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Deputado quer plebiscito para decidir pedágio

O deputado estadual Fabio Camargo (PTB) pretende propor um plebiscito no estado do Paraná para decidir se o governo do Estado abre negociação de prorrogação de prazo de concessão ou não com as empresas que administram o pedágio nas estradas estaduais.

“Uma das atribuições da Assembleia Legislativa é autorizar plebiscito e referendo na forma de lei. Acredito que a sociedade tem o direito de decidir qual a melhor solução para essa questão que interessa à economia do Paraná. Independente de competência para autorizar a prorrogação da concessão seja federal ou estadual, o importante é a chancela popular”.

O deputado se baseou na experiência do Rio Grande do Sul. Em 2007, uma iniciativa do deputado Dionilson Marcon(PT), propôs a convocação de um plebiscito para decidir a prorrogação das concessões rodoviárias no estado. A consulta consistia na seguinte pergunta a ser respondida sim ou não: O prazo das concessões rodoviárias (pedágios) deve ser prorrogado?

12 Comentários

  1. A prorogação do contrato com as concessionárias é um crime.
    Não se pode admitir que o povo continue sendo esplorado.
    Não é necessário prorogação dos atuais contratos para que as concessionárias façam a duplicação, basta executar o contrato.
    Porque o governo não apresente o contrato original e todas as mudanças para a população?
    Ficaria claro que estamos sendo enganados.

  2. Tal pretenso plebiscito deverá conter mais uma pergunta:

    Os deputados que aprovaram esse plebiscito devem manter seus mandatos ?

    Sim ou não ?

  3. Parabéns Dep Fábio Camargo

    Verdadeiramente a população vai dizer se quer ser saqueado ou não nas cancelas de robágio.
    Afinal pagamos duas vezes pelo mesmo serviço que não é executado no seu mister.
    A população não pode ser mais massacrada com cobranças de impostos e taxas

  4. Creio que estamos nos acostumando com a situação, as obras para a copa do mundo, a cada dia sobe o valor sem que ninguém fale nada…e ainda querem que os governos, federal, estadual e municipal destinem verbas públicas, os contratos com as concessionárias previam duplicações em várias rodovias, mas pouco ou quase nada foi duplicado, sem contar que o prazo já foi estendido antes, o valor cobrado nas praças são exorbitantes e subiram várias vezes. Para ir e voltar de Guarapuava a Curitiba, de carro, gasto: R$ 100,00 de combustível, mais R$ 60,00 de pedágio. A BR 277 atravessa o estado, tem trafego intenso de caminhões, ônibus e veículos particulares. A estrada é razoavelmente boa, mas precisa de duplicação como foi acordado no primeiro contrato e isso deveria ser cobrado na justiça, ou duplica ou perde a concessão. Alguém tem que fazer alguma coisa em benefício da população que utiliza as estradas do Paraná. Se eles ( concessionárias) financiam campnhas não interessa, eles que façam o que tem que ser feito. O Governador Beto Richa é bom de diálogo, pois então que use essa qualidade e consiga o que o povo que o elegeu quer. Menos cobranças e taxa para pagar e melhor qualidade de vida.

  5. A concessionária deveria ser, antes de tudo, penalizada se, ao término do contrato, não tiver executado o disposto no mesmo.

    Quanto a prorrogação, este momento deveria ser aproveitado para novas negociações sobre os valores cobrados e informações sobre valores angariados. O pedágio nas estradas paranaenses é muito caro. Exorbitante. Depois, com Governo, concessionária e usuários das estradas satifeitos, pode-se, então, cogitar a possibilidade de prorrogação.

    Eu acho.

  6. Nao existe duplicaçao de Rodocias, elas contratam pequena empresas para roçar as margens, pintar o ASFALTO, e com muita lerdesa tapam buracos. O que o povo do Parana, esta sendo explorado, e uma sacanagem, roubalheira sem lemites, isto e uma vergonha, O que disse o diretor do Dnit e a mais pura verdade.

  7. Faça um plebiscito perguntando que queremos uma assembléia Legislativa que não serve para nada além de usurpar o dinheiro público.

  8. Sou contra a prorrogação, fazer nova licitação de concessão assim que esse contrato abusivo acabar. Nova concessão baseada no formato federal e não no formato Lerner/FHC.

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