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Acesse o novo site da Revista Ideias

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8 Comentários

  1. Claudia Wasilewski Responder

    O site está lindo! Adorei.
    Espero o MUTUKA por lá comentando minhas crônicas.
    Parabéns a todos da revista e super obrigada.
    Valeu!

  2. Se vcs continuarem não publicando os meus comentários vou fazer uma macumba da braba para o Fabio Campana.

  3. Campana: Sobre Marqueteiros??? fora; veja essa:
    Fim de feira…Guru indiano gorou e deixa campanha de Serra

    O “guru” gorou. Contratado no final de agosto para turbinar a campanha de José Serra na internet, o americano de ascendência indiana Ravi Singh, da empresa ElectionMall, voltou para os EUA sem ter o contrato renovado.

    o pandemônio causado pela contratação do “guru” nas hostes serristas é de fazer rir. Singh foi bombardeado por todo lado –de interneteiros preteridos ao setor de marketing, passando pelo núcleo político.

    Um profissional que trabalhou com o indo-americano relata que ele era truculento e costumava rejeitar sugestões afirmando: “Vocês não estão aqui para ter ideia, quem tem ideia sou eu”.

    As críticas mais frequentes foram às mudanças implantadas pelo consultor na página de Serra na internet. De saída, o “guru” priorizou um burocrático cadastramento de eleitores pelo site.

    “Ele não tem sentido de rede, tem sentido de spam”, criticou um colaborados, referindo-se aos e-mails que depois inundaram a caixa postal dos cadastrados.

    Outra criação tida como infeliz foi adotar um novo slogan para a página oficial, “É a Hora da Virada”, em vez de “O Brasil Pode Mais” usado na propaganda serrista.

    Soninha, que atua em conjunto com a empresa DDBR, que contratou Singh, diz ter “adorado” trabalhar com o consultor.

    Entre os tucanos, ninguém assume a paternidade da ideia de trazer Singh. Uma versão diz que o primeiro contato com ele foi feito por Arnon de Mello, filho do ex-presidente Fernando Collor e sócio da Loops, uma das fornecedoras de serviços de internet da campanha.

    Tucanos dizem que quem teve a ideia de terzer o guru foi a filha de Serra, Veronica.

    Ninguém, nem críticos nem entusiastas, quis revelar quanto custou a aventura.

    Enviar por email Por: Helena™ 1 Comentários

  4. A revista está muito bacana. Quanto ao Lerner. Sou professora universitária e ainda tenho sequelas da greve de 60 dias sob o governo Lerner. Não consigo encontrar nada nele a não ser sua vontade de privatizar das universidades estaduais públicas do Paraná pelo famigerado Projeto 32. Este projeto foi feito em conssonância com o governo federal na época de FHC. Não dá para olhar o Lerner ainda, ainda mais na capa.
    abç

  5. Parreiras Rodrigues Responder

    O gov. Jaime Lerrner fez um governo futurista, não imediatista como todos os demais.

    Apressou-se em transformar em cines-teatros e centros culturais, os cinemas fechados pelo Interior afora, como o de Loanda, o que evitou que o prédio fosse comprado por algumas dessas igrejas engana-lóques que pululam por ai;

    O Anel da Integração, com a concessão de trechos de rodovias, foi a forma de recuperar rodovias importantes diante da impossibilidade do Estado e, fora as críticas aos preços das tarifas de pedágio, possibilitam o crescimento do Interior. E quem viajava antes pela Serra do Cadeado e viaja agora sente a diferença e quem já foi socorrido no caso de acidente, falta de combustível, pneu ou pane no motor, entendem o que significa custo-benefício.

    A atração das montadoras de automóveis, criticadas exaustivamente por Requião Espanta Empresa, e a política de incentivos fiscais fomentou a industrialização no Interior, contendo o esvaziamento populacional, o êxodo, e o que se vê agora é o retorno de famílias fazendo o caminho de volta.

    Os seus críticos são pessoas limitadas politicamente.

    E, olhem que eu era um dos que condenava Lerner como prefeito biônico. Hoje, um seu modesto admirador.

    Aliás, sou admirador de tudo o que Requião é contra, pois quem diz que faz pacto até com o diabo para atingir objetivos.

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