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Gleisi considera opinião de Jobim ‘irrelevante’

Geraldo Magela da Agência Senado

Mônica Bergamo da Folha.com

A ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, considera “irrelevante” a opinião do ministro Nelson Jobim a respeito dela.

Conforme publicou a coluna de Mônica Bergamo, na edição desta quinta-feira da Folha, Jobim afirmou à revista “Piauí” que a discussão da liberação de documentos sigilosos do Estado tem sido mal conduzida pela equipe da presidente Dilma Rousseff.

E criticou as ministras Ideli Salvatti, das Relações Institucionais, e Gleisi. “É muita trapalhada, a Ideli é muito fraquinha e Gleisi nem sequer conhece Brasília.”

A ministra não quer entrar em polêmica com o colega e preferiu ignorar suas críticas. “Isso é irrelevante”, disse ela ao conhecer o conteúdo da reportagem, de acordo com sua assessoria.

As críticas às ministras escolhidas recentemente pela presidente Dilma Rousseff acontece pouco após Jobim ter revelado, em entrevista ao programa “Poder e Política – Entrevista”, produzido em parceria pela Folha e pelo UOL (empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha), que votou em José Serra (PSDB) na eleição presidencial de 2010.

A declaração de Jobim irritou a presidente, que cogitou demitir Jobim, mas preferiu não fazer isso já. No governo avalia-se que, se o ministro tivesse pedido demissão, ela teria aceito na hora.

Na segunda-feira (1º), em entrevista ao “Roda Viva”, da TV Cultura, Jobim disse que não está demissionário e que deseja permanecer no governo.

O ministro afirmou ainda ter “prazer” no cargo e rasgou elogios à Dilma.

7 Comentários

  1. confesso que não votei na Gleisi, mas esse autofagismo provinciano não vai nos levar a lugar nenhum.

  2. Pois é. Jobim rasgou elogios à ‘Presidenta’ e disse que queria permanecer no governo e nas mordomias do cargo.

    Dias depois, foi demitido. Ora, se estava com um pé fora do governo, pra que fazer elogios e baixar o rabo?

    Com elogios ou sem elogios, foi para o olho da rua. É o tal do morde e assopra. Dilma foi mais rápida no gatilho!

    Só tem um problema: o substituto de Jobim. Como chanceler do Brasil foi um fiasco mundo afora…

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