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Câmara dos Deputados aprovou novo Código Florestal

O plenário da Câmara aprovou hoje o novo Código Florestal, conforme texto-base do relator Aldo Rebelo (PCdoB/SP). Foram 410 votos favoráveis, 63 contrários e uma abstenção. As bancadas do PSOL e do PV posicionaram-se integralmente contrárias ao texto de Rebelo.

Os deputados passaram a analisar emendas. Um dos pontos polêmicos é a emenda 164, que transfere aos Estados o poder de definir as atividades que poderão ser desenvolvidas em Áreas de Proteção Permanente (APPs) desmatadas.

7 Comentários

  1. Uma verdadeira vergonha para a nação brasileira, uma nação que se orgulha de ser democrática passa longe disso.

    Eu acho que a alteração no código florestal deveria ser feita com base em um plebiscito, visto que, é um assunto delicado que vai mexer com o futuro de todos.

    Gosto muito dessa frase do greenpeace:

    “Quando a última árvore tiver caído,
    Quando o último rio tiver secado,
    Quando o último peixe for pescado,
    Vocês vão entender que o dinheiro não se come”

    Att

    Paulo Bogart

  2. Motoqueiro Infernal !!! Responder

    Deputados federais são a grande maioria “coroné”… que dúvida sobre aprovação?

  3. Parreiras Rodrigues Responder

    O comentarista Paulo Martins, do Jornal da Massa de hoje, referiu-se aos agropecuaristas como “os que trabalham”.

    Com exceção dos malandros, vigaristas, certos apresentadores de programas “religiosos” em tevê, quadrilheiros de todos os naipes, todos trabalham sim senhor.

    Mas trabalhar na agricultura, Paulo Martins, não se retrata na exploração e depauperação duma área aqui, para depois dela improdutiva, rasgar uma nova fronteira lá no Norte do país, para construir um novo deserto.

    Enquanto isso, o País parece uma colcha de retalhos costurada por milhares de hectares de terras degradadas.

    Degradadas por alguns desses – observe a não generalização, “homens que trabalham”, ou gananciosos, ou desavisados, ou insensatos ou indiferentes ao que possa ser o futuro dos seus próprios pósteros.

    O aumento da produção pode acontecer sem a necessidade de se cortar um único talo de bambú. Basta a coragem dum governo e a inteligência dum agricultor, juntas, para a tarefa da recuperação de áreas erodidas, degradadas, exauridas, extenuadas.

    “Trate bem a terra. Ela não lhe foi entregue como herança pelos seus pais. Ela lhe foi emprestada pelos seus filhos”. Ditado queniano.

  4. Parreiras Rodrigues Responder

    No mesmo jornal, o Ogier Buchi tentou diminuir Marina Silva. Vai ficar tentando, até o fim dos séculos.

    Dona Marina é forte o suficiente para sobreviver a gracismos gratuitos e puerís.

  5. Parreiras Rodrigues Responder

    …e o mesmo Paulo Martins disse do pequeno sitiante que tem sua área cortada por córregos e então insuficiente para o plantio se forem cumpridas as medidas de preservação de mata ciliar.

    As minas, as nascentes, os mananciais existentes nesses sítios são motivos de elevação do preço do terreno.

    O que quer dizer que no ato da venda, o rio valoriza o sítio…

  6. Preservar sim! Mas por que só aqui no Brasil, que é a casa de mãe Joana? Alguém aí viu o Greenpeace ir lá na Usina Nuclear de Fukushima pegar no pé deles por causa do acidente nuclear? E no desastre do Golfo do México, onde o vazamento do petróleo acabou com a vida no oceano? Alguém viu os ambientalistas por lá? Estão derrubando florestas no Canadá, na Tailândia e ninguém fala nada! Por que? Cadê as florestas da Europa? Lá não tem Greenpeace? Por quê eles não reflorestam lá, para terem autoridade moral para cobrar do Brasil? Você já viu alguém do Greenpeace com um enxadão ou uma pá na mão plantando árvores em beira de rio? Por que eles não usam suas verbas

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