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Gleisi diz que crise financeira internacional “é séria”

Governo alterna tom sobre crise na economia mundial

da Folha.com

O governo alternou o tom dos discursos sobre o agravamento da crise financeira internacional e os possíveis impactos para o resto do mundo. Enquanto a ministra Gleisi Hoffmann (Casa Civil) destacou que a situação “é séria”, que a crise “dá sinais de se prolongar” e que diante de tempos “duros” é preciso estar preparado “para proteger o país”, representantes da Fazenda e do Banco Central minimizaram possíveis efeitos sobre o Brasil.

Se dizendo tranquilo, o secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Márcio Holand, preferiu falar que “os mercados ficam um pouco mais voláteis, mas não é uma tragédia em definitivo”. Disse ainda que a volatilidade não é nos governos, mas apenas nas mesas de operação dos bancos e que há sempre uma “reação exagerada”, mas que depois se acomoda.

“O mundo é mais incerto no curto prazo e mais certo em médio e longo prazos”. O importante, segundo o secretário, é que para os grandes fundos de investimento são necessárias duas reclassificações da nota atribuída pelas agências internacionais aos títulos dos EUA, antes de eles serem obrigados a se desfazerem dos papéis.

“Isso nos tranquiliza muito. Até porque as outras agências já indicaram que não haverá mudança, pelo menos no curto prazo, nos títulos dos EUA”. Por parte dos governos, avaliou que não haverá uma correria dos títulos americanos. Para o real, afirmou: “não há cenário de nenhuma desvalorização acentuada”.

O diretor de Assuntos Internacionais do BC, Luiz Awazu Pereira, o Brasil está extremamente bem preparado para lidar com a situação, mais do que em 2008. “Estamos 200% atento aos desenvolvimentos que estão em curso”.

Os três estiveram presentes no mesmo seminário sobre Políticas Públicas para uma Nova Classe Média, organizado pela SAE (Secretaria de Assuntos Estratégicos) da Presidência da República, em Brasília.

Gleisi, que participou da abertura do evento, na saída, disse ainda que “há um foco grande do governo [na crise]. Todas as energias estão voltadas para proteção do Brasil”, que está num bom rumo. Por isso, “atitudes estão sendo tomadas”. “É preciso reagir de forma sistemática e estamos reagindo”.

Segundo a ministra, “as lideranças políticas [internacionais] não tem estado à altura da complexidade da situação e têm jogado para o mundo as consequências de suas incapacidades”.

14 Comentários

  1. Uma pergunta: O que a Sra Gleisi sabe sobre crise financeira internacional se nem Brasilia ela conhece???????????

    Não fui eu que disse, foi aquele ex-ministro.

  2. Parreiras Rodrigues Responder

    Se não conseguem enxugar gastos, o alto escalão poderia ao menos afinar o discurso.

    Nesse momento, a president(A) no JN, fala coisa sem coisa, titubeia, claudica, e não expressa fato algum.

    Frágil, frágil…

  3. É bom deixarmos o otimismo de lado, e conscientizar este pessoal da nova classe média que, se eles começarem a gastar, voltam correndo para a classe baixa. A crise só está começando, porque o Tio Sam não fez o homework, e quer que também nós paguemos a conta da irresponsabildiade ianque. Tony

  4. . Nooosssaaa !!! ELA entende de economia.

    . LEMBRAM que ELA defendeu dinheiro do BNDES na fusão do Pão de Açucar e Casino, do Diniz.

    . Dizendo que ñ era dinheiro público.

    . É uma ‘sumidade’ na área de economia..

    . Estamos entregue ao clube da ‘luluizinha’.

  5. Vigilante do Portão Responder

    Pelo menos não repetiu o “inteligente” do Lula, aquele que disse que a crise de 2008 ERA UMA MAROLINHA….

  6. SYLVIO SEBASTIANI Responder

    A Ministra Chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, falou mais que o Lule e a Dilma, sobre a crise internacional, mas lembro que não é o Internacional de Porto Alegre, pois este está indo bem no campeonato da Série “A”.

  7. vamos trazer de volta o FHC, afinal é cliente antigo do FMI, foi bater lá 3 vezes no seu governo.

  8. Lamentável que pessoas entrem nesse espaço p/ fazer piada apenas. O Ex-ministro que conhecia Brasilia está fora, e ela está dentro. Ele conhecia Brasilia, mas, não conhecia seu devido lugar.

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