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Alfredo Nascimento coloca Paulo Bernardo no olho do furacão

O discurso do senador e ex-ministro Alfredo Nascimento (PR) no Senado recolocou o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, no olho furacão das denúncias de irregularidades envolvendo o Dnit e obras do PAC. O ex-ministro disse que as obras de sua pasta foram poderosamente infladas durante o período em que deixou o Ministério para disputar a eleição para o Senado (“O pacote do PAC era de R$ 58 bilhões, quando retornei 10 meses depois já estava, por conta de aditivos, em R$ 72 bilhões”) e quem mandava nessa gastança eram os petistas Erenice Guerra, Paulo Bernardo e Guido Mantega.

Segundo Josias de Souza, “Nascimento cuidou, porém, de atenuar a responsabilidade de Passos. Quem define o orçamento, disse ele, é o Comitê Gestor do PAC. Quem integrava o comitê? Casa Civil [Erenice Guerra, ex-segunda de Dilma], Planejamento [Paulo Bernardo] e Fazenda [Guido Mantega]. Quer dizer: embora Nascimento tenha se esquivado de dizer com todas as letras, o sobrepreço das obras, origem da “faxina”, nasceu sob Lula.”

O PR tem insistido em não pagar sozinho a fatura dos escândalos do Dnit e do Ministérios dos Transportes. O primeiro a apontar na direção de Paulo Bernardo foi o ex-diretor do Dnit Luiz Antonio Pagot. Questionado sobre aditivos milionárias em obras da empresa, Pagot apontou em direção de Paulo Bernardo. Disse que o então ministro dos Transportes determinava os aditivos e sugeriu que tais adendos poderiam turbinar a campanha eleitoral de 2010. A mulher do ministro, Gleisi Hoffmann, coordenaria as obras no Paraná.

5 Comentários

  1. pelo que essecidadão falou ontem, se esse governo tivesse o minimo de seriedade, Brasilia deveria ser metralhada com todos os figurões que tem lá dentro do poder.

  2. A lama está subindo a rampa do Palácio do Planalto? Do jeito que vai, vão acabar dizendo que o Requião tinha razão quando denúnciou uma ‘suposta’ proposta do então ministro da Casa Civil para superfaturar uma determinada obra no Paraná.

    Requião esperneou, denunciou e DISSE NÃO!

    E agora José?! Onde há fumaça, há fogo?

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