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A situação dos adversários da Dilma

José Serra: a grande notícia para o tucano é que ele parece inamovível. Tem agora o mesmo percentual de agosto, mesmo depois da propaganda maciça do PT a favor de Dilma. Mas essa estancada de Serra é também uma péssima notícia para o tucano: ele parece ter empacado, apesar de sua também alta exposição na mídia, inclusive nos comerciais de TV do PSDB.

A grande pergunta que os tucanos devem se fazer é como ampliar o percentual de Serra na pesquisa. A resposta pode estar em Minas Gerais, onde Aécio Neves ainda é o preferido para ser candidato a presidente por 57% a 58% dos eleitores, conforme o cenário, segundo o Datafolha (Serra não está mal entre os mineiros, mas seus percentuais variam de 39% a 42%). Aqui, os dados estratificados da pesquisa presidencial para Minas Gerais.

Ciro Gomes: o hoje deputado federal pelo PSB do Ceará já foi candidato a presidente duas vezes, em 1998 e em 2002. Na última vez, teve 12% dos votos válidos –o que equivale a cerca de 9% a 10% nas pesquisas. Por enquanto, se a eleição fosse hoje, Ciro está com um desempenho melhor do que em eleições passadas. Sua presença também ainda é vital para Dilma Rousseff e para o PT: sem Ciro, no principal cenário (Serra, Dilma, Ciro e Marina), a eleição seria decidida hoje no primeiro turno a favor do tucano. É que quando ficam só Serra, Dilma e Marina, o candidato do PSDB tem 40% contra 37% somados da petista e da candidata do Partido Verde.

Marina Silva: depois de sair do PT, entrar no PV e ser a sensação da pré-campanha por algumas semanas, a senadora do Acre não aconteceu mais. Seus percentuais variam de 8% a 16%, mas nesse último caso só num improvável cenário no qual Aécio Neves aparece como o candidato a presidente tucano. Marina herdou só 5 pontos dos 12 deixados ao léu por Heloísa Helena (PSOL). Se a candidata do PV não ampliar suas alianças e seu discurso, cumprirá apenas o papel de ser mais uma no segundo pelotão da campanha de 2010.

Nanicos: quem serão eles? Por enquanto, parece haver disposição de José Maria Eymael (PSDC), José Maria de Almeida (PSTU) e Rui Costa Pimenta (PCO). Outros certamente devem aparecer, pois a verticalização que vigorou em 2002 e 2006 agora não existe mais: esses partidos pequenos podem apoiar quem bem entenderem nos Estados e ainda assim lançar um candidato próprio ao Planalto. Do ponto de vista histórico, os nanicos somados têm de 1,5% a 3% dos votos. Numa eleição apertada, podem ser relevantes para que seja (ou não realizado) um segundo turno. Só será possível saber o impacto desse grupo depois que os institutos passarem a testá-los nas pesquisas.

E. T. :Nenhum instituto sério considerou a candidatura de Requião, o bufão desta história.

3 Comentários

  1. É lamentável o papel que Requião esta fazendo.
    Acho que ele esta gagá.
    Caso contrário não tem justificativa.
    A verdade é de que ele não aparecerá em nenhuma pesquisa.
    Uma vergonha!

  2. ESSE PERCENTUAL DO SERRA É SÓ O QUE ELES TEM NO BRASIL INTEIRO EM PRIMEIRO E SEGUNDO TURNO ADILMA VENCE COM 58% O SERRA NO SEGUNDO TURNO AINDA MAIS QUE O REQUIÂO ESTA SE ALIANDO AOS TUCANOS AI TUDO O QUE NÂO PRESTA DO MESMO LADO BETO REQUIÂO SERRA ROSSONI AGRIPINO TRAIANO ALVARO

  3. O Pinochavez do paraná faz isto em toda eleição mas na verdade ele quer mesmo é o senado,sabe que se ficar desempregado tem uma chuva de processos caindo no seu pêlo.

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