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Richa e o Banco Mundial discutem financiamentos no Paraná

O governador eleito do Paraná, Beto Richa, reuniu-se nesta quarta-feira (13), em Curitiba, com diretores do Banco Mundial, instituição financeira internacional que apóia projetos sociais e de infraestrutura em países em desenvolvimento. A reunião foi com diretor do Banco Mundial para o Brasil, o senegalês Makhtar Diop, e com o coordenador do departamento de Redução da Pobreza e Gerenciamento Econômico, o chileno Pablo Fajnzylber.

Durante o encontro, foram discutidas alternativas de crédito para investimentos nas áreas social e de infraestrutura no Paraná. “Esperamos apresentar uma carta-consulta ao banco, com um primeiro detalhamento de projetos, já em janeiro do próximo ano”, afirmou Richa. Também participaram da reunião o ex-chefe de gabinete de Beto Richa na Prefeitura de Curitiba, Deonilson Roldo, e o secretário municipal de Finanças, Luiz Eduardo Sebastiani, quem integram a equipe de transição de governo.

No Brasil, o Banco Mundial financia projetos dos governos de Minas Gerais e do Rio Grande do Sul. Em julho deste ano, o Banco aprovou um empréstimo de R$ 1,9 bilhão para a cidade do Rio de Janeiro. Os recursos serão empregados em iniciativas para promoção do crescimento econômico e melhoria da qualidade dos serviços sociais, sobretudo os voltados para a população de baixa renda

19 Comentários

  1. Quem vai pagar a conta?
    O Beto propaganda consegue dinheiro fácil. Quem paga?
    Dívida novamente. Este é o homem de idéias próprias.

  2. esse é o nosso GOVERNADOR, Já assumindo e trabalhando pelo Paraná antes da posse

    saúde e vida longa GOV. BETO RICHA

  3. começou a baixaria, união com banco Mundial o problema é o que eles pedem em troca, a dívida começou é isso ai PSDB no Governo isso me lembra FHC.

  4. os incomodados se retirem.
    ou se candidatem. e ganhem, para se fazer valer.
    os paranaenses decidiram que este é o cara que deve governar.
    e ele acha que esta é a forma, uma vez que o que estava não dá m ais pra ficar.
    vem aí ventos de mudança.
    vou voltar na primavera, que era tudo que eu queria, voa, voa

  5. Rasa Pereira (Cajuru) Responder

    Olha.. isto que é governador… vejam: Já esta se articulando para potencializar o estado.
    E o Nepotista e pançudo ? Endividaram o estado, não fizeram nada, alis.. fizeram… passearam, criaram cavalos, andaram de helicoptero e empregaram toda a famila e ET CATERVA.
    Vamos lá Richa… se fizer metada do que fez por Curitiba, terá feito mais de 100% do que o ex-governador fez em oito anos.

  6. E o Requião com a sinistrose e a falsa ideologia de que o Banco Mundial representa o imperialismo yankee não buscou fontes de financiamneto para investir no Paraná, na sua infraestrutura.
    Ficamos 8 anos no atraso. Seja bem vindo Beto Richa e pense no Paraná e nas famílias paranaenses, pois o Requião só pensou em si a na família dele.

  7. pooo. nem assumiu o governo e ja tá fazendo divida. olha o governador que vcs elegeram. espero que nao acabem com a Copel, sanepar, celepar.

  8. Já começou o processo de quebra do governo…

    8 anos estruturando o estado e vem um porra loca que vai arrebentar com tudo.

    Se é pra pegar emprestimo pq não o faz do BNDES ou mesmo da CAIXA!?

    Quem sabe no banco mundial seja mais facil da uma enroladinha…

  9. Agora é tarde para se arrependerem.
    Liga não se o Serra ganhar, socializaremos a dívida com todos os brasileiros.
    Foi assim com dívida da corrupção do Banestado do Banespa do …, afinal todos nós brasileiros tamos pagando um pouquinho desde o projeto de centralização de poder do FHC.
    Não se lembram chupou para a federação toda a dívida dos municipios e dos estados, inclussive das corrupções, com o intuíto de centralização do poder, só não deu tempo pois o Lula lá estancou a sede de poder do pessoal do PSDB.
    Lembrem-se do aviso só faltou federalizar o ICMS na época.

  10. Fico pensando… Como será que este governo conseguiu manter e sobreviver sem financiamento do banco mundial, tantos programas sociais? Não adianta fazermos a defesa do “Homem-Ação” de Curitiba, se não compreendermos quais as implicações que são assumidas por receber financiamentos desse tipo. São metas a serem cumpridas, ideologicamente, atrelando a toda a prática neoliberal.

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