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Copa: União fará acordo com as cidades-sede, diz Paulo Bernardo

O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, disse ontem que o governo assinará no dia 13 um termo de compromisso com cada cidade que irá receber jogos da Copa do Mundo de 2014.

A ideia é adotar uma postura mais prudente em relação aos investimentos para evitar problemas como os que ocorreram na preparação do Pan do Rio.

4 Comentários

  1. Aquele mesmo acordo do metrô? Onde não dá nada, apenas financia a juros maiores do que o próprio BNDES empresta? Desse jeito, Paulo?

  2. ALAGADOS SEM SAL Responder

    ALO, ALO, Alagados do Rio de Janeiro e São Paulo
    ALO, ALO, favelados deste imenso Brasil varonil

    Prestem atenção hein, é hora de colocar a boca no trombone pois, este maldito comunista Lula da Silva, irá gastar bilhões para realizar a copa do mundo de 2014 e as olimpiadas em 2016.

    Enquanto isso, vocês alagados perdem suas casas, sua ideologia, sua auto-estima e como se não bastasse perdem seus filhos que são levados pelas aguas lamacentas das chuvas dado a falta de infraestrutura deste governo maldito.

    Imaginem quantas casas poderiam ser levantadas, quantas creches para vossos filhos, quantas escolas, quantos postos de saúde, quantos hospitais equipados para tratamento de câncer e outras doenças.

    Tudo isso para garantir o palanque para a comunista guerrilheira e assaltante de banco Dilma que, sequer foi Presidente de bairro. Uma mulher com um histórico perverso e perigoso.

    E não digam que sou pessimista, porque a verdade é essa, estamos no Brasil e os “políticos” que governam esse país são corruptos, a maioria deles – não esqueçamos nós, pobres mortais, trabalhadores e eleitores, que quem vai pagar a conta disso tudo somos nós. Não se iludam. Sem contar que muita coisa ficará pela metade, muito dinheiro destinado às melhorias será “desviado” e muita “maquiagem” será aplicada a custo de obra pronta. Nós pagaremos a conta, mesmo que nem tudo que porventura seja programado, licitado e pago para ser construído realmente o seja.

    O “governo” brasileiro já anda cogitando de ressuscitar a CPMF, será que seria para subsidiar a saúde ou para cobrar a conta da reestruturação futura das cidades sedes dos megaeventos? Dúvida cruel, não?

    Pior, estão tentando criar impostos novos, além daquele, como o imposto para o livro. A matéria sobre o Cide – Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico, com uma alíquota de 1% sobre o faturamento anual das editoras, distribuidoras e livrarias, que irá encarecer o livro ainda mais, pois a taxa será repassada para o consumidor, está para ser votada.

    Aliás, o governo Lula justifica a retomada da proposta de quatro anos atrás, alegando que a receita gerada pela Cide irá para um Fundo Pró-Leitura, que será constituído com quatro objetivos – todos embalados numa retórica politicamente correta: “democratização do acesso; fomento à leitura e formação de mediadores; valorização de leitura e comunicação; desenvolvimento da economia do livro”. Sabemos como esses objetivos serão cumpridos, como já aconteceu com a CPMF, que não teve nenhum centavo aplicado na Saúde, que era o objetivo daquela taxa.

    Desses “objetivos”, muito nobres, se fossem realmente concretizados, um é, pelo menos, redundante: “formação de mediadores”.

    “Quem serão esses “mediadores” de leitura? De que modo serão escolhidos? Em que medida isso não pode levar a um festival de contratações de “companheiros”? Acima de tudo, o que garante que os “mediadores” sejam mais eficientes do que os professores de ensino básico e como evitar que convertam seu trabalho em mero proselitismo partidário-ideológico?” (oes)

    Pois é, tudo para consumir mais dinheiro público, sem garantia nenhuma de que isso reverterá em favor do cidadão comum, que paga a imensa carga de impostos que, por sua vez, se converte na cornucópia de onde os senhores políticos tiram tanto dinheiro para gastar impunemente.

    Se, de qualquer maneira vamos pagar as obras de melhoria das nossas grandes cidades para a realização da Copa e da Olimpíada, além da parte que será superfaturada e “desviada”, que essas obras sejam feitas para durarem além desses grandes eventos. Que os cidadãos dessas cidades sejam beneficiados não só com os jogos, que terão que pagar para assistir, apesar de financiar tudo.

    O que não foi bem o que aconteceu quando dos Jogos Panamericanos, ou foi?

    ZILLI

  3. Sim…bem lembrado: O Pan.

    Cadê os bilhões roubados?

    Quem foi preso até agora?

    Ou basta a ciência que “ouve pobremas”?

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