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Governo negocia incentivos com 60
grupos empresariais

O Governo do Estado negocia incentivos do programa Paraná Competitivo com pelo menos 60 grupos empresariais, a maioria multinacionais, interessados em ampliar ou implantar novos empreendimentos no Paraná. “Colocamos o nosso Estado novamente na rota dos investidores”, afirma o governador Beto Richa.

Dois desses empreendimentos, que representam mais de R$ 600 milhões em investimentos, devem ser anunciados nos próximos meses, em Campo Largo e Ponta Grossa, respectivamente para produção de embalagens e máquinas de envase, e produção de cimento.

“Temos várias outras montadoras e empresas desse setor analisando a possibilidade de investir no Paraná”, afirma o secretário de Estado da Indústria, Comércio e Assuntos do Mercosul, Ricardo Barros. “A intenção é oferecer uma atmosfera favorável ao setor produtivo,concedendo incentivos e condições para as empresas investirem aproveitando o potencial de cada região do Paraná”.

8 Comentários

  1. “Incentivo” quer dizer doação; e prejuízo para o cidadão que paga os impostos!?

  2. . Nossa! Esse Ricardo é de + . Tá revolucionando o Pr.

    . Vê se coloca ele aki na coluna de vez em quando.

    Ele merece.

  3. cadê a zona franca de paranagua????????
    importa,monta e exporta em area restrita:
    200 fabricas e 10 mil empregos .
    alguem habilita-se??

  4. Para as multinacionais incentivos.Para os empresários locais a carga tributária. Alguém tem dúvidas por que o empresário local é uma especie praticamente extinta?

  5. Isso tudo em 5 meses de administração, ao final de 4 anos estaremos quase igual aos states.

  6. Marcão, aprende a pensar:

    Se a Empresa não está aqui, não gera impostos, muito menos empregos e obviamente consumo…

    Se está aqui e recebeu incentivos, terá isenção ou prazo dilatad para pagemento, ou redução, de alguns impostos, normalmente ICMS (Estadual), ISS e IPTU (Municipais).

    Mas, seus fornecedores não recebem incentivos, portanto geram impostos, por exemplo a Empresa de vigilância que o atender pagará seus impostos, assim como outros fornecedores, cafezinho, água mineral, limpeza, etc. Sem contar é claro com o seus fornecedores agregados, de insumos, etc e tal.

    Seus empregados consumirão, gerando impostos em toda a cadeia.

    Quem perdeu?

    Quer um exemplo prático: imagine São José dos Pinhais sem Audi, Renault, etc..

  7. PinheiroDoArenito Reply

    Ricardo Barros é de Maringá.

    Beto Richa é de Londrina.

    Até agora, tirando o eixo Pta Grossa-Grande Curitiba-Paranaguá, não se viu muita coisa em industrialização Paraná adentro.

    Vamos ver o que será destinado de indústrias para o Norte e o Noroeste…………

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