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Vox Populi: Dilma tem 49% e Serra, 38%

Do UOL

Pesquisa Vox Populi encomendada pelo portal iG e divulgada nesta segunda-feira (25) mostra a candidata Dilma Rousseff (PT) com 49% das intenções de voto. O tucano José Serra aparece com 38%. Brancos e nulos somam 6% e indecisos chegam a 7%.

A petista oscilou dois pontos para baixo em relação à sondagem anterior do instituto, divulgada no dia 18. Seu adversário oscilou um ponto para baixo.

Considerando apenas os votos válidos, Dilma seria eleita com 57% dos votos, contra 43% de Serra. De acordo com a pesquisa, 88% dos eleitores afirmam que já têm certeza da decisão tomada.

A maior vantagem de Dilma pode ser vista na região Nordeste, onde a candidata do PT lidera com a preferência de 64% do eleitorado, ante 27% que optam por Serra. O tucano tem sua maior dianteira na região Sul, com 47% contra 39% da ex-ministra da Casa Civil.

Em meio a uma disputa recheada de temas religiosos, Dilma lidera entre os eleitores católicos (51% a 39%), católicos não praticantes (53% a 35%) e evangélicos (44% a 41%), além de superar Serra entre o eleitorado que não tem religião (46% a 38%).

O instituto ouviu 3 mil pessoas em 214 municípios entre os dias 23 e 24 de outubro. A margem de erro é de 1,8 ponto percentual. A pesquisa foi registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o número 37059/10.

28 Comentários

  1. CAÇADOR DE PETISTAS Responder

    DILMA É UMA INVENÇÃO DE lULA, UMA CÂNDIDATA VIRTUAL E DEVE CAIR AINDA MAIS NESTA SEMANA. o POVO NÃO É BOBO DE ACREDITAR NAS MENIRIAS DESTE PRESIDENTE IRRESPONSÁVEL QUE ANDA BRASIL A FORA FAZENDO CAMPANHA PARA ESTA DESQUALIFICADA AS CUSTAS DO CONTRIBUINTE QUE PAGA EM DIA SEUS IMPOSTOS PARA QUE ESTE MISERÁVEL GASTE COM VIAJENS, BEBEDEIRA (FESTAS), E CAMPANHA POLÍTICA.

    FORA QUADRILHEIROS DO PT
    45 NELES

  2. É inacreditável que “apesar de você” – como diz o “comunista de véspera de eleição” Chico Buarque – e de todas as malfeitorias do governo Lula e seus mensaleiros, aloprados e cobradores de taxa de sucesso desde a antesala da Casa Civil ainda persista uma vantagem para Dilma !

    Pelé, que fez 70 anos ontem, disse um dia que o brasileiro não sabe votar.

    Será isso o velho fado (destino) que herdamos dos portugueses, ignorância ou burrice ?

    O tal Brasil profundo virá trazer lodo ou fazer luz nessa pátria ?

  3. E os Trackings dão empate técnico

    Segundo um amigo Petista, essas pesquisas vai fazer todo mundo viajar e Serra perder voto.
    Achei que era brincadeira, PORÉM hoje soube que alguns Sindicatos estão promovendo viagens de turismo para quem pode pagar e votar em Serra deixar de votar.

    DO QUE ELLES TEM MEDO, SE PERDER O PODER ??

  4. Caçador Mensaleiro Responder

    Em casa nunca pesquisa nenhuma ligou, tem no mínio uns 15 votos pro Serra na minha família. Alguém sabe explicar o critério que utilizam nestas pesquisas? E se fizerem uma só no parana e só em Londrina?? Isso é muito relativo.

  5. NORTE DO PARANÁ!!! Responder

    Na campanha do BETO deram estes mesmos numeros uma semana antes, vejam no que deu, erraram na boca de urna, é melhor estas pesquisas calarem a boca, bando de DILMENTIROSOS.

  6. Nossa Fábio , o novo visual tá bom também…

    …e aproveitando… lembrando, um parafraseado do Rafael:
    Sufixo de “Dilma”? …………. ” máaaaaaaaaaaaaaa”

    Assim como prefixo de Requião: ” Ré …..quião!”

  7. Que Serra é esse?
    Gilberto Dimenstein.
    Já tinha comentado aqui que achava estranho que José Serra, que sempre nutriu a imagem de alguém preocupado com os gastos públicos, fazer propostas como o salário mínimo de R$ 600, reajuste das aposentadorias em 10%, duplicar o Bolsa Família, como se fosse um político irresponsável. O impacto disso beira os R$ 50 bilhões e pode aumentar ainda mais o buraco da Previdência. Nesse último debate presidencial, na Record, a nova surpresa veio dos temas privatização e capital estrangeiro.
    Veja matéria completa:
    http://www1.folha.uol.com.br/colunas/gilbertodimenstein/820296-que-serra-e-esse.shtml

  8. Polícia apreende panfletos contra Dilma em São Paulo

    A Polícia Civil de São Paulo aprendeu na tarde desta segunda-feira folhetos que associam a candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, a práticas terroristas durante a ditadura militar.

    Segundo o PT de São Paulo, o material estava sendo distribuído em Perus (zona norte de SP) por cerca de 30 pessoas com camisetas, adesivos e bandeiras da campanha de José Serra (PSDB).

    A polícia foi ao local a pedido de um dirigente petista.

    O 46º Distrito Policial informa que foi registrado um TCO (Termo Circunstancial de Ocorrência).

    O material foi apreendido porque não havia identificação como exige a legislação eleitoral e por ser ofensivo.

    Cerca de 10 pessoas são ouvidas na delegacia.
    http://www1.folha.uol.com.br/poder/820154-policia-apreende-panfletos-contra-dilma-em-sao-paulo.shtml

  9. CAÇADOR DE PETISTAS Responder

    Sem mais comentários.
    Tendo em vista o erro pró Dilma das pesquisas do primeiro turno, JOSÉ SERRA – PRESIDENTE.
    ESCREVAM,

  10. Joao Batista de Almeida Responder

    Em Minas Gerais e em Curitba principalmente descendo p/ o litoral está dando mas de 85% de SERRA o restante são terras planas e mecanizável:

    Estou falando de Topografia!

  11. RAIMUNDO FUENTES Responder

    ……SERRA SERIA PRESIDENTE SE TODOS OS EMPRESÁRIOS DE MÉDIO E GRANDE PORTE ,REUNIDOS EM
    SEUS CASTELOS..NÃO ..PEDISSEM AOS SEUS FUNCIONÁRIOS VOTOS PARA DILMA….E FALAM QUE ELES ESTÃO COM SERRA….AS PESQUISAS NÃO ESTÃO ERRADAS….SERRA SERÁ ENTREGUE AOS LEÕES….COMO CRISTÃOS NA ROMA ANTIGA….VÃO APONSETÁ-LO….O
    LULISMO FOI O MAIOR PRESENTE PARA A ELITE BRASILEIRA E O POVO FAMINTO….DILMA SERÁ NOSSA
    PRESIDENTE QUEIRAM OU NÃO……

    RAIMUNDO FUENTES.-

  12. Se dependece somente do Paraná, Serra certamente estaria eleito. Graças a DEUS que não depende disso. Retroceder nunca mais.

  13. Essa é boa:
    Titular das comissões de Constituição e Justiça, de Infra-Estrutura, de Educação e de Assuntos Sociais do Senado Federal (de 1997 a 1998), com a reforma ministerial implementada por Fernando Henrique Cardoso, Renan Calheiros foi indicado pelo senador Jader Barbalho (PMDB-PA) para ocupar o Ministério da Justiça, em substituição a Íris Resende, que se desincompatibilizara para concorrer ao governo do estado de Goiás. Apesar das resistências ao seu nome, uma vez ter sido ele líder do ex-presidente Fernando Collor, a indicação foi mantida e Renan tomou posse no dia 7 de abril de 1998.

  14. Quero ver o que a verdadeira vox populi vai dizer nas urnas, porque este instituto não tem a menor credibilidade. Pesquisa encomendada por partido político não tem valor algum. tem valor só para fazer propaganda. Mas falar em pesquisa eleitoral aqui no Estado é sinônimo de piada, que o diga o urtigão senador .ACarlos

  15. LEÃOLOBO, não sei como o Campana publicou teu post. Nunca publica os meus, pois defendo o governo Lula. Aposto que esse aqui também não vai ser publicado.

  16. Parreiras Rodrigues Responder

    JOão Batista de Almeida…Gravei este teu comentário para conferir no domigo à noite.

  17. EU ESTAVA LENDO AGORA Á POUCO QUE O VICE DO SERRA AFIRMA QUE ELES O PSDB TEM GUARDADO PARA SOLTAR UMA PESQUISA REGISTRADA NO TRE,,,QUE ESTA DANDO EMPATE TÉCNICO..E Á ELEIÇÃO SERÁ DEFINIDA OU DECIDIDA COM OS VOTOS DOS INDECISOS …….É ESPERAR PRA VER NÉEEEEEEE

  18. Pesquisas partidárias, contratadas pelo Lula para jogar a terrorista lá em cima, coisa feia o resultado nas urnas não vai ser esse, Serra 45..

  19. terça-feira, 26 de outubro de 2010
    Serra na boca do jacaré
    José Serra tem mania de só atacar o PT, e aliás, com muito ódio, como costume dos seus parceiros PFL/DEMos/Tucanos. Lembro da campanha aqui em Curitiba para prefeitura, onde o candidato Angelo Vanhoni, deficiente físico, e seu vice, José Maurino, um negro, sofreram várias discriminações nas diversas manifestações pela nossa Curitiba. Era um tal de: Não vote no “aleijado” e no “pretinho”, eles vão fechar as Igrejas, e assim por diante. Puro ódio.

    Serra, você deveria olhar outros partidos e amigos com os quais tem afinidade, e que nos trouxeram os escândalos do Arruda em Brasília, o recém escândalo do Paulo Preto na Secretaria de Obras de São Paulo, os escândalos do seu ex-patrão FHC que não deixou instalar a CPI da Corrupção e engavetou a CPI dos Bancos.

    Serra, você nega que o ex-genro de FHC é seu assessor para assuntos energéticos. Mas, para refrescar a memória, vamos ver o que diz a própia página do David Zylbersztajn no Wikipédia: “ Foi secretário de energia durante o primeiro mandato (1995-1998) do governador paulista Mário Covas, quando comandou o plano de reestruturação e privatização de inúmeras empresas energéticas paulistas. Em janeiro de 1998 foi nomeado o primeiro diretor-geral da recém-criada Agência Nacional do Petróleo (ANP), e reconduzido ao cargo novamente em janeiro de 2000. Liderou a quebra do monopólio da Petrobras na exploração do petróleo no Brasil, realizando o primeiro leilão de áreas de exploração aberto à iniciativa privada, nos dias 15 e 16 de junho de 1999[1]. Sua separação da esposa Ana Beatriz Cardoso, filha do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, em maio de 2001, antecipou sua saída da chefia da ANP. Embora seu mandato lhe garantisse a permanência no cargo até o final de 2005, sua separação causou uma saia-justa no governo[2], e o próprio David Zylbersztajn renunciou em setembro de 2001. Em 2002 fundou a empresa DZ Negócios com Energia, especializada em assessorar investidores interessados na indústria brasileira de petróleo, eletricidade e gás natural. Entre os clientes da empresa criada por David Zylbersztajn está a AES Eletropaulo, privatizada durante sua gestão na Secretaria de Energia no governo de Mário Covas (1995-1998). Atua como assessor técnico para a área de energia do candidato José Serra. Em reportagem do jornal Valor Econômico, assinada por Juliana Ennes em 5/10/2010, disse que aconselhou o candidato a manter o regime de concessão de petróleo atual. Insiste que o atual sistema é melhor que o sistema proposto pelo Governo Lula. Segundo ele, as reservas do pré-sal podem ser produzidas pela iniciativa privada e por empresas estrangeiras, desde que o Governo receba dinheiro por isso.”. Como pode ver Senhor Serra, o DZ é muito amigo e conhecido seu, sim senhor!

    Outra pérola que gostaria de relembrá-lo Senhor Serra, é que você não diz que o instituto da reeleição presidencial foi obtido por FHC a preços altos, pois gravações revelaram que os deputados Ronivon Santiago e João Maia, do PFL do Acre, ganharam R$ 200 mil para votar a favor do projeto. Outros deputados também foram acusados de vender o voto, Chicão Brígido, Osmir Lima e Zila Bezerra, e o paranaense Onaireves Moura foi pego com a mala preta em plena sessão, contendo R$ 200 mil.

    Você deveria lembrar também, dos famosos grampos, conversas gravadas de forma ilegal foram um capítulo à parte no governo FHC. Durante a privatização do sistema Telebrás, grampos no BNDES flagraram conversas de Luiz Carlos Mendonça de Barros, então ministro das Comunicações, e André Lara Resende, então presidente do BNDES, articulando o apoio da Previ para beneficiar o consórcio do banco Opportunity, que tinha como um dos donos o economista Pérsio Arida, amigo de Mendonça de Barros e de Lara Resende. Até FHC entrou na história, autorizando o uso de seu nome para pressionar o fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil.

    Serra, você fa questão de não lembrar ainda do juiz Lalau, que foi preso pelo roubo do R$ 169 millhões e levou um velho companheiro demo-tucano, senador Luiz Estevão, a ser cassado.

    Memória curta, o Senhor Serra esqueçe do caso Marka/FonteCindam: Durante a desvalorização do real, em janeiro de 1999, os bancos Marka e FonteCindam foram graciosamente socorridos pelo Banco Central com R$ 1,6 bilhão, sob o pretexto de que sua quebra criaria um “risco sistêmico” para a economia. Enquanto isso, faltava dinheiro para saúde, educação, desenvolvimento científico e tecnológico. Chico Lopes, ex-presidente do BC, e Salvatore Cacciola, ex-dono do Banco Marka, estiveram presos, ainda que por um pequeno lapso de tempo. Cacciola retornou à sua Itália natal, onde vive tranqüilo.

    Tem mais ainda Senhor Serra, que não lembra do Racionamento de energia. Pois é, a imprevidência do governo FHC e do todo poderoso ministro Serra, completamente submisso às exigências do FMI, suspenderam os investimentos na produção de energia e o resultado foi o apagão no setor elétrico. O povo atendeu a campanha de economizar energia e, como “prêmio”, teve as tarifas aumentadas para compensar as perdas de faturamento das multinacionais que compraram as distribuidoras de energia nos leilões de desnacionalização do setor. Uma medida provisória do governo Cardoso transferiu o prejuízo das distribuidoras para os consumidores, que lhes repassaram R$ 22,5 bilhões.

    José Serra era também muito amigo do Eduardo Jorge Caldas, ex-secretário-geral da Presidência, que foi um dos personagens mais sombrios que freqüentou o Palácio do Planalto na era FHC. Suspeita-se que ele tenha se envolvido no esquema de liberação de verbas para o TRT paulista e em superfaturamento no Serpro, de montar o caixa-dois para a reeleição de FHC, de ter feito lobby para empresas de informática, e de manipular recursos dos fundos de pensão nas privatizações. Também teria tentado impedir a falência da Encol.

    Esqueçe também o Senhor Serra, o rombo causado pelo festival de fraudes transamazônicas na Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia, a Sudam, no período de 1994 a 1999, ultrapassa R$ 2 bilhões. Foram apurados desvios de R$ 1,4 bilhão em 653 projetos daSuperintendência de Desenvolvimento do Nordeste, a Sudene. A fraude consistia na emissão de notas fiscais frias, para a comprovação de que os recursos recebidos do Fundo de Investimentos do Nordeste (Finor) foram aplicados. Como no caso da Sudam, FHC decidiu extinguir o órgão.

    Enquanto Serra faz questão de dizer que o Lula é amigo do presidente da Bolívia Evo Morales, o presidente FHC apoiou o terceiro mandato consecutivo do corrupto ditador peruano Alberto Fujimori, um sujeito que nunca deu valor à democracia e que fugiu do País para não viver os restos de seus dias na cadeia. Não bastasse isso, concedeu a Fujimori a medalha da Ordem do Cruzeiro do Sul, o principal título honorário brasileiro. O Senado, numa atitude correta, acatou sugestão apresentada pelo senador Roberto Requião (PMDB-PR) e cassou a homenagem.

    Serra gosta de lembrar do FAT, mas não fala nada da Fundação Teotônio Vilela, presidida pelo ex-presidente do PSDB, senador alagoano Teotônio Vilela, e que tinha como conselheiro o presidente FHC, e foi acusada de envolvimento em desvios de R$ 4,5 milhões do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT). Descobriu-se que boa parte do dinheiro, que deveria ser usado para treinamento de 54 mil trabalhadores do Distrito Federal, sumiu. As fraudes no financiamento de programas de formação profissional ocorreram em 17 unidades da federação e foram alvo de investigação do Tribunal de Contas da União (TCU) e do Ministério Público.

    O Senhor Serra fala agora que governa acima dos partidos, mas esqueçe que a disputa política entre o Senador Antônio Carlos Magalhães (PFL-BA) e o Senador Jader Barbalho (PMDB-PA), em torno da presidência do Senado, expôs publicamente as divergências da base de sustentação do governo FHC/Serra. ACM renunciou ao mandato, sob a acusação de violar o painel eletrônico do Senado na votação que cassou o mandato do senador Luiz Estevão. Levou consigo seu cúmplice, o líder do governo FHC, senador José Roberto Arruda (PSDB-DF). Jader Barbalho se elegeu presidente do Senado, com apoio ostensivo de José Serra e do PSDB, mas também acabou por renunciar ao mandato, para evitar a cassação. Pesavam contra ele denúncias de desvio de verbas da Sudam.

    Outro desejo do Senhor Serra, queria que o governo FHC/Serra fosse lembrado como aquele que deu proteção social ao povo brasileiro. Mas aquele governo permitiu a elevação das tarifas públicas bem acima da inflação. Desde o início do plano real até o fim do governo demo-tucano, o preço das tarifas telefônicas foi reajustado acima de 580%. Os planos de saúde subiram 460%, o gás de cozinha 390%, os combustíveis 165%, a conta de luz 170% e a tarifa de água 135%. Naquele período, a inflação acumulada ficou em 80%.

    Outra boa que o Serra não lembre é o velho ditado: “Diga-me com quem andas e te direi quem és”. Esse ditado revela um pouco as relações suspeitas do presidenciável tucano José Serra com três figuras que estiveram na berlinda nos últimos dias do tucanato na era FHC. Uma delas era o economista Ricardo Sérgio de Oliveira, ex-caixa de campanha de Serra e de FHC, foi acusado de exercer tráfico de influência quando era diretor do Banco do Brasil e de ter cobrado propina no processo de privatização. Ricardo Sérgio teria ajudado o empresário espanhol Gregório Marin Preciado a obter perdão de uma dívida de R$ 73 milhões junto ao Banco do Brasil. Preciado, casado com uma prima de Serra, foi doador de recursos para a campanha do então senador paulista. Outra ligação perigosa foi com Vladimir Antonio Rioli, ex-vice-presidente de operações do antigo Banespa e ex-sócio de Serra em empresa de consultoria. Ele teria facilitado uma operação irregular realizada por Ricardo Sérgio para repatriar US$ 3 milhões depositados em bancos nas Ilhas Cayman – paraíso fiscal do Caribe. Vamos lembrar outro amigo, uma outra trilha, que leva Daniel Dantas ao Palácio dos Bandeirantes. A viagem começa em 1994, quando Ricardo Sérgio de Oliveira atuou como arrecadador da sua campanha, que depois você o indicaria para diretor do Banco do Brasil. Através dos fundos de pensão, Ricardo Sérgio financiou os consórcios de Dantas nos leilões da telefonia, das estatais elétricas e da Vale do Rio Doce. Ele também arquitetou o caixa dois da campanha reeleitoral de FHC. Participaram do esquema o Opportunity (via Marcos Valério) e o grupo francês Alstom, hoje investigado pelo suborno de altos funcionários tucanos em licitações do Metrô paulista. Andrea Matarazzo, amigo de Serra, aparece com freqüência nesses episódios. O delegado que investigava Ricardo Sérgio foi afastado em 1998 por Marcelo Itagiba, então superintendente da Polícia Federal. Itagiba, casado com uma prima de Matarazzo, virou seu assessor (no Ministério da Saúde). Depois, deputado federal, presidiu a CPI dos Grampos, que tentava desqualificar a atuação do delegado Protógenes Queiroz na operação Satiagraha. Queiroz teria omitido informações de seus superiores. Um deles, o diretor de Inteligência Daniel Lorenz, coordenara as investigações sobre o extinto dossiê que apontava ligações de Serra com a máfia das ambulâncias (escândalo dos sanguessugas). Dantas não ficou preso graças a Gilmar Mendes, defensor do governo FHC na Advocacia-Geral da União. Já ministro do STF, Mendes arquivou uma ação de improbidade administrativa contra José Serra. Depois, afirmou ter sido espionado quando falava ao telefone com o senador Heráclito Fortes. Este possui ligações com as empresas de Dantas e é amigo de sua irmã, Verônica, ex-sócia da filha de Serra. Restam dúvidas sobre os motivos da blindagem em torno de Daniel Dantas? Que amigão você tem, Senhor Serra.

    Outra lembrança que levo ao Senhor Serra, é uma maldade contra a classe média. O governo FHC/Serra tinha uma grande fome de leão. O governo demo-tucano congelou por seis anos a tabela do Imposto de Renda. O congelamento aumentou a base de arrecadação do imposto, pois com a inflação acumulada, mesmo os que estavam isentos e não tiveram ganhos salariais, passaram a ser taxados.

    Serra também gosta muito de desmerecer a imagem do Lula no exterior. Mas a timidez marcou a política de comércio exterior do governo FHC/Serra. Num gesto unilateral, os Estados Unidos sobretaxaram o aço brasileiro. O governo do PSDB foi acanhado nos protestos e hesitou em recorrer à OMC. Por iniciativa do PT, a Câmara aprovou moção de repúdio às barreiras protecionistas. A subserviência foi tanta, que numa visita aos EUA, o ministro Celso Lafer foi obrigado a tirar os sapatos três vezes e se submeter a revistas feitas por seguranças de aeroportos.

    Acho que o LULA fez e o que pode e teve boas intenções. Teve que lutar pela tal governabilidade, e eu concordo. Senão como poderia aprovar projetos numa casa, o Congresso Nacional, onde a maioria é ligada a grandes Bancos, usineiros, latifundiários, empreiteiros, industriais e por aí vai. O que menos tem lá é sindicalista, professor, ambientalista, médico, pedreiro, empregado doméstico e outros representantes assalariados, formal ou informal e desempregados da sociedade. Mas o Congresso Nacional, deputados e senadores, tem o que o povo colocou lá. Não adianta reclamar. Se votamos errado, só nos resta mudar numa próxima legislatura. Devemos sempre acompanhar o desempenho daqueles em quem votamos, e retirá-los quando não estiverem realizando o trabalho proposto.

    Mas o povo reclama, fala mal, fica decepcionado e depois, faz tudo errado. Há algum tempo, vendo um programa na TV com entrevistas nas ruas, e o repórter pedia opinião sobre o Sarney. Quase todos xingavam, criticavam e “cuspiam fogo”. Na sequência, o repórter simulava e pedia para desligar a câmera. Então dizia que trabalhava para o Sarney e daria R$ 20,00 (vinte reais) para o entrevistado falar bem do Sarney. A grande maioria aceitava a caixinha (suborno) e o repórter voltava a fazer a pergunta. Daí vinham as respostas: -“o Sarney está certo, certíssimo. Nós do povo estamos com ele, Parabéns Sarney.”, e outras respostas do tipo. Que povinho, hein! Ao final, toca uma música que diz: -“… parabéns coronéis…”. Vergonha, não é mesmo cara-pálida Serra! Mas não só do Sarney, que não é culpado sozinho e não é santo, afinal nos atos secretos estavam presidindo o Senado o ACM, o Jarbas, o Renan, o Garibaldi, o Tião e o Sarney três vezes. Não vi em nenhum momento o senhor falar do Artur Virgilio do PSDB que também foi arquivado? Nada sobre o homem do castelão nas Minas Gerais. Do Álvaro Dias então, ninguém fala, é protegido da imprensa, exceto uma única reportagem na revista Época, citando que o “queridinho” não declarou R$ 6.000.000,00 (acho que acertei os zeros, são seis milhões mesmo) no Imposto de Renda.

    Senhor Serra, você ataca o PT, mas é cara-de-pau, não ataca ou fica envergonhado com vários outros partidos que ficaram 50 anos ou mais no poder. Depois, mudam de nome, dando uma de santinhos. Sim, o DEM é nada mais nada menos que parte ou descendente (“indecente”) da antiga ARENA, depois PDS, depois PFL e agora “democratas”. É um partido sem criatividade ao copiar o nome dos norte americanos, ou assumiu de vez que é “pau-mandado” dos americanos. Afinal, ficou todo o tempo no poder, da ARENA ao FHC, e agora quer voltar com o tal Indio na sua vice. Seu sonho Serra, seria com o José Arruda (PFL/DEM DF), governador de Brasília, amigo do Roriz, do Luis Otávio, do Luiz Estevão, todos seus comparsas. Já o PSDB, seu partido iniciou com proposta de ser Social-Democrata, com um grande grupo que saiu do PMDB, entre eles o Governador José Richa, o FHC, e outros. Agora ficou pequeno. Deu no que deu.

    FHC traiu a nação entregando patrimônio e direitos dos brasileiros, a preço de banana. Remendou a CLT e tirou grandes conquistas dos trabalhadores. Tirou direito dos aposentados, criou o fatídico Fator Previdenciário e configurou tantas outras besteiras. Inocente ele não é e não era, afinal, esteve na Sourbone. Você também não era nada bobo. Formou-se no exterior, no Chile, casou-se com uma chilena e estudou todo o projeto neoliberal. Vocês sabiam o que faziam. Privatizaram, entregaram o patrimônio construído e mantido com nosso sacrifício. Se você ou o alquimista tivessem ganhado após o FHC, hoje não teríamos mais o Banco do Brasil, a Caixa, a Petrobrás e tantos patrimônios que foram salvos e cresceram no governo LULA.

    O lema FHC-SERRA sempre foi: vamos vender, pois sendo privados são competentes, dão lucro. Ledo engano meus caros tucanos-pinóquios, pois senão o Zé Eduardo e vocês no jatinho do Bamerindus, não teriam quebrado o banco e o patrimônio paranaense. Os Magalhães não teriam quebrado o Banco Nacional, muito menos outros bancos que se foram.

    Quem é melhor hoje, a COPEL que nós conseguimos segurar como patrimônio público paranaense, ou as elétricas de São Paulo e Rio de Janeiro que a dupla FHC-Serra entregou e hoje cobram tarifas maiores e fazem poucos investimentos. Depois, vão quebrar e querer que o governo federal reestatize. Serra, você sabia que a privatização dos setores de saneamento e energia na África Subsaariana aumentou as desigualdades no acesso aos serviços e fez com que a região tivesse um fraco desempenho nas metas de água e esgoto dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio. É o que conclui um estudo divulgado pelo Centro Internacional de Pobreza (um braço do PNUD com sede em Brasília), que sugere que o poder público retome o controle desses serviços.Ainda sobre privatização, cadê a tal malha ferroviária moderna que teríamos? O lema deles era balela, tal qual falavam para nossos irmãos argentinos. Hoje por lá, apagão é diário, mas nada se fala por aqui. A água torneiral é impossível de ser tomada, mas está privatizada. Quem é melhor, a SANEPAR que o Lerner entregou para os franceses e agora voltou para o povo paranaense, ou as companhias privatizadas na Argentina, ou mesmo aquelas privadas em alguns Estados ou Municípios brasileiros?

    O lema “fhcziano” a mando dos Democratas e Republicanos norte-americanos era privatizar para melhorar. Meu lema sempre foi: Privatizou, piorou!

    O problema não é ser Privado ou público. A solução é simplesmente gerenciar bem e não roubar. Caso contrario, quebra o público ou o privado. Essa é a lei, pelo menos no mundo capitalista. O FHC governou com PFL-DEM e PMDB juntos, e dizia que era para ter a governabilidade. Era um governo centro-direita, mas muito mais um governo de direita. O LULA, com mesmo discurso, governou com o PMDB, o que é bem melhor, afinal ainda tem os “velhos de guerra”. E governou com bons partidos como o PV, o PCdoB, o PDT, o PSB e outros centro-esquerdas. Mas foi um governo de centro, pois com os tais PR, PL e outros “pês”.

    Pior mesmo, são os PSOL da ex-petista Heloísa Helena, que se juntaram ao que há de pior na direita e atacaram o governo LULA. Poderiam contestar, ser oposição, mas nunca abraçar e tirar foto com o inimigo. Quanto a você Serra, que vergonha. Quanta mentira na propaganda eleitoral.

    Eu li, vi, ouvi e entendi como o senhor Serra se comportou como deputado na Constituinte, votanto contra os tabalhadores. Tirou nota baixíssima do DIAP. Mente ao falar do FAT, pois quem criou mesmo foi um deputado do RS. O Senhor Serra copiou o projeto, que depois ficou prejudicado e arquivado, pois o Congresso trabalhou no projeto original do deputado gaúcho. O Seguro Desemprego foi criado pelo presidente José Sarney, mas o Serra insiste em mentir.

    Parte da imprensa noticiou as afirmações que aqui faço. O faço da minha maneira, afinal, é um país “quase” livre, pois parte da imprensa é comprada, está nas mãos de grandes grupos empresariais e representam seus interesses. Como ser livre com imprensa que manipula a opinião pública, omite ou mente sobre fatos, têm jornalistas que recebem mensalão para falar bem ou mal, mudam uma eleição presidencial, tentam aniquilar o senso crítico e desejam a verdade única, tal qual o cidadão Kane. A maioria dos nornalistas não é livre, depende do patrão de plantão. Num dia fala bem de um governante que o patrão apoia, noutro, muda de emissora que é oposição, e passa a falar mal do mesmo governante que elogiava.

    Livre mesmo, é a tal da internete, pois acabei de escrever e publicar exatamente o que quero. Se jornalista da Gazeta do Povo do Paraná fosse, esse meu artigo faria o Chico Beleza remexer-se no túmulo, e eu estaria despedido.

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