Uncategorized

Negada autorização para a construção da Usina de Mauá

financas1

O projeto do executivo que requer autorização legislativa para a construção da Usina de Mauá foi rejeitado pela segunda vez na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). A usina é construída por um consórcio liderado pela J.Malucelli, de Joel Malucelli (foto), qu gora terá de faze esforço pré-natalino no plenário para aprovar aautorização.

O segundo relator designado, deputado Ademar Traiano (PSDB), entendeu que a matéria é inconstitucional, pois o pedido de autorização para a construção foi enviado à Assembleia após o início das obras. O parecer foi aprovado por sete votos favoráveis, diante de apenas dois contrários.

“O Executivo usurpou o poder da Assembleia ao iniciar a obra sem autorização, conforme determina a Constituição. Cumprimos a nossa prerrogativa de fazer valer o poder Legislativo”, argumentou Traiano que em seu parecer solicitou que o projeto seja devolvido ao Executivo.

Requer ainda que cópia dos pareceres da CCJ, o de Traiano e também do primeiro relator deputado Reni Pereira (PSB), sejam encaminhados ao Ministério Público para apurar as responsabilidades pelas falhas em todo o processo de autorização para a construção da usina.

O deputado havia solicitado informações da Copel, pois o governo alegava que na lei que autorizou a formação do consórcio para a disputa da concessão da usina seria suficiente para a construção do empreendimento.

“A resposta da Copel não é nada convincente. Não conseguiram provar que já existe autorização na lei que permitiu a formação do consórcio”, destacou Traiano.

7 Comentários

  1. Vigilante do Portão Responder

    Esforço pré-natalino é? Humm, isso vai encher o saco, dos deputados, é claro.
    Vou acreditar que é sério se pararem as obras. KKK

  2. Esse é o boi que não passou (pelo menos até agora), mas já passaram a boiada e os empreendimentos hidrelétricos quase que exclusivamente só serviram para geração de energia, enquanto a proteção e melhoria do meio ambiente no entorno dos empreendimentos, que seri o bjeto dos estudos de impacto ambiental, ficou relagada ao mais mínimo, inclusive, sem nenhum pagamento de royalties à administração ambiental pela utilização do recurso da natureza para que tenha condições de monitorar os efeitos de tais empreendimentos. Meio ambiente é menos que meio no Paraná, é quase nada. Se a Assembléia fosse um pouquinho mais longe e se interessasse pelo que foi feito de monitoramento ambiental de todos esses empreendimentos hidrelétricos nos rios de nosso Estado, constataria que quase nada foi feito. Os estudos ambientais, quase na totalidade, são meros documentos de liberação pura e simples de usinas. O resto é o que ficou …

  3. MAIS UMA DO SR. CORONEL DO CANGUIRI
    DESTA VEZ COM O SR. JOEL MALUCELLI!
    QUEREM APOSTAR COMO ELE COMPRA ESSA TB????
    E COMO NESTE GOVERNO, SANTO DE CASA FAZ TODOS OS MILAGRES…

    E AINDA DEVE GANHAR ALGUMA INDENIZAÇÃO POR FORA

  4. Josoé de Carvalho Responder

    É o diabo brigando com satanás. É uma hipoclisia danada. Nesta bringa de ratazanas magras com ratazanas gordas (oposiçao x situação) quem leva pior é povo.

  5. é Joel, você pisou na bola; mas dá tempo de arrumar; manda a sua assessoria lá na Assembléia com a mala preta, que daqui alguns dias, fica tudo liberado e acertado………..ha…ha…..ha….

Comente