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PSDB diz que disparada de Dilma era ‘inesperada’

Do Josias de Souza

De passagem por Porto Alegre (RS), o grão-tucano Sérgio Guerra comentou a disparada de Dilma Rousseff nas pesquisas.

Presidente do PSDB, Guerra disse que o crescimento da rival era esperado. Mas “não exatamente nessa dimensão”.

Guerra esforçou-se para soar otimista. Disse que o crescimento de Dilma é mera “onda”. E enxergou pespectivas de reação de Serra em quatro praças:

“Há certos campos onde é mais fácil crescer do que em outros. Crescer em Minas é provável, em São Paulo vai acontecer. Em Goiás é possível e no Paraná também”.

No mais, ao referir-se à estratégia a ser adotada pela oposição, saiu-se com uma frase que deu a impressão de falta de tática:

“O que vamos desenvolver ao longo da campanha é um grande esforço para que a Dilma fale, apareça e se mostre”.

Para quê? “Para que a população entenda que, em janeiro, quem vai governar o Brasil não será mais o Lula”.

Quem vai comandar o país, disse o senador, “será o Serra ou a Dilma. E, se for a Dilma, não será um bom caminho para o Brasil”.

O diabo é que o eleitorado, engolfado pela “onda” Lula, sinaliza que pensa de outro modo.

3 Comentários

  1. Sendo correta a afirmação, nesta questão política tão fundamental, fica evidenciado que muitos cardeais da política trabalham calcados em uma visão distorcida da realidade – e dos fatos – em relação à opinião dos brasileiros. Se isto não ocorresse, seria a primeira falha de Lula em um tema político relevante.
    O futuro sim, é o que vamos ver.

  2. Mas Bah, gaudério véio …
    Não te aborreças, a Dilma só fica quatro anos tchê !
    Depois o Lula volta !!!

    E a taleira de couro da sanfona, naquele vai e vem, soprava notas musicais que harmoniosamente soavam em forma de música…

    E o gaiteiro, entre um gole e outro de vinho gritava :

    E segue o baile, TCHÊ !

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