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Requião saiu da cama, mas continua deitado

27 Comentários

  1. Caro redator, o Bob Mamona nesta foto está numa posição estranha, feliz como um rapaz alegre. Atenciosamente.

  2. Vai ver ajudou o mano “Eduardo”, a enterrar os dólares que estão sobrando no armário!!!!!!!!! kkkkkkkkkkkkkkkk

  3. Que esforço sobre-humano deve ter feito Requião para compartilhar a grama com trabalhadores… Isso é campanha!!!

  4. Eleitor do Paraná Responder

    Como ele mesmo dizia MAMANDO DEITADO,será que vai continuar? Abram o olho eleitores.

  5. Hoje quando estava voltando do meu trabalho, vi um carro todo adesivado dos candidatos, Requião/Arruda/Osmar/Gleici/Dilma.
    Quando o som foi ativado, confesso, fiquei triste ao ouvir toda aquela ladainha
    mentirosa, falsa e canalha. Canalha não da imprensa como esse senhor quase senil, chamado Requião costuma chamar, mas sim do próprio Requião que pedia votos para o Osmar como se fossem grandes e apaixonados amigos sinceros. Que falta de caráter e dignidade deste senil senhor. Já deixei de votar no Osmar, já deixei de votar no Lula e agora depois de ver e ouvir toda essa cretinice você também perdeu o meu SAGRADO VOTO senhor Requião. Que pena, você Requião e a sua trupe são incorretos e sem índole.

  6. Joaquim K Michelotti Responder

    A idade provoca movimentos na vida da pessoa. Ela LEVA e TRAZ

    Babão e ridículo.

    Para alguns a idade traz sabedoria. Para outros leva embora

  7. Joaquim K Michelotti Responder

    Corrigindo e completando:
    A idade provoca movimentos na vida da pessoa. Ela LEVA e TRAZ. Para alguns TRAZ sabedoria. Para outros LEVA embora a noção de ridículo. Parece ser o caso de Requião. Tremendo babão

  8. Austragésilo Penaforte Responder

    Eleição tem dessas coisas, né? Flagrantes armados, simpatia com velhinhos e crianças de colo, enfim, uma desfaçatez. Tudo para enganar o eleitorado.
    Nossos homens públicos – e alguns em especial – não andam assim tão simpáticos, carinhosos ou fraternos no dia a dia. Uns até tem o hábito do uso de esporas. Mas, faz das tripas coração quando se aproxima a eleição… E dá-lhe ilusão para enganar o povão! Até rimou, hein?!

  9. Desce o Guatambu Responder

    Cá entre nós, que pose de leitão deitado mais bicha…
    A cruzadinha de perna entre os “garotos” da foto, ta com jeito de quem acabou de encher a “urna” de votos.

  10. No blogue do Esmael, os dois candidatos, Beto e Osmar, tuitaram cumprimentando os agricultores pela comemoração do dia deles, hoje. Já se Requião fizesse isso, soaria como provocação. Todos se lembram que ele já mandou a caboclada enfiar faixa no rabo. Isso lá em Santo Antonio do Sudoeste.

  11. ESTA CRUZADA DE PERNAS… NÃO SEI NÃO, TEM ALGO ERRADO, SERÁ ? QUEM SOUBER AVISE., SERA ALGUM PROCEDIMENTO SIRURGICO/?

  12. Deu no Maxblog:
    “Cueca com batom vira santo sudário
    Postado por Rogerio Distefano as 10:56 – Categoria:Geral – Quarta-feira, 28/07/2010 | 3 Comentários »
    A gente pode e deve criticar Eduardo Requião. Ainda que não saibamos por queê, ele sempre saberá. Agora quero elogiar Sergio Botto de Lacerda, o advogado de Eduardo Requião. Somos colegas, trabalhamos juntos, admiro sua competência e seu caráter. É advogado criminal brilhantes, forjado na academia de Alcides Munhoz Neto e Rolf Koerner Júnior.

    Sergio foi procurador geral de Roberto Requião, quase tão bom como Wagner Brússolo Pacheco, o maior procurador geral de todos os tempos. No governo Requião Sergio elaborou, montou, supervisionou, conduziu as mais sofisticadas soluções para os problemas que o governador gerava. Perdeu algumas, não por falha dele, mas pela impossibilidade intrínseca.

    Pois bem, Sergio saiu da vida de Roberto, porém ficou na vida de Eduardo. É consenso entre os que conhecem a família que Roberto é o irmão inteligente e Eduardo o irmão esperto. O esperto Eduardo manteve Sergio por perto. E fez bem. Os resultados vemos na história dos dólares furtados de Eduardo, em que Sergio Botto conseguiu transformar o batom na cueca em mancha de santo sudário.

    Como advogado, Sergio Botto montou uma genial engenharia jurídica. Não digo que ele trouxe o COPE para a história, porque ele nunca pediria isso a Luiz Fernando Delazari, o secretário de Segurança – os dois se odeiam. Quem trouxe o COPE foi quem manda no COPE, o governador irmão de Eduardo. Como ou sem COPE Sergio deu nó em pingo d’água, tirou a meia sem descalçar o sapato.

    Vejam só a competência do advogado. A empregada furtou US$ 180 mil, segundo a queixa ao COPE, mas comprou imóveis no valor de R$ 565 mil. Dá uma diferença de R$ 241 mil, mas a empregada era também um gênio em investimentos: US$ 180 mil fecha em R$ 324 mil. Quanto se trata de Requião, qualquer Requião, mais importante que a origem é o dono dos dólares.

    O advogado conseguiu, com ajuda do COPE, que a empregada devolvesse os bens adquiridos com os US$ 180 mil roubados. Tudo bem, mas ficava em aberto a questão do valor. Isso para advogados burros, como eu. O doutor Sergio fez a empregada devolver com juros, correção monetária … e dano moral. Sim, senhores, dano moral num acordo nascido na polícia e concluído em cartório.

    Pelo furto de US$ 180 mil a empregada pagou R$ 241 mil de dano moral – muito acima, lá longe, da tarifa fixada na jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça. Nem Márcio Thomaz Bastos faz isso, nem Pedro Henrique Xavier, o atual advogado de Roberto Requião, conseguem R$ 241 mil de dano moral. Era para descansar, que nem Deus no sétimo dia. Não para o advogado de Eduardo.

    A reparação do dano tem que ser completa, dizem os livros, embora nunca seja completa na realidade. O doutor Sergio Botto não sossega na defesa de seus clientes – até de quem não é cliente, como o bacana ingrato que ele safou de um inquérito de homicídio e o maltratou quando estava no governo. A empregada teria que devolver os bens imóveis que comprou com o dinheiro de Eduardo.

    O advogado mostrou mão pesada no acordo: a empregada teve que pagar as despesas da escritura, do imposto e do registro dos imóveis que devolveu a Eduardo Requião. Na alíquota de 2,4% cobrada pela prefeitura de Curitiba, isso deu R$ 13.500, aproximadamente. Escritura e registro dá uns R$ 15 mil. A ladra morreu com mais uns R$ 30 mil para ressarcir Eduardo, ela que ganhava R$ 800 de salário por mês.

    Sacaram a engenharia jurídica, criminal, civil e tributária? Os dólares de origem suspeita foram legalizados pelo furto – se não conhecesse Eduardo diria que houve acordo entre ele e a empregada antes do furto. Legalizados e esquentados, pois de US$ 180 mil/R$ 324 mil passaram a R$ 565 mil, mais custas, juros, correção monetária e indenização por danos morais.

    Pior é que nessas soluções brilhantes o advogado sempre perde. Gasta tanto esforço e fosfato para montar a solução que esquece de fazer contrato de honorários. Quando vai cobrar acontece aquilo de o cliente achar que a causa foi fácil, ele resolveria sozinho, sem o advogado. Não no caso de Sergio Botto, que sempre soube cobrar. Mas para Eduardo, como antes para Roberto, acho que fez advocacia dativa.”

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