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MON terá atividades culturais neste domingo

Dia 5 de junho é o primeiro domingo do mês e a entrada é franca no Museu Oscar Niemeyer (MON). Além das exposições em cartaz, a população terá acesso a uma série de eventos. No espaço da Ação Educativa, no subsolo do MON, estará em exibição o projeto Conhecendo o Artista, que a cada mês abre espaço para um artista com obras no acervo. Em junho, a atração é o mineiro radicado em Curitiba José Antonio Lima, reconhecido pela crítica por sua atuação como escultor, pintor e desenhista.

Lima estará no MON e, além da disponibilidade para dialogar com o púbico, ele também vai ministrar uma oficina de escultura em três horários: 14h, 15h15 e 16h30. No espaço de Ação Educativa também será realizada, nos mesmos horários, uma oficina de pintura, recorte e colagem, ministrada por arte-educadores do museu. Às 14h30, no primeiro andar, o Quarteto Chorudito fará uma apresentação musical. E na parte externa, ao lado da entrada do museu, o grupo de dança Improviso, dirigido por Rosemeri Rocha, exibirá a sua arte em dois horários, às 15h e às 18h.

Conhecendo o acervo MON – O Museu Oscar Niemeyer, por meio da Ação Educativa, viabiliza de maneira didático-pedagógica o acesso do público ao acervo do museu, a partir do primeiro domingo de cada mês. O projeto Conhecendo o Acervo, que engloba tal iniciativa, prevê a participação de diferentes artistas presentes nesta coleção e que se encontram em atividade.

Na oportunidade, além do acesso às obras, o público tem a possibilidade de interagir com os próprios artistas. Estes, na condição de convidados, participam como homenageados e orientadores de oficinas, e o visitante tem a possibilidade de conhecer e conviver com o autor das obras de arte. Neste momento, as obras em exposição poderão revelar, por exemplo, uma fase anterior da produção do artista em cartaz, permitindo o entendimento de um processo criativo onde tanto o autor quanto a obra, durante a passagem do tempo, se modificam.

As coleções de arte são bens que evocam o passado, traduzem o presente e, em alguma medida, antecipam o futuro. Dessa forma, ampliam a necessidade da formação de repertório visual e da tradução das diferentes linguagens manifestadas pelo homem ao longo dos anos, através de uma comunicação efetiva, na qual o legado da identidade humana se faz presente. O projeto Conhecendo o Acervo, além de formar e ampliar o público, proporciona a interação entre a instituição, o artista e sua obra e a comunidade.

O papel da Ação Educativa – O Museu Oscar Niemeyer tem funções de caráter artístico, cultural, pedagógico e social, com as suas infinitas possibilidades. A Coordenação de Ação Educativa realiza um trabalho de cunho lúdico, artístico e didático. A partir da compreensão da essência da produção de obras de arte, são estimuladas a sensibilização e a interação por meio de oficinas, cursos, palestras, treinamentos e capacitações. Para isso, adota-se uma dinâmica operacional pautada na consciência da construção de um público ativo e efetivo de museu.

No primeiro domingo de cada mês, quando a entrada é gratuita, são oferecidas ao público espontâneo uma multiplicidade cultural em oficinas, apresentações de música, dança, performances e narração de histórias. Por meio de diferentes técnicas artísticas, a prática da oficina possibilita ao participante a expressão criativa – atividade que é apoiada pela aplicação de material didático próprio, onde vida e obra dos artistas complementam o conhecimento sobre a construção de imagens.

Considerando a diversidade do público atendido, busca-se utilizar linguagens apropriadas para cada faixa etária. Oriundos dos diferentes pontos de Curitiba e de outras localidades, os visitantes têm a oportunidade de vivenciar afetivamente a experiência artística. Quando filhos, pais, avós e outros grupos de familiares e amigos interagem, no espaço do museu, realiza-se um permanente exercício de inclusão e ainda ampliação do universo cognitivo desses cidadãos.

2 Comentários

  1. Cidadão de bem Responder

    fico feliz pelas realizações e aproximação com a sociedade, porém aquele espaço do MOn aos domingos virou local de uso de drogas , vandalismo, furtos e roubos e um referencial homosexual.Tenho dó dos seguranças e policiais que ali trabalham….Quem dúvida ou não conheçe deve passar ali aos domingos após as 15, ainda mais se estiver calor. Lamentável os jovens usam drogas debaixo do prédio do Ministério Público e secretaria de segurança pública, até defecam ali….De fato nada tem haver com o público interno do Museu, porém por se tratar de um referencial internacional, isto não poderia acontecer ali, aliás em lugar algum….Clamo aqui auxílio para que acabem com aquela baderna, pois dentro em breve alguem ali morrera no famoso “Parkão” fundos do bosque gramado do museu, pois se tornou um referencial pra uso de drogas em nossa capital….Pessoal da imprensa dêem uma passadinha por lá….

  2. Cidadão não Hipócrita Responder

    As realizações no museu são realmente incriveis e é disso mesmo que os jovens e os cidadões em geral precisam se aproximar e conquistar bagagem cultural cada vez maior, pois é disso que o povo precisa, cultura, arte, conhecimento, coisas que nunca são demais, mas venho alertar ao cidadão que vem esse comentário dizendo que a parte externa do museu aos domingos virou local de uso de drogas e outras coisas lastimavéis, só para esclarecer um pouco melhor ali no “parkão” como citado pelo internauta, também todo primeiro domingo do mês como no interior do museu onde ocorrem as atividades culturais, na parte externa acontece a “Batalha da Cultura” que é nada mais do que um batalha de MC’S onde os MC’s lutam apenas com suas rimas e sua sapiência, e os melhores ganham como prêmio livros de todos os tipos um evento que acontece com pouco apoio e sem incentivo do governo, ou seja não deixa de ser cultura e uma atração para os jovens que se identificam com a cultura hip-hop e sempre estão lá para prestigiar o evento, mesmo que este aconteça apenas pela força de vontade dos que organizam, e quanto ao uso de drogas, sim ocorre, mas me diga um lugar onde não há pessoas fazendo o uso de entorpecentes? difícil, não. E quem está presente sabe que a ocorrência de brigas no local é muito baixa e quando acontece envolve uma minoria que são os que vão já pra isso sem interesse algum no lazer e na diversão qual o espaço oferece.
    Grato

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