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Queria ser freira…

De Aroldo Murá G. Haygert

…foi do PCdoB e agora é ministra de Dilma

Uns a chamam de “alemãzinha”, uma maneira carinhosa, sem preconceitos, de identificar a loura “mignon”, pequena, neta de Bertoldo – este, sim, um autêntico germânico. É integralmente curitibana. Filha de uma família de classe média “mais para baixa”, como ela se reporta às suas origens, Gleisi Hoffmann deveria chamar-se Grace, em homenagem à princesa Grace Kelly, de Mônaco. O cartorário, com “criatividade”( ou relaxo, muito comum entre registradores civis), transformou-a em Gleisi. E assim ficou.

Aos 14 anos queria ser freira. Era aluna do Colégio Nossa Senhora da Esperança, das irmãs Bernardinas, que fica ao lado do Colégio Medianeira, dos jesuítas, em Curitiba. Os pais disseram um “não” solene, e como a vocação carecia de solidez, a menina partiu para o ensino médio do Medianeira ampliando o que já vinha fazendo: militância social.

Gleisi foi boa aluna, mas tinha os olhos fincados em realidades sociais, como a favela que ela e sua turma atendiam com ajuda material e orientações diversas para o dia-a-dia das famílias.

Leia o artigo completo no site da Revista Ideias.

10 Comentários

  1. Como boa cristã e com devoçoes para freira devia saber que mentir é pecado, aproveitar e explicar a origem dos recursos de sua campanha para o senado. Alias, nada franciscanas.

  2. “””sonhos do Paulo Bernardo””””GLEISE…… FREIRA…… E PAULO BERNARDO …PADRE………..cruz credo, iriam leiloar todas as peças de ouro da Igreja..

  3. Não foi freira mas agiu sempre como cristã….principalmente naquela parte de que…..”que dá aos pobres empresta da Adeus”….hehe

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