREM RISCO DE EXTINÇÃO

    A TVE/FM Cultura estão saindo do prédio que ocupam há trinta anos por iniciativa do governo do Estado, que não aceitou negociar com o INSS (proprietário do imóvel) a permuta por um de seus mais de 1.500 prédios ociosos. Apesar de ter a preferência na compra, o governo gaúcho não quis adquirir o imóvel. A transferência vai custar mais cara aos cofres públicos, não havendo sequer viabilidade técnica para a mudança até 31 de março de 2010, data escolhida pelo Executivo para a entrega do prédio.

    Os sindicatos dos Jornalistas e Radialistas e os funcionários acreditam que a decisão vai resultar na extinção da TVE/FM Cultura, já que o processo de sucateamento das emissoras se intensificou neste governo, com a falta de investimentos em infraestrutura e na produção própria, o desrespeito ao Conselho Deliberativo que representa a sociedade e o total desinteresse pela rede pública de comunicação no Brasil. Contamos com a sensibilidade das autoridades e do povo gaúcho para defender a manutenção e o fortalecimento das nossas emissoras.

  3. Patrimônio de Arruda cresceu mais de 1.000%

    Só de imóveis em Brasília, governador acumula mais de R$ 7 milhões
    Acossado por denúncias de corrupção e filmado recebendo dinheiro vivo no escândalo do “mensalão do DEM”, o governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda, tem hoje um patrimônio que, em apenas sete anos, cresceu 1.060%.

    Nas declarações apresentadas à Justiça Eleitoral, em 2002 e 2006, a soma dos bens do governador não passava de R$ 600 mil. Agora, o patrimônio real da família Arruda, só em imóveis, em Brasília, acumulou um valor de mais de R$ 7 milhões.

    Antes, o governador declarava R$ 598 mil em bens, que incluía apenas um imóvel em Brasília. As demais propriedades, um apartamento, uma casa e um lote, ficavam na cidade mineira de Itajubá, sua terra natal. Uma caminhonete, uma linha telefônica e uma conta com R$ 20 mil, no Banco do Brasil, completavam o patrimônio.

    Da posse como governador do DF, em 2007, para cá, a maneira como as aquisições foram feitas levanta suspeita – em pelo menos dois casos, os imóveis foram comprados por terceiros e depois transferidos para filhos de Arruda. O hábito de registrar imóveis em nome dos filhos fez com que as declarações de bens apresentadas à Justiça Eleitoral ficassem modestas diante de seu patrimônio real.

    A lista inclui aquisições recentes. Uma delas foi feita neste ano, após a gravação dos vídeos que mostram a farta distribuição de dinheiro do “mensalão do DEM”. Em 17 de setembro, ele comprou cinco salas em um prédio comercial com localização nobre em Brasília, em frente ao Banco Central, ao preço de R$ 1,6 milhão. O negócio, registrado em nome do próprio governador, chama a atenção por várias razões.

    Quem vendeu as salas foi a Brasal Incorporações e Construções, cujo dono é um correligionário do governador, o deputado federal Osório Adriano (DEM-DF), empresário de sucesso na cidade. De acordo com a escritura, pelas cinco salas, mais seis vagas de garagem, Arruda deu um sinal de R$ 350.000,08 e financiou a diferença direto com a construtora, em 91 prestações, sem juros.

    A julgar pelas cifras previstas na escritura, o governador teria de comprometer uma parte considerável de seu salário só para pagar as prestações das salas. São R$ 9.999,98 por mês em prestações, quase dois terços dos R$ 16 mil que Arruda recebe como governador, mais as prestações intermediárias anuais de R$ 49.999,98.

    Há mais negócios da família com a construtora do deputado-empresário Osório Adriano. Pouco depois da aquisição feita por Arruda, um de seus filhos comprou uma sala e duas garagens no mesmo prédio, por R$ 519 mil.

    No rol de imóveis adquiridos nos últimos anos por Arruda há ainda uma casa em um condomínio do Setor de Mansões Dom Bosco, no Lago Sul de Brasília. A propriedade, avaliada em pelo menos R$ 2 milhões e comprada pelo governador em 2004, estava em nome dos filhos do primeiro casamento. Em outubro do ano passado, foi doada para a atriz Mariane Vicentini, com quem o governador teve um segundo casamento.

    AE

  4. Presidente do DEM lembra de crise no governo Yeda

    Na coletiva de imprensa sobre a posição do DEM a respeito do escândalo no governo de Brasília, o presidente do partido, Rodrigo Maia, citou espontaneamente, por duas vezes, as denúncias de corrupção no governo de Yeda Crusius. Perguntado se o escândalo no governo de José Roberto Arruda poderia abalar a aliança DEM/PSDB para a presidência, Maia respondeu:

    – Da mesma forma que a direção nacional do DEM foi solidária com a crise porque passa até hoje o PSDB no RS, eu não entendo porque alguns tentam misturar temas. Se crises como essa fossem impeditivas de alguma coisa, talvez o PSDB, se fosse o caso, não pudesse nem ter candidato a presidente – disse Maia em referência a governadora Yeda Crusius.

    O tema gaúcho voltou quando Maia foi questionado sobre o anúncio da saída do PSDB do governo do Distrito Federal.

    – Cada partido toma a sua decisão. No distrito Federal, o Democratas tem o governador hoje e no dia 10 vai julgar. No Rio Grande do Sul, o PSDB tem o governador e não fez nenhum tipo de julgamento – retrucou o presidente.

    O DEM abriu um processo interno para julgar o governador José Roberto Arruda pelo envolvimento no esquema de pagamento de propina para integrantes do governo e da Câmara Distrital. O resultado será conhecido no próximo dia 10.

  5. salete cesconeto de arruda Reply

    Muita boa!
    Ainda bem que não colocaram uma cora de ARRUDA.
    Estragaria o sobrenome que dá sorte a quem está fora do MENSALÃO!

  6. PAULO SÉRGIO MOREIRA Reply

    Álvaro, faça como o Lula. Primeiro ele disse que as imagens não falavam por si. Depois, disse ser deplorável.
    V. Excia disse que Arruda não faz barganha.
    E agora, Álvaro ?

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