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Frei Betto excluído
do filme de Lula

Do Ancelmo Gois

Quem ficou de fora do filme “Lula, o filho do Brasil” foi Frei Betto, antigo companheiro do presidente que virou quase persona non grata no governo.

Betto estava na casa de Lula quando o então sindicalista foi preso, e ali ficou 31 dias, apoiando a família. Mais: no enterro de dona Lindu, foi quem segurou os sindicalistas que queriam arrancar Lula das mãos da polícia.

13 Comentários

  1. augusto cardoso Responder

    ELEMENTAR MEU CARO…FREI BETTO É UMA PESSOA HONESTA E DOTADO DE VALORES… CORRUPÇÃO,
    PEDOFILIA, ESTELIONATO, …NÃO FAZEM PARTE DO SEU
    DIA-A-DIA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

  2. LULA - O FILHO DO SOCIALISMO Responder

    Recebi um e-mail sobre o filme sobre o Ditador Lula e achei muito intressante, vale a pena ler a matéria e tirar as conclusões.

    O FILME DE LULA E A PROPAGANDA ENGANOSA

    Escrito por Ipojuca Pontes

    Quinta, 10 de Dezembro de 2009 23:30

    O articulista Zuenir Ventura, comunista light a serviço da patotagem do cinema novo, reverberou a opinião (“O Globo” 25/11/09) de Luiz Carlos Barreto, quem sabe bolado nos intestinos mentais deste produtor, de que o filme “Lula, o filho do Brasil” (no qual a Globo Filmes, empresa das Organizações Globo, investiu R$ 800 mil) foi produzido “para ganhar dinheiro, sem qualquer objetivo ideológico”. Antes, no mesmo espaço, fazendo marketing disfarçado, Ventura já havia caitituado o filme de Lula, que, segundo ele, iria “mexer com a emoção e encharcar o cinema de lágrimas”.

    LULA, A VERGONHA DO BRASIL….
    .
    Por que esse tipo de gente reage à percepção generalizada de que o filme de Lula, estrategicamente amparado pela Secretaria de Comunicação do governo, feito com o aval e o empenho do próprio Lula, é uma peça de propaganda oficial a serviço do deletério culto à personalidade? O que se procura esconder por trás de tal pretensão? A quem se pretende enganar?

    (Minha resposta é que para impor seus objetivos de perpetuação de poder os comunistas só acreditam na manipulação dos fatos).

    Levantemos alguns dados que não permitem dúvidas quanto ao caráter político-eleitoreiro do filme em foco, um típico exemplar do que na Itália fascista se chamou de “cinema do telefone branco”:

    1) A pesquisa em que o filme se baseia – fortemente maquiada – é de autoria da “companheira” petista Denise Paraná, assessora política na campanha do ex-sindicalista contra Collor de Mello, em 1989;

    2) A editora do livro, que financiou a pesquisa, é nada menos que a facciosa Fundação Perseu Abramo, organismo criado pelo PT para dar “suporte ideológico” aos “companheiros de jornada”, em geral com verbas dos cofres públicos;

    3) A logística financeira do projeto milionário, segundo informa “Veja” (25/11/09), é do homem de propaganda do governo, o ex-guerrilheiro Franklin Martins, “que teve influência decisiva na captação de recursos” tomados de empresas privadas dependentes do BNDES, banco dominado pelo governo petista;

    4) O produtor do “bom negócio” é Luiz Carlos Barreto, velho predador dos cofres oficiais, que já se disse preso político e eleitor de Lula, embora de fato seja um ex-praça do corpo de Fuzileiros Navais com passagem pelos pântanos pouco ortodoxos de “O Cruzeiro”;

    5) A linha de aberto culto à personalidade adotada pelo filme, seguindo modelo stalinista, faz de Lula uma cruza de santo com herói predestinado, tal qual um novo Moisés bíblico a abrir mares e levar os deserdados à terra da promissão. Neste sentido, convém lembrar que o publicitário oficial Duda Mendonça andou “burilando” a peça;

    6) Embora o aval de Lula e os direitos de filmagens estivessem cedidos desde 2003, a “expertise” da produção programou sua exibição exatamente para 2010, ano de eleições presidenciais, no pressuposto de que o melodrama mistificador seria peça publicitária capaz de influenciar a massa ignara na hora do voto.

    A idéia de beatificar Lula não é nova. Na campanha presidencial de 1989, enquanto parte do PT agredia Collor denunciando que ele era “filho de assassino” e “casado com duas mulheres” (exibia fotos no seu programa eleitoral de TV), outra facção da futura “quadrilha organizada” vendia Lula, de forma ensurdecedora, como um Cristo Iluminado, de conduta perfeita, ilibada e irretocável.

    Foi preciso que aparecesse, nas páginas do “Estadão” (e, depois, no programa de Collor na TV), a enfermeira Miriam Cordeiro, ex-mulher do santificado Lula, tratando-o por consumado “canalha”. Entre outras verdades, a enfermeira afirmava que o “Cristo Iluminado”, desde que a tinha abandonado grávida de seis meses, discriminava miseravelmente a filha, Lurian, cuja vida, anos antes, queria “ver abortada”.

    Agora a mitificação de Lula, em torno da qual está atrelada a candidatura da ex-terrorista Dilma Rousseff, reaparece. Nela o irrefreável Barreto explica que o herói da sua milionária obra de propaganda não é Lula, mas, sim, a mãe, D. Lindu, uma mulher devotada ao filho, a quem tratava com especial carinho. Se o que Barreto diz é verdade, Lula foi um filho relapso, para dizer o mínimo. Em depoimento ao repórter Mário Morel, no livro “Lula, o metalúrgico” (Nova Fronteira, Rio, 1989), “Frei” Chico conta que “a mãe ficou muito doente”, e que o irmão, Lula, já por conta da cachaça sindical, “não ia ver a velha”. E acrescenta: “Eu tenho uma irmã que tem uma bronca dele: “Pô, você não foi ver a velha”. E vai por aí.

    O meio familiar e sindical em que Lula viveu e se formou pode, pelo menos em parte, justificar o seu caráter, ou melhor, a completa ausência dele. Vejamos como a coisa se dava. A esse respeito, a citada Denise Paraná reproduz sintomático depoimento de Lula, que, na certa, não figura na propaganda de Barreto. Confessa ele inconsciente e, por cálculo, aparentemente sincero: “A carne que a gente comia era mortadela que o meu irmão roubava na padaria onde ele trabalhava”.

    O mesmo irmão (seria o lobista Vavá?) que roubou a padaria, certa vez apareceu em casa dizendo que tinha encontrado um pacote de dinheiro embrulhado num jornal, debaixo de um carrinho. Esse dinheiro considerável – relata Denise Paraná – foi usado “para quitar o aluguel atrasado em cinco meses e financiar a mudança da família para a Vila Carioca, em S. Bernardo do campo”. História esquisita, muito comovente, mas pergunta-se: e o dono do dinheiro, como ficou?

    Quem sabe influenciado pelo irmão, o próprio Lula se jacta ao repórter Mário Morel (na obra citada) de ter, já rapaz feito, mandado o patrão “tomar no cu” depois de arrancar-lhe dinheiro de combinada hora extra que jamais cumpriu – o que não deixa de expressar, sem retoques, o seu peculiar senso ético.

    No exercício da liderança sindical, o escolado Lula também não surpreende. Perduram nos anais da história seus encontros com Murilo Macedo, num sítio em Atibaia, interior de São Paulo, em que o “filho do Brasil” enchia a cara de cachaça e pedia – e recebia – grana ao ministro do Trabalho da “ditadura militar”.

    Para não esgotar a paciência do leitor, avanço só mais um exemplo de como a propaganda de Barreto, municiada pelo governo, perverte a verdade dos fatos e constrói o deplorável mito: certa feita, na sua vida sindical, Lula, segundo relata Paraná, testemunhou impassível o brutal espancamento de um diretor de fábrica que, para não morrer, sacou o revolver e atirou para o ar. Diante da furiosa investida, em que os grevistas jogaram o homem pela janela, o nosso iluminado “condottieri” assim opinou sobre o massacre: “Eu achava que o pessoal estava fazendo justiça”.

    Na versão mentirosa do filme de Barreto, feita para empulhar o espectador, após ver o trucidamento, Lula corre na direção do irmão sindicalista, “Frei” Chico. E diz, horrorizado: “Ele também é trabalhador!”.

    No entanto, é justo reconhecer, há uma contraditória verdade quando se diz que o “filme de Lula foi feito para ganhar dinheiro”. Em última análise, o que queriam Lenin, Stalin, Hitler, Mussolini, Mao, Fidel Castro e tantos outros ditadores menores ao financiar a propaganda (sutil ou grosseira) em torno de suas extraordinárias e inexistentes qualidades pessoais?

    Resposta: a manutenção interminável do poder, isto é, vida palaciana, roupas, comidas e bebidas refinadas, serviçais requintados, viagens internacionais, salários colossais, amantes, honrarias, respeito subserviente, disponibilidade do largo aparato partidário e a subordinação das classes sociais, arbítrio sobre a liberdade dos outros, etc., etc., etc. – o que significa dizer dinheiro, muito dinheiro, especialmente para quem, no comando do aparato do Estado, explora a riqueza alheia, em geral sacada por força da violência coercitiva do bolso de quem trabalha e produz.

    Por outro lado, convém lembrar, a crescente expansão do capitalismo de Estado associado ao aparelhamento da máquina pública pelas hostes do PT, tornou o Brasil um dos países mais corruptos e violentos do mundo, senão o mais violento e corrupto. Ou alguém dúvida que fenômenos como o “mensalão”, os financiamento do parasitismo revolucionário do MST e de personalidades como Stédile, Marco Aurélio Garcia e afins, as somas bilionárias dos fundos de pensão e dos sindicatos, a súbita riqueza de Lulinha, a diplomacia comunista de Amorim, os intermináveis jantares e confraternizações do Planalto, os fabulosos gastos com a propaganda do governo, a leniência da mídia com a ignorância comunista de Lula e Dilma Rousseff, a corrupção eleitoral a partir de programas de aceleração do crescimento e suas vultosas comissões, os serviçais e a boa vida do Palácio da Alvorada (sempre em dispendiosas reformas) e a produção de filmes como “Lula, o filho do Brasil”, por exemplo, não são conseqüências diretas do Estado Forte do “companheiro” Lula, prenúncio do mais sórdido socialismo?

    PS – Se o espectador por acaso assistir “Lula, o filho do Brasil” e encarar o filme como propaganda enganosa, e não concordar com ela, pode muito bem passar no Procon. O artigo 37 do Código do Consumidor, que a considera um crime, é muito claro: é enganosa qualquer tipo de publicidade que divulga informação total ou parcialmente falsa, capaz de induzir o consumidor a erro de julgamento. A pena do responsável pela infração é de três meses a um ano de detenção e multa.

    E ainda tem gente que participa deste respeitável Blog e não consegue ver o golpe que Lula da Silva prepara para o Brsil com sua candidata comunista Dilma.

    ACORDA BRASIL, ainda há tempo.

  3. FABIO. É A TURMA DOS “STALINISTAS” DO LULA (ELE TAMBÉM ?), QUE REPETEM O QUE STALIN FEZ, QUANDO MANDAVA TIRAR DAS FOTOGRAFIAS DA REVOLUÇÃO BOLCHEVIQUE, OS ANTIGOS COMPANHEIROS, QUE ELE FEZ COMO INIMIGOS E OS MANDOU MATAR, COM SEU BATE PÁU , O BERIA , QUE ARMAVA OS CRIMES.

    O FREI BETO QUE SE CUIDE.

  4. FREI BETO UM GRANDE HOMEM COMO POUCOS HOJE NO BRASIL………………SOOCIAL, DECENTE, HONESTO,,,POVAÕ,,,DEIXOU SUA MARCA QUER QUEIRA QUER NÃO;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;

  5. Da forma como foi escrita o texto e reproduzida neste blog por um parasita que não se identifica, o Ipojuca Pontes, nada mais faz que se não demonstrar sua ira, seu rancor e desprezo pelo PT.
    Mais! Dá tbem a impressão que sente saudades…muitas saudades…do tempo que ele, assim como muitos…tbem mamavam nas tetas do governo, através dos seus projetos de cunho artistico, cultural de imprensa….Pra mim sua manifestação…tbem se traduz numa forma de manipular o inconsciente e imaginário das pessoas destilando seu venono auto crítico em relação a figura do presidente.
    Nada…nada imparcial, pois o mesmo tbem integra as fileiras tucanas…que vê no possível retorno do PSDB ao Governo o seu rápido retorno e ascenção ao poder que o favoreça.

  6. `cidadao coerente Responder

    efetivamente lula nao é trabalhador

    a mim nao engana, quer ser o hitler das américas

    lula é o demônio, é raivoso, conivente com as falcatruas e roubalheiras do governo.
    se eleger dilma, estaremos logo envolvidos em uma convulsao interna e guerras com outros países.

    merda, muita merda é o que o pt quer implantar no brasil. 7 anos no poder e o povo continua na merda….

  7. Carla Romanelli Responder

    Legal voce ter postado esta matéria, sobre o Frei Beto apesar dos comunistas terem sempre as diferenças com a Igreja O Frei Beto era respeitado, mesmo depois da morte Carlos Marighella, ter cido entregue por um dominicano, pessoas do Partidão sempre ficaram com esta engasgado, dos Igrejeiros.

    Para quem quiser saber mais vejam o filme Batismo de sangue, que conta a historia do Frei Tito, é como um pedir desculpas da Igreja. apesar de Frei Tito cometer o suicidio na França.

    Mas no Livro Mosca Azul do Frei Beto apos sair deste Governo o Frei Beto, cita uma passagem pela sua cidade, João Molevade onde conta, por dificuldade pelo mal tempo, tiveram que pernoitar na casa de sua familia e dormiram no Chão Frei beto, Lula e Arnaldo Gonçalves conhecido do meio Sindical o ARNALDÃO que hoje esta no PPS e na direção da Força Sindical em São Paulo e meu amigo.

  8. Que dor de cotovelo dos tucanos temos o melhor presidente e reconhecido mundialmente, mas fazer o que né ele veio dos pobres então não serve para essa elite que acha que nós pobres não temos o direito a nada no Brasil!!!
    Alguém perguntou ao Frei Beto se não foi ele mesmo que não quiz participar do filme!!!

  9. CIDADAO COERENTE Responder

    COM TODA CERTEZA FREI BETO JAMAIS PARTICIPARIA, DESSA PATIFARIA. DESSE ENGODO, DESSA FALCATRUA QUE ACOBERTA A VERDADE, QUE QUER ENTRONAR ESSE BADERNEIRO, MERDA NA ORIGEM, LADRÃO , APROVEITADOR PARASITA …

    AH TEM MAIS, NÃO SOU DE ELITE NENHUMA, TRABALHO DESDE MEUS 12 ANOS, E COMECEI DO ZERO. APENAS TIVE AJUDA DO GOVERNO DA ,

    ÉPOCA PRESIDENTE JOÃO AUGUSTO FIGUEIREDO, FINANCIANDO MEU CURSO SUPERIOR. E COM MUITO ESFORÇO SUPEREI TODO TIPO DE DIFICULDADE.

    QUE FEZ LULA??? BADERNAS, GREVES, ..NÃO TRABALHOU NEM ESTUDOU. ZOMBA DAS PESSOAS QUE ESTUDAM, COBRA IMPOSTOS ABSURDOS S/ TODAS AS ATIVIDADES.

    UNE-SE AOS DITADORES, FIDEL, CHAVES, AMADINEJAD, E TODOS OS SANGUINÁRIOS..

    NÃO ME ENGANEM, LULA TEM OS OLHOS INJETADOS DE RAIVA E RANCOR, QUER SER O HITLER,

    DILMA, UM ENGODO….UMA MENTIRA…TO DE SACO CHEIO.. DE VCS CORRUPTOS DO PT

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