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Para PT, subida de Dilma ‘desarruma’ tática do tucano Serra

De Josias de Souza na Folha Online

Em sua última reunião, o comando da campanha petista de Dilma Rousseff chegou a uma avaliação otimista sobre os rumos da sucessão.

Em resumo feito ao repórter, um dos participantes do encontro apontou a principal conclusão: Dilma sai da fase de pré-campanha mais bem posta que José Serra.

Para os operadores de Dilma, a ascensão da candidata nas pesquisas provocou uma “desarrumação” na tática adotada pelo rival tucano.

Segundo essa visão, Serra escorou sua campanha numa premissa que a realidade conspurcou.

Contava que chegaria ao início formal da campanha, depois da Copa do Mundo, ainda no topo das sondagens eleitorais.

Com isso, poderia abster-se de criticar Lula e concentrar-se na comparação de sua biografia com a de Dilma.

Agora, estima o QG da candidata oficial, Serra será compelido a ajustar os planos e o discurso. Por quê? A imagem de Dilma tende a se fundir à de Lula.

A reunião ocorreu na última quinta (3), dois dias antes do adensamento da polêmica do dossiê, um tema que domina o noticiário deste final de semana.

Já então, o petismo tratava como um ponto fora da curva o episódio da desastrada tentativa de dotar o comitê de um núcleo de espionagem.

Estimou-se que a encrenca não prejudicaria a “boa fase” da campanha. Havia sobre a mesa, a propósito, uma pesquisa interna, feita por encomenda do PT.

Um ponto chamou especial atenção. Perguntou-se ao eleitor quem a mídia protege mais, Serra ou Dilma?

Curiosamente, a maioria respondeu que o noticiário é mais favorável à petista que ao tucano. Visão inversa à que predomina no comitê de Dilma.

Concluiu-se: as gafes e erros atribuídos a Dilma e explorados à larga nas manchetes se esvaíram numa atmosfera em que a candidata é associada a Lula.

“À medida que vão descobrindo que Dilma é a candidata do Lula, acham tudo nela lindo. E aumentam as intenções de voto”, disse o interlocutor do blog.

De resto, o alto comando de Dilma identificou os problemas que vicejam no comitê do adversário:

A “falta de clareza no discurso”, a “dificuldade para encontrar um vice”, os “contratempos com repórteres”, os “ataques à Bolívia”.

Na opinião do petismo, não há muito a fazer em relação a Dilma senão manter a estratégia, à espera da entrada efetiva de Lula na campanha.

Quanto a Serra, planeja-se contribuir para que tenha mais problemas. Numa das iniciativas, o PT mira o PP, legenda presidida pelo senador Francisco Dornelles (RJ).

Primo do grão-tucano Aécio Neves, Dornelles foi cogitado para vice de Serra. Algo que, para se tornar viável, exigiria a coligação do PP com o PSDB.

Num primeiro momento, o petismo assediara Dornelles e seus pares para reivindicar a “neutralidade” do PP. Não viria para Dilma, mas também não cairia no colo de Serra.

Hoje, imagina-se que será possível obter mais: a adesão formal do PP à candidatura de Dilma. Menos pelo tempo de TV, mais pelo baque que representará para Serra.

Trabalha-se com a seguinte lógica: Associando-se a Serra, o PP iria ao noticiário como uma derrota para Dilma…

Mantendo-se neutro, o PP se converteria em grave prejuízo para Serra, às voltas com a necessidade de tonificar o seu tempo de TV…

Incorporando-se formalmente à caravana de Dilma, o PP vira uma crise para Serra, uma nova evidência de fragilidade da campanha tucana.

Em contraposição à estratégia inimiga, o tucanato abre a semana com disposição para extrair do episódio do dossiê o máximo proveito político.

No mais, Serra não parece, por ora, tentado a escalar sobre Lula. Na quinta, disse na Paraíba que não há pressão sobre ele para que apimente o discurso.

Continua aferrado à idéia de comparar seu histórico ao de Dilma. Afora a falta de experiência, deseja fulminar a imagem de boa gestora.

Quer vender a tese de que é mais experiente para “manter o que está dando certo”, como não se cansa de repetir.

O PT acha que, com ao subir no ringue da TV e dos palanques abraçado a Dilma, Lula fará o discurso de Serra virar pó.

Daí a convicção de que o tucano vai submeter sua tática a um reajuste que o aproximará da armadilha plebiscitária urdida por Lula.

19 Comentários

  1. A TUCANADA JÁ ESTÂO DESARUMADA E O SERRA VAI MUDAR O NOME DE EVO MORALES POR HUGO CHAVES
    ATÉ PARECE QUE ELE VAI SER LIDERES DESSES PAISES
    ENQUANTO ISSO O PROGRAMA DE GOVERNO ELES NÂO CONSEGUEM ELABORAR
    E CADA VEIS VAI FICAR MAIS DIFICIL PORQUE COM A QUEDA DE RENDIMENTO NÂO CONSEGUE ARUMAR CANDIDATO A VICE
    ACHO QUE ELE AINDA VAI PEDIR PRO INDECISO
    OSMAR DIAS AI É QUE DANOU=SE DEVEIS POIS O HOMEM SÓ QUER IR NA BOA
    E SAIR A VICE PRA PERDER
    ISSO É PAPEL DO ZÉ MARIA OU DA MARINA

  2. De Dossiê em Dossiê elles esperam chegar lá ? kkkk

    Quem mais Dilmentira vai culpar por mais esse DOSSIÊ?

    LANZETA já foi , PIMENTEL já era…o Aparecido , Caseiro e Lina fazem parte dos anteriores Dossiês da PTZADA.

  3. CAÇADOR DE PETISTAS Responder

    Quem és tu mulher?
    Se tens certeza que contibuiu para com a construção de democracia do Brasil, então porque mudou tanto seu visual?
    N]ão adianta mulher, você pode até mudar o rosto masw seu passado sujo de COMUNISTA, sua ficha suja você não consegue mudar.

    Porque você não vai cuidar de sua familia?
    Você foi separada por duas vezes, não tem marido. Quem srá seu primeiro damo?

    Não conseguiu armonizar sua família , vai querer administrar o Brasil?

    Você e Lula da Silva são dois imbecis.

    Salete, você também é cria do COMUNISMO, não tenho mede de você nem deste seu Presidente imbecil e sua corja de safados comunistas. O que esta corja merece é Policia Federal.

    José Serra nestes safados

  4. Bem que poderia o Serra bater no dossiê da Doutora Dilma …
    Se for verdade, o povo aprenderá tática de guerrila, assaltos …

  5. Também pudera esta guerrilheira com os bilhões de reais na mão,seu cafetão levando a para todo o canto de “grátis” pra ela, pagos pelos trouxas aqui. Ninguém poderá detê-la,pois,mesmo sendo uma criminosa, seus crimes já prescreveram.
    Então esta mídia toda paga pelo governo federal,sim paga,porque se não recebessem um put.. tostão duvido que falariam desta desqualificada guerrilheira.
    PARABÉNS AO POVO QUE VOTA NESTA sra.
    PARABÉNS AOS TROUXAS DOS BRASILEIROS QUE AGÜENTAM DE BRAÇOS CRUZADOS TODA ESTA SAFADEZA FEITA COM O NOSSO DINHEIRO.

  6. Duval Simões Araújo-Londrina Responder

    É a desigualdade com que os candidatos da oposição (Serra e Marina) são tratados em relação à candidata chapa branca pela imprensa paga com dinheiro público que faz com que se pareça que a fraquíssima candidata petista está tomando corpo. No horário eleitoral e nos debates as oportunidades serão iguais, aí aflora o despreparo e o previsível fracasso da candidatura Dilma.
    Apesar do esforço de Lula e o governo, que estão gastando e prometendo milhões, não acredito que essa candidata se viabilize. É muito fraca e despreparada. Nunca foi nem vereadora!

  7. Joãozinho, o dossiê é na verdade um livro que está pronto para ser publicado, foi escrito por um jornalista amigo do Aécio Neves, Serra, prevendo a bomba que viria, criou um factóide para tentar se livrar. è a vingança do Aéicio.
    Leia aqui o dossiê que não é dossiê, mas existe e é verdadeiro
    Os porões da privataria
    Amaury Ribeiro Jr.

    Introdução

    Quem recebeu e quem pagou propina. Quem enriqueceu na função pública. Quem usou o poder para jogar dinheiro público na ciranda da privataria. Quem obteve perdões escandalosos de bancos públicos. Quem assistiu os parentes movimentarem milhões em paraísos fiscais. Um livro do jornalista Amaury Ribeiro Jr., que trabalhou nas mais importantes redações do País, tornando-se um especialista na investigação de crimes de lavagem do dinheiro, vai descrever os porões da privatização da era FHC. Seus personagens pensaram ou pilotaram o processo de venda das empresas estatais. Ou se aproveitaram do processo. Ribeiro Jr. promete mostrar, além disso, como ter parentes ou amigos no alto tucanato ajudou a construir fortunas. Entre as figuras de destaque da narrativa estão o ex-tesoureiro de campanhas de José Serra e Fernando Henrique Cardoso, Ricardo Sérgio de Oliveira, o próprio Serra e três de seus parentes: a filha Verônica Serra, o genro Alexandre Bourgeois e o primo Gregório Marin Preciado. Todos eles, afirma, têm o que explicar ao Brasil.

    Ribeiro Jr. vai detalhar, por exemplo, as ligações perigosas de José Serra com seu clã. A começar por seu primo Gregório Marin Preciado, casado com a prima do ex-governador Vicência Talan Marin. Além de primos, os dois foram sócios. O “Espanhol”, como Marin é conhecido, precisa explicar onde obteve US$3,2 milhões para depositar em contas de uma empresa vinculada a Ricardo Sérgio de Oliveira, homem-forte do Banco do Brasil durante as privatizações dos anos de 1990. E continuará relatando como funcionam as empresas offshores semeadas em paraísos fiscais do Caribe pela filha – e sócia — do ex-governador, Verônica Serra, e por seu genro, Alexandre Bourgeois. Como os dois tiram vantagem das suas operações, como seu dinheiro ingressa no Brasil…

    Atrás da máxima “siga o dinheiro!”, Ribeiro Jr perseguiu o caminho de ida e volta dos valores movimentados por políticos e empresários entre o Brasil e os paraísos fiscais do Caribe, mais especificamente as Ilhas Virgens Britânicas, descoberta por Cristóvão Colombo em 1493 e por muitos brasileiros espertos depois disso. Nestas ilhas, uma empresa equivale a uma caixa postal, as contas bancárias ocultam o nome do titular e a população de pessoas jurídicas é maior do que a de pessoas de carne e osso. Não é por acaso que todo dinheiro de origem suspeita busca refúgio nos paraísos fiscais, onde também são purificados os recursos do narcotráfico, do contrabando, do tráfico de mulheres, do terrorismo e da corrupção.

    A trajetória do empresário Gregório Marin Preciado, ex-sócio, doador de campanha e primo do candidato do PSDB à Presidência da República, mescla uma atuação no Brasil e no exterior. Ex-integrante do conselho de administração do Banco do Estado de São Paulo (Banespa), então o banco público paulista, nomeado quando Serra era secretário de Planejamento do governo estadual, Preciado obteve uma redução de sua dívida no Banco do Brasil de R$448 milhões(1) para irrisórios R$4,1 milhões. Na época, Ricardo Sérgio de Oliveira era diretor da área internacional do BB e o todo-poderoso articulador das privatizações sob FHC. (Ricardo Sérgio é aquele do “estamos no limite da irresponsabilidade. Se der m…”, o momento Péricles de Atenas do Governo do Farol – PHA)

    Ricardo Sérgio também ajudaria o primo de Serra, representante da Iberdrola, da Espanha, a montar o consórcio Guaraniana. Sob influência do ex-tesoureiro de Serra e de FHC, mesmo sendo Preciado devedor milionário e relapso do BB, o banco também se juntaria ao Guaraniana para disputar e ganhar o leilão de três estatais do setor elétrico(2).

    O que é mais inexplicável, segundo o autor, é que o primo de Serra, imerso em dívidas, tenha depositado US$3,2 milhões no exterior por meio da chamada conta Beacon Hill, no banco JP Morgan Chase, em Nova Iorque. É o que revelam documentos inéditos obtidos dos registros da própria Beacon Hill em poder de Ribeiro Jr. E mais importante ainda é que a bolada tenha beneficiado a Franton Interprises. Coincidentemente, a mesma empresa que recebeu depósitos do ex-tesoureiro de Serra e de FHC, Ricardo Sérgio de Oliveira, de seu sócio Ronaldo de Souza e da empresa de ambos, a Consultatun. A Franton, segundo Ribeiro, pertence a Ricardo Sérgio.

    A documentação da Beacon Hill levantada pelo repórter investigativo radiografa uma notável movimentação bancária nos Estados Unidos realizada pelo primo supostamente arruinado do ex-governador. Os comprovantes detalham que a dinheirama depositada pelo parente do candidato tucano à Presidência na Franton oscila de US$17 mil (3 de outubro de 2001) até US$375 mil (10 de outubro de 2002). Os lançamentos presentes na base de dados da Beacon Hill se referem a três anos. E indicam que Preciado lidou com enormes somas em dois anos eleitorais – 1998 e 2002 – e em outro pré-eleitoral – 2001. Seu período mais prolífico foi 2002, quando o primo disputou a Presidência contra Lula. A soma depositada bateu em US$1,5 milhão.

    O maior depósito do endividado primo de Serra na Beacon Hill, porém, ocorreu em 25 de setembro de 2001. Foi quando destinou à offshore Rigler o montante de US$404 mil. A Rigler, aberta no Uruguai, outro paraíso fiscal, pertenceria ao doleiro carioca Dario Messer, figurinha fácil desse universo de transações subterrâneas. Na operação Sexta-Feira 13, da Polícia Federal, desfechada no ano passado, o Ministério Público Federal apontou Messer como um dos autores do ilusionismo financeiro que movimentou, por intermédio de contas no exterior, US$20 milhões derivados de fraudes praticadas por três empresários em licitações do Ministério da Saúde.

    O esquema Beacon Hill enredou vários famosos, dentre eles o banqueiro Daniel Dantas. Investigada no Brasil e nos Estados Unidos, a Beacon Hill foi condenada pela justiça norte-americana, em 2004, por operar contra a lei.

    Percorrendo os caminhos e descaminhos dos milhões extraídos do País para passear nos paraísos fiscais, Ribeiro Jr. constatou a prodigalidade com que o círculo mais íntimo dos cardeais tucanos abre empresas nestes édens financeiros sob as palmeiras e o sol do Caribe. Foi assim com Verônica Serra. Sócia do pai na ACP Análise da Conjuntura, firma que funcionava em São Paulo em imóvel de Gregório Preciado, Verônica começou instalando, na Flórida, a empresa Decidir.com.br, em sociedade com Verônica Dantas, irmã e sócia do banqueiro Daniel Dantas, que arrematou várias empresas nos leilões de privatização realizados na era FHC.

    Financiada pelo Banco Opportunity, de Dantas, a empresa possui capital de US$5 milhões. Logo se transfere com o nome Decidir International Limited para o escritório do Ctco Building, em Road Town, ilha de Tortola, nas Ilhas Virgens Britânicas. A Decidir do Caribe consegue trazer todo o ervanário para o Brasil ao comprar R$10 milhões em ações da Decidir do Brasil.com.br, que funciona no escritório da própria Verônica Serra, vice-presidente da empresa. Como se percebe, todas as empresas têm o mesmo nome. É o que Ribeiro Jr. apelida de “empresas-camaleão”. No jogo de gato e rato com quem estiver interessado em saber, de fato, o que as empresas representam e praticam é preciso apagar as pegadas. É uma das dissimulações mais corriqueiras detectada na investigação.

    Não é outro o estratagema seguido pelo marido de Verônica, o empresário Alexandre Bourgeois. O genro de Serra abre a Iconexa Inc no mesmo escritório do Ctco Building, nas Ilhas Virgens Britânicas, que interna dinheiro no Brasil ao investir R$7,5 milhões em ações da Superbird.com.br que depois muda de nome para Iconexa S.A. Cria também a Vex capital no Ctco Building, enquanto Verônica passa a movimentar a Oltec Management no mesmo paraíso fiscal. “São empresas-ônibus”, na expressão de Ribeiro Jr., ou seja, levam dinheiro de um lado para o outro.

    De modo geral, as offshores cumprem o papel de justificar perante ao Banco Central e à Receita Federal a entrada de capital estrangeiro por meio da aquisição de cotas de outras empresas, geralmente de capital fechado, abertas no País. Muitas vezes, as offshores compram ações de empresas brasileiras em operações casadas na Bolsa de Valores. São frequentemente operações simuladas tendo como finalidade única internar dinheiro nas quais os procuradores dessas offshores acabam comprando ações de suas próprias empresas… Em outras ocasiões, a entrada de capital acontecia pelos sucessivos aumentos de capital da empresa brasileira pela sócia cotista no Caribe, maneira de obter do BC a autorização de aporte do capital no Brasil. Um emprego alternativo das offshores é usá-las para adquirir imóveis no País.

    Depois de manusear centenas de documentos, Ribeiro Jr. observa que Ricardo Sérgio, o pivô das privatizações – que articulou os consórcios usando o dinheiro do BB e do fundo de previdência dos funcionários do banco, a Previ, “no limite da irresponsabilidade”, conforme foi gravado no famoso “Grampo do BNDES” –, foi o pioneiro nas aventuras caribenhas entre o alto tucanato. Abriu a trilha rumo às offshores e às contas sigilosas da América Central ainda nos anos de 1980. Fundou a offshore Andover, que depositaria dinheiro na Westchester, em São Paulo, que também lhe pertenci

    Ribeiro Jr. promete outras revelações. Uma delas diz respeito a um dos maiores empresários brasileiros, suspeito de pagar propina durante o leilão das estatais, o que sempre desmentiu. Agora, porém, existe evidência, também obtida na conta Beacon Hill, do pagamento da US$410 mil por parte da empresa offshore Infinity Trading, pertencente ao empresário, à Franton Interprises, ligada a Ricardo Sérgio.

  8. O dossie saiu pela culatra, quem fez este dossie foi o proprio PSDB de Minas na epoca que eles proprios nao sabiam quem seria o candidato a presidencia. O Serra com seus dossies contra o Aecio e o Aecio contra o Serra. Disto tudo vai ser lancado um livro depois da Copa do Mundo e ai sim saberemos o que aconteceu durante as privatizacoes do seu FHC.

  9. Como são ridículos os comentários dos Guerrilheiros e assaltantes de Bancos e dilmentira q. são postados neste blog.Q mentalidade de minhocas ,Não vêem nada o que está acontecendo a sua volta.

  10. Maria Gorete Manoel Responder

    Só ver como a Educação é tratada em SP prá saber como seria Serra se “fosse” eleito presidente.

  11. Maria Gorete Manoel Responder

    A matéria abaixo etá disponível em: http://unimulti.blogspot.com/2010/05/por-pouco-serra-nao-apanha-em-bh.html:1

    Por pouco Serra não apanha em BH

    Um grupo de professores estaduais em greve furou o cerco da polícia e bloqueou a entrada dos pré-candidatos à Presidência da República em um debate na AMM (Associação Mineira de Municípios), em Belo Horizonte, na tarde desta quinta-feira.

    O pré-candidato do PSDB, José Serra, tentou passar pelo protesto e precisou da ajuda de simpatizantes do partido para não ser agredido.

    Os manifestantes entraram em confronto com a polícia, que usou bombas de gás lacrimogêneo para conter os cerca de 200 professores.

    Serra foi recebido com gritos de “Aécio e Anastasia é [sic] tudo a mesma porcaria”, em referência ao ex-governador mineiro Aécio Neves e ao atual governador, Antonio Anastasia, ambos tucanos. Houve confusão e os manifestantes tentaram agredir o ex-governador de São Paulo.

  12. O DEMOCRATA

    EU JÁ DISSE PRO CASADOR DE PETISTAQUE QUEM É IDIOTA É ELE E PRA VOCE EU DIGO QUE SÓ ROBO SE FOR
    A DONA QUE ESTA NA SUA CASA
    PORQUE ÂO CONTRARIO ASALTANTE DE BANCO DEVE SER VOCE QUE NÂO QUER CONCORENTE
    SE CONTINUAR VOU TE INDENTIFICAR E ACERTAREMOS ESSE PALAVRIADO SEU PORQUE SOMOS PESSOAS HONESTAS E MERECEMOS RESPEITO
    E NÂO É UM CABRA SAFADO IGUAL VOCE QUE VAI NOS CHAMAR DE ASSALTANTE DE BANCO
    RESPEITO É BOM E É OBJETO DE TROCA
    E PESSOUM FAVOR ÂO FABIO PARA QUE SE TIRAR O MEU COMENTARIO TIRE O DELE TAMBEM
    POIS SOMOS DEMOCRATICOS NÂO DEMOCRATAS QUE ESSA SIGLA É SINAL DESCONFIANÇA E NEM ASSIM CHAMARIA UM
    COMENTARISTAS DESSE BLOG DE LADRÂO

    ME DESCULPE FABIO MAS SÓ ESSES CARRAS ESCREVEM O QUE QUER E VOCE NÂO FAIS NADA
    QUER CHAMAR CANDIDATOS DO OUPOLITICOS DO PT
    DE ASALTANTES DE BANCOS NÂO TERIA PROBLEMAS
    MAS NOS NÂO SOMOS POLITICOS

  13. ô nego….se emenda….se for para defender alguém com ideoneidade,defenda a Marina,pois defender o Serra….é defender a incopetência,ou vc já esqueceu que o Sr. Pérsio Árida presidente do BC no governo FHC, torrou 8 bilhoões de dólares numa única operação desastrada….com o apoio do Serra,FHC,e sua trupe…..
    quer discutir com nível, reveja as trapaças das privatizações…..até hj…o Brasil paga o preço…..

  14. concordo com o Ildo Baldo, se fizermos um DNA, chegaremos a conclusao que o
    CAÇADOR DE PETISTA e decendente dos vendilhoes do templo chicoteado pelo
    SR. Jesus Cristo.

  15. EU SÓ SEI DE IMA COISA …..VAI SER UMA ELEIÇÃO ESPETÁCULAR;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;; ENTRE Á FOME E Á VONTADE DE COMER;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;

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