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PPS protocola documento sobre livro autorizado pelo MEC

O PPS protocola daqui a pouco, na Câmara dos Deputados, um pedido de informações endereçado ao ministro da Educação, Fernando Haddad, para que ele explique porque o MEC autorizou a distribuição do livro “Por uma Vida Melhor”, de Heloísa Ramos, em que ela defende o uso incorreto do português. O requerimento pede respostas para cinco questões:

1) Quais as motivações que levam o Ministério da Educação a não retirar de circulação livros que contenham graves erros gramaticais distribuído pelo Programa Nacional do Livro Didático?

2) Essa escolha de manter livros como o citado, em circulação nas escolas públicas reflete que necessidades, particularidades, interesses?


3) Quais as motivações que levam o Ministério da Educação a ignorar que existe uma língua-padrão, que todos temos o direito de conhecer?

4) Que benefícios podem ser auferidos aos alunos, uma vez que a política adotada pelo Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) pretende nivelá-los por baixo como se os alunos da rede pública de ensino fossem pessoas incapazes de aprender?

5) Em um país como o Brasil que tem 1 milhão de vagas nas empresas que não podem ser preenchidas porque os candidatos não apresentam qualificação técnica para ocupá-las, quais são os critérios de escolha tomados como referência na seleção e aprovação de livros didáticos com graves erros de concordância gramatical cuja finalidade é a de doutrinar crianças com a tese absurda de que não existe certo ou errado no uso da ascender na vida?

O ministro tem 30 dias para responder ao requerimento, a partir da data de seu recebimento.

15 Comentários

  1. Realmente, a coisa precisa melhorar…
    … a partir do próprio redator das questões, repletas de erros gramaticais e de concordância.

  2. A quem interessa a manutenção de uso dos livros didáticos. Quanto se paga por livros para às escolas.

    Com um mundo mais globalizado os livros perdem sua real credibilidade. Nas escolas começam a escolha dos livros para o ensino médio…
    Gasta-se muito e não temos tempo de analisar o efeito destes livros nas salas de aula.

  3. Corretíssimo!
    E cadê os partidos de “oposição”? – O tal PPS, quem diria, tá saindo melhor que a encomenda.
    Quanto ao assunto, li um artigo do grande Carlos Eduardo Novaes: LIVRO PARA INGUINORANTES. Perfeito!
    Li também pra balancear, nota de uma tal ABRALIN – Associação Brasileira de Linguística, (???), assinada pela sua presidenta (o “a” é de propósito), Maria José Foltran, eivada de coloração partidária, onde desanca e desafia seus críticos, bem ao estilo rançoso do PT!
    Até nossa língua, que não é só nossa, o governo petista já partidarizou! É o fim!

  4. É o plantio da ignorancia. Plante um idiota e colhera um imbecil que votará num administrador que aprova um livro desses.

  5. Eu ainda colocaria uma 6ª pergunta: Quanto foi pago a tão letrada autora???

  6. Reinoldo Hey Reply

    A verdade é que a pobreza intelectual de nossos estafetas jornalistas é gritante. Há muito que existem duas correntes dentro do ensino da língua materna: a tradicional, que defende as normas, as regras gramaticais, com os sujeitos, os predicados, os objetos diretos preposicionados, as orações subordinadas adverbiais temporais
    reduzidas de particípio, os verbos conjugados no pretérito mais-que-perfeito… E a outra, linguística ( sócio-linguística, para ser específico), que considera a linguagem dentro de determinados contextos. Portanto, esta aceita discutir a validade de termos usados oralmente dentro de determinadas comunidades , sem inferiorizá-las por não saberem usar a línguagem padrão, culta, pretensamente correta , elitista por natureza …Há muito nós, professores da área levamos tal discussão para a sala de aula, para seminários, cursos… Sabemos o que falamos e, sobretudo, se escrevemos sobre, buscamos referenciais teóricos, subsídios, informações pertinentes…Não, não jogamos as regras na lixeira, não: nos propusemos a revê-las e a pertinência ou não de usá-las integral ou parcialmente… Quantos de vocês sabem o pretérito imperfeito de ler, e a classificação morfo-sintática da oração: “Tô nem aí…”. Ah, claro, você nunca cantou , porque não está na “sua” língua. Parabéns! Jornalistas de meu Brasil baronil, só escrevam sobre aquilo que sabem ou do que minimamente conhecem. Chega de fogueteiros, carecemos de cérebros. ( carecer tá certo né?!)> Tenho dito!!! .

  7. Podem começar a recolher todos os livros de português. A maioria deles fala das questões de variedades linguísticas, o mesmo assunto pelo qual a Heloisa Ramos está sendo crucificada. Que tal queimar os livros em praça pública também?

  8. Alexandre Nunes Reply

    O que esta por trás desta apologia governamental (diga se PT) a ignorância?
    Será que estão lançando o livro em homenagem ao Lules?
    Será que a turma que aprovou esta obra prima da ignorância sabe o significado da palavra ignorância?
    A grande questão no meu ponto de vista, que este livro, a cartilha de apologia ao homossexualismo são pautas que o governo petista encontrou para desviar a atenção da falta de qualidade e de investimento na educação, de evitar debater com a sociedade o motivo que levou seu Paloci a enriquecer milagrosamente nos últimos anos, de enfrentar de frente o debate sobre os investimentos da copa do mundo, do escândalo de Ricardo Teixeira e cia….
    Ou seja, embaixo deste tapete (livro do lules e cartilha de apologia ao homossexualismo) existe muita lama, sujeira e outras coisas mais.

  9. O dinheiro do povo é lixo pra estes que não tem respeito pelo população.

  10. A falta de atenção e capacidade de compreensão do que diz o livro didático Por uma Vida Melhor, da editora Global, é indicativo de deficit de letramento entre jornalistas. Junte-se a problemas de leitura, interesses mercadológicos, ignorância científica, leviandade intelectual e oportunismo político.

  11. Certas pessoas Reply

    É, depois da permissão da publicação deste livro nós “é” obrigado a concordar que “está” andando na contramão da história. Se este absurdo for confirmado os “aluno” “vai” até se surpreender com a novidade. Quero ver a confusão quando alguém seguir esta regra numa redação e, não obtendo nota satisfatória, entrar na justiça alegando que redigiu conforme foi ensinado!

  12. se os deputado do pps tivesse lido o livro,como eu li,não teria entrado nessa.gostaria de ver essa reação da midia e dos politicos demagogos contra a invasão escandalosa que se faz a luz do dia da ligua inglesa sobre a liga nacional.

  13. Uma venda de 485mil exemplares de um livro, à vista, justifica qualquer ação.
    Inclusive chamar os críticos da nefasta ação, de tolos, em inglês.
    Sem cara fica mais fácil agredir os outros!
    Lógico que somos tolos e manipulados. Os inteligentes estão do outro lado, e ganhando muito dinheiro.

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