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Requião, revolucionário da Centolla

Em 1901, quando esteve exilado na Suíça, Vladimir Ilich Ulianov, fundou um jornal Iskra (A Centelha) e passou a usar o pseudônimo Lenin.

Em 2011, enquanto flana por Santiago do Chile a custa do Senado, Roberto Requião de Mello e Silva cogita fundar um jornal para se opor à imprensa canalha. Cogita chamar essa publicação revolucionária de “A Centolla”.

É uma homenagem aos caranguejos gigantes da patagônia chilena (cada centolla serve até 3 pessoas e custa algo em torno de R$ 420,00 a unidade) que o Duce degusta no chiquésimo restaurante “Aqui Está Coco”, na Avenida Concepcion. Testemunhas dizem que ele se empapuçou de tanto comer centolha.

Ali, entre goles de vinho Chadwick (R$ 620,00 a garrafa), critica o perverso modelo neoliberal chileno e vomita seu ódio aos peemedebistas que votaram na eleição do novo conselheiro do TC e enterraram definitivamente a esperança do nepote caçula ficar com o cargo.

Não se sabe se, a exemplo de Lênin, Requião passará a usar a partir dessa nova publicação, baseada na Carta de Puebla, que prometerá “Centolla para el pueblo”, um pseudônimo.

2 Comentários

  1. Donald Mac Ricardo Responder

    Que importa que o Requião goste de sentrollas? O importante é que ele vai receber o Gustavo de braços abertos.

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