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A Filosofia da Miséria, a Miséria da Filosofia e a Carta de Puebla

Em 1846 o filósofo anarquista Proudhon escreveu um livro chamado “Sistema das Contradições Econômicas” ou “Filosofia da Miséria”.

Proudhon mandou um exemplar para Karl Marx, que não gostou e retrucou, em 1847, com outro livro:“Miséria da Filosofia”.

Se Marx detestou do livro de Proudhon, o que diria dos nossos políticos, inclusive de alguns que se dizem inspirados nele?

Roberto Requião, que não se cansa de proclamar sua condição de político de esquerda e de sua suposta “opção preferencial pelos pobres”, seguindo os ditames da Carta de Puebla, agora luta como um titã para garantir uma aposentadoria de R$ 24 mil como ex-governador. Dinheiro que soma ao salário de R$ 26 mil de senador, mais uma verba de R$ 4 mil mensais para alugar um carro.

Requião só para de correr atrás dessa aposentadoria quando se põe a perseguir jornalistas e tentar cercear, da forma mais truculenta e grotesca, a liberdade de imprensa.

Se conhecesse Requião, talvez Marx escrevesse outro livro. Intitulado, quem sabe, “Política da Miséria e a Miséria da Política”.

5 Comentários

  1. Provavelmente, Marx não escreveria esse livro. Afinal, sua capacidade analítica era bem maior do a simples confecção de trocadilhos para alegrar a classe média.

  2. S Y N F R O N I O. Responder

    O Requiao nao e Bobo nao, ele ama os pobres, e as pessoas sem informaçao
    e formaçao, que mantem maquiavelicos como ele na crista do poder.

  3. vcs não entendem nada. requião está mostrando o caminho. segundo a carta de puebbla todos devem ter direito a salário de senador e aposentadoria de ex-governador…

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