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Mais uma dos aloprados?

“O material não era para informação apenas. Era para ser usado na campanha. Na hora, adverti que aquilo ia acabar virando um novo escândalo dos aloprados.”

Onézimo Sousa, delegado aposentado da Polícia Federal procurado para espionar José Serra a serviço do PT.

22 Comentários

  1. Pedro Vigário Neto Responder

    – Você votou nesta quadrilha que está desviando dinheiro da tua SAÚDE, da tua EDUCAÇÃO e da tua SEGURANÇA ? Então tem que pastar mesmo. Acorda rapaz…

    – Fala sério. Depois de tantas falcatruas, como é que pode, o povo continuar votando nestes caras de pau ?

    – Tá todo mundo mamando na teta do governo ?

    – Ganharam dentadura nova ?

    – Temos é que excluir este tipo de político. Mas o povo tem que ajudar. Tem que pensar um pouco e votar em gente nova. Temos que tentar até acertarmos os nossos votos. Acorrrrrda Brasil;

    – Isto é uma vergonha. A cumpanheira Dilma tinha que dar exemplo à nação e não ficar dando maus exemplos e dando a sinalização para todo mundo fazer falcatruas que lei é somente prender gente pobre;

    – Precisaríamos que no Brasil as ações INCONSEQUENTES tivem CONSEQUÊNCIAS. Ou seja “mijou fora do pinico, tem que levar porrada”. Deveria servir para punir o inconsequente e para “avisar” os demais que ações erradas terão consequências;

    – Isto é muito sério. Cadê o STE, cadê o STF ? Cadê a OAB ? Cadê o CRA ? Cadê todo mundo que representa o povo neste país. SOCORRO, alguém tem que fazer alguma coisa ……

    – To de saco cheio;

    Abraço.

  2. Fico imagindo como é que um ex-delegado da PF se dispôs a coisa tão baixa. Será só motivação política? Haveria outro motivo? Qual seria? E ele não adverte dizendo que era para ser usado na campanha? É mesmo uma vergonha, este ex-delegado deveria ser destituído da sua aposentadoria, porque não só enxovalha a PF, os advogasos, porque é bacharel em direito, mas todo o serviço público federal. ACarlos.

  3. Mais uma mentira produzisa pelas organizações Serra!
    Mais uma baixaria do PSDB! Os serristas só sabem mentir!

    Enfim a Procuradora Sandra Cureau viu baixaria eleitoreira no “site” do PSDB

    A vice-procuradora-geral eleitoral, Sandra Cureau, ajuizou representação pedindo ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para condenar o PSDB a multa de R$ 25 mil por veicular propaganda eleitoral antecipada negativa contra Dilma Rousseff no site de baixaria “gente que mente”.

    A representação pede que cesse a divulgação dos comentários e que seja suspenso, por 24 horas, o acesso a todo o conteúdo informativo do site (retirado do ar).

    A procuradora explica que as passagens transcritas do site possuem evidente conotação eleitoral, já que há menção expressa às eleições de 2010, pedido de voto e comparação entre governos, demonstrando o claro propósito de prejudicar a pré-candidata Dilma Rousseff e beneficiar o pré-candidato José Serra na disputa eleitoral, bem como a potencialidade para influenciar a vontade do eleitor que acessa o sítio.

    “Por isso, os comentários transcritos na presente representação extrapolam a liberdade de manifestação do pensamento na internet e o direito de crítica relativo à atuação administrativa de Dilma e do governo atual, inerente à atividade política, caracterizando verdadeira propaganda extemporânea”.

    A procuradora assinala que o PSDB é o criador do referido site, pois tem poder de autorizar quais comentários serão publicados na página, bem como excluí-los, razão pela qual se torna responsável por todo o conteúdo mantido no site.

    A procuradora, em outro parecer, a respeito de representação apresentada pelo PT contra este mesmo site, a algumas semanas atrás, não havia chegado a esta conclusão e havia escrito:

    “as publicações [no “gente que mente”] não apresentam alusão às eleições de 2010, informação de que Dilma é ou seria pré-candidata, de que não detém aptidão necessária a exercer o cargo eletivo…”.

    Melhor assim, que tenha revisitado o “site” de baixarias do PSDB, olhado com mais atenção, e repensado suas conclusões.

    As conclusões diferentes para casos semelhantes, além da fiscalização concentrada apenas em uma pré-candidatura, estavam causando apreensão quanto à imparcialidade do Ministério Público Eleitoral.

  4. Aloprados do PSDB, isso sim:

    Onézimo de Souza, da revista Veja, é da turma de arapongagem de Serra e Itagiba desde o Ministério da Saúde

    A revista Veja traz entrevista com um ex-delegado da Polícia Federal, Onézimo de Souza, que acusa de aloprado o jornalista Luiz Lanzetta, dono da empresa de que emprega os assessores da área de comunicação de Dilma e, acusou indiretamente, o ex-prefeito Fernando Pimentel.

    O que revista não conta é que Onézimo de Souza foi parceiro de Marcelo Itagiba, nos tempos de arapongagem no Ministério da Saúde de José Serra (PSDB/SP), o que muda completamente o cenário dos fatos.

  5. Você está mal informado, o tal dossiê foi feito por um jornalista, a pedido de um jornal mineiro, e se transformou em livro.
    Leia o Luis Nassif em vez de ler o Josias de Souza, vai ver que tem caroço embaixo desse angu.

  6. Resumindo o “suposto dossiê do PT”, não é suposto e não é do PT.
    São fatos comprovados.
    E foi o PSDB que fez.

    Mesmo o autor publicando sua pesquisas, assumindo a autoria, eles continua dizendo que foi o PT, se isso não é canalhice, mau caratismo e sem-vergonhice, é o que?

    Nós nos acostumamos a falar do PIG (Globo, Estadão, FSP, Veja, etc…), mas estas empresas não são entidades do além, são feitas por “homens” (no sentido bíblico), e estes se dizem “jornalistas”, e são estes “homens” que emprestam seus nomes para publicar mentiras, calunias, difamações, etc…

    Por este motivo acho que devíamos parar de dizer: “Saiu na FSP”, temo que começar a dizer assim: “Saiu na FSP a matéria mentirosa assinada pelo “jornalista” Fulano”.
    Porque assim daqui a 30 anos quando forem pesquisar na historia, vão ter mais subsídios para saber a veracidade e a credibilidade da noticia. E quem sabe quando começarem a ver seus nomes aparecendo junto com suas mentiras, estes não aprimorem sua ética moral, pois profissional sabemos que não tem mesmo.

    Quer dizer, então, que o PT, às vésperas de ser lançado um livro escabroso sobre a privataria, por um dos mais premiados jornalistas brasileiros, procuraria o autor para montar um dossiê cujo conteúdo é … O MESMO DO LIVRO QUE VAI SER LANÇADO? E, para tais contatos, se utilizaria do “famoso” araponga que teria feito o famoso grampo sem áudio?

  7. Com alguma paciência para escarafunchar notícias antigas, o leitor curioso estabelece a trilha que leva Daniel Dantas ao Palácio dos Bandeirantes. A viagem começa em 1994, quando Ricardo Sérgio de Oliveira atuou como arrecadador da campanha de José Serra, que depois o indicaria para diretor do Banco do Brasil.

    Através dos fundos de pensão, Ricardo Sérgio financiou os consórcios de Dantas nos leilões da telefonia, das estatais elétricas e da Vale do Rio Doce. Ele também arquitetou o caixa dois da campanha reeleitoral de FHC. Participaram do esquema o Opportunity (via Marcos Valério) e o grupo francês Alstom, hoje investigado pelo suborno de altos funcionários tucanos em licitações do Metrô paulista. Andrea Matarazzo, amigo de Serra, aparece com freqüência nesses episódios.

    O delegado que investigava Ricardo Sérgio foi afastado em 1998 por Marcelo Itagiba, então superintendente da Polícia Federal. Itagiba, casado com uma prima de Matarazzo, virou assessor de Serra no Ministério da Saúde. Hoje, deputado federal, preside a CPI dos Grampos, que tenta desqualificar a atuação do delegado Protógenes Queiroz na operação Satiagraha. Queiroz teria omitido informações de seus superiores. Um deles, o diretor de Inteligência Daniel Lorenz, coordenara as investigações sobre o extinto dossiê que apontava ligações de Serra com a máfia das ambulâncias.

    Dantas não ficou preso graças a Gilmar Mendes, defensor do governo FHC na Advocacia-Geral da União. Já ministro do STF, Mendes arquivou uma ação de improbidade administrativa contra Serra. Depois, afirmou ter sido espionado quando falava ao telefone com o senador Heráclito Fortes. Este possui ligações com as empresas de Dantas e é amigo de sua irmã, Verônica, ex-sócia da filh

  8. INTRODUÇÃO DO LIVRO

    Os porões da privataria

    Quem recebeu e quem pagou propina. Quem enriqueceu na função pública. Quem usou o poder para jogar dinheiro público na ciranda da privataria. Quem obteve perdões escandalosos de bancos públicos. Quem assistiu os parentes movimentarem milhões em paraísos fiscais. Um livro do jornalista Amaury Ribeiro Jr., que trabalhou nas mais importantes redações do país, tornando-se um especialista na investigação de crimes de lavagem do dinheiro, vai descrever os porões da privatização da era FHC. Seus personagens pensaram ou pilotaram o processo de venda das empresas estatais. Ou se aproveitaram do processo. Ribeiro Jr. promete mostrar, além disso, como ter parentes ou amigos no alto tucanato ajudou a construir fortunas. Entre as figuras de destaque da narrativa estão o ex-tesoureiro de campanhas de José Serra e Fernando Henrique Cardoso, Ricardo Sérgio de Oliveira, o próprio Serra e três dos seus parentes: a filha Verônica Serra, o genro Alexandre Bourgeois e o primo Gregório Marin Preciado. Todos eles, afirma, tem o que explicar ao Brasil.

    Ribeiro Jr. vai detalhar, por exemplo, as ligações perigosas de José Serra com seu clã. A começar por seu primo Gregório Marín Preciado, casado com a prima do ex-governador Vicência Talan Marín. Além de primos, os dois foram sócios. O “Espanhol”, como (Marin) é conhecido, precisa explicar onde obteve US$ 3,2 milhões para depositar em contas de uma empresa vinculada a Ricardo Sérgio de Oliveira, homem-forte do Banco do Brasil durante as privatizações dos anos 1990. E continuará relatando como funcionam as empresas offshores semeadas em paraísos fiscais do Caribe pela filha – e sócia — do ex-governador, Verônica Serra e por seu genro, Alexandre Bourgeois. Como os dois tiram vantagem das suas operações, como seu dinheiro ingressa no Brasil …

    Atrás da máxima “Siga o dinheiro!”, Ribeiro Jr perseguiu o caminho de ida e volta dos valores movimentados por políticos e empresários entre o Brasil e os paraísos fiscais do Caribe, mais especificamente as Ilhas Virgens Britânicas, descoberta por Cristóvão Colombo em 1493 e por muitos brasileiros espertos depois disso. Nestas ilhas, uma empresa equivale a uma caixa postal, as contas bancárias ocultam o nome do titular e a população de pessoas jurídicas é maior do que a de pessoas de carne e osso. Não é por acaso que todo dinheiro de origem suspeita busca refúgio nos paraísos fiscais, onde também são purificados os recursos do narcotráfico, do contrabando, do tráfico de mulheres, do terrorismo e da corrupção.

    A trajetória do empresário Gregório Marin Preciado, ex-sócio, doador de campanha e primo do candidato do PSDB à Presidência da República mescla uma atuação no Brasil e no exterior. Ex-integrante do conselho de administração do Banco do Estado de São Paulo (Banespa), então o banco público paulista – nomeado quando Serra era secretário de planejamento do governo estadual, Preciado obteve uma redução de sua dívida no Banco do Brasil de R$ 448 milhões (1) para irrisórios R$ 4,1 milhões. Na época, Ricardo Sérgio de Oliveira era diretor da área internacional do BB e o todo-poderoso articulador das privatizações sob FHC.

    (Ricardo Sergio é aquele do “estamos no limite da irresponsabilidade. Se der m… “, o momento Péricles de Atenas do Governo do Farol – PHA)
    Ricardo Sérgio também ajudaria o primo de Serra, representante da Iberdrola, da Espanha, a montar o consórcio Guaraniana. Sob influência do ex-tesoureiro de Serra e de FHC, mesmo sendo Preciado devedor milionário e relapso do BB, o banco também se juntaria ao Guaraniana para disputar e ganhar o leilão de três estatais do setor elétrico (2).

    O que é mais inexplicável, segundo o autor, é que o primo de Serra, imerso em dívidas, tenha depositado US$ 3,2 milhões no exterior através da chamada conta Beacon Hill, no banco JP Morgan Chase, em Nova York. É o que revelam documentos inéditos obtidos dos registros da própria Beacon Hill em poder de Ribeiro Jr. E mais importante ainda é que a bolada tenha beneficiado a Franton Interprises. Coincidentemente, a mesma empresa que recebeu depósitos do ex-tesoureiro de Serra e de FHC, Ricardo Sérgio de Oliveira, de seu sócio Ronaldo de Souza e da empresa de ambos, a Consultatun. A Franton, segundo Ribeiro, pertence a Ricardo Sérgio.

    A documentação da Beacon Hill levantada pelo repórter investigativo radiografa uma notável movimentação bancária nos Estados Unidos realizada pelo primo supostamente arruinado do ex-governador. Os comprovantes detalham que a dinheirama depositada pelo parente do candidato tucano à Presidência na Franton oscila de US$ 17 mil (3 de outubro de 2001) até US$ 375 mil (10 de outubro de 2002). Os lançamentos presentes na base de dados da Beacon Hill se referem a três anos. E indicam que Preciado lidou com enormes somas em dois anos eleitorais – 1998 e 2002 – e em outro pré-eleitoral – 2001. Seu período mais prolífico foi 2002, quando o primo disputou a presidência contra Lula. A soma depositada bateu em US$ 1,5 milhão.

    O maior depósito do endividado primo de Serra na Beacon Hill, porém, ocorreu em 25 de setembro de 2001. Foi quando destinou à offshore Rigler o montante de US$ 404 mil. A Rigler, aberta no Uruguai, outro paraíso fiscal, pertenceria ao doleiro carioca Dario Messer, figurinha fácil desse universo de transações subterrâneas. Na operação Sexta-Feira 13, da Polícia Federal, desfechada no ano passado, o Ministério Público Federal apontou Messer como um dos autores do ilusionismo financeiro que movimentou, através de contas no exterior, US$ 20 milhões derivados de fraudes praticadas por três empresários em licitações do Ministério da Saúde.

    O esquema Beacon Hill enredou vários famosos, entre eles o banqueiro Daniel Dantas. Investigada no Brasil e nos Estados Unidos, a Beacon Hill foi condenada pela justiça norte-americana, em 2004, por operar contra a lei.

    Percorrendo os caminhos e descaminhos dos milhões extraídos do país para passear nos paraísos fiscais, Ribeiro Jr. constatou a prodigalidade com que o círculo mais íntimo dos cardeais tucanos abre empresas nestes édens financeiros sob as palmeiras e o sol do Caribe. Foi assim com Verônica Serra. Sócia do pai na ACP Análise da Conjuntura, firma que funcionava em São Paulo em imóvel de Gregório Preciado, Verônica começou instalando, na Flórida, a empresa Decidir.com.br, em sociedade com Verônica Dantas, irmã e sócia do banqueiro Daniel Dantas, que arrematou várias empresas nos leilões de privatização realizados na era FHC.

    Financiada pelo banco Opportunity, de Dantas, a empresa possui capital de US$ 5 milhões. Logo se transfere com o nome Decidir International Limited para o escritório do Ctco Building, em Road Town, ilha de Tortola, nas Ilhas Virgens Britânicas. A Decidir do Caribe consegue trazer todo o ervanário para o Brasil ao comprar R$ 10 milhões em ações da Decidir do Brasil.com.br, que funciona no escritório da própria Verônica Serra, vice-presidente da empresa. Como se percebe, todas as empresas tem o mesmo nome. É o que Ribeiro Jr. apelida de “empresas-camaleão”. No jogo de gato e rato com quem estiver interessado em saber, de fato, o que as empresas representam e praticam é preciso apagar as pegadas. É uma das dissimulações mais corriqueiras detectada na investigação.

    Não é outro o estratagema seguido pelo marido de Verônica, o empresário Alexandre Bourgeois. O genro de Serra abre a Iconexa Inc no mesmo escritório do Ctco Building, nas Ilhas Virgens Britânicas, que interna dinheiro no Brasil ao investir R$ 7,5 milhões em ações da Superbird. com.br que depois muda de nome para Iconexa S.A…Cria também a Vex capital no Ctco Building, enquanto Verônica passa a movimentar a Oltec Management no mesmo paraíso fiscal. “São empresas-ônibus”, na expressão de Ribeiro Jr., ou seja, levam dinheiro de um lado para o outro.

    De modo geral, as offshores cumprem o papel de justificar perante o Banco Central e à Receita Federal a entrada de capital estrangeiro por meio da aquisição de cotas de outras empresas, geralmente de capital fechado, abertas no país. Muitas vezes, as offshores compram ações de empresas brasileiras em operações casadas na Bolsa de Valores. São frequentemente operações simuladas tendo como finalidade única internar dinheiro nas quais os procuradores dessas offshores acabam comprando ações de suas próprias empresas… Em outras ocasiões, a entrada de capital acontecia através de sucessivos aumentos de capital da empresa brasileira pela sócia cotista no Caribe, maneira de obter do BC a autorização de aporte do capital no Brasil. Um emprego alternativo das offshores é usá-las para adquirir imóveis no país.

    Depois de manusear centenas de documentos, Ribeiro Jr. observa que Ricardo Sérgio, o pivô das privatizações — que articulou os consórcios usando o dinheiro do BB e do fundo de previdência dos funcionários do banco, a Previ, “no limite da irresponsabilidade” conforme foi gravado no famoso “Grampo do BNDES” — foi o pioneiro nas aventuras caribenhas entre o alto tucanato. Abriu a trilha rumo às offshores e as contas sigilosas da América Central ainda nos anos 1980. Fundou a offshore Andover, que depositaria dinheiro na Westchester, em São Paulo, que também lhe pertenceria…

    Ribeiro Jr. promete outras revelações. Uma delas diz respeito a um dos maiores empresários brasileiros, suspeito de pagar propina durante o leilão das estatais, o que sempre desmentiu. Agora, porém, existe evidência, também obtida na conta Beacon Hill, do pagamento da US$ 410 mil por parte da empresa offshore Infinity Trading, pertencente ao empresário, à Franton Interprises, ligada a Ricardo Sérgio.

    (1)A dívida de Preciado com o Banco do Brasil foi estimada em US$ 140 milhões, segundo declarou o próprio devedor. Esta quantia foi convertida em reais tendo-se como base a cotação cambial do período de aproximadamente R$ 3,2 por um dólar.
    (2)As empresas arrematadas foram a Coelba, da Bahia, a Cosern, do Rio Grande do Norte, e a Celpe, de Pernambuco.

  9. Caixa explosivo: Caso Ricardo Sérgio
    ——————————————————————————–
    Relatório do Banco Central incrimina Ricardo Sérgio, que arrecadou dinheiro para Serra, em várias irregularidades
    Amaury Ribeiro Jr., Revista IstoÉ, 24/3/2002

    Principal articulador da formação dos consórcios que disputaram o leilão das empresas de telecomunicações, o ex-diretor da área internacional do Banco do Brasil, Ricardo Sérgio de Oliveira, está tirando o sono da cúpula do PSDB e dos coordenadores da candidatura do senador José Serra. Companheiro de militância política de Serra desde a época do regime militar, Ricardo Sérgio, que em 1998 foi caixa das campanhas de Fernando Henrique Cardoso, para a Presidência, e de Serra, para o Senado, acaba de ser responsabilizado pelo Banco Central por um caminhão de irregularidades que favoreceram a entrada do Banco Opportunity em um consórcio para disputar o leilão da Telebrás. Mantido em absoluto sigilo, o relatório do BC, ao qual ISTOÉ teve acesso, é uma bomba que vai jogar estilhaços por todos os lados. O efeito é tão devastador que uma operação foi montada na Polícia Federal do Rio de Janeiro para abafar o caso.

    Meus amigos como pode ser de hoje o que já está na imprensa desde 2002, veja no todo nesse link
    http://www.consciencia.net/cidadania/arquivo02/bb.html

  10. Onézimo Sousa é ligado ao PSDB. Será que isso significa algo? Aposto que sim. Mais um factóide!

  11. O dossiê realmente existe e suas informações são fidedignas, mas não foi feito por ninguém do PT como querem fazer crer os aloprados da suposta imprensa. Ele é parte de um livro que o jornalista Amaury Ribeiro Jr. vai lançar depois da copa sobre falcatruas realizadas no período das privatizações.

    As informações foram obtidas quando o jornalista foi designado pelo Jornal O Estado de Minas, ligado a Aécio, para fazer uma investigação específica para montar um dossiê contra o Serra que pudesse ser usado pelo pessoal do governador mineiro, caso o pessoal do Serra utilizasse contra ele o jogo sujo já conhecido por todos.

    Como as informações não foram usadas pelo Jornal porque o embate entre os tucanos não fora sangrento, o jornalista ficou com todo o material e agora fora do jornal se prepara para publicá-lo no livro que citamos anteriormente.

    Ao perceber que as informações viriam a público de qualquer maneira, foi iniciada uma operação para redução de danos. Ao apelar para a “escandalização do dossiê” os veículos de imprensa ligados ao Serra se antecipam à publicação das informações bombásticas e podem dizer depois do inevitável que são intrigas e parte de “jogo sujo” eleitoral e ainda de quebra, tentam atribuir a “culpa de acusar” a Dilma e o PT por algo que foi feito justamente por eles.

  12. Na verdade, o tal dossiê trata-se, na verdade, de um livro ainda não publicado com 14 capítulos intitulado Os Porões da Privataria, do jornalista Amaury Ribeiro Jr.

    O livro descreve com minúcias o que seria a participação de Serra e aliados tucanos nos bastidores das privatizações durante os dois mandatos de Fernando Henrique Cardoso. É um arrazoado cujo conteúdo seria particularmente constrangedor para o pré-candidato e outros tantos tucanos poderosos dos anos FHC. Entre os investigados por Ribeiro Jr. estão também três parentes de Serra: a filha Verônica, o genro Alexandre Bourgeois e o primo Gregório Marin Preciado. Está sendo produzido há cerca de dois anos e nada tem a ver com a suposta intenção petista de fabricar acusações contra o adversário.

    É essa a origem das informações sobre a existência do tal “dossiê” contra a filha de Serra. E a razão de os tucanos terem lançado um ataque preventivo às informações que constam do livro. De fato, Ribeiro Jr. dedicou-se a apurar os negócios de Verônica. Repórter experiente com passagens em várias redações da imprensa brasileira, Ribeiro Jr. iniciou as apurações a pedido do seu último empregador, o Grupo Diá-rios Associados, que congrega, entre outros, os jornais Correio Braziliense e O Estado de Minas. O livro narra, por exemplo, supostos benefícios obtidos por Marin Preciado em instituições financeiras públicas, entre elas o Banco do Brasil, na época em que outro ex-tesoureiro de Serra, Ricardo Sérgio de Oliveira, trabalhava lá. Para quem não se lembra, Oliveira ficou famoso após a divulgação de sua famosa frase “no limite da irresponsabilidade” no conjunto dos grampos do BNDES.

    Em uma entrevista que será usada como peça de divulgação do livro , Ribeiro Jr. afirma que a investigação que desaguou no livro começou há dois anos. À época, explica, havia uma movimentação, atribuída ao deputado Marcelo Itagiba (PSDB-RJ), visceralmente ligado a Serra, para usar arapongas e investigar a vida do governador tucano Aécio Neves, de Minas Gerais. Justamente quando Aécio disputava a indicação como candidato à Presidência pelos tucanos. “O interesse suposto seria o de flagrar o adversário de Serra em situações escabrosas ou escândalos para tirá-lo do páreo”, diz o jornalista. “Entrei em campo, pelo outro lado, para averiguar o lado mais sombrio das privatizações, propinas, lavagem de dinheiro e sumiço de dinheiro público.”

    A ligação feita entre o nome de Ribeiro Jr. e o anunciado esquema de espionagem do comitê de Dilma deveu-se a um encontro entre ele e Lanzetta, em Brasília, no qual se especulou sobre sua contratação para a equipe de comunicação da campanha petista. Vencedor de três prêmios Esso e quatro prêmios Vladimir Herzog, entre muitos outros, Ribeiro Jr., 47 anos, é conhecido por desencavar boas histórias. Herdeiro de uma pizzaria e uma fazenda em Campo Grande (MS) e ocupado com a finalização do livro, o jornalista recusou o convite.

    Na entrevista de divulgação do livro, Ribeiro Jr. afirma que a obra estabelece a ligação de diversos tucanos com as privatizações e desnuda inúmeras ações com empresas offshore para fazer entrar no Brasil dinheiro oriundo de paraísos fiscais. “São operações complicadas e necessitam ser explicadas com cuidado para os brasileiros perceberem o quanto foram lesados e em quanto mais poderão ser.”

  13. Jornalistas revelam livro originado por guerra entre Serra e Aécio

    Dossiê Tucano: Disputas internas teriam dado origem a conteúdo do suposto dossiê

    Os jornalistas Luiz Carlos Azedo, titular da coluna Brasília-DF do Correio Braziliense, e Luís Nassif, editor de blog, revelaram ontem a existência de um livro “sobre os bastidores das privatizações”, segundo Azedo, originário da guerra travada entre José Serra e Aécio Neves, de acordo com Nassif, quando os então governadores tucanos de São Paulo e Minas Gerais disputavam a pré-candidatura do PSDB à Presidência,.

    Com o título “O caso do dossiê”, o texto publicado por Nassif em seu blog, no fim da tarde de ontem, desacredita a produção ou existência de novo dossiê contra Serra e afirma que “a história é outra”.

    Segundo Nassif, a história é a seguinte:

    “Quando começou a disputa dentro do PSDB, pela indicação do candidato à\s eleições presidenciais, correram rumores de que Serra havia preparado um dossiê sobre a vida pessoal de seu adversário (no partido) Aécio Neves.

    A banda mineira do PSDB resolveu se precaver. E recorreu ao (jornal) Estado de Minas para que juntasse munição dissuasória contra Serra. O jornal incumbiu, então, seu jornalista Amaury Ribeiro Jr. de levantar dados sobre Serra. Durante quase um ano Amaury se dedicou ao trabalho, inclusive com viagens à Europa, atrás de pistas.

  14. E agora acabo de assistir no jornal nacional,o outro lado da história se defender dizendo que quem procurou foi o delegado,se prontificando a espionar…ou seja,é puro desespero dos tucanos,porque Serra não se dá ao trabalho de dizer como ele pretende fazer mais doque Lula já fez,pq até agora ele não disse,o povo brasileiro não tá nem ai pra essas maracutaias,sabe que as politicas do governo Lula deram resultados favoráveis aos mais pobres e é isso q vale,por isso a candidata que representa a continuidade do governo Lula só cresce e merece vencer.

  15. gilberto ibere abreu andrade Responder

    meu caro,senhor vigario.quem foram seus professores que esqueceram de te indicar as leituras para a formação do carater e a personalidade.esse é o novo brasil. so os tem boa leitura podem avaliar.ser alienado chamase massa de manobra.se toca otario.va estudar! viva o brasil!

  16. Muito bem lembrado e colocado pelo comentário acima feita pelo sr.Pedro.
    Vamos um pouco mais adiante nas lembranças,quando prenderam o sr.Daniel Dantas,grande patrocinador desta corja,aconteceu algo????Quem prendeu foi suspenso,quem ajudou foi tirado do cargo,ou seja , quando a PF e a ABIN chegaram na boca do cofre todos se mexeram rápido para tapar a merda que daria,pois, iria feder muito mais do pouco que fedeu.
    Agora fica o povo sem pai nem mãe,estes idiotas plantam uma Copa do Mundo no Brasil a um custo de mais de US$7 bilhões,e tudo bem que maravilha,tudo para desviar a atenção dos idiotas,dos que moram nos morros,nos lixões,eles pensam no povo “que morram” ,pensam muiiito mais neles, que se dane o povo, nada mais importa se eles estão se arrumando.
    Como a Copa iria $er pouco,plantaram a$ Olimpíada$ 2016,e lá se vão mais não sei quantos US$bilhões,e o povo, como já foi dito cadê a EDUCAÇÃO,MÉDICOS PLANTONISTAS,HOSPITAIS,MEDICAMENTOS,MORADIAS,TRANSPORTE ADEQUADO AO POVO,etc…etc…
    Ontem assistindo a tv parei no canal da BBC de Londres,pois a matéria tratava da melhora de vida nas favelas brasileiras,ou seja, tratando a todos como se no Brasil somente houvessem favelados.Elogiaram o excesso de consumo do povo,mostraram as filas do crediário das Casas Bahia,e disseram, mesmo com a falta de medicamentos, moradias,hospitais,postos de saúde,toda a insegurança destes,o povo estava consumindo,era o milagre das bolsas família ,escola,como se todos recebessem estes “benefícios” do governo, etc…
    Mas, o correspondente de tal emissora chamou a atenção que tudo isto é somente aparente,a hora que a realidade aparecer a coisa vai mudar,e, a visão deste povo também. Muito bem comentou, há consumo,muito belo e maravilhoso,mas, não há uma nova fábrica se instalando neste país faz anos,e, sim somente montadoras, ou seja, tudo o que se tem é importado não é fabricado aqui,e, tudo que é importado não há compromisso das indústrias com o nosso país,geram empregos mas são fictícios,quando acabar eles fecham as portas dão um pé na bunda dos trabalhadores da terra do futebol e vão embora,vão reclamar com a China,com a Índia,então esta festa durará enquanto houver euforia e dinheiro.Quando acabar eles vão parar de importar as peças para o “BRAZIL”,e vão deixar uma conta $en$acional para nó$ pagarmo$.Então sifu…já é tarde…
    VIVA O LULA, VIVA A GUERRILHEIRA,VIVA O ZÉ DIRCEU,VIVA O DANIEL,VIVA O DUDA ,VIVA O GENUINO,VIVA O GUCHIQUEM(?),VIVA DONA MARISA A INÚTIL, VIVA O GALINHEIRO ATRÁS DO PALÁCIO DO PLANALTO QUE DONA INÚTIL MANDOU CONSTRUIR E CUSTOU R$65MIL COM PROJETO ARQUITETÔNICO E TUDO,VIVA A MARTA SUPLICY DO RELAXA E GOZA ,VIVA,VIVA,VIVA AO EVO MORALES O REI DA COCA QUE FUDE.. COM OS INVESTIMENTOS DA PETROBRÁS,VIVA O CUMPANHERO CHAVEZ,VIVA O CUMPANHERO FIDEL,VIVA O CUMPANHERO RAUL CASTRO,VIVA A DIVISA DESCONTROLADA COM A BOLÍVIA,VIVA AS ELEIÇOES 2010,VIVA OS TROUXAS, LOUCOS E PALHAÇOS DESTE PAÍS QUE MANTÉM ESTA CORJA NO PODER…. E QUE AINDA VÃO TENTAR DE NOVO ELEGE-LOS….
    VIVA O CIRCO ,AQUI O PALHAÇO É VOCÊ….infelizmente,como é dura a realidade,e tem gente que ainda vota em guerrilheiro e guerrilheira…

  17. Interessante, que provas temos? Cadê a versão do delegado pra justiça? Deu entrevista pra quem?Veja e Globo. Estou de saco cheio de ver este denuncismo estupido e imoral dos grande sórgãos de imprensa nacional. Denunciam e não apresentam provas, ora é o mesmo que fazer sexo e não ter orgasmo, brocharam….

  18. Numa versão dissimulada da manipulação que Veja e Globo fizeram de forma escancarada na última semana, a Folha de S.Paulo resolveu contar ao seu leitor na edição de sábado, dia 5 de junho, um pedaço – ínfimo – da verdadeira história por trás do suposto dossiê contra José Serra que abala a campanha demotucana e ressuscita velhas torpezas presentes nas disputas presidenciais desde o fim da ditadura. O artigo é de Saul Leblon.
    Fonte: http://www.cartamaior.com.br/

  19. nego véio… tú se enganou

    VC DEVIA TER GRITADO MORRA LULA..E TODA A CATREFA QUE MENCIONASTES…

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