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Ministra da Cultura quer deixar legado da Copa

Mario Celso Cunha, Secretário de Estado da Copa do Mundo, Ana de Hollanda, Ministra da Cultura, e Joel Benin, assessor do Ministério do Esporte. (Divulgação)

“Queremos um Brasil campeão não só no campo, mas também na organização, na capacidade estrutural e no legado que deixará para depois da Copa do Mundo”, afirmou a Ministra da Cultura, Ana de Hollanda, na abertura do Seminário Intercâmbio de Experiências Culturais em Megaeventos Esportivos, realizado em Brasília, nesta quinta-feira (11).

O evento discutiu o tema ‘O Legado Cultural em Megaeventos Esportivos’ e tem como objetivo a formulação de estratégias culturais para o país, a partir do impulso dado pelas competições. O Seminário contou com a presença do Ministro Orlando Silva, do Esporte; da Ministra Luiza Helena de Bairros, da Promoção da Igualdade Racial; do Secretário da Copa do Paraná, Mario Celso Cunha; da representante do governo da África do Sul, Laurine Platzky, e do vereador e Secretário da Cultura de Barcelona (Espanha), Jordi Marti.

“A Copa do Mundo é mais do que 32 seleções lutando pelo título. O campeonato possui dimensões no campo econômico, social e cultural. Neste aspecto, esperamos que o Ministério da Cultura lidere o processo, que o Brasil possa celebrar sua diversidade cultural e demonstrar toda a sua gama de potencialidades”, afirmou Orlando Silva.

O Assessor do Ministro, Joel Benin, que coordena as Câmaras Temáticas do Ministério do Esporte, fez uma palestra no Seminário. “São nove Câmaras destacando os temas em cada setor, cobrando resultados e agilizando as ações. Quero destacar também que o Estado do Paraná já instalou suas Câmaras Temáticas, todas com reuniões decisivas, apontando soluções”, disse Benin.

“Vamos aproveitar este momento de Copa, onde todas as atenções estarão voltadas para o Brasil, para mostrar ao mundo que a cidadania é um valor a ser respeitado. Vamos incorporar nos temas discutidos, a igualdade racial, a igualdade de gênero e os Direitos Humanos”, disse a ministra-chefe da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, Luiza de Bairros.

“No Paraná já existe uma política cultural muito forte. O Governador Beto Richa instalou este processo quando foi prefeito de Curitiba, e trouxe para o governo a equipe vitoriosa nesta área, sob a coordenação do Secretário da Cultura, Paulino Viapiana”, lembrou Mario Celso. “Estamos preparados para o Megaevento que é o campeonato mundial de futebol, com diversas ações na área cultural e artística, e mostramos isto pessoalmente à Ministra da Cultura, Ana de Hollanda, que prometeu fazer uma visita à Curitiba nos próximos meses”, finalizou o Secretário da Copa no Paraná.

5 Comentários

  1. Osiris Duarte de Curityba Responder

    NÃO SEI NÃO … MAS ACHO QUE ESTA COPA SERÁ MUITO RUIM PARA O BRASIL … NÃO CREIO QUE TEMOS DINHEIRO, TAMPOUCO ESTRUTURA PARA SEDIAR UMA COPA COMO DEVE SER SEDIADA. É TEMERÁRIO …

    SÓ PARA SE TER UMA IDÉIA: AS OBRAS E TODO O MAIS PARA OS JOGOS OLÍMPICOS DE LONDRES/2012, ESTÃO 4 (quatro) MESES A-D-I-A-N-T-A-D-O-S …

  2. CAÇADOR DE PETISTAS Responder

    Seu legado sera lembrado como a maior roubalheira existente no Brasil na era glacial Lula da Silva.
    Não é uma boa idéia pois a Copa somente interessa a quem esta no poder ou ligado de alguma forma nele.

    LULA DA SILVA, é o culpada por esta vergonha.

  3. Depois da copa do mundo vai chover denúncias de corrupção, quero ver no que vai dar. Esta copa nem deveria ser no Brasil, vai ser um prato cheio pros ladrões do dinheiro público.

  4. Senhores, afinal de contas, aonde é que o governo Brasileiro pensa em realizar a copa de 2014? Sim, porque no Brasil não pode ser, afinal de contas não temos estádios, aeroportos, infraestrutura para receber mais de 500 mil turistas só no mes de julho.
    Afinal, onde será a copa?
    Na casa do lula?

  5. Parreiras Rodrigues Responder

    Meu pai, o pioneiro e primeiro chauffer da Companhia Leme Ferreira, em Santa Isabel do Ivai – 1948, comprou o seu primeiro caminhão em
    1959.

    Eu, rapaz, perguntei certa vez porque ele, vereador e hoteleiro, sitiante, não frequentava os bailes do Clube II de Julho, onde se apresentavam as orquestras Cassino de Sevilha, Toninho de Bauru, Pedrinho de Pirajui, por ai.

    Respondeu-me que ele não se sentiria bem, como devedor de promissórias do F-6, tomando cuba-libre numa mesa do clube.

    O Brasil poderia bem se espelhar em Mané Cearense.

    Festa, só com as contas, saúde, educação, segurança, infraestrutura em ordem.

    E nem pensar em baile, numa época em que o mundo inteiro se apoquenta diante duma borrasca financeira, isso que o Lula chama de marola.

    A “dança” pode resultar em quedas, tombos, pisões.

    Pensando bem, o brasileiro tá é se lixando.

    É mesmo da nossa cultura ter o quintal da casa uma bagunça e a frente pintadinha.

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