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Traiano rebate
denúncia sobre falta de medicamentos

O deputado Ademar Traiano (PSDB), líder do governo na Assembleia, contestou na tribuna denúncia do deputado petista Tadeu Veneri sobre a suposta falta de medicamentos de alto custo na Farmácia Especial do governo do Estado.

Traiano lastimou o fato que alguns políticos são capazes de usar o sofrimento das pessoas para conseguir promoção política. Garantiu que a distribuição de medicamentos está normalizada e recordou que a situação da saúde herdada pelos governos Roberto Requião e Orlando Pessuti, apoiados pelo PT de Veneri, era completamente catastrófica. Inclusive e particularmente na aquisição de medicamentos de alto custo, onde o governador decidiu monopolizar as autorizações de compras produzindo burocracia, atraso e sofrimento para a população.

Para ilustrar a situação atual em comparação com a anterior, Traiano citou o fato que durante todo o ano de 2010 foram gastos R$ 63 milhões de reais em medicamentos de alto custo. No atual governo, em apenas 7 meses foram dispendidos R$ 53 milhões. Além de gastar menos com medicamentos o governo que teve o apoio de Veneri atrasava pagamentos. O orçamento deixado para a aquisição desses medicamentos foi de apenas R$ 60 milhões. A bancada do governo fez uma emenda aumentando essa disponibilidade em mais R$ 70 milhões. O governo passado também deixou mais de R$ 1,41 milhão em dívidas em cirurgias eletivas e uma situação caótica nos hospitais, lembrou Traiano.

O deputado Élio Rusch (DEM) disse que alguns problemas herdados pelo governo Beto Richa de seu antecessor são tão graves que ainda estão sendo equacionados pelo secretário da Saúde Michele Caputo. O próprio SUS, do governo federal do PT, apresenta deficiências graves que estão longe de ser resolvidas. Vemos pessoas morrendo nas filas do SUS porque não tem vagas e médicos que recebem menos que uma manicure. A situação da saúde no Brasil está longe da perfeição vislumbrada pelo ex-presidente Lula, disse o deputado.

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