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Aquicultores terão desconto na conta de energia elétrica

Deputado federal Ricardo Barros (PP-PR) cobrava do Ministério das Minas e Energia o benefício fiscal ao setor

A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) anunciou, nesta semana, que os produtores aquicolas terão descontos entre 60% e 90% na conta de energia elétrica. Por meio de uma resolução, a ANEEL reconhece a aquicultura como atividade agropecuária e determina às distribuidoras de energia elétrica de todo o País a concessão de descontos especiais na tarifa.

A medida veio ao encontro de uma requisição feita pelo deputado federal Ricardo Barros (PP-PR) ao ministro das Minas e Energia Edison Lobão. Em correspondência ao ministro, Ricardo pediu o enquadramento da aquicultura nas atividades rurais passíveis de receberem desconto na eletricidade.

De acordo com Ricardo Barros, a aquicultura, assim como a agropecuária que possui o incentivo fiscal, gera milhares de empregos e é uma atividade de produção de alimento básico.

“Além disso, a aquicultura possui baixo impacto ambiental, e é o principal sustento de milhares de ribeirinhos e moradores do litoral de todo o país. A medida vai fortalecer a cadeia produtiva brasileira”, prevê.

A ANEEL explica que o desconto é condicionado a três fatores. A unidade consumidora deve ser atendida pelo Sistema Interligado Nacional (SIN), que atualmente é responsável pelo fornecimento de aproximadamente 96,6% da energia no país. O consumidor deve também fazer a solicitação por escrito. Outra exigência é que o interessado não possua débitos vencidos junto à distribuidora, relativos à unidade consumidora beneficiada com o desconto.

O consumo do pescado no Brasil está em crescimento, mas continua abaixo da recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS). A OMS estipula como ideal o consumo anual de pelo menos 12 quilos por habitante/ano. O brasileiro consome 9 kg, contudo em 2003 o número não passava de 6,46 kg.

A previsão é de que até 2030 a demanda internacional de pescado aumente em mais 100 milhões de toneladas por ano, de acordo com a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO). A produção mundial hoje é da ordem de 126 milhões de toneladas.

O Brasil é um dos poucos países que tem condições de atender à crescente demanda mundial por produtos de origem pesqueira, sobretudo por meio da aquicultura.

5 Comentários

  1. fiscal de realeza Responder

    SEMPRE TIVERO MENOS NO GOVERNO DO LERNER É PORQUE VOCEIS SEMPRE IGNORARO A LUZ FRATERNA AS IRIGAÇÂO
    A TABELA DE ENERGIA RURAL
    JÁ ESTÂO QUERENDO FAZER VENTO COM O CHAPEU DO REQUIÂO

  2. Vigilante do Portão Responder

    Ótimo.
    Quem vai pagar a conta?

    Não se deram conta de que uma isenção ou um desconto, importam sempre em aumento para os que pagam

    Faláceas, Mentiras e engodos.
    Especialidades dos políticos.

  3. Como é bom esse cara. E foram eleger Requião e Gleise. Que oportunidade perdeu o Paraná. kkkkkkkkkkkkkkk

  4. è verdade, na época do Lerner pelo menos as Industris poluian um pouco menos no horario de ponta , nao precisavam utilizar os Geradores a óleo diesel, assim que o Requiao assumiu ele acabou com este subsidio que ninguem dos contribuintes precisavam pagar, a sobra de energia o requiao preferiu vender do que repassar as industrias que poderiam gerar mais empregos.
    vamos dar prioridade as empresas paranaenses, menas ganancia para ter dinheiro público para beneficiar o seu Ego.

  5. aquicultura gera empregos. por isso esse desconto é primordial para o desenvolvimento da atividade. Pois depois da raçao que é cerca de 60% a 70% do custo da atividade, vem a despesa com luz. esse desconto vai fomentar ainda mais a atividade e gerar mais renda. No país vem sendo criado varios curso tecnicos, tecnologicos e de engenharia na area, a fim de suprir a demanda de mao de obra qualificada. É uma otima saida pra muitos brasileiros. esse assunto deveria ser mais divulgado e incentivar mais pessoas a se qualificarem na area.

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