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Um pesadelo chinês

Crônica do jornalista e apreciador de vinhos Luiz Carlos Zanoni para a Revista Ideias de agosto.

Nunca valeu tanto a máxima que manda preferir, nos anos bons, os vinhos de produtores menores, e, nos maus, fazer o inverso, optar pelos rótulos de maior prestígio. A lógica é simples. Nas colheitas excepcionais, mesmo as vinícolas não coroadas oferecerão excelentes resultados, a preços sempre acessíveis. Já nos anos em que a natureza é madrasta, os grandes produtores — apoiados na excelência dos seus vinhedos e recursos técnicos — manterão a qualidade média, mas tornando mais camaradas os valores das tabelas.

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