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Corpo em decomposição encontrado em areal é mesmo de Louise Maeda

De Fernanda Deslandes do O Estado do Paraná

O corpo de uma mulher encontrado no início da tarde desta sexta-feira em um areal no Campo do Santana, em Curitiba, já em estado de decomposição, é de Louise Sayuri Maeda, a garota de 21 anos que desapareceu em 31 de maio ao sair do trabalho, no Shopping Müeller.

O chacareiro procurava um cachorro por volta das 13h30 desta sexta, quando percebeu uma aglomeração de corvos. Ao se aproximar, ele encontrou o corpo da jovem, que estava de bruços, já em decomposição. A Polícia Militar foi acionada, e pediu apoio ao Corpo de Bombeiros para auxiliar na remoção do corpo ao Instituto Médico-Legal.

De acordo com o perito Edimar Cunico, do Instituto de Criminalística, a única certeza que se pôde ter no local foi de que o corpo é de uma mulher jovem, que foi morta há mais de dez dias. Ela vestia tênis brancos, com detalhes em rosa, da marca Fila, calça jeans, uma camisa social branca e uma blusa preta, transpassada, com botões grandes.

O terreno fica no final da rua José Julio Tortato e é inteiramente alagado toda vez que o Rio Iguaçu enche. De acordo com moradores da região, toda vez que chove forte, aparecem coisas diferentes, trazidas pela correnteza, próximo ao local. A última cheia foi há dez dias – exatamente o período que a vítima está morta, de acordo com a avaliação preliminar da perícia. “É uma região de difícil acesso, por isso mesmo o corpo demorou tanto para ser localizado”, explica o tenente Dallagnol, do 13° Batalhão de Polícia Militar.

Como havia pele em alguns dedos, foi possível realizar exames de digitais que, no início da noite, confirmaram que se tratava de Louise. Além disso, a jaqueta encontrada com o corpo era do Japão, como a que a jovem usava no dia em que sumiu. A perícia revelou que ela foi executada com um tiro na cabeça.

A Delegacia de Homicídios está responsável pela investigação do caso.

8 Comentários

  1. Pedro Malazartes Reply

    As pesquisas mostram que os países onde é aplicada a pena de morte, os índices de criminalidade não sofrem modificações.

    Para a Igreja, é dogmático o domínio de Deus sobre a vida.

    Não nos interessemos pelo resultado de índices e nem nos apeguemos a princípios estabelecidos por viventes que se pretendem infalíveis.

    Seja qual for o motivo: passional, roubo, estupro, o autor dessa barbárie deveria ser Lynch ado em praça pública, e a morte lenta e penosa.

    Eu atiraria a primeira pedra.

    Outra bobagem que se nos empurram: A de, em virtude de nossos próprios erros, perdermos a faculdade da crítica, da denúncia, da indignação.

  2. Pedro,não acho que a pena de morte seja a melhor solução.Porém, tenho em mente que a prisão perpétua seja o caminho,para isto teriam que alterar as leis regentes.
    Realmente o crime foi revoltante,a esperança é que temos um Governador bem preparado,um Secretário de Segurança com vasto conhecimento e o Diretor da Polícia Civil muito experiente que juntos vão colocar esse doente na CADEIA.

  3. A Legislação Brasileira neste caso teria que ser igual a da China, ou seja executa o criminoso condenado, com um tiro na nuca e manda a despesa do custo da bala, pra família pagar.

  4. A sociedade esta perdida. Não há segurança, não há IML e tudo demora para acontecer. Esta é a dura realidade.

  5. Ninguém se iluda não há solução do Estado ou muito menos do Goveno Federal, hoje e nunca, inclusive a população colabora com
    esse estado de coisa. Portanto, vivemos a mais dura realidade do
    “salve-se quem puder”.

  6. Olhos abertos todos. Cada um que se cuide. O Estado falido não vai cuidar de nós…

  7. O que.
    Prisãoa perpétua para esses lixos.
    Seria o mesmo que condená-los a viver num spá.
    Tem mesmo é que jogar lixo na lixeira.
    Mostre aquele que saíu de uma cadeia e se melhorou.
    A pena imposta é para fazer com que o indivíduo condenado se regenere, mas isso não é o que ocorre.
    Ou seja, estamos criando uma cobra para mais tarde executar as meninas MAEDAS, quais são nossas filhas.
    Não viram no caso do estudante da USP.
    Nossa lei é uma piada.
    Nosso judiciário é uma brincadeira.
    Nosso sistema prisional é um verdadeiro carnaval, onde telefone celular é a coisa mais natural que existe.
    Nosso código penal é de dar risada.
    Tanto é que quem tem dinheiro, não fica preso.

  8. Por que a vida de uma jovem responsavel, estudiosa, que estava saindo do trabalho vale menos que a destes bandidos que preferem roubar e matar para gastar nos shoppings, do que trabalhar e estudar como ela estava fazendo? Pena de morte sim, com bastante alarde no Fantastico, da mesma maneira como alardeiam os metodos usados por estes criminosos.

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