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Rusch: taxa de retorno
de Palocci é maior que o pedágio

O deputado Élio Rusch questionou na Assembléia a fala de deputados petistas e do peemedebista Caíto Quintana sobre o pedágio. Lembrou a situação terrível das estradas do Paraná antes do pedágio. Recordou que Roberto Requião se elegeu em 2002 prometendo baixar ou acabar com o pedágio. Não abaixou nem acabou. Deixou apenas de herança mais de uma centena de ações judiciais.

Rusch questionou ainda o fato de deputados, que foram governo durante oito anos, e nada falaram ou fizeram de efetivo a respeito do pedágio, agora se apresentam como se tivesses uma solução pronta para resolver o problema. Agora são salvadores da pátria. Neste momento, quando o governador Beto Richa busca uma solução negociada para o pedágio, que é caro, ninguém questiona, eles são contra. O que é muito estranho. A taxa de retorno do pedágio é alta, mas com certeza é menor do que a do Palocci, ironizou Rusch.

9 Comentários

  1. Não quero que o governo busque uma solução negociada, quero mais é que, assim que terminar esse contrato, uma nova licitação seja feita baseada em um novo modelo de concessão que não onere os usuários, assim como fez o governo federal recentemente.

  2. Vigilante do portão Responder

    A coisa é grave.

    Chamaram até o Lula.

    Tem ciumeira no PT.

    Essa grana toda, mais de R$7milhões, era a “SOBRA” da campanha.

    Petistas de alto escalão, estão TIRIRICAS…

  3. Pois é! Esse pessoal do Lerner achavam que tinham descoberto a galinha dos ovos de ouro, com a criação do pedágio com alta taxa de retorno para quem explora o serviço. Agora vem o Palocci e mostra que tem coisa mais rentável!

  4. Em vez de falar do Palloci deveria o deputado também ater-se às consequências do passivo judicial do pedágio, ora com trâmite suspenso por 180 dias, mas que representa cerca de 300 milhões de prejuízo, segundo anunciado pelas próprias concessionárias e sobre o que deveria ser apurada a responsabilidade dos gestores públicos que, a par de não resolverem o imbroglio do pedágio, causaram prejuízo ao erário público.

    Até onde pode o “animus litigandi” se desdobrar sem que possa ser qualificado como improbidade administrativa na gestão da coisa pública ? Eis a questão que não querem enfrentar, mas deixar para a sociedade pagar a conta. Coragem é preciso contra esses abusos de poder ! É esperar muito, no entanto, da composição parlamentar em atuação, a maioria reeleita e, quase todos, espectadores passivos dos desmandos do governo anterior neste tema do pedágio.

  5. ESTAMOS DE OLHO Responder

    Que pena. Todos se nivelam por baixo. O Palocci diz que os outros fizeram pior, aí vem esse comparar com o Reiqueijão. Ninguem se salva. Abusem seus deputadinhos de araque. Não vai demorar muito, que a hora de vocês está chegando. O POVO NÃO SUPORTA MAIS TANTA HIPOCRISIA.

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