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Até sexta, servidores da Assembleia podem escolher para onde ir

Elizabete Castro e Roger Pereira do Estado do Paraná

Agora com o apoio do Sindicato dos Servidores Públicos Civis da Assembleia Legislativa do Estado do Paraná (Sindilegis), o presidente da Assembleia Legislativa do Paraná, Valdir Rossoni (PSDB) prorrogou até a próxima sexta-feira o prazo para que os 170 funcionários sem função na Casa escolham para qual órgão do Executivo querem ser cedidos.

Até agora, apenas oito profissionais aceitaram a transferência, mas, agora, com a orientação do Sindilegis de que essa é a melhor solução, Rossoni espera que mais servidores optem por serem cedidos a órgãos do executivo que já solicitaram novos funcionários.

As secretarias estaduais da Justiça e da Cidadania (Seju), do Trabalho, Emprego e Promoção Social (Setp), de Assuntos Estratégicos (Seae), de Corregedoria e Ouvidoria Geral, e o Colégio Estadual do Paraná (Cep) se dispuseram a receber parte desse contingente funcional, o Sindilegis sugeriu, também, que órgãos como o Tribunal de Justiça, Tribunal de Contas, prefeituras, câmaras de vereadores e autarquias e fundações públicas também possam receber o pessoal.

O sindicato encaminhou na sexta-feira um ofício assinado pelo presidente em exercício da entidade, Marco Aurélio Bartolino Arpino, endereçado ao diretor-geral da Casa, Benoni Manfrin, informando que passará a orientar seus associados que aceitem a cessão funcional, em apoio à reforma administrativa na Casa.

Mesmo com a expectativa de novas adesões ao plano de cessão funcional, Rossoni informou que deve apresentar nesta terça-feira o projeto que regulamenta a cessão dos servidores (os que não quiserem sair da Assembleia) para as comissões e os gabinetes dos deputados, no limite de um funcionário por gabinete. “Esperamos, assim, resolver de vez essa pendência”, disse o deputado.

3 Comentários

  1. O Sindicato deveria entrar com uma medida judicial para coibir esse abuso do Rossoni. Os funcionarios efetivos estão sem lugar para trabalhar porque foram contratados mais de 200 comissionados. Não são os funcionários que devemmprocurar lugar para trabalharem desde que queiram mas sim, o responsável pelo Poder é que tem que determinar esses lugres dentro da Casa. O Sindicato existe para defender os interesses dos funcionários e não do Rossoni. Cadê o advogado japonês?

  2. Se eu fosse servidor da Alep, e estivesse nesta situação, diria que preferiria ficar em casa, assim proporcionaria um grande lucro para a casa poi, não ocuparia espaço, não tomaria cafezinho, ou chá, no meu caso, e deixaria mais um PC livre para acessarem a internet. Tony

  3. É o final dos tempos!!! Funcionários escolhendo onde querem trabalhar e o povo pagamento esses vagabundos…Processo administrativo e rua…

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